quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

AS 'INFATILIDADES' DO VEREADOR FRANCISCO CUNHA

Por: V. Vidigal


Acabo de ler aqui no ‘Noticias de Alpiarça’  A INAUDÍVEL DIFERENÇA FONÉTICA ENTRE CARAÇAS E CARA…! onde o vereador Francisco Cunha do TPA fez com que Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça tivesse ontem que prestar declarações na Instância Local de Almeirim, onde o autarca começou a ser julgado por um crime de injúria agravada com publicidade.

Francisco Cunha, de uma pequena diferença de palavras fez com que a coisa seja uma espécie de tempestade.

Não preciso nem precisamos de ser inteligentes para compreendermos que tudo isto não passa de uma guerra politica (não confundir com guerras pessoais) onde o Vereador do TPA mais não quer que: obter dividendos políticos ou como apresentar queixa ao Ministério Público contra o presidente da Câmara  consiga obter mais votos nas próximas eleições autárquicas.


Mário Pereira


Será sempre o contrário.

Com estas atitudes de infantilidade, Francisco Cunha, cada vez se “enterra” mais e se está a pensar alguma vez ser presidente da autarquia desengane-se.

Quando chegar a altura de o poder ser já está velho demais porque a nova geração de eleitores a qual acompanha a passo o desenrolar  a  telenovela da insolvência do político Francisco Cunha  e não lhe vai perdoar as “asneiras politicas" que fez como Vereador da Oposição

A nossa terra é pequena demais para tolerar estas “pequenas vinganças”.

Os alpiarcenses não gostam de ter a dirigir a Câmara pessoas conflituosas e de “mau perder”.

A versão apresentada pelo vereador do TPA no tribunal de Almeirim, dizendo que Mário Pereira “até é seu amigo fora da politica” mais não é do que uma  hipocrisia pura porque um homem deve ser o mesmo homem nas reuniões de Câmara como o  é na rua.

Francisco Cunha esteve muito mal neste “filme”


Francisco Cunha


Eu gosto de homens íntegros, daqueles que dentro de casa e na rua são sempre os mesmos e detesto aqueles que mudam conforme as circunstâncias ou interesses.

Os alpiarcenses não gostam de quem não sabe ter sempre a mesma posição e muito menos de políticos que de uma gota de água fazem uma tempestade.


É a minha opinião!

A INAUDÍVEL DIFERENÇA FONÉTICA ENTRE CARAÇAS E CARA…!

O presidente da Câmara Municipal de Alpiarça negou ter dirigido a expressão vernácula “vai para o cara***!” ao vereador Francisco Cunha, garantindo que apenas desabafou “pó caraças!”, no final de uma reunião de Câmara atribulada, em que se sentiu desconsiderado pelo eleito do Movimento Todos Por Alpiarça (TPA).
As declarações de Mário Pereira foram feitas na manhã desta terça-feira, 13 de dezembro, na Instância Local de Almeirim, onde o autarca começou a ser julgado por um crime de injúria agravada com publicidade.
A primeira sessão ficou marcada pelos depoimentos diametralmente opostos do presidente da Câmara, na qualidade de arguido, e do vereador, na qualidade de Assistente da acusação deduzida pelo Ministério Público.
Mário Pereira confessou ter perdido as estribeiras no final da reunião de Câmara de 10 de setembro de 2014, depois do vereador Francisco Cunha ter insinuado que ele estaria a mentir nas explicações que estava a prestar a um munícipe.
Contudo, o autarca admitiu ter apenas dito “provocadores do caraças”, seguido de um “pó caraças!”, desabafo que nem sequer terá sido dito na direção do eleito pelo TPA.
Sobre o processo judicial em si, o presidente da Câmara considera estar a ser a “vítima” de uma manobra para “tirar dividendos políticos”, uma vez que é a sua imagem pública que sai desgastada e lesada com uma acusação desta natureza.
Na versão que Francisco Cunha relatou no tribunal de Almeirim, o presidente da Câmara de Alpiarça, que até é seu “amigo fora da política”, proferiu, sem dúvida nenhuma, a expressão que o levou ao banco dos réus.
O vereador disse ter sentido “tristeza e revolta”, porque, segundo ele, deu várias oportunidades ao autarca para se retratar, o que nunca veio a acontecer.
“Se me tivesse pedido desculpa, não estaríamos aqui hoje”, afirmou Francisco Cunha, lembrando que apresentou queixa-crime porque o episódio ocorreu durante uma reunião oficial de um órgão do município, onde estava na qualidade de vereador.
Antes do início da discussão dos factos que constam da acusação, a juíza titular do processo bem tentou que as partes chegassem a um entendimento, mas em vão.
Para Mário Pereira, pedir desculpas públicas a Francisco Cunha seria assumir ter dito algo que garante não ter dito, ao passo que esperava também que o eleito do TPA se retratasse por ter insinuado que o presidente da Câmara estava a mentir.
Sem acordo, o julgamento prossegue no próximo dia 6 de janeiro, com a inquirição das testemunhas da acusação, no período da manhã, e as testemunhas de defesa, durante a tarde.
«Textro e foto da Rede Regional»

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Municípios querem normas mais simples para aplicar fundos europeus


A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) defendeu hoje a simplificação na transposição de normas europeias para a legislação portuguesa para melhorar a aplicação de fundos comunitários.

A medida faz parte de um conjunto de propostas que o Conselho Diretivo da Associação deverá "aprovar e apresentar ao Governo em janeiro" com o objetivo de "contribuir para melhorar a execução do [quadro comunitário de apoio] Portugal 2020 e de estimular o investimento municipal", disse o presidente da ANMP, Manuel Machado, em Coimbra.
Não se trata de "facilitismo, não é de todo facilitismo, o que se pretende é que haja pragmatismo", sustentou Manuel Machado, que falava aos jornalistas depois de ter participado numa reunião daquele órgão.
"A transposição para Portugal de normas europeias tem, frequentemente, mais acréscimos", mais "procedimentos, mais detalhes", que complicam os respetivos processos e "criam perdas de tempo", sublinhou.
"Comum é cada Estado-membro [da União Europeia], quando faz a transposição de diretivas comunitárias, simplificar de facto" e, portanto, "reduzir em geral o número de procedimentos, de atos administrativos e burocráticos, meramente processuais", mas "no caso português o paradigma (que é o contrário) não está ainda resolvido".
Com "o pretexto das diretivas comunitárias", em Portugal incluem-se "mais umas coisitas e, às vezes, essas coisitas complicam os procedimentos", afirma Manuel Machado.
Além disso, salienta o presidente da ANMP, essa prática "expõe Portugal e entidades públicas, a riscos", como, por exemplo, a "correções financeiras -- vulgo sanções --, quando são feitas as auditorias às operações financeiras dos fundos europeus", nas quais é verificada a conformidade com as legislações europeia e nacional.
Se na legislação nacional existem mais quesitos a cumprir, aumenta portanto a vulnerabilidade à aplicação de sanções e também por isso outros países procuram simplificar e agilizar os processos, explica.
Se, por exemplo, uma câmara tem uma obra para lançar, com financiamento comunitário, que está de acordo com o definido no respetivo Plano Diretor Municipal (PDM) e para a qual "já todas as entidades envolvidas deram o respetivo parecer, porque é que é necessário voltar a pedir pareceres às mesmas entidades que já os deram, no âmbito do PDM?", questiona o presidente da ANMP.
Isso "cria problemas processuais, burocráticos, e por outro lado, cria sítios de poder e de perda de tempo desnecessários, uma vez que os pareceres já foram dados", argumenta.
Manuel Machado acredita que haverá abertura por parte do Governo para resolver este e outro tipo de "entraves" à agilização e melhoria da aplicação dos fundos do Portugal 2020, até porque "a fundamentação técnica e política" das propostas da ANMP nesse sentido é "sustentada e séria".
Com as medidas a propor pela Associação ao Governo "beneficiarão não só os municípios, mas também outras entidades públicas, que têm problemas parecidos", salienta.
"Os baixos níveis de execução do Portugal 2020 são um problema sério para Portugal e por isso é preciso acelerar a sua execução, fazendo entrar dinheiro na economia nacional", conclui Manuel Machado, considerando que as propostas da ANMP serão "um contributo sério" para ultrapassar a situação.
«NM»

É hoje a última grande lua do ano. Com um extra: Chuva de meteoros

Com a lua mais próxima da terra do que o habitual, a chuva de meteoros desta noite pode passar despercebida.
Embora não esteja tão próxima da Terra como no mês de novembro, a lua volta a parecer maior do que o habitual nos céus esta noite. Será a última vez este ano e a última hipótese de ver o satélite tão perto da terra até 2034.
Se em novembro a lua estava a 363.338 quilómetros da terra, esta noite estará a 365.825 quilómetros de distância, prometendo um fenómeno igualmente impressionante.
Segundo o Independent, virá acompanhada pela chuva dos meteoros Gemínidas, provenientes do asteroide 3200 Faetonte, mas a lua cheia promete roubar o protagonismo.
“A luminosidade da lua vai reduzir a visibilidade dos meteoros”, disse o especialista da Nasa Bill Cooke so Space.com. Os observadores do céu terão sorte se virem uma dúzia de meteoros por hora.
A próxima superlua, fenómeno equivalente ao de novembro deste ano, em que a lua atinge o seu ponto mais próximo possível da terra, o chamado Perigeu, só voltará a ocorrer daqui a 18 anos.
«NM»

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A classe política e os detentores de cargos públicos usufruem de benesses inqualificáveis

Por:
Anabela Melão

Há exceções para tudo e mais alguma coisa: exceção para pagar impostos; exceção para se construir uma casa; exceção para se iniciar um negócio; exceção para se ser licenciado; entre outros”, escreve Joaquim Jorge, o fundador do Clube dos Pensadores.
E o caso mais “paradigmático” deste país de “exceções” diz respeito às pensões. Joaquim Jorge diz mesmo que “há pensões que são ‘imorais’, designadamente as pensões vitalícias recebidas por políticos com apenas oito anos de exercício do cargo”.
Isto é, a classe política e os detentores de cargos públicos usufruem de benesses inqualificáveis, num país pobre, de parcos recursos como é Portugal.

Casa dos Patudos, uma referência do património nacional resgatada


Legado do político republicano José Relvas, a Casa dos Patudos, em Alpiarça, foi resgatada, graças aos fundos comunitários, do declínio em que havia entrado na década de 1990, sendo hoje referência do património nacional.

   
Com o primeiro projeto de reabilitação apresentado em 1998, no mandato do socialista Joaquim Rosa do Céu, a casa que José Relvas (o homem que proclamou a República da varanda da Câmara Municipal de Lisboa em 05 de outubro de 1910) mandou construir no início do século XX, com desenho do arquiteto Raúl Lino, viu travada a degradação que estava a ser provocada pelas infiltrações de água a partir da cobertura.
Começou aí um lento processo de reabilitação concluído em 2013 e que deu à Casa dos Patudos não só a reabilitação do edifício, mas, também, um novo percurso expositivo com a abertura de espaços até aí fechados ao público e o restauro de muitas obras, mostrando a coleção de arte reunida por José Relvas ao longo da sua vida.
"Abriram-se novos circuitos museológicos, proporcionando uma nova visão pelo espaço privado da casa e valorizando a coleção de arte com mais de 8.000 peças", diz à Lusa o conservador do museu, Nuno Prates, que realça as distinções que têm sido atribuídas a um património que se tornou 'ex-libris' do concelho.
Referindo o "aumento significativo" do número de visitas desde 2012, Nuno Prates frisa a "importância enorme para o concelho" de um espaço que se tornou "uma referência na museologia nacional e internacional".
Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça em cujos mandatos (iniciados em 2009) se concretizou o projeto começado pelos seus antecessores, só lamenta que o município (entidade que recebeu o legado de José Relvas) não tenha os meios para a promoção e divulgação que o património que herdou merece.
Para o autarca, a divulgação nacional e internacional da Casa dos Patudos tem de ser articulada com outras ofertas da região e do próprio concelho, como a Reserva Natural do Cavalo do Sorraia, a barragem artificial criada na década de 1980, as estações arqueológicas, a aldeia avieira do Patacão e a praia fluvial (projetos antigos por concretizar por falta de meios), aliados ao vinho e à gastronomia, fazendo com que os visitantes "fiquem mais tempo em Alpiarça".
O historiador João Bonifácio Serra, coordenador científico e cultural do projeto da Casa dos Patudos durante a fase de reabilitação, alerta para a necessidade de o Ministério da Cultura olhar para a dimensão nacional do património deixado por José Relvas e envolver-se na sua defesa e preservação.
"A defesa de uma coleção com a qualidade e importância desta implica um grande esforço de produção de conteúdos e de restauro do património móvel -- que inclui inúmeros exemplares da arte europeia dos séculos XVII, XVIII e XIX" -- e que uma Câmara sozinha, mesmo que fosse de dimensão média, o que não é o caso de Alpiarça, não consegue suportar, diz à Lusa.
"É preciso perceber que a qualidade da coleção e a personalidade que lhe dá nome têm uma dimensão nacional que é preciso fazer refletir na orgânica da própria casa", acrescenta, defendendo a criação de uma estrutura -- "talvez um conselho curatorial" -- "onde um conjunto de personalidades da sociedade civil e o Estado acompanhassem o trabalho de investimento e recuperação do património móvel".
Bonifácio Serra iniciou com o município o estudo de um modelo de gestão para a Casa dos Patudos que Mário Pereira diz à Lusa ter "abrandado", devido à existência de "outras preocupações" que deixaram esta questão para "segundo plano".
"Sentimos essa necessidade de procurar uma fórmula em que não seja exclusivamente o município a gerir e a definir as linhas de desenvolvimento. Nos próximos anos temos de a trabalhar. Não temos ainda ideias muito claras" sobre a estrutura a criar, na qual, por imposição estatutária, o município terá de ter sempre posição dominante, declara.
«NM»

domingo, 11 de dezembro de 2016

"Que serviços públicos queremos?"


Entre a intervenção cívico-política e fruição de actividades culturais em Alpiarça, na última sexta: a presença na abertura da Sessão pública "Que serviços públicos queremos?", organizada pelo MUSP Santarém, na Biblioteca Municipal de Alpiarça; uma passagem pelo espectáculo na ArteNatal, no Mercado; e a Ceia Fadista dos Bombeiros.
«De Mário Pereira»

GRANDE É O DESMAZELO NA AVENIDA MARIA XAVIER QUE AINDA RECENTEMENTE ERA UMA DAS MAIS BELAS RUAS DE ALPIARÇA



Grande é o desmazelo na Avenida Maria Xavier que ainda recentemente era uma das mais belas ruas de Alpiarça
 Antigamente no Outono as árvores eram podadas, varejadas e a rua regularmente varrida. Agora chega a passar mais de  três meses sem que alguém lá passe para limpar.

Por mais os moradores reclamem a falta de limpeza ninguém faz nada.
É esta a defesa do ambiente que a Câmara tanto apregoa aos munícipes?

PORQUÊ?
«De um leitor »

ARTIGO DE OPINIÃO: Jovens, currículos e emprego

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista de
Alpiarça
É interessante analisar a quantidade de empresas que nos dias de hoje investem em Portugal, empresas internacionais que acham que neste momento o país é propício ao investimento como a mão-de-obra qualificada e não qualificada é muitíssimo boa. Basta olharmos, por exemplo, para o ramo automóvel onde em pouco tempo tanto a Renault e a Autoeuropa investiram milhões de euros no nosso país e criaram mais de 1000 postos de trabalho já para não falar na possibilidade da Tesla que traria muito a Portugal. Em outras áreas como o têxtil e o calçado, o investimento é grande bem como muitas vezes a tecnologia e forma de trabalhar é totalmente portuguesa. A verdade é que estas grandes empresas, muitas vezes tratam os jovens que lhes entregam currículos geralmente de forma correta, uma vez que até por uma questão de marketing lhes convém manter uma boa imagem pública e melhor que a generalidade das empresas de dimensão menor.
Como muitos outros jovens a minha situação profissional atual leva-me à realização da atividade mais frustrante e ao mesmo tempo super importante para as nossas vidas, a entrega de currículos. Quase todas as pessoas passaram por isso uma vez na vida e alguns passam sistematicamente por isso sendo um dos principais problemas e dúvidas se mantém, será que alguém chega a ler o nosso CV? Devemos entregar em mãos ou preferir a via eletrónica? Eu pessoalmente tenho estas dúvidas e opto sempre que possível pela entrega em mão. Não se resolveria facilmente este problema tornando lei a obrigatoriedade de resposta à entrega de CV? Compreendo que da parte das empresas é difícil dar resposta a todos os CV entregues mas não seria possível faze-lo no espaço de um mês? Não vejo porque não. Do ponto de vista de quem entrega uma simples resposta mesmo que negativa deixa a impressão de que pelo menos alguém viu e de que alguém poderá ver e gostar. Aquilo que a minha experiência diz é que muitas vezes a falta de motivação provocada pela falta de respostas é quase tão grande como a provocada por não conseguir emprego. Se juntarmos a isto a necessidade sentida de sair da nossa terra, do sítio onde queríamos estar porque na nossa terra as hipóteses não nos são dadas, as dificuldades tornam-se ainda maiores e mais difíceis de combater.

Acredito que em muitos pontos do país, o paradigma se está alterar e que a contratação não só aumentará, como será conduzida de forma mais clara, com grande tendência à contratação de habitantes do concelho e de preferência jovens que criem ligação à instituição onde estão empregados criando-se através disso empregos de longa duração ao invés de empregos temporários. Veremos quanto tempo irá demorar até Portugal estar ao nível Europeu e Alpiarça estar só ao nível de Portugal.

sábado, 10 de dezembro de 2016

40 anos do Poder Local democrático



Convenção Nacional da ANMP evocativa do 40° aniversário das eleições autárquicas de 1976 e do Poder Local democrático saldo do 25 de Abril, uma das mais importantes conquistas, pelas suas realizações efectivas, da nossa revolução democrática.
A decorrer em Coimbra, com a presença do Presidente da República e do 1° Ministro.
«De: Mário Pereira»

ORDEM DE TRABALHOS DA REUNIÃO DE CÂMARA DE 12-12-2016


Lançamento de um Caderno Cultural sobre doçaria tradicional



Integrado na iniciativa ArteNatal, promovida pela Câmara Municipal de Alpiarça, vai realizar-se o lançamento do Caderno Cultural Nº19 dedicado à doçaria tradicional de Alpiarça e à procura das raízes de uma tradição.
Será no dia 11 de Dezembro (domingo) às 18 horas, no Mercado Municipal de Alpiarça.
Serão publicados os testemunhos de vida de discípulas da antiga doceira Idalina Fidalgo e Silva, assim como as 61 receitas (a totalidade) do livro familiar que legou.
Está convidado  um vasto conjunto de pessoas, principalmente mulheres, que entretanto confeccionaram as receitas que são publicadas no livro.
No dia 1 de dezembro passado todas se encontraram na cozinha tradicional da Casa-Museu dos Patudos para conhecer os trabalhos produzidos e trocar experiências de como se confeccionam bolos e doces cuja memória já se tinha perdido ( foto de baixo), numa experiência social e cultural inolvidável.

HERANÇA DE FIDEL CASTRO AVALIADA EM 900 MILHÕES




 A revista norte-americana garante que a fortuna acumulada pelo líder cubano, que morreu no dia 25 de Novembro, ascende a 900 milhões de dólares


A revista americana Forbes avaliou esta sexta-feira, 2 de Dezembro, a fortuna de Fidel Castro em quase 900 milhões de euros. Já numa entrevista publicada pela SÁBADO, o antigo guarda-costas do ditador tinha revelado, a propósito da publicação do seu livro La Vie Cachée de Fidel Castro (A vida oculta de Fidel Castro), que "possuía mais de 20 casas, tinha à disposição um iate e passava o Verão numa ilha secreta com heliporto, tartarugas e golfinhos".
A herança do antigo dirigente de Cuba, que se assumia como marxista-leninista, será maior do que a de muitos reis e, de acordo com a Forbes terá aumentado substancialmente nos últimos anos. Em 2003 a revista atribuía-lhe uma fortuna de 110 milhões de dólares, mas em 2012, já tinha sido multiplicada por oito, devido a intervenções em empresas do Estado, o que fazia dele um homem mais rico do que a rainha de Inglaterra.
Cuba negou sempre os valores adiantados pela Forbes e Fidel chegou a desafiar: "Provem-no (...) Se eles provarem que tenho no exterior uma conta de 900 milhões, de um milhão, de 500 mil, de 100 mil, de 10 mil, de um dólar, eu renuncio do cargo e das funções que desempenho".
A Forbes justifica a fortuna acumulada por Castro com mais-valias provenientes de empresas estatais, como a Cimex, que tinha como principal negócio o transporte marítimo e a Medicuba, ligada ao ministério da Saúde e a produtos médicos.
Num trabalho intitulado Na vida extravagante de Fidel Castro, a Forbes diz que foi para a propriedade Punto Cero, com 30 hectares, situada num condomínio fechado de luxo com campo de golfe, que o ex-governante se retirou quando deixou de liderar Cuba, embora sempre tenha dito que apenas possuía uma cabana de pescador.
Além dessa casa, o ditador terá outras três mansões, diz a Forbes, uma delas tem até uma marina privada. Um estilo de vida que se associa ao capitalismo e não ao socialismo que defendia.
Longe da imagem de sacrifício que apregoava publicamente, o homem que gostava de ser visto como o pai da revolução cubana, levava, de acordo com o que o seu antigo guarda-costas, Juán Reinaldo Sánchez, disse à SÁBADO, uma vida luxuosa. Viajava para a ilha privada onde passava férias, Cayo Piedra, em iate privado; em sua casa trabalhavam "três cozinheiros e as refeições eram à la carte, feitas em função do que cada membro da família desejava comer".
«Sábado»

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Já começou a ArteNatal 2016



Já começou a ArteNatal 2016, a V mostra de artesanato local e III mostra de doçaria tradicional de Alpiarça, que irá decorrer até ao próximo Domingo, dia 11 de Dezembro. 
Passem pelo mercado municipal e contribuam para o comércio local.
«Mário Pereira»

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Imposição de Bruxelas: Portugal tem dois meses para adotar regras sobre contadores domésticos

A Comissão Europeia deu dois meses a Portugal para adotar na totalidade a legislação europeia sobre calibragem de contadores domésticos e taxímetros, sob pena de recorrer a tribunal.
Em causa está a falha na transposição para a legislação nacional das diretivas (leis europeias) que ditam as regras que permitem a calibragem uniforme em toda a UE dos instrumentos de medição, desde instrumentos de pesagem a contadores domésticos de água, gás, eletricidade e calor, a taxímetros.
As quatro diretivas deviam ter sido integralmente transpostas para a legislação nacional dos Estados-Membros (até 19 de abril de 2016 as Diretivas 2014/31/UE, 2014/32/UE e 2015/13, e até 30 de novembro de 2015 a Diretiva 2011/17/UE), mas Portugal e outros cinco Estados-membros ainda não notificaram Bruxelas sobre a transposição.
Estes países têm um prazo de dois meses para notificar à Comissão a transposição plena das diretivas, caso contrário, a Comissão Europeia poderá decidir instaurar ações no Tribunal de Justiça da União Europeia (UE).
«JE»

A Grande Confusão de Lixos e Competências

Será que "Código de Conduta" (ética ou quejandos) em que as pessoas "cumprem ou não cumprem", como é dito aqui pelo responsável dos Serviços Urbanos e Limpeza, Fiscalização e Ambiente do Município de Alpiarça, tem alguma coisa a ver, portuguesmente falando, com "Código de Posturas Municipais"? Responda quem souber.
«Por. X. Frade»



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

6ª edição "Quartel Aberto" Bombeiros Municipais Santarém


Os Bombeiros Municipais de Santarém na quarta-feira, dia 21 de Dezembro, entre as 9h00 e as 16h00, vão realizar a 6ª edição do seu "Quartel Aberto", no Jardim da Liberdade. O objetivo desta iniciativa é dar a conhecer a atividade diária do corpo de bombeiros, neste dia todos meios os vão estar em exposição no Jardim da Liberdade em Santarém, sendo o despacho para ocorrências efetuado a partir do local.
Durante este dia vai ser possível observar várias desmonstrações de diversas áreas relacionadas com o socorro às populações. O veículo escada vai estar no local para possibilitar uma subida dos mais corajosos aos 30 metros de altura e assim disfrutar de uma visão magnífica da Cidade de Santarém.

LANÇAMENTO DO LIVRO "A PROCURA DAS ORIGENS DE UMA TRADIÇÃO"



Alargamento do horário de funcionamento


Atendendo a que se verificou um aumento da frequência de utentes aos serviços de saúde, informa o Agrupamento de Centros de Saúde da Leziria que procedeu a um alargamento do horário de funcionamento das seguintes Unidades: 
• Atendimento Complementar de Santarém: dias úteis das 20h00 às 22h00; fins-de-semana das 09h00 às14h00; 
• Atendimento Complementar do Cartaxo: dias úteis das 20h00 às 22h00; fins-de-semana das 09h00 às 19h00; 
• Atendimento Complementar de Rio Maior: dias úteis das 19h00 às 23h00; fins-de-semana das 09h00 às 21h00;
 • Serviço de Atendimento Permanente de Coruche: aberto durante as 24h00 em todos os dias da semana. 
Com esta medida, espera o Agrupamento de Centros de Saúde da Leziria conseguir responder eficazmente às necessidades da população em geral. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Reunião da Comissão Intermunicipal



Reunião da Comissão Intermunicipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (CIMDFCI), que integra os concelhos de Alpiarça, Almeirim e Chamusca, realizada na manhã de hoje no auditório da Câmara de Alpiarça. 
O balanço da actividade realizado pelas diversas entidades representadas na Comissão considerou como muito positivos os resultados da intervenção durante a época de incêndios de 2016, com a redução global das áreas ardidas e dos focos de ignição, tendo existido articulação de meios e coordenação entre os intervenientes.
«Texto e fotos der Mário Pereira»

EM DEFESA DA SAÚDE NO DISTRITO DE SANTARÉM


Por:  Hugo Costa – Deputado do PS na Assembleia da República

A saúde é um tema que é unanimemente considerado o maior problema do distrito de Santarém e uma das principais preocupações na minha atividade parlamentar. Em Audição do Ministro da Saúde questionei sobre a reposição do internamento Medicina Interna em Tomar e Urgência em todos os pólos do Centro Hospitalar do Médio Tejo, objetivos já conseguidos e que colocam este Centro Hospitalar verdadeiramente ao serviço das populações. 
Intervim em plenário, no âmbito da Petição e Projectos de Resolução (PEV, PS, CDS-PP, PCP, BE) pela defesa de mais profissionais nos centros hospitalare , pela célere resolução dos bem identificados problemas da saúde no distrito, em particular a necessidade de obras urgentes no Hospital Distrital de Santarém e a contratação de mais médicos de família.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Associação quer soluções para melhor desempenho na reciclagem do lixo


A associação ambiental Zero vai organizar um debate na segunda-feira para discutir a melhor forma de Portugal melhorar o seu desempenho na reciclagem de resíduos urbanos, sublinhando que o país está "muito aquém" da meta de 2020.

Em comunicado ontem emitido, a Zero refere, citando a Entidade Reguladora dos Serviços de Água e de Resíduos (ERSAR), que em 2015, "Portugal reciclou apenas 28% dos seus resíduos urbanos, quando a meta para 2020 é de 50%", o que representa "um desempenho muito aquém do que seria necessário no âmbito da gestão de resíduos sólidos urbanos".
A Zero acredita que "Portugal pode cumprir as metas se apostar em estratégias Zero Resíduos" e recomenda que se sigam os exemplos de várias regiões de Itália ou de Espanha.
Em concreto, a Zero sugere que Portugal aposte num "envolvimento muito próximo dos cidadãos e das empresas", em "facilitar ao máximo o processo de separação seletiva de resíduos", na promoção de "medidas de prevenção da produção de resíduos" e apelando a uma "clara liderança política a nível local/regional".
O evento, que terá lugar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, a partir das 9:30 de segunda-feira, pretende assim "debater o potencial desta abordagem em Portugal", bem como "estimular o debate em torno do potencial deste tipo de abordagem para a realidade portuguesa".
A Zero destaca ainda que "em países do sul da Europa a implementação destas metodologias permitiu melhorar de forma muito significativa as taxas de reciclagem em curtos espaços de tempo" e propõe que profissionais e investigadores debatam e esclareçam as suas dúvidas sobre as potencialidades e sobre as dificuldades inerentes à aplicação de uma estratégia de zero resíduos.
O exemplo apontado pela Zero é o da cidade italiana de Parma, que tem mais de 190 mil habitantes, e que "em apenas quatro anos" conseguiu aumentar a taxa de recolha seletiva de resíduos de 48,5% para 72%, tendo ainda reduzido em 59% os resíduos depositados em aterros ou incinerados.
«Lusa/NM»

Mais de três mil condutores multados por não saberem circular em rotundas


Alterações introduzidas em 2014 ao Código da Estrada estipulam que só se deve usar a faixa da direita quando se vai sair das rotundas
Desde 1 de janeiro de 2014, data em que entraram em vigor mais de 60 alterações ao Código da Estrada - uma delas estipulando que só se deve circular à direita numa rotunda antes de sair - foram multados 3195 condutores por circularem numa rotunda de forma incorreta. Os números, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, são avançados esta segunda-feira pelo Jornal de Notícias. De acordo com as estatísticas, também foram multados 1909 recém-encartados ou profissionais que circulavam com uma taxa de álcool no sangue superior a 0,2 gramas por litros - a redução da taxa de álcool para recém-encartados e profissionais foi outra das medidas implementadas no "novo" Código da Estrada.
Logo no primeiro ano de vigência das novas regras, foram multados 1104 condutores por circulação incorreta nas rotundas, e o número subiu em 2015 para 1127. Em 2016, 964 condutores já foram "apanhados" a sair das rotundas utilizando a faixa errada.
Confrontado com estes números, Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal, diz que "em Portugal continua a conduzir-se mal e a fiscalização, devido à falta de efetivo nas polícias, é má".
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária ainda não tem dados sobre os ciclistas, que tiveram direitos aumentados com as alterações de 2014, mas o JN adianta que terá havido, em 2014 e 2015, um aumento ligeiro do número de acidentes envolvendo velocípedes.
«DN»

Presidente da Câmara na Assembleia de República


Mário Pereira, presidente da Cãmara de Alpiarça na Assembleia da República

Participação na 'audição pública sobre a reposição de Freguesias', agendada pela Comissão do Poder Local, sob proposta do PCP, a decorrer, juntando deputados e várias centenas de eleitos das freguesias e municípios de todo o país.
«Texto e fotos de Mário Pereira»

OS INSONDÁVEIS PODERES DO APÓSTOLO SANTIAGO DA PATRACOLA?



OS INSONDÁVEIS PODERES DO APÓSTOLO SANTIAGO DA #PATRACOLA?


Mais do que na rua ou travessa da Patracola, existe em #Alpiarça, uma acérrima crítica política a alegados métodos eventualmente pouco democráticos dos comunistas locais que, por coerência vivenciada na prática, sou muitas vezes levado a concordar.
Mas afinal afigura-se que alguns desses críticos mais activos, alegados "campeões da democracia", não passarão de meras "prostitutas virgens" da política, também pouco ou nada democratas mas com poderes insondáveis, mesmo em redes sociais.
Actos de saneamento e afastamento num movimento supostamente democrático e independente (por acção de uns e omissão dos restantes), de alguém que apenas cometa o crime de pensar pela sua cabeça, por eventuais tendências radicais laranjas dentro desse movimento, parece não ser inédito.
Parece que nesta terra, porem-se os valores acima dos interesses, cria mais inimigos do se que imaginaria e também de onde menos se esperaria...
Mas um tal senhor deputado municipal, que mudou da cor política vermelha directamente para a laranja, desgostoso ou incomodado com um comentário-resposta meu (à provocação de um tal fictício "Pedro da Patracola"), meramente irónico mas sem mácula de desrespeito pessoal ou político, exarado no grupo "Alpiarça - Política Local", tentou coagir-me por mensagem e depois por telefonema, a retirar esse comentário e, perante a minha recusa, conseguiu (esse tal senhor deputado municipal), que o moderador daquele grupo (ou outro patracolense), retirasse esse meu comentário-resposta, a esse outro provocatório, do tal falso perfil "Pedro da Patracola", e ainda, a minha EXPULSÃO desse grupo "Alpiarça - Política local" de um tal "moderador" Paulo Silva (?) de que apenas se sabe (?) viver (?) em Alpiarça (?) e ter nascido (?) em 25Abr1974 (?).... É obra!
Mas não contente(s), ainda conseguiu (ou conseguiram) que esse tal moderador de perfil "Paulo Silva" (ou outra pessoa), BLOQUEASSE o meu acesso a esse grupo de debate político local, para evitar sequer também ler o que lá se escreva... Felizmente tenho as costas largas... Que saudável ambiente democrático... Meu Deus!
Imaginem se estivéssemos em Cuba ou na Coreia do Norte o que me teria acontecido!!! 
Aqui fica em baixo a publicidade desse muito democrático grupo de debate político local.
(Obs: Estou disponível para esclarecimentos complementares em privado a quem o desejar).
Por: Eduardo Costa

«Também pode ser lido em: 

https://www.facebook.com/profile.php?id=745088582&fref=ts

DOIS DETIDOS POR SITUAÇÃO ILEGAL NO PAÍS




Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram, no dia 2 de dezembro, dois homens com 23 e 25 anos, por permanência ilegal no país.

Os suspeitos encontravam-se a formalizar contratos de energia elétrica a idosos, quando foram abordados pelos militares na localidade de Alpiarça.

Quando questionados sobre a sua identidade, os homens identificaram-se com um visto turístico espanhol emitido há vários meses, o que levantou suspeitas sobre a ilegalidade de permanência no país. De imediato e em contacto com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e com o Ministério Público, confirmou-se que os homens não tinham qualquer documento legal que permitisse a circulação e permanência em Portugal.

Face à situação os suspeitos foram constituídos arguidos, sujeitos a termos de identidade e residência e ainda obrigados a apresentarem-se no SEF de Santarém.

Associação de Estudantes já tomou posse


A Associação de Estudantes da Escola José Relvas eleita recentemente tomou posse, na passada sexta-feira, dia 2 de dezembro.
A sua composição é a seguinte:
Presidente: Diogo Rato;
Vice Presidente: Inês Lourenço;
Secretário: Miguel Moreira;
Tesoureira: Catarina Marques.
«Texto e foto de Isabel Silva»

AFINAL O VINHO TINTO NÃO FAZ ASSIM TÃO BEM À SAÚDE




Esta é a notícia perfeita para todos aqueles que aproveitaram esta fim de semana para um jantar sem preocupações e que não hesitaram em pedir a carta de vinhos para ‘aquecer’ a noite. Para quem não teve essa oportunidade, guarde as dicas para uma oportunidade futura.
Ora, imagine que abusa na quantidade de vinho ingerida e que amanhã acorda com uma forte dor de cabeça. Já se questionou por que é isso acontece?
Segundo a Time, existe uma substância no vinho – a tiramina – que causa essas pontadas na cabeça devido à influência que esta tem na pressão arterial. O vinho, especialmente o tinto, contém ainda histamínicos, que algumas pessoas não conseguem metabolizar.
Para evitar que isso aconteça, tomar um anti-histamínico antes de começar a beber pode ser uma solução.

A investigação conclui, ainda, que os taninos do vinho podem aumentar a produção de serotonina química no cérebro, e as mudanças de serotonina no cérebro podem provocar dores de cabeça. Para quem sofre regularmente de enxaquecas será, por isso, melhor trocar o vinho tinto pelo branco, uma vez que este tipo de químicos são removidos durante a produção do vinho branco.«NM»