quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Município de Alpiarça apresenta aos bombeiros uma proposta de enquadramento na carreira de sapador



A Câmara Municipal de Alpiarça reuniu com os Bombeiros Profissionais, assistentes Operacionais e assistentes técnicos a desempenhar funções nos Bombeiros no dia 8 de Novembro. O objectivo foi informar sobre o ponto de situação da passagem desses elementos para a carreira de Bombeiro Sapador.
Nessa reunião esteve presente o Delegado Sindical de ANBP/ SNBP, Bruno Silva. O Presidente da autarquia, Mário Pereira, destacou a importância dos Bombeiros Municipais de Alpiarça informando que nunca foi ponderada a extinção do Corpo de Bombeiros por parte do Município.
O autarca assegurou ainda que a autarquia vai repor já 15% no mês de Dezembro e que, apesar de ser um município pequeno e com algumas dificuldades, assume a passagem de todos os assistentes técnicos e assistentes operacionais para a carreira de Bombeiro Sapador, estando prevista a abertura do procedimento concursal já no início do próximo ano.
O município tem projectado a reposição da diferença entre vencimentos em 6 vezes faseadas: de 15% já em Dezembro, 15% em Janeiro de 2020, 15% em Janeiro de 2021, 15% em Janeiro de 2022, 20% em Janeiro 2023 e a última 20% em Janeiro de 2024.
Nesta reunião estiveram ainda presentes o Sr. Vice-Presidente de Alpiarça, Carlos Jorge a responsável pelos Recursos Humanos Dra. Carla Borba e o Comandante dos Bombeiros de Alpiarça, Hugo Teodoro.
«Sara Dias/CMA»

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

DESPORTO


Mostra Fotográfica "Alpiarça, Rostos & Paisagens"



"como não me considero um fotógrafo, mas sim um captador de imagens, a fotografia é para mim um meio para registo de momentos. Para mais tarde recordar sentimentos vividos nesses momentos."
Durante o mês de novembro no "Espaço 7"
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Mais informações aqui 

Maratona Fotográfica "Património Religioso" | 13 e 14 de Dezembro




Maratona Fotográfica "Património Religioso" | 13 e 14 de Dezembro.
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Fotografar o nosso Património Religioso. 13 Municípios, 25 Agrupamentos de Escolas,
24 horas a fotografar individualmente ou associando-se aos percursos organizados em cada município.
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Inscrições até 15 de novembro aqui
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Mais informações sobre a Maratona Fotográfica (Normas, Prémios, Datas Importantes...) e sobre o projecto Marcas na História em: https://projetomarcasnahistoria.blogspot.com/, na Biblioteca Municipal ou nas Bibliotecas Escolares. 
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Participe!

sábado, 2 de novembro de 2019

DUQUE DE PALMELA EM ALPIARÇA


Ribatejo Senhores da terra com velho e novo mundo

No tempo do duque de Palmela chegava-se de barco. Agora o seu tetraneto faz vinho como os australianos e algumas máquinas fazem o trabalho de muitos homens em 6000 hectares. A Lagoalva nasceu no século XVIII, sobreviveu ao PREC e hoje exporta para o mundo. Quarto de seis trabalhos sobre o meio rural português.  

A quem atravessa o Tejo depois de Santarém e sobe ao longo do rio, entra na Rota do Vinho, do Touro e dos Cavalos. O vinho vê-se logo, entre casas apalaçadas, campos onde esteve milho, grandes planuras. Touros é que nada, e cavalos idem, para já. Uns quilómetros acima de Alpiarça fica uma quinta a que se chegava de barco no tempo do 2.º duque de Palmela, há 150 anos. É por isso que a entrada de hoje, chegando de carro, parece - e é - a das traseiras. O palácio amarelo tem a melhor frente para o jardim, que ao fundo leva ao Tejo. Vem da fundação da quinta, no século XVIII, quando se dominaram as cheias com valas e diques e a terra foi cultivada. Em meados do século XIX, a propriedade passou por casamento para o duque de Palmela.
Recentemente, nos anos 90, os descendentes criaram a Sociedade Agrícola da Quinta da Lagoalva de Cima, SA, para gerir quase 6000 hectares. E o presidente da administração é o tetraneto Manuel Campilho, de 55 anos, engenheiro agrónomo com voz de trovão. Às 9h00, já vai um entra-e-sai no seu escritório adjacente ao palácio.
Por exemplo, um rapaz encorpado, mangas arregaçadas e unhas negras mostra um artigo da Visão sobre como o Quinta da Lagoalva de Cima, um branco que cruza casta Chardonnay com a ribatejana Arinto, foi servido no almoço do Tratado de Lisboa e antes já fora servido a Putin. O criador, na fotografia, é este mesmo rapaz.
- O meu filho Diogo - apresenta Manuel.
Séculos de duques, enologia em Vila Real, três anos na Austrália. Dá um herdeiro ribatejano de 27 anos a fazer vinho com o sistema do Novo Mundo no terroir do Velho Mundo. Tão tradicional que aos 15 anos se fez forcado, e tão não-tradicional que vindima à noite para evitar a oxidação do calor.
As unhas negras, já se vê, são da adega.
Pergaminhos em volta
O vinho projecta o nome e a Lagoalva também faz azeite e vinagre gourmet, e cria cavalos lusitanos.
Mas as grandes produções são floresta (cortiça, pinhal e eucalipto), cereais (milho e cevada para indústria), hortícolas (toneladas de ervilha e batata), carne de ovinos e bovinos (sem rações).
Pela genealogia, será um latifúndio (no sentido de grande propriedade rural da aristocracia). Pelo aproveitamento da terra, será o contrário de um latifúndio (no sentido de terras ao abandono). Aqui, os senhores da terra aproveitam pragmaticamente a terra - quase sem braços. Algumas máquinas substituíram muitos homens. Até a vindima é mecânica.
- Vinho, azeite, cortiça e cavalo lusitano são os produtos de excelência do mundo rural que Portugal deve produzir - diz e repete Manuel Campilho. Fala dos baixos níveis mundiais de stock de cereal e das alterações climáticas.
- Sentimos todos que há chuvas torrenciais que de repente destroem as culturas, e depois grandes calores.
Pega num Financial Times e lê sobre geadas na Argentina que deram cabo do trigo.
- E eles lá estão na Primavera. Os urbanos não têm ideia do que se passa. Acham que os agricultores são todos uns subsidiodependentes. Eu sou agricultor há 30 anos, e agora temos um ministro da Agricultura e das Pescas que não gosta nem de agricultores nem de pescadores. Responsabilizo-o claramente por ter acabado com a beterraba.
Em cujo cultivo a Lagoalva se orgulha de ser pioneira. Este ano foi o último de cultivo.
Como Manuel Campilho quis esperar pelos visitantes para o pequeno-almoço, levanta-se para enfim o ir tomar.
Na parede por cima da cadeira tem uma sequência com toureio a pé. Os sofás são de couro gasto e macio. Nas escadas há gravuras do século XIX, no átrio uma litografia do rei D. Carlos a cavalo. Lá fora, correm golden retrievers adoráveis, uma já quase cega, a beber de uma taça cheia de folhas caducas, debaixo de uma árvore. O filho de Diogo, um Manuel de sete anos, anda solto pelo terreiro.
Manuel Campilho tem seis irmãos (um deles, Miguel, também na administração, sendo que há um terceiro administrador que não é da família), três filhos (além do enólogo, duas raparigas que não trabalham aqui) e um neto. - É uma paixão - diz e repete. Sobre o neto e sobre a Lagoalva.
A ala principal do palácio é para convidados e clientes. Manuel vive numa parte lateral. Quando abre a porta, cheira a lareira. Retratos de cães e cavalos e o espólio de imagens, pratas e porcelanas de uma grande família, numa escala de pequenas salas bem aquecidas.
Outra coisa que Manuel Campilho diz e repete é que os pergaminhos não vêm ao caso. Que é administrador e não dono. Que a Lagoalva pertence a uma holding. E se fala nos Palmela é para lembrar que eram liberais.
- Sempre defendemos a liberdade e a democracia.
Os pergaminhos não vêm ao caso, mas, claro, estamos rodeados por eles, dos campos às paredes, reconhece Manuel.
- Nós somos a continuação da família.
Sempre de mangas arregaçadas, Diogo junta-se ao pequeno-almoço e põe na mesa o vinagre de vinho e o azeite das oliveiras plantadas pelo duque.
- Metade da nossa produção de vinho e azeite vai para fora, toda a Europa, EUA, Brasil, Canadá, Angola, S. Tomé...
A holding está também a fazer uma internacionalização de serviços, como aconselhamento na utilização de água ou conservação de cereais. Hungria e Angola são dois mercados possíveis para a subempresa Lagoalva Systems.
Novo mundo.
E numa volta rápida ao escritório, o administrador tem à espera um homem curvado que lhe traz uma prenda de Natal. Abraçam-se muito.
- O Gabriel é um autodidacta que sabia tudo da floresta e me ensinou. Ficámos amigos para a vida - explica Manuel Campilho, a caminho da adega. O bisavô de Gabriel já trabalhava para a Lagoalva. Agora Gabriel tem um filho na administração. E vão cinco gerações.
Velho mundo.
Ao som dos AC/DC
É uma escolha de Diogo. Da adega à cavalariça está sempre a ouvir-se música, aliás a Antena 3, neste momento AC/DC. Primeiro porque a vindima é feita de noite, e podia dar-lhes para adormecer. E depois porque sim. Dá ritmo, acha o enólogo.
Já o telemóvel de Manuel Campilho toca com trombetas de tourada.
Também presidente da Associação Portuguesa do Cavalo Puro Sangue Lusitano, a sua especialidade é atrelagem - atrelar vários cavalos ao mesmo tempo a um carro.
A esta hora, o picadeiro de treino está deserto. Nas cavalariças do século XVIII seis machos ouvem a Antena 3.
Para os campos (que apanham três concelhos, Chamusca, Golegã e Alpiarça), é preciso jipe. Primeiro as vinhas, imensas, novas. São tão diferentes dos velhos socalcos do Douro que parecem outra planta, mais alta e esguia, menos escura e retorcida. Na vindima, vem uma máquina de ambos os lados a abanar as parras e os cachos caem para um tapete. À entrada de cada fila, castas identificadas.
- Isto é cópia da Austrália - resume o administrador. - Muito mais competitivo que o Douro.
O jipe prossegue por montes de sobro. Portugal é o primeiro exportador de cortiça e não há um instituto do sobreiro, queixa-se Manuel Campilho, para a seguir ver campos que lhe arderam, e depois explicar que uma formas de combater incêndios é a descontinuidade (por exemplo, sobro, milho, sobro), ou que estes pivots de rega nos campos (uma espécie de compasso gigante, fixo num eixo) dão versatilidade. Hoje cereal, amanhã pastagem. As ovelhas até comem o restolho do milho, e limpam o mato, protegendo-o dos incêndios.
- O que é a agricultura? Utilizar com inteligência os recursos naturais. Amanhã é mais vantajoso fazer cereal? Faço cereal. É mais vantajoso carne? Faço carne. Ou vinho.
Em tendo terra, investimento - e água.
- Vocês em Lisboa não se apercebem da catástrofe que é não chover, e agora vão ver.
Depois de uma curva idílica, entre ovelhinhas e sobreiros, a grande barragem da Lagoalva parece uma poça.
- Tem 500 mil metros cúbicos e está nos 25 mil. Não tenho dúvidas de que há alterações climáticas essenciais. Aquilo que poluímos tem que ter resultados catastróficos.
De volta ao palácio são 20 quilómetros, com terra de outros pelo meio.
Durante o PREC, aqui mesmo, no Ribatejo, a maior propriedade murada do país, a Torre Bela, do duque de Lafões - avô de Diogo, sogro de Manuel Campilho -, foi alvo de uma ocupação ligada à LUAR. Depois esteve ao abandono e acabou vendida a uma empresa que usa a terra para caça e ainda não recuperou o palácio vandalizado e em ruínas.
Que aconteceu na Lagoalva na revolução?
- Nunca foi ocupada. Foi salva pelo 25 de Novembro. A estratégia comunista de ocupação era o Alentejo - diz Manuel Campilho.
Na quinta, esperam-no para o almoço de Natal os 20 trabalhadores da terra, mais os 20 do escritório. Entre velho e novo mundo, na Lagoalva - 6000 hectares - cabem todos num almoço.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

HOMENAGEM AOS BOMBEIROS DE ALPIARÇA FALECIDOS


Esta tarde, dia 1 de Novembro de 2019, realizou-se a romagem ao Cemitério de Alpiarça para prestar uma honrosa Homenagem aos Bombeiros de Alpiarça falecidos, com deposição de coroas de flores no Talhão dos Bombeiros.
«CMA»

OS "CIGANOS DE ALPIARÇA"

(*)

O "Vale da Cigana" foi durante várias gerações o espaço onde residiu  várias famílias de  ciganos.
Nos fins do século dezoito, princípios do século dezanove, o vale  era habitado por várias famílias ciganas.
Uma cigana era a "patriarca" e os terrenos onde habitava, mais os seus, era propriedade sua.
Deu à luz uma pequena comunidade de ciganos, dos quais, ainda hoje habitam em Alpiarça muitos dos  seus descendentes.
Este vale era "passagem obrigatória" e acolhimento   para outras tribos. 
A "patriarca"  era quem mandava nas várias clãs de ciganos que por ali habitavam ou que por ali passavam e era ela que dirigia os "poisos"  nestas bandas.
No inicio do século dezanove (1920/30) as redondezas  do actual "Vale da Cigana" era explorado por um grande e abastado  agricultor alpiarcense: Álvaro da Silva Simões.
Por ironias do tempo e da sociedade que se vivia na altura o "Simões" conseguiu expulsar  da proximidade dos terrenos que cultivava a "ciganada" que era  a verdadeira "dona do terreno".
Álvaro, possuidor de uma grande fortuna que lhe dava um enorme  poder e com o apoio e influência governativa da altura conseguiu expulsar dos terrenos, que nunca foram seus, quem por lá sempre viveu durante várias gerações.
(*)

Com o apoio da desgovernação da época e com o apoio de um certo conservador e de falsas testemunhas conseguir legalizar os terrenos que se situam no 'Vale" em seu nome.
Nunca mais os ciganos puderam voltar ao que seu foi.
Resta hoje aos poucos descendentes alpiarcenses da "cigana patriarca" (família Lima) viverem condignamente na Zona Alta de Alpiarça.
Não é por acaso que o Vale, que foi dos ciganos, se chama: "Vale da Cigana".
Quem quiser e tiver paciência pode consultar os registos nos meandros da Conservatória Central
(*) Fotos obtidas na Internet.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

EVOCAÇÃO DOS 90 ANOS DO FALECIMENTO DE JOSÉ RELVAS






Com a deposição de uma coroa de flores junto ao jazigo da família Relvas, no Cemitério de Alpiarça.
«CMA»

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Reunião da Câmara de Alpiarça de 25-10-2019

HOMENAGEM/EVOCAÇÃO DO 90. º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE JOSÉ RELVAS - 31 DE OUTUBRO DE 2019



PROGRAMA:

- Visitas Guiadas Gratuitas à Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça (ao longo do dia).

11h30 - Romagem ao Cemitério - Deposição de Coroa de Flores no jazigo da Família Relvas.

21h30 - Concerto Musical com o Duo composto por: António Eustáquio (Guitolão) e Carlos Barretto (Contrabaixo)

Auditório da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.

Entrada Gratuita.

Aceite o Convite.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

ARTIGO DE OPINIÃO: Equipa que ganha mexe-se mas pouco

Por:
Rodolfo Colhe

Equipa que ganha mexe-se mas pouco

Quando é apresentado um novo governo, independentemente de qual é o partido ou os partidos a formar governo, as críticas sucedem-se bem como a tentativa de atacar elos que possam ser à partida mais fracos, isso é da vida, escusava era de ser feito de forma ridícula.
Quem está na vida política e ainda um governante estão sempre sujeitos à crítica e na minha ótica não só não se devem esconder como devem refutar sempre que possível, nem todos os políticos podem ou devem ser kamikazes como o João Galamba mas deve-se louvar a sua capacidade de não deixar pontas soltas e a coragem de combater programas de pseudojornalismo de investigação.
A primeira crítica a este governo foi para o facto de não ser novo e de não existirem muitas mexidas, como se não tivesse sido com este elenco que o PS se tivesse tornado o partido mais votado e suficientemente votado para que seja impossível a qualquer outro partido governar, logo o argumento é ridículo. Olhar para a composição de um governo como quem olha para um onze de futebol onde a saída de um médio e a entrada de um avançado pode mudar drasticamente a qualidade da equipa é pura falta de inteligência ou decência. Por muito que alguns membros possam ter terminado a legislatura passada numa situação mais difícil, é preciso olhar para os programas, projetos e/ou reformulações em curso e que preferencialmente devem ser lideradas por quem conhece “timtim por timtim” o que está em curso desde a sua génese. Não olhemos por favor para a política como mera gestão das expectativas da opinião pública.
Depois e com uma velocidade assustadora apareceram os tais ataques aos elos que pareciam mais fracos, uma série de capas e notícias descontextualizadas sobre a nova Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, que inundaram as capas dos jornais e as redes sociais. Pessoalmente, fiquei muito feliz com a sua nomeação, não me assusta a sua aparente menor ligação à pasta, assustar-me-ia sim se não tivesse certezas sobre as suas competências políticas e humanas.
Depois e com a apresentação dos Secretários de Estado, o ridículo é ultrapassado por notícias que só podem ser a brincar. Como declaração de princípios eu não compro o Correio da Manhã mas leio a sua capa como a de todos os jornais diariamente e na passada quarta-feira tive de procurar ler no café um conjunto de duas notícias (é que estas grandes “obras jornalísticas” agora são artigos pagos para leitura on-line), a primeira “informa” de forma tendenciosa que o “Estado domina” e que “só três das ‘contratações’ para o Governo vêm do setor privado”, no entanto a “notícia” imediatamente abaixo destaca o facto do Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Média, Nuno Artur Silva, ter feito vários contratos com o Estado quando era acionista da empresa que segundo o jornal Expresso “da qual saíram projetos televisivos como “Contra-Informação”, “Herman Enciclopédia”, “Gato Fedorento” ou “O Eixo do Mal” “. Só consigo tirar uma conclusão deste seguimento de notícias, os Secretários de Estado devem preferencialmente vir do privado desde que não tenham tido sucesso.
A cereja no topo do bolo das críticas ridículas vai para o maior governo de sempre que passou de 17 para 19 ministros e de 43 para 50 secretários de Estado, uma subida que não só é insignificante em termos de orçamento no que diz respeito ao vencimento dos mesmos e dos que os acompanham, como é de todo justificada pela futura presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, pelo processo de transferência de competências para os municípios e claro pela necessidade de abordar de forma acutilante o quadro comunitário que se avizinha e onde se farão sentir os efeitos do Brexit.
Deixem os homens trabalhar e depois avaliem o seu trabalho.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Loja CTT de Alpiarça vai reabrir este ano num novo espaço


A loja CTT de Alpiarça, no distrito de Santarém, encerrada em janeiro de 2018, vai reabrir até ao final do ano num novo espaço, anunciou hoje a empresa.
Em comunicado, os CTT, Correios de Portugal afirmam que não têm ainda definida a data concreta de reabertura "devido às obras de melhoria e remodelação que serão necessárias".
A loja de Alpiarça será a segunda, depois da de Vila Flor (Bragança) em setembro último, a ser reaberta numa sede de concelho, conforme o "compromisso público" assumido em junho no parlamento pelo novo presidente executivo da empresa, João Bento, de reabrir as 33 lojas únicas em sede de concelho que haviam sido encerradas.
A empresa reafirma que não ocorrerão novos encerramentos, "reforçando assim a proximidade às populações, robustecendo a capilaridade da rede e a qualidade do serviço".
Quanto às restantes lojas encerradas em sedes de concelho, os CTT afirmam que "não existe um cronograma definido para a reabertura", por ser "necessária uma análise detalhada a todas as variáveis envolvidas" para que esta se efetue, nomeadamente, quanto ao espaço, aos recursos humanos envolvidos, à relação existente com os parceiros e autarquias e às oportunidades em cada uma das localidades.
"Até ao momento da reabertura, as populações têm em cada local um posto de correio que presta todos os serviços do serviço público universal e ainda o pagamento de vales de pensões e faturas", acrescenta o comunicado.
Alpiarça foi uma das sedes de concelho que viu a sua única estação de correios encerrada, em janeiro de 2018, tendo o serviço passado a ser prestado numa loja explorada por terceiros, neste caso uma papelaria.
Em janeiro deste ano, a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) exigiu aos CTT a apresentação de "uma proposta" para que todos os concelhos do país tenham, "pelo menos, uma estação de correios ou um posto de correios com características equivalentes às da estação".

O Mercado Municipal e a questão do sr. Américo

                  
Por:
Manuel Dacosta
Os arrendatários das lojas do Mercado Municipal de Alpiarça que está a ser requalificado, estão preocupados com o atraso das obras que deveriam ter terminado a sua 1ª fase há cerca de uma semana. Com a época das chuvas a aproximar-se, receiam vir a ter prejuízos ainda maiores do que os previstos inicialmente. Curiosamente, ou talvez não, o construtor é o mesmo que executou a obra do Jardim Municipal que ultrapassou de longe os prazos contratados de execução, fora as "ameaças" relativamente a instalações que não cumpriam os requisitos legais. O senhor Américo, um velho e pragmático alpiarçoilo, falando do atraso verificado nas obras do Mercado Municipal, dizia-nos hoje em tom de brincadeira:

" Pelo atraso, não haverá no Mercado qualquer coisa também a precisar de ser preservada, como aconteceu com as ossadas descobertas na obra do Jardim Municipal, onde esteve em tempos a Igreja Matriz?
- Ó senhor Américo, troque lá isso por miúdos...
- Olhe, por exemplo, uns talos de couve fossilizados... ou umas cabeças de chicharro mumificadas...(?) sei lá!"

(Não resistimos a dar uma gargalhada).
Assim, fica a questão do senhor Américo e a preocupação dos arrendatários das lojas do Mercado, para quem de direito

terça-feira, 22 de outubro de 2019

"Sábados a contar"




De que cor é um beijinho?
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A Minimoni gosta de pintar mil coisas coloridas: joaninhas vermelhas, céus azuis, bananas amarelas…mas nunca pintou um beijinho. De que cor será? Vermelho como um delicioso molho de tomate? Será verde como os crocodilos, ou castanhos comos as folhas das árvores no Outono ? Como poderá saber de que cor é um beijinho?
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Junta-te a nós e vem descobrir!
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Dia 26 de outubro, pelas 16h30
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Para pais e para os filhos

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

ARTIGO DE OPINIÃO: Pequenos que se querem agigantar

Por:
Rodolfo Colhe

O prometido é devido e não queria deixar de analisar os resultados dos partidos ditos pequenos.
Começo pelos que não elegeram, onde a única surpresa é a Aliança, pois era sério candidato a eleger, ainda assim não penso que seja o fim deste partido. Quantos aos outros sinceramente não acredito que tenham grande capacidade para crescer, mesmo o R.I.R ou Nós, Cidadãos que fazem por apresentar candidatos em vários distritos. Parecem-me sem condições para crescer ao ponto de se vir a eleger, quem apregoa demais a seriedade é porque não tem muito mais para dizer, não se vê grande base ideológica nem estrutura, pessoalmente não lhes vejo grande futuro.
O PAN cresceu e não foi pouco apesar de não atingir os números a dado momento especulados, nos quais nunca acreditei, indiscutivelmente estão do lado dos vencedores. A primeira grande prova de fogo do PAN será a participação parlamentar dos seus novos deputados, André Silva arriscou pouco e não falhou, para ganhar credibilidade os novos deputados terão de fazer o mesmo no mínimo, se não conseguirem a evolução poderá ser travada e depois é difícil reiniciar a marcha. Veremos também como irão reagir ao facto de outros partidos tentarem explorar mais e melhor os temas da ecologia.
O Chega é o inimigo publico e isso é bom, mas também é bom para eles e nem todas as motivações são iguais. Quando assumo que é bom para eles a oposição tanto dos outros partidos como de parte significativo da opinião pública, refiro-me à possibilidade de a estigmatização deste partido lhe vir a servir não só como forma de justificar as suas ações, mas também como forma de atrair os excluídos. Quando alguns membros do PSD e CDS agora atacam o Chega estão preocupados com as suas ideias de extrema-direita ou com a possibilidade de ver eleitorado a fugir? Acredito que há exemplos dos dois casos, no entanto, as máquinas dos partidos estão especialmente preocupadas com a segunda opção. É um partido que pode crescer e não só nos centros urbanos e com o qual temos de aprender a lidar, acredito que os nossos deputados darão conta do recado, mas a tarefa será no mínimo desgastante.
A Iniciativa Liberal para quem não conhecia foi uma surpresa durante a campanha, tão grande como a sua eleição, mas não nos deixemos enganar pelos memes do seu líder com cara de esgazeado na comemoração da eleição de um deputado. São um partido que pode vir a ter uma base de trabalho sólida e terá muitos apoios encapotados bem como destaque mediático. O liberalismo é fácil de defender, mas também de desmontar, convenhamos que a falácia do peso excessivo do Estado pega naqueles que acham que não sentem diretamente o efeito do Estado, nomeadamente jovens que passaram 15 anos em escolas públicas e não perceberão que é o “Estado excessivo” que lhes proporcionou isso. É mais um partido que pode crescer principalmente dentro das grandes zonas urbanas.
Por fim o Livre, que é a minha grande incógnita dentro dos novos partidos com assento no parlamento. Não sei a percentagem de vezes que concordei ou discordei do líder do Livre, Rui Tavares, mas não duvido das suas capacidades intelectuais, mas na verdade pouco ou nada sei sobre o partido, sobre as suas dinâmicas e até sobre a sua posição sobre variadíssimos temas. É um caso de esperar para ver, mas com uma espera ativa e de investigação.
Teremos uma legislatura diferente a vários níveis, e a entrada de três novos partidos é parte integrante dessa diferença. Será interessante avaliar como irão reagir nos momentos de verdade e em situações em que o governo possa por exemplo cair, pois na verdade aos três partidos interessa que a legislatura dure para mostrarem trabalho.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO SESSÃO SOBRE AS EMENTAS ESCOLARES




Assinalando o Dia Mundial da Alimentação, a Câmara Municipal de Alpiarça realizou a sessão "Dieta mediterrânica -- o que come o meu filho(a) na Escola?", na cantina da Escola EB1/JI de Alpiarça, no passado dia 16 de Outubro.
Na sessão, destinada a toda a comunidade educativa, foram apresentados, pela Dra Sara Pinhão, nutricionista, os processos e os resultados muito positivos da participação do Município de Alpiarça e do Agrupamento de Escolas de José Relvas no projeto de Promoção da Dieta Mediterrânica, bem como a forma como esses resultados contribuíram para a melhoria das ementas das refeições escolares nas cantinas das escolas do concelho.
«CMA»

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Patentes até ao final do mês | Exposição Coletiva "Carros Miniatura" | Mostra fotográfica ""Longscape" longa exposição e paisagem


Carros Miniatura" Exposição Coletiva de Rodolfo Pinto, David Pedrosa e Rui Pereira

Nesta exposição colectiva estão expostos cerca de 300 carros miniatura, pertença destes três colecionadores, Rodolfo Pinto, David Pedrosa e Rui Pereira, que nos apresentam algumas das melhores peças das suas vastas coleções à comunidade alpiarcense. Há carros miniatura de todos os géneros, alguns  manuseados (bem esfolados), já "com muita brincadeira em cima".

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

ALPIARÇA RECEBE "AVENTURA PARA TODOS" DO CRIAL


As crianças e jovens do Centro de Reabilitação e Integração de Almeirim (CRIAL) participaram, no passado dia 9, num dia animado no Complexo dos Patudos, em Alpiarça, com diversas atividades lúdicas e desportivas.
Esta iniciativa - Aventura Para Todos 2019 / CRIAL - foi também aberta a crianças e jovens de escolas da região, entre as quais o Agrupamento de Escolas José Relvas, e contou com o apoio da Câmara Municipal de Alpiarça, da Junta de Freguesia e dos Bombeiros Municipais de Alpiarça.
«CMA»

ABERTURA DO ANO LETIVO 2019/2020 DA ASAL



A Academia Sénior de Alpiarça (ASAL) iniciou o novo ano letivo 2019/2020 no passado dia 14 de Outubro no edifício sede, na Escola das Faias, com a presença de alunos, professores e parceiros deste projeto, entre os quais o Município e a Freguesia de Alpiarça.
A ASAL é um espaço para o enriquecimento e troca de conhecimentos, de convívio e do reforço de laços de amizade, de portas abertas para a população sénior do concelho de Alpiarça.
Um bom ano letivo a todos!
«CMA»

PS/ALPIARÇA - ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2019


Reunido em ALPIARÇA, na sede do Partido Socialista, o Secretariado da concelhia para, entre diversos assuntos, analisar os resultados das eleições legislativas realizadas no passado dia 6 de outubro, vem comunicar aos Alpiarcenses o seguinte:
UM: O PS ALPIARÇA saúda todos os Alpiarcenses que exerceram o seu direito de voto e sublinha a importância da participação cívica na consolidação da nossa democracia.
DOIS: O PS Alpiarça agradece a todos os nossos concidadãos que se disponibilizaram para integrar as mesas eleitorais, sublinhando a forma cordata com que exerceram esta nobre missão de cidadania.
TRÊS: O PS Alpiarça saúda todos os candidatos e todas as forças políticas que se apresentaram a estas eleições, destacando a vitória do Partido Socialista no concelho, no distrito e no país, em resultado da avaliação positiva dos eleitores.
QUATRO: O PS Alpiarça agradece a confiança dos eleitores no projeto político que defendemos para os próximos 4 anos, consubstanciado na vitória que obtivemos no nosso concelho, alcançando 36,84% dos votos.
CINCO: O PS Alpiarça interpreta este reforço da votação dos portugueses e, sobretudo, dos Alpiarcenses como um sinal de redobrada confiança no projeto e nas listas do Partido Socialista.

O Secretariado do PS Alpiarça.

Deliberações da reunião da Câmara Municipal de Alpiarça de 03-10-2019

terça-feira, 15 de outubro de 2019

ARTIGO DE OPINIÃO: O povo decidiu

Por:
Rodolfo Colhe

O povo decidiu

Já se fazem conjeturas em relação ao modelo de governo e seus membros e eu só hoje farei a minha análise aos resultados, o que tem o seu lado negativo e positivo. Objetivamente já quase tudo está dito e isso não abona a meu favor, no entanto, tive mais tempo para pensar por não ter reagido automaticamente.
Começando por Alpiarça, os vencedores são António Costa e Alexandra Leitão, esta vitória é também do PS e JS Alpiarça, mas o seu a seu dono e não acho de todo que tenha sido o nosso trabalho local a dar esta grande vitória. Outro vencedor é o Bloco de Esquerda mas já lá vou. O grande derrotado é sem dúvida o PCP pois mais uma vez perder votos, ou pior por deixar votos transferirem-se para outro partido que é “rival” autárquico, a sigla PCP (ou CDU) e os símbolos foice e o martelo já podem perder e perder bem, e aqui já acho que a inação do atual executivo autárquico pode ter contribuído para a derrota, tanto pela transferência de votos como pode ter levado a que muitos votantes habituais não tenham sentido o apelo de ir votar (nada justifica não ir votar).
Voltando ao BE mais uma vez conseguem uma votação acima dos 300 votos, se os votos do PSD que neste momento não está de todo ativo em Alpiarça pouco ou nada se transferem em autárquicas, os votos dos votantes do BE são essenciais e tem sido muito favoráveis á CDU, veremos até quando o BE vai aceitar não “ganhar” nada com esta ajuda, em política poucas coisas são definitivas ou irrevogáveis. Irá de futuro exigir ao PCP representatividade ou irá procurar junto do PS essa mesma representatividade? É importante perceber quem dará o primeiro passo.
Os portugueses votaram e massivamente escolheram o PS e António Costa para Primeiro-Ministro, faltou um número significativo de deputados para a maioria absoluta mesmo faltando apurar os deputados eleitos pelos círculos eleitorais Europa e Fora da Europa.
O PS enfrentará uma tarefa árdua nos próximos anos, por um lado o equilíbrio orçamental, justiça social, e agilização entre vida pessoal e profissional sem com isto entrar num conflito destrutivo com os empregadores, por outro, as exigências nem sempre possíveis dos partidos à sua esquerda. A escolha de Ministros poderá já influenciar essa relação, resta aguardar e ver.
Um dos meus desejos era um bom resultado do BE e do PCP, efetivamente o segundo não conseguiu, no entanto, acho que isso é mais responsabilidade das suas quebras autárquicas do que de ter estado na Geringonça. O PCP vai ter de se modificar e de se abrir mais para fora, bem como colocar de lado determinadas posições que dificultam a obtenção de bons resultados. Alguns votos foram para o PS e esses poderão até voltar agora os que foram para BE, Livre e PAN, é que são perigosos para o PCP e devem ser evitados a fim de não correr o risco de ficar do tamanho do CDS (é uma provocação barata eu sei).
Por muito que queiram atribuir uma derrota ao BE não foi o caso, também não sei se justifica chamar vitória, o número de votantes desceu, o Livre elegeu, o PS jogava para a maioria absoluta, são razões mais que suficientes para justificar a quebra no número de votos, sendo que a manutenção dos 19 deputados é por si um bom indicador. Enquanto não tiver peso autárquico o BE não poderá crescer muito mais, mas deixar de influenciar as decisões do governo certamente não será um trunfo para o seu desejo de crescer.
O PSD teve o pior resultado da sua história mas não perdeu para o seu líder, esta podia ser a totalidade da análise mas não é. O PSD pagou a fava de a Geringonça ter demonstrado que a direita não é precisa para governar quando não há maioria do lado do PS, o PSD pagou em votos o trabalho dos seus parlamentares. Rui Rio que tem a sua parte das culpas tem a sua cabeça no cepo, ainda assim, tendo como seu mais forte adversário alguém com muitas responsabilidades no mau trabalho parlamentar que muito prejudicou os resultados do PSD, não se mantendo Rui Rio também não acho que seja Luís Montenegro o salvador do centro-direita. Podendo ser acusado de estar a por a foice em seara alheia, só alguém com créditos e muita imprensa pode reformular rapidamente o PSD. O atual presidente da Câmara Municipal de Cascais Carlos Carreiras sem ter a mínima noção de qual é a sua aceitação interna poderia ser uma hipótese, pelo menos seria uma mudança.
O grande derrotado é o CDS e isso satisfaz-me particularmente admito, até porque foi o meu único desejo eleitoral plenamente atingido, o CDS pagou pela arrogância e incompetência da sua líder e enfrenta uma crise que o pode inclusive reduzir nos próximos anos a um partido de 1 ou 2 deputados e quem sabe de futuro a desaparecer, como dizem as crianças, BEM FEITA por brincarem à política. A sucessão a Assunção Cristas vai dividir ainda mais o partido, os militantes muito conservadores ficaram com Abel Matos Santos ou com o líder da JP Francisco Rodrigues dos Santos e a não eleição de um dos dois poderá faze-los até migrar para outros partidos, os liberais têm hoje uma opção fora do partido portanto o cenário é negro. Caso a sucessão seja assegurada por um dos deputados como parece ser vontade de muitos dentro da estrutura, para o CDS é bom que demonstrem capacidades aglutinadoras que até agora não mostraram.
A minha análise já vai longa mas não quero deixar de expressar concretamente as minhas opiniões sobre os restantes partidos, opto assim por o fazer no meu próximo artigo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

OFICIAL: RESULTADOS ELEITORAIS EM ALPIARÇA

PS
Partido Socialista
36,84 %
1.310 votos
PCP-PEV
CDU - Coligação Democrática Unitária
26,12 %
929 votos
PPD / PSD
Partido Social Democrata
11,19 %
398 votos
ESTAR
Bloco de Esquerda
8,55 %
304 votos
CDS-PP
CDS - Partido Popular
3,04 %
108 votos
PAN
PESSOAS-ANIMAIS-NATUREZA
2,08 %
74 votos
PCTP / MRPP
Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses
1,38 %
49 votos
CH
CHEGA
1,29 %
46 votos
IL
Iniciativa Liberal
0,73 %
26 votos
RIR
Reagir Incluir Reciclar
0,56 %
20 votos
NC
Nós, cidadãos!
0,53 %
19 votos
eu
LIVRE
0,51 %
18 votos
UMA
Aliança
0,48 %
17 votos
PNR
Partido Nacional Renovador
0,39 %
14 votos
PDR
Partido Democrático Republicano
0,34 %
12 votos
PURP
Partido Unido dos Reformados e Pensionistas
0,31 %
11 votos
MPT
Partido da Terra
0,28 %
10 votos
PPM
Partido Popular Monárquico
0,17 %
6 votos
PTP
Partido Trabalhista Português
0,14 %
5 votos
EM BRANCO
3,46 %
123 votos
NULOS


1,60 %
57 votos



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