sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

TEMPO MUITO CHUVOSO PARA AS PRÓXIMAS SEMANAS


O estado do tempo iria sofrer uma alteração muito drástica nos próximos tempos, o nosso Anticiclone que teimosamente nos tem feito um bloqueio que dura à mais de um Ano finalmente vai rumar para outras paragens bem mais a Norte da Europa, assim temos o caminho aberto para as baixas pressões nos afectarem directamente, e temos assim nos próximos tempos um clima mais parecido com Irlanda ou Inglaterra.
As consequências disso vamos começar a sentir a partir de Segunda Feira e poderá durar pelo menos 10 dias seguidos, podendo até ser mais, são esperadas chuvas frequentes por todo o Continente a partir então de Segunda Feira no Sul a se estender ao Centro e mais tarde ao Norte, o dia para já que vai ser mais chuvoso da semana deverá ser o de Quarta Feira com chuva forte e persistente em todo o Continente, podem ocorrer trovoadas e não se exclui a formação de tornados ou outros fenómenos extremos de vento, a probabilidade é baixa de ocorrer mas não se pode excluir.
Podem-se acumular valores muito elevados de precipitação nos próximos 10 a 15 dias, não se excluindo valores a rondar os 100mm a 150mm em grande parte do Continente, e localmente até superiores aos 200mm até mesmo em regiões mais a Sul.
O vento será moderado e forte ao longo destes dias de instabilidade podendo ocorrer picos mais intensos.
A Neve pode aparecer em grande quantidade no Interior Norte e Serra da Estrela mas essa possibilidade ainda é algo incerta.
«https://www.facebook.com/jornal.alpiarcense.3»

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

SERVIÇOS MUNICIPAIS COMBATEM A PROLIFERAÇÃO DA "LAGARTA-DO-PINHEIRO"





Os serviços municipais de Alpiarça têm desenvolvido uma acção constante nas áreas de responsabilidade camarária de identificação e destruição de focos da "Lagarta-do-pinheiro", praga que tem proliferado em toda a região.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Câmara Municipal e a Junta de Freguesia foram recebidos na Assembleia da República



A defesa do serviço público universal postal e da Estação dos CTT em Alpiarça continua.
Hoje, na Assembleia da República, em audiência da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas da AR, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia foram recebidos pelos deputados representantes dos grupos parlamentares.
«De. M.P.»

Workshop de Kizomba



No próximo sábado o Clube organiza um Workshop de Kizomba com início às 15h.
Venham participar!
Inscrições pelo telefone 243558429 ou por email direccao@aguiasalpiarca.pt

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Foi-se a folia, veio a lagarta

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente daJuventude
Socialista de Alpiarça


Já passou o carnaval, e agora já alguém leva a mal e já se pode voltar a falar de coisas importantes.
Esta semana tem surgido notícias que não posso comprovar porque ainda não tive oportunidade de ir pessoalmente confirmar, mas não me custa nada a crer, até porque já assisti em outras alturas. Refiro-me às fotos que têm sido divulgadas de pinheiros com lagarta, principalmente, na zona da Reserva do Cavalo Do Sorraia.
Como é do domínio comum, esta “praga” é bastante perigosa para a saúde, para além do facto de que enfraquece a árvore levando-a a morrer. Confirmando-se mais uma vez a existência deste problema só vem confirmar que os cuidados com a saúde não são o forte deste executivo, e que a valorização do espaço da Reserva do Cavalo Do Sorraia também não.
Lamento que semana após semana tenha de fazer uma prosa de escárnio e mal dizer, às vezes de fazer corar os versos do enterro do galo com o executivo camarário como principal fonte de inspiração, mas torna-se difícil da forma como os assuntos são geridos e com a falta de preparação e de políticas. Já não é a primeira vez que falo na Reserva do Cavalo Do Sorraia e, infelizmente, não será a última uma vez que ainda não se percebeu se existe um plano para este espaço. A mim, sinceramente, parece-me que não e isso é grave.
É grave um espaço destes não ter um plano pois torna-se um investimento a fundo perdido, e se repararmos bem não é um investimento menor, água, manutenção, vencimentos e alimentação dos animais e todos os outros cuidados com os mesmos serão com toda a certeza no final do ano uma verba significativa, e depois que retorno se tira disso? E não se entenda retorno exclusivamente por retorno financeiro, pois seria uma interpretação errada e simplista, entenda-se sim retorno ao nível da melhoria da qualidade de vida e da divulgação da Vila. Um espaço tão aprazível não pode passar meses e meses sem receber uma única iniciativa seja ela de que tipo for. Para sermos verdadeiros espaços é algo que não falta a Alpiarça, falta é vontade e capacidade de fazer algo com eles.

Em jeito de notas finais queria aproveitar este meu espaço de opinião para demonstrar a minha felicidade em ver a minha grande amiga Mara Lagriminha ser candidata ao Departamento das Mulheres Socialistas do Ribatejo. A Mara é um grande quadro de enormes capacidades que irá representar bem não só as mulheres socialistas como as mulheres no geral. Tal como o seu slogan indica a Mara irá dar Voz à Igualdade, discutindo esse e outros assuntos da forma pragmática como sempre a vi agir.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

DESPORTO




17 De Fevereiro
Sábado  
FUTEBOL
9h30m - CD Águias x AD Fazendense (Infantis)
11h - CD Águias x GD Pontével (Sub 11
Estádio Municipal

--JOGOS FORA--
10h30m - GD Benavente x CD Águias (Sub 10)
Campo Jogos Camarinhais
16h - AC Santarém x CD Águias (Juvenis)
Campo Escola Agraria 

GINASTICA
9h - Participação das atletas  do Clube no Encontro de Benjamins
Salvaterra de Magos 

ATLETISMO
15h - Triatlo Técnico
Nave Desportiva de Alpiarça

18 De Fevereiro
Domingo 
BTT
10h - 11ª Maratona BTT Águias
Sede Do Clube Desportivo

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "GRITOS", de José Manuel Bento Sampaio

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "GRITOS"

Autor: José Manuel Bento Sampaio

Data: 17 | Fevereiro | 2018 às 15h00
Local: Biblioteca Municipal de Alpiarça
Presenças: Mário Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça e do Editor, Joaquim Garrido

Reunião da Câmara Municipal de Alpiarça realizada no dia 9 de Fevereiro de 2018

243 MIL EUROS DO PO-SEUR PARA A CÂMARA DE ALPIARÇA



Até ao passado dia 6 de fevereiro o PO SEUR aprovou projetos nos concelhos da Lezíria do Tejo que contaram com um apoio de 24 milhões de euros de Fundo de Coesão.

Os projetos aprovados pelo PO SEUR nos Municípios da Lezíria do Tejo abrangem nove áreas de intervenção deste programa, que incluem investimentos na produção de energia através de fontes renováveis (biomassa) e a melhoria da eficiência energética, bem como investimentos para reforço e melhoria da qualidade dos sistemas ambientais, designadamente nas infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais e de valorização de resíduos urbanos. Estas áreas contaram com mais de metade do total do financiamento aprovado: 13,1 milhões de euros.

Seguiu-se o domínio da prevenção e gestão de riscos, com investimentos em meios de emergência e ações estruturais para evitar acidentes graves e catástrofes, com 4,4 milhões de euros, bem como intervenções para prevenção e gestão de riscos de cheias e inundações, com um total de 3,9 milhões de euros.

O restante montante foi atribuído a investimentos que visam reforçar a adaptação às alterações climáticas, a redução de incêndios florestais, o apoio a instrumentos de planeamento, monitorização e comunicação e ações inovadoras para a prevenção e gestão de riscos.

Dos concelhos que fazem parte da Lezíria do Tejo, Santarém e Chamusca são aqueles que até ao momento mais beneficiaram dos apoios comunitários atribuídos através do PO SEUR, com 6,3 e 5,9 milhões de euros de Fundo de Coesão respetivamente. Seguem-se os concelhos do Cartaxo com 3,8 milhões, Benavente com 2,3 milhões, Almeirim (1,9 milhões), Golegã (1,3 milhões), Salvaterra de Magos (1 milhão), Rio Maior (388 mil), Azambuja (307 mil), Alpiarça (243 mil) e Coruche (200 mil).

Mais informação sobre as candidaturas aprovadas pelo PO SEUR até ao momento em https://poseur.portugal2020.pt/pt/candidaturas/candidaturas-aprovadas/

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Parabéns a quem faz bem

Por:
RODOLFO COLHE
Presidente
da
Juventude Socialista
de
Alpiarça

Parabéns a quem faz bem

Ninguém deve ser suficientemente distraído para pensar que sem empresas é possível conseguir empregos em número suficiente para manter o desemprego nos níveis em que está hoje.
É preciso também ser muito “lírico” para imaginar que essas mesmas empresas se vão situar em determinado local por obra e graça do espírito santo ou algo do género. A captação de empresas e a capacidade de dar resposta às necessidades é hoje uma mais-valia que todas as autarquias têm de ter. Felizmente, algumas até têm, outras infelizmente nem por isso. Esta semana fomos brindados com a primeira fábrica de telemóveis portuguesa a abrir em Coruche, uma vila que faz questão (e bem) de se manter como rural e de aproveitar a sua ruralidade ao máximo. Coruche é, claramente, um grande exemplo de captação de empresas e de qualidade na resposta, atraindo para o concelho investidores nacionais e internacionais, o que com toda a certeza não acontece por acaso. O problema é comum a muitos concelhos e é muitas vezes levantado, inclusivamente, foi numa reunião da Câmara Municipal de Santarém, que é a capital de distrito, e onde segundo os vereadores do PS não existe esse tipo de trabalho no sentido de captar essas empresas.
Mas há várias condições básicas para que uma empresa decida iniciar actividade num concelho em detrimento de outro, a começar claro pela matéria-prima. Uma das muitas razões, por exemplo, para a fixação da empresa de telemóveis em Coruche foi o uso da cortiça como componente. Outro ponto importante são as vias de transporte, mas mais importante que isso e até antes de tudo isso está o espaço. E Alpiarça tem esse espaço, mal preparado é um facto, mas tem, tal como tem as vias de transporte e como tem muita matéria-prima para a agro-indústria, por exemplo, entre outras indústrias.
A fixação de várias empresas na nossa zona, acaba com o estigma e com a desculpa de que é quase impossível atrair empresas e criar empregos no interior, não será com certeza fácil deslocar a Microsoft para Alpiarça ou a Google para Benavente, mas temos todas as condições para que muitas PME optem pelo nosso distrito, não esquecendo que são essas PME os verdadeiros grandes empregadores. Verdade seja dita que o executivo camarário ao contrário do que vinha a ser habitual, tem visitado os grandes empregadores o que é positivo mas não chega. Temos de aproveitar o que temos de melhor e potencia-lo, pois não chega ter, é preciso mostrar e potenciar e muitas vezes adaptar.

Os meus parabéns a Coruche e a todos os concelhos que sabem potenciar o que é seu, atraindo investimento para o seu concelho.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O FUTURO DE ALPIARÇA ESTÁ NO DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA


Várias vezes e ao longo dos anos que temos vindo a  escrever  nas redes sociais - e não só -  as mais variadas crónicas sobre o desenvolvimento de Alpiarça.

Escrevemos, para continuarmos a afirmar,  que o desenvolvimento de Alpiarça não está no turismo como algumas pessoas teimam em fazer-nos crer.

O desenvolvimento de Alpiarça encontra-se na agricultura.

Já vai para décadas que os vários candidatos a presidente da Câmara, quando das eleições autárquicas, apresentam nas suas promessas eleitorais vários temas relacionados com o turismo local.

Já vai para décadas que não houve quaisquer investimento privado para com o turismo local pela simples razão que Alpiarça não está vocacionada para ter e viver do turismo.

O investimento público não passou de requalificações porque nada de novo houve quanto a investimentos privados ou novos.

Ter um Casa Museu e uma Barragem são apenas benefícios colaterais.

Nenhum Investidor investe em turismo num concelho pobre de estruturas de lazer.

Mas o tempo tem-se encarregado de mostrar que a nossa “teoria argumentável” está correcta como Alpiarça tem “pernas para andar” e crescer na área da agricultura.

Para quem tiver dúvidas aconselhamos uma leitura atenta às seguintes notícias publicadas mais abaixo e referentes aos últimos investimentos  na nossa terra.

Resta-nos acrescentar que  com a implantação só  destas três novas empresas nos últimos meses criaram-se quase cem postos de trabalho.

O Turismo nem um posto de trabalho criou

A VGT/ALFRESH COMERCIALIZA VEGETAIS (ABÓBORA E COUVE) SOBRETUDO PARA EXPORTAÇÃO E EXPORTA CERCA DE 92% MAIORITARIAMENTE PARA A HOLANDA E REINO UNIDO

A “ALCIDES CATROGA” VAI AVANÇAR COM UM PROJECTO DE COMERCIALIZAÇÃO DE MELÃO E MELANCIA JÁ ESTE ANO COM VÁRIOS AGRICULTORES DE ALPIARÇA



INAUGURAÇÃO DAS NOVAS INSTALAÇÕES DA HUBEL VERDE NA ZONA INDUSTRIAL DE ALPIARÇA

«Por: António Centeio»

DESPORTO




10 De Fevereiro
Sábado  
FUTEBOL
10h30m - CD Águias x Salvaterrence (Infantis)
Estádio Municipal
--JOGOS FORA--
11h - NS Rio Maior x CD Águias (Sub 11)
Campo Fut7 Apoio
15h - Santarém/Fazendense x CD Águias (Sub 7)
Campo Prof Gameiro

11 De Fevereiro
Domingo 
PESCA
9h - Pesca Desportiva
Barragem de Alpiarça

FUTEBOL
10h - CD Águias x Soccer Scalabis (Juvenis)
Estádio Municipal

A VGT/ALFRESH COMERCIALIZA VEGETAIS (ABÓBORA E COUVE) SOBRETUDO PARA EXPORTAÇÃO E EXPORTA CERCA DE 92% MAIORITARIAMENTE PARA A HOLANDA E REINO UNIDO



Novamente na zona industrial de Alpiarça, com a visita à VGT Portugal, empresa instalada há sete anos no concelho e que emprega mais de 60 trabalhadores. 
A VGT/Alfresh trata e comercializa vegetais (abóbora e couve) sobretudo para exportação -- exporta cerca de 92% maioritariamente para a Holanda e Reino Unido. Recentemente reforçou o investimento em Alpiarça, com o alargamento das instalações e da capacidade.
A produção agrícola associada comporta cerca de 550 hectares, com a contratação a diversos agricultores do concelho e da região, com a aposta no modo de produção biológico de alguns vegetais.
«M.P.»

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A “ALCIDES CATROGA” VAI AVANÇAR COM UM PROJECTO DE COMERCIALIZAÇÃO DE MELÃO E MELANCIA JÁ ESTE ANO COM VÁRIOS AGRICULTORES DE ALPIARÇA



Na tarde de hoje, a visita às instalações da empresa Alcides Catroga Lda, situadas na zona industrial de Alpiarça, na senda de contactos com agentes económicos do concelho.

A empresa cultiva mais de 600 hectares de terra na região, produzindo e comercializando batata, morango, tomate, alho, cebola, courgete, entre outros, para o mercado nacional e para exportação, empregando cerca de 20 trabalhadores regulares e várias dezenas mais no período das campanhas das colheitas. 

A Alcides Catroga vai avançar com um projecto de comercialização de melão e melancia já este ano, para o que se encontra a contratar a produção de vários agricultores de Alpiarça.
«Por: M.P.»

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

QUANDO OS ALUNOS NÃO SE ENTENDEM NA MESMA ESCOLA



Leitor fez-nos chegar um alerta sobre o que está a acontecer no Agrupamento Escolar José Relvas, nomeadamente no 1.º e 2.º Ciclo.

Diz-no o leitor que “alguns alunos  do 2.º Ciclo ameaçam constantemente as mais pequenas, as do 1.º Ciclo”.

Tudo porque todo o espaço do recinto escolar permite a livre circulação e contacto directo entre alunos e pessoas.

Se houvesse uma “separação física, tipo rede ou algo do género, já não acontecia este tipo de ameaças”.



Acrescenta-nos o mesmo que ontem o “seu filho (aluno do 1.º cliclo) foi ameaçado” por um “miúdo grandalhão” (2.º Ciclo) de tal forma que agora “está com receio de ir para a escola” porque pensa que “lhe vão bater ou fazer mal”.


Segundo conseguimos apurar situações deste tipo são normais no agrupamento pelo que a questão do leitor merece uma análise por parte dos responsáveis de forma a que a falta de entendimento das crianças no mesmo recinto escolar não permita situações como a que o leitor nos descreveu.

Administração dos CTT garante que não vai “abandonar” populações


O administrador executivo dos CTT António Pedro Silva (foto) garantiu esta segunda-feira que a empresa “não vai abandonar as populações” e sublinhou que está “empenhada em encontrar soluções” com autarquias e privados de forma a garantir o serviço.

António Pedro Silva falava aos jornalistas após uma reunião com os autarcas de Loures, Seixal, Alpiarça e Odivelas, além de presidentes de juntas de freguesia, que decorreu na sede da empresa, em Lisboa, ao mesmo tempo que um grupo de seis dezenas de utentes se manifestava contra o fecho das estações de correios.


“Não vamos abandonar as populações. Estamos empenhados em encontrar as melhores soluções, em diálogo com os autarcas, para que as estações estejam junto das populações, o que faz parte da nossa cultura”, disse António Pedro Silva.

Os CTT informaram neste dia que vão disponibilizar 19 novos postos, “limitando assim a três a redução” anteriormente anunciada, postos estes que António Pedro Silva explicou que vêm “do serviço universal, juntamente com o pagamento de vales e faturas”.

As alternativas passam, de acordo com o responsável, além do processo de negociação com a Anafre (Associação Nacional de Freguesias), com soluções como papelarias, adiantando ainda a existência de outras entidades, nomeadamente “pequenos negócios que estão interessados em ter serviço dos CTT”.

O responsável garantiu a existência de “algumas negociações” com os autarcas do Seixal, Loures, Odivelas, Alpiarça e Riba de Ave para que seja encontrada uma solução. À saída, o presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares, adiantou aos jornalistas não ter sido dada “justificação racional” para o fecho das estações, considerando que se tratam “de critérios puramente economicistas”.

“Há uma total insensibilidade para com as populações e para com as empresas”, acusou o autarca, referindo que a administração dos CTT “está completamente alheia às necessidades e longe do interesse público”, além de estar a querer “passar os custos para outras entidades”.

António Pedro Silva garantiu que o encerramento das estações — processo que não será reversível — não é “um tema economicista”, sublinhando que a empresa está “preocupada” em “manter a proximidade às populações, garantindo um equilíbrio entre a procura das populações” e os serviços com modelos que podem garantir esse equilíbrio.

“Dizer-se que quando encerra uma loja encerra uma loja temos de ir sete quilómetros a uma estação, não é verdade. Há um posto a 200 metros, é preciso esclarecer as populações, o que permite que as populações não se desloquem tanto”, sublinhou o responsável, garantindo que na reunião deste dia não foi encontrada solução imediata para a questão dos quatro autarcas, mas que “há negociações adiantadas”.

O administrador executivo frisou que o que está atualmente em causa é a rede de serviços prestados nas estações dos correios e não a rede de distribuição, garantindo que o serviço realizado pelos carteiros não está em causa, já que estes “vão continuar a percorrer as ruas de Portugal e a cada um dos portugueses entregar as suas cartas”.

Questionado sobre se o encerramento das estações levará ao encaixe de 45 milhões [de acordo com o plano de reestruturação divulgado em dezembro, a administração dos CTT referiu ser expectável que o plano de transformação operacional tenha uma contribuição positiva de até 45 milhões de euros para o EBITDA — resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações], António Pedro Silva explicou que o valor tem a ver com o plano alargado.

“Esses 45 milhões é do valor de um plano alargado que não este modelo de encerramento de lojas. Este modelo permite ainda reforçar a qualidade noutros pontos dos CTT, quando se olha à rede integral podemos encontrar soluções que respondem às necessidades das populações. Obviamente que a utilização dos nossos recursos garante maior qualidade noutras lojas”, frisou.

O responsável reiterou que aquilo que será pago “é uma transferência de custos fixos para custos variáveis”, sublinhando tratar-se “naturalmente de um modelo que terá algumas vantagens”.
«Observador»

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A OPERAÇÃO "PREVENIR JÁ" ARRANCOU HOJE DE MANHÃ EM ALPIARÇA






A operação do comando territorial de Santarém da GNR "Prevenir Já" arrancou hoje de manhã em Alpiarça, com a cerimónia de formatura das forças e dos meios que serão empenhados nas acções a desenvolver no terreno, com a presença do comandante, o ten-cor Paulo Silvério. com a cerimónia de formatura das forças e dos meios que serão empenhados nas acções a desenvolver no terreno, com a presença do comandante, o ten-cor Paulo Silvério.
«M.P.»

ARTIGO DE OPINIÃO: Defendam o Tejo

Por:
RODOLFO COLHE
Presidente da Juventude Socialista
de
Alpiarça

Defendam o Tejo

Sempre fui avisado, e bem, pelos meus pais que deveria ter muito cuidado (na verdade, eles não queriam era que eu fosse) quando ia a banhos ao Patacão. Todas essas recomendações tinham como razão de ser os fundões e a corrente que, muitas vezes, senti e algumas vezes chegaram a assustar-me apesar do cuidado que tinha. Outro tipo de recomendações que recebi em relação às idas a banhos no Patacão prendiam-se com o facto de as “águas estarem poluídas”, “o Tejo passa numa central nuclear”, “vai-te cair a pele”. Por sorte, ou não, nada de mal me aconteceu e com muito orgulho e alguma inconsciência mergulhei muitas vezes naquelas águas.
Mas hoje esses problemas não se colocam, por diversas razões entre as quais o cada vez mais difícil acesso ao Patacão seja pela estrada danificada ao ponto de ser difícil chamar-lhe estrada, seja pela falta de limpeza e criação de espaços para que qualquer pessoa aceda em segurança e com qualidade à areia. Outra das razões para esse problema não se colocar é também e, sem sombra de dúvida, a falta de água que é tanta que os problemas de corrente e de fundões pouco ou nada se colocam, por muito que esse problema seja pouco discutido na esfera pública, o poder politico, não digo no geral mas, com alguns presidentes de câmara como pontas de lança têm discutido bastante essa falta de água que nos leva a crer que é libertado pouco mais do que o necessário para manter o caudal ecológico, algo que não sendo um conhecedor e muito menos um especialista mas, sinceramente, não é preciso muita inteligência para perceber que aos poucos isto acabará por destruir o Tejo. Outra questão que não se coloca é a da falsa poluição, todos sabemos hoje que não é falsa e que é sim muito concreta e que é um problema cuja resolução é não só difícil como provavelmente mais demorada do que o caso exige. Sobre este caso há muitas coisas no mínimo fantásticas sendo uma delas a falta de cobertura por parte de alguns meios de comunicação que tal como alertou o Daniel Oliveira num dos seus artigos de opinião, são propriedade dos proprietários das fábricas, muito provavelmente causadoras de uma grande parte do problema, e depois não querem que duvide da seriedade de determinados meios de comunicação. Não será esta manipulação da opinião pública, crime? Crime moral é com toda a certeza.

Mas voltando aos acontecimentos estranhos, estranho a apatia do nosso executivo camarário em relação a este tema, apesar de todos sabermos que não só tem pouco a oferecer para a resolução como tem algumas dificuldades com as massas de água, como se comprova pela Barragem dos Patudos. Apesar de terem participado em algumas manifestações e atividades do género nos últimos anos, nesta fase decisiva em que as baterias até estão apontadas para os grandes capitalistas, o nosso executivo pouco ou nada tem feito ou pelo menos passado a mensagem de que o tenha feito sobre esta temática. As razões só eles saberão e resta-me especular sobre isso, será a falta de interesse no tema uma vez que o não aproveitamos em nada o Tejo? A razão será simplesmente a incapacidade para tratar de duas situações delicadas ao mesmo tempo? Só quando não restarem dúvidas do fecho dos correios, a defesa do Tejo será iniciada? São especulações esperaremos e depois veremos. 

domingo, 4 de fevereiro de 2018

TERÁ SIDO LEONEL PISCALHO VITIMA DE TENTATIVA DE “ASSASSINATO POLITICO” ?

Por: Leonel Piscalho



Quando hoje ao amanhecer, após um corte de energia eléctrica liguei o computador para ver as novidades do dia logo o Facebook me provoca com a tal pergunta do que “estou a pensar”!?

Pois então aí vai uma que me andava há dias (desde 01/02/18) a remoer e que se referia à questão que o meu conterrâneo Mário Pereira, algo agastado e chateado com o meu comentário sobre a notícia, duma prova de corta-mato algures em Almeirim que comentei de forma natural com base no que era esta modalidade em Alpiarça há 30 anos atrás; apenas a comentei sem intenção ou sarcasmo (juro) e acredite se quiser.

Ter-se-á o Dr. Mário Pereira que estimo pelas suas origens algo semelhantes às minhas, sentido ofendido, vitima de indelicadeza e grosseria da minha parte, incluindo comentários que considerou deselegantes; ao invés ele que nada comentava sobre a minha pessoa; também queria que parasse com criticas / comentários e que eu poderia recorrer a uma vasta variedade de sites desde os mais sérios aos do tipo “pocilga imunda” e estaria disponível a aceitar criticas ou sugestões facto que, enquanto Mário Pereira até poderia acreditar, mas não como o presidente da CMA, por razões obvias...

Não tivesse eu uma experiência dum passado, vivido na 1ª pessoa em 3 sítios e teria acreditado na sua sinceridade; foram acções de certa natureza que me afastaram desta área partidária, mas não quero agora e aqui falar nisso e muito menos dar-lhes nomes pois alguns até se dizem de amigos e não “sabem que eu sei”; quanto às conversas ou diálogos ao nível de “pocilga” que os recomende a alguns seus camaradas e amigos e, aproveitem para ler ”O Triunfo dos Porcos de George Orwell”que li á socapa em 1968. Outrossim o irei diferenciar na sua qualidade de Presidente da CMA e o ainda munícipe que sou e ele o meu presidente; também esperei dele uma satisfação que nunca veio...

Não estaria aqui nem iria além deste ponto pois não procuro confrontos desnecessários com pessoas que conheço e me conhecem se tivesse havido diálogo, um esclarecimento ou um pedido de desculpas; parece que não estará previsto em certos estatutos.

Quando nos finais de Março de 2017 me enviou um MSM em privado a comunicar-me a aprovação por unanimidade do meu nome á praceta defronte da barragem, ou sejam os elementos 3 CDU/PCP + 1 PS+1 TPA = 5 e que a cerimonia seria na minha próxima visita a Alpiarça – Agosto; antes na gestão PS do dr J.L.Rosa do Ceu, o então Vereador CDU Mário Peixinho havia feito uma proposta para atribuição duma medalha de mérito, ela também aprovada por unanimidade mas respeitada por todos como se esperaria num ambiente de vivência democrática, que agora não se registou; tirai as vossas conclusões, sobre o diferente conceito de ética, deontologia, respeito pela diferença e honestidade.

Entretanto aceitei o convite PS para integrar a sua lista em lugar simbólico, por forma a mais tarde, em caso de vitória dessa lista colaborar em algumas áreas em que a minha experiência profissional fosse útil já que na minha ex-lista era há muito uma carta fora do baralho por razões de pratica revanchista usual nesse partido (vide o tema congresso dos rachados) havendo saídas não há mais entradas nem direito a oposição visível,(qual supositório que uma vez introduzido no sitio que vós sabeis não sairá mais); aproveito para realçar que gostei de ter interagido com a “malta” desse partido PS e independentes.

Não sou fã de estatísticas mas ás vezes servem para mostrar o obvio aos “casmurros” e vede a nível mundial, que nos 196 países reconhecidos pela ONU apenas 6 (3,1%) têm regimes de partido único comunistas e, os restantes 187 (96,9%) não sabem que estarão a perder um “paraíso” na terra (ingratos).em Portugal serão 7,5% que assim o entendem e, desses em Alpiarça representam 50% dessa privilegiada minoria esclarecida...

Sois vós que me pretendeis dar exemplos de solidariedade, amizade e voluntarismo!?...

Não fui desertor, objector de consciência, ou traidor; aprendi no local a repudiar uma guerra que não deveria ter existido e o sentimento verdadeiro dessas palavras tão gratas aos franceses: ”liberdade, igualdade e fraternidade”. E a vós?

Se isto não é vingança, revanche ou tentativa de assassino politico como lhe chamar?

Tende respeito por vós próprios, pelos vossos oponentes e eleitores, peçam desculpa a quem de direito pela vossa falta de honestidade, de caracter e sentido democrático que tanto apregoais mas nem sempre praticais fiquem com a vossa placa para algum parasita que vos convenha e, nunca é tarde para uma autocritica (aprendi esta aqui em Africa)...

Se os vossos dirigentes nacionais alinharam numa geringonça; vós alinhastes numa á moda de Alpiarça, então qual é o vosso complexo ou coerência? Só para os outros?!...

Como estou grato ao meu falecido pai comunista pelos princípios que me transmitiu...


Sem mais, um ex-simpatizante comunista mas por opção e coerência prefiro continuar “Anarquista”.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

DESPORTO





3 De Fevereiro
Sábado  
FUTEBOL
10h30m - CD Águias x AD Fazendense (Sub 10)
Estádio Municipal
--JOGOS FORA--
9h30m - AC. Santarém x CD Águias (Infantis)
Campo Escola Agraria
11h - Benavente x CD Águias (Sub 11)
Campo jogos Camarinhais
15h - CA Ouriense x CD Águias (Juvenis)
Campo Caridade

4 De Fevereiro
Domingo 
PESCA
9h - Pesca Desportiva
Barragem de Alpiarça

ATLETISMO
9h30m - Campeonato Regional Do Corta Mato
Benavente

CICLISMO
9h - Prova de Ciclismo
Almodôvar

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS CORPOS DE BOMBEIROS MUNICIPAIS


Reunião entre os Presidentes das Câmaras de Alcanena, Alpiarça, Coruche, Santarém, Sardoal, Tomar e do Cartaxo (representado pelo vereador) para discutir aspectos relacionados com a organização e funcionamento dos corpos de Bombeiros Municipais e de preparação de reunião com o Governo sobre esta temática durante a próxima semana.
«M.P.»

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

ÚLTIMA REUNIÃO DE CÂMARA

Alpiarcenses não acreditam em alternativa à estação dos correios que vai encerrar


A 150 metros da estação dos CTT de Alpiarça, cujo encerramento foi anunciado pela empresa, um posto dos correios funciona há oito meses numa papelaria, mas alpiarcenses ouvidos pela Lusa asseguram que não é a mesma coisa.
Com ambos os serviços situados na mesma rua, na movimentada estrada nacional 118, que atravessa esta vila do distrito de Santarém, a convicção de António Rodrigues é de que o encerramento de uma estação dos correios que já estava aberta quando veio morar para Alpiarça, "há 44 ou 45 anos", é "uma grande perda para todos".
"É muito mau. Não concordo que fechem os correios, porque temos que nos deslocar muito longe para depois resolver os nossos problemas em relação aos correios, ou irmos a Almeirim ou irmos a Santarém", disse à Lusa, salientando a dificuldade de deslocação, sobretudo para os mais idosos.
Convencido que o posto dos CTT a funcionar na papelaria "não presta o mesmo serviço", António, que usa os correios para pagar a luz e "determinados serviços", confessa, contudo, que nunca lá foi nem sabe onde é.
Também António Marques está convencido que o encerramento da estação "é um mau serviço", porque "isto é um posto dos correios que é útil em qualquer localidade, e em especial aqui em Alpiarça que é sede de concelho e tem uma população de cerca de sete mil e tal habitantes".
"É isto, já se fala pr'aí à boca fechada que no futuro será aqui a Caixa Geral de Depósitos, e assim sucessivamente. Qualquer dia ficamos aqui dependentes de Almeirim ou de Santarém", num concelho "que já tem 100 anos", disse.
Com um aviso de registo na mão, José Francisco do Vale disse à Lusa que vem frequentemente aos correios "levantar" cartas, porque "normalmente não está ninguém em casa", e enviar alguma coisa que seja precisa para a neta que está a estudar em Aveiro.
Também nunca foi ao posto de correios José Relvas, criado na papelaria 'Prazer dos Números', e acredita que aí não há "capacidade" para resolver "o que o pessoal quer e exige, que é levantar as reformas e pagar a luz".
Contudo, Mónica Lagarto, proprietária da papelaria, garante que o posto que funciona no seu estabelecimento desde meados de maio de 2017 presta "todos os serviços que o cliente possa fazer em qualquer loja dos CTT, à exceção dos certificados de aforro e do 'Western Union' (para transferência de dinheiro)", este apenas a aguardar "aprovações" para abrir em breve.
"O levantamento de encomendas, de registos, de vales de correio, as ditas pensões, entregar correio, despachar, seja nacional ou internacional, pagamento de impostos, é possível fazer tudo aqui", frisou, adiantando que mesmo o serviço de apartados "está a ser tratado" para ser disponibilizado em breve.
Mónica Lagarto disse à Lusa que mensalmente é visitada para avaliação e que tem conseguido dar resposta à procura, reforçando o atendimento quando tal se justifica, como no início do ano escolar.
"Infelizmente, o ramo da papelaria tem vindo a cair também e as horas de aflição não são tantas quanto isso. As pessoas vão arranjando as alternativas para fazerem as suas compras e nós temos que também arranjar alternativas porque temos contas a pagar também", salientou.
Para Mónica Lagarto, as pessoas podem até ficar melhor servidas, porque o horário que pratica é mais alargado que o da estação dos CTT, pois durante a semana encerra às 19:00 e está aberta ao sábado de manhã, altura em que tem sido muito procurada, sobretudo para entrega de correio registado, por pessoas que trabalham fora durante a semana.
Como alpiarcense, também ela lamenta que a vila vá perder mais um serviço, depois do encerramento da EDP e da redução em mais de 50% do serviço local da Segurança Social.
"Não posso também deixar de me pôr no lugar do munícipe, como todos os outros. É uma pena", disse, salientando, contudo, o "cuidado" da empresa em arranjar uma alternativa, o que é "um bocadinho de louvar, porque pelo menos dentro da terra fica-se com uma possibilidade".
Em frente à estação dos CTT, numa loja de proprietários chineses, receia-se o efeito do encerramento, ainda sem data oficialmente anunciada.

"Se encerrar vamos sentir a diferença, porque a maior parte das pessoas que vêm aqui são as pessoas idosas. Não se vão deslocar depois aqui só para virem às compras", disse à Lusa Filipa Ventura, funcionária, salientando que muitos dos clientes são pessoas que "vão receber as reformas, pagar as contas e depois dirigem-se" à loja.
«DN»

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

O MELHOR PARA AS NOSSAS CRIANÇAS


EMENTA DE HOJE, TERÇA-FEIRA, NAS CANTINAS DAS ESCOLAS DO 1° CICLO E JARDINS DE INFÂNCIA DO CONCELHO DE ALPIARÇA Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
PERÚ CORADO COM FUSILI E SALADA DE CENOURA 
SOPA DE COUVE PORTUGUESA COM GRÃO 
FRUTA Maçã 
PÃO

Operação “Floresta Protegida 2018”



A obrigatoriedade de manutenção das faixas de gestão de combustíveis constitui uma das medidas preventivas previstas no Decreto Lei nº 124/2006, de 28 de junho com redação atual, com o objetivo de reduzir o número de incêndios rurais.
A prática mais comum da gestão de combustíveis consiste na limpeza dos terrenos, através do corte e remoção da biomassa vegetal neles existentes. Uma correta e oportuna gestão de combustíveis constitui um elemento essencial para a minimização do risco de incêndio.

A prevenção aos incêndios rurais deve ser praticada de forma atempada e inteligente.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) tem vindo a exercer um enorme esforço na realização de ações de sensibilização junto da população, com o intuito de promover e fomentar boas práticas agrícolas e acima de tudo transmitir uma mensagem de dever cívico na prevenção generalizada aos incêndios rurais, partindo da premissa que a floresta é de todos e que a todos cabe preservar e proteger.
Na sequência das ações realizadas pela GNR, constatou-se que muitos terrenos continuam a carecer de limpeza, de forma a salvaguardar a manutenção das faixas de gestão de combustíveis e assim contribuir para a redução do elevado número de incêndios rurais.
O Comando Territorial de Santarém, com o intuito de coordenar as ações a efetuar, promoveu no dia 29 de janeiro, uma reunião com todas as Câmaras Municipais que abrangem a sua zona de ação, onde também estiveram presentes representantes da Autoridade Nacional de Proteção Civil, Instituto de conservação da Natureza e Florestas, Autoridade Tributária, Infraestruturas de Portugal e Associações de Produtores Florestais, entre outros agentes de proteção civil.
Nesta reunião, presidida pelo Adjunto do Comandante do Comando Operacional da Guarda Nacional Republicana, Brigadeiro General Pedro Fonseca Lopes, foi apresentado pelo Comandante Territorial de Santarém, tenente-coronel Paulo Silvério, o conceito da Operação que a GNR pretende executar, que de uma maneira geral compreende diversos objectivos: Sensibilizar, Aconselhar, Prevenir, criar uma dinâmica coletiva entre todos os parceiros, que levem ao cumprimento voluntário para a limpeza das faixas de gestão de combustível por parte dos proprietários dos terrenos numa primeira fase. Posteriormente, será realizada uma fiscalização intensiva, de acordo com uma carta de risco, em coordenação com todas as Entidades.
Durantes as ações, que irão ter o reforço da Unidade de Intervenção da GNR, através do GIPS, e que se vão iniciar no dia 5 de fevereiro em Almeirim, irá ser feito uma georreferenciação dos terrenos em infracção, analisada as prioridades de intervenção e promovida a informação às Câmaras Municipais.
Relembra-se que a falta de manutenção das faixas de gestão de combustíveis (limpeza dos terrenos) constitui infração do foro contraordenacional e os seus responsáveis incorrem em coimas de 280€ a 10.000€, no caso de pessoa singular, e de 1.600€ a 120.000€, para pessoas coletivas.
«Fonte: GNT/Ribatejo»