domingo, 12 de fevereiro de 2017

As campanhas de marketing

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista de Alpiarça

No atual panorama mundial, as campanhas de marketing ocupam um papel importantíssimo, sejam elas de cariz exclusivamente comercial, de cariz político ou campanhas de sensibilização que muitas vezes nos fazem perceber determinadas realidades. Nos últimos dias temos assistido à propagação em massa de um vídeo de valorização de Portugal que apesar de ter uma grande carga de sátira, teve a capacidade de chegar a todo o mundo e refiro-me, claro, ao vídeo que o programa “5 para a meia-noite” fez para apresentar Portugal a Donald Trump, sendo este um bom exemplo de marketing ( https://www.youtube.com/watch?v=mcehg0LG5J4) . Gostaria de deixar um desafio para que alguém criasse um vídeo desse género em Alpiarça porque seria uma boa forma de canalizar a imaginação e de promover Alpiarça nem que para isso tivéssemos de mostrar também os nossos “Tinos de Rans” e parodiar um pouco com algumas situações caricatas da nossa terra. Não tenho imaginação para tal, muito menos consigo tirar uma foto focada, quanto mais gravar e editar um vídeo. Tive enquanto Presidente da JS Alpiarça de optar por ajudar a promover Alpiarça através da divulgação de um dos seus produtos de qualidade e de valor “O Vinho”. No passado dia 4 de fevereiro fizeram-se representar em Alpiarça variadíssimos concelhos do nosso distrito com a única intenção de aprender e de provar o vinho. A iniciativa foi de tal forma interessante que o presidente da AMPV (Associação de Municípios Portugueses do Vinho) e da Câmara Municipal do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro acabou por brincar com a situação dizendo que só na Universidade Sénior se vêm tão poucas pessoas de smartphone na mão e tanta gente com atenção. A verdade é que todos bebemos da sabedoria, não só do já referido Pedro Ribeiro bem como do Engº Sérgio Oliveira da AMPV e do Engº Pedro Gil, enólogo da Adega Cooperativa do Cartaxo. Durante um jantar com perto de 40 pessoas e enquanto moderador foi fácil e agradável introduzir o Engº Pedro Gil para que ele explicasse de forma brilhante algumas coisas sobre a arte de provar vinhos. Bastava praticamente levantar-me para que se fizesse silêncio, tal era a vontade de receber mais informação. Os objetivos foram cumpridos, ganhamos todos novas armas para a defesa dos vinhos do Tejo, convivemos com qualidade e num capítulo mais interno mostramos que em Alpiarça ainda se realizam atividades de grande valor. Esta iniciativa serve para provar que com trabalho, vontade e espírito crítico, as coisas acontecem, mas não confundamos espírito crítico com bota abaixo. Nunca nos devemos esquecer que nenhum concelho é alguma coisa sem as suas pessoas, os seus produtos e a sua história.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Escola de Bombeiros do corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça

 

Uma grata visita à instrução da nova Escola de Bombeiros que recentemente arrancou no corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça, na manhã de hoje, com o Comandante Hugo Teodoro e o Bombeiro/instrutor Fábio Dias.
É muito gratificante para mim -- e julgo que deve ser um orgulho para os alpiarcenses -- a existência de um grupo de jovens raparigas e rapazes que, resistindo à forte concorrência de outros 'chamamentos' na utilização do seu tempo livre e ao individualismo cada vez mais instalado, se dedicam a aprender como servir a comunidade, como ajudar os outros.
Parabéns a todos, incluindo, claro, todos os elementos do corpo dos BMA que participam neste processo como formadores/instrutores.
«Mário Pereira»

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Extracto do vídeo da Reunião de Câmara de 27 de Janeiro de 2017

CÂMARA DE ALPIARÇA DIMINUI MAIS DE 4 MILHÕES DE EUROS DA DÍVIDA MUNICIPAL DESDE 2009 (REDUÇÃO DE 32% DO ENDIVIDAMENTO) E REALIZA MAIS DE 5 MILHÕES DE EUROS DE INVESTIMENTO NO MESMO PERÍODO SEM RECORRER A EMPRÉSTIMOS

Desde que está em vigor o processo se saneamento financeiro (2011), os níveis de execução orçamental andam na casa dos 90%, enquanto que com a gestão anterior, em 2007, 2008 e 2009, por exemplo, se situavam na casa dos 60%.
De: Mário Pereira»

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Alpiarcense em destaque

 (foto: no lado esquerdo, o alpiarcense António Cristovão)


"Agradecemos o seu contributo para o sucesso da primeira edição da campanha promocional «Compra Fácil é Com Cartão», em que registou o maior número de operações de sempre com Terminal de Pagamento Automático (TPA/POS)!
Obrigado Intermar, Lda. pelo seu sucesso,  que também é o nosso."

Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico


Vista de Vila Nova de Ourém a partir da cidadela do Castelo, na reunião da direcção da Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico, da qual Alpiarça faz parte
«Mário Pereira»

Há amplo consenso sobre descentralização de competências para autarquias


O ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, disse hoje existir "amplo consenso" à volta da lei-quadro de descentralização de competências para as autarquias, que deve ser aprovada "em breve" em Conselho de Ministros.
Eduardo Cabrita falava aos jornalistas, acompanhado pelo presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado, e pelo presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), Pedro Cegonho, após uma reunião do Conselho de Concertação Territorial, que decorreu na residência oficial do primeiro-ministro, António Costa, em Lisboa.
No encontro, autarcas e Governo discutiram a transferência de competências do Governo para autarquias em áreas como educação, saúde e ação social, que farão parte de uma lei-quadro que depois irá dar origem a "mais de uma dezena de diplomas complementares".
De acordo com o ministro, o objetivo é que tudo esteja pronto até às próximas eleições autárquicas, este ano, para que os próximos autarcas eleitos já tenham as regras definidas.

O Conselho analisou também a democratização da eleição das CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional), que vão passar a ser "eleitas por um colégio muito alargado de autarcas", acrescentou o ministro.
«Lusa»

Boas notícias no desemprego. Taxa foi a mais baixa desde 2010

O ano passado acabou com uma taxa média que traduz a recuperação do mercado laboral. A recuperação foi constante desde janeiro e 2016 acabou com o melhor registo em seis anos

Uma taxa de desemprego de 11,1% é o resultado do primeiro ano de política laboral exclusivamente ditada pela Esquerda parlamentar. Portugal acabou o ano de 2016 com uma taxa de desemprego de 11,1%, o valor médio anual mais baixo desde 2010 (segundo os dados do Pordata).
«NM»

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas

De: Anabela Melão

Os ladrões que mais merecem este título, são aqueles a quem os Reis encomendam os exércitos e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os povos.
Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos.
Os outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo.
Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam.» - Padre António Vieira, Sermão do Bom Ladrão (1655) - Proferiu este sermão na Igreja da Misericórdia de Lisboa, perante D. João IV, a sua corte e os maiores dignitários do reino - juízes, ministros e conselheiros.

Os salários baixos continuam a ser uma realidade.

No ano passado, cerca de dois milhões recebiam entre 310 e 900 euros. O salário médio é de 828 euros
A grande fatia dos trabalhadores portugueses recebe entre 310 e 900 euros.
Eram pouco mais de dois milhões no final do ano passado, de acordo com as Estatísticas do Emprego do INE.
Os números divulgados esta quarta-feira mostram que um terço dos trabalhadores portugueses recebe entre 310 euros e 600 euros. Outro terço recebe entre 600 euros e 900 euros.
 A restante fatia é justificada pelos que recebem abaixo do limiar da pobreza e dos que recebem mais de 900 euros.
Os números são, no entanto, preocupantes.
 Há mais portugueses a receberem menos de 310 euros de remuneração mensal do que os que recebem entre entre 1800 e 2500 euros.
Abaixo do limiar da pobreza, na faixa inferior a 310 euros por mês, estão 149,4 mil portugueses.
Os números mostram, em regra, que estas pessoas têm empregos de curta duração e fracamente remunerados – os chamados trabalhos precários.
 Muitas destas pessoas até estão disponíveis para trabalhar mais horas, mas não conseguem.
Procuram, muitas vezes, vínculos mais duradouros, mas uma larga fatia não vai além dos recibos verdes – esta discriminação não é detalhada pelo INE.
As estatísticas divulgadas esta quarta-feira mostram , todavia, que a maior parte destes trabalhadores é do Norte do País, que concentra 38% destas pessoas.
Os serviços são o setor mais responsável pelos salários abaixo dos 310 euros, concentrando 90% do universo de trabalhadores que diz receber esta remuneração mensal.
Na faixa entre os 1800 e 2500 euros estão menos pessoas: são apenas 108,2 mil, diz o INE, estando a larga maioria concentrados na zona metropolitana de Lisboa, e no Norte do País.
 Num país onde o salário médio não vai além dos 828 euros por mês, os que recebem 2500 ou mais são poucos – 53,2 mil portugueses.

Contas feitas, 4% dos trabalhadores portugueses recebe menos de 310 euros; 4,3% recebe mais de 1800, passando pelos 2500 ou mais de 3000 euros mensais.  
«DV»

domingo, 5 de fevereiro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: A Culpa é do Válter Hugo Mãe

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista de Alpiarça

A Culpa é do Válter Hugo Mãe

Há centenas de anos que damos como certo que o planeta gira em torno do sol, que os rios desaguam nos oceanos e que as plantas são o grande produtor de oxigénio. No entanto, não nos convencemos de uma verdade tão grande ou maior do que essas, a educação é o centro de tudo. É necessário que se perceba que educação e formatação não são a mesma coisa por muito que certas medidas tenham em tempos sido tomadas nesse sentido. Aos jovens deve ser dado não só o conhecimento, mas sim as ferramentas para o saberem usar, nunca restringindo a busca pela informação em todos os campos desde as ciências exatas, às ciências sociais passando por conhecimentos exotéricos. É com grande apreensão que vejo esta escandaleira com os excertos do livro do autor Válter Hugo Mãe que contém linguagem dita imprópria, e para que conste não sou conhecedor da obra do autor. Numa sociedade em que os jovens ouvem música repleta de palavrões e não digam que é mentira, em que grande parte das séries e telenovelas televisivas possuem conteúdo sexual, será que o grande problema são uns excertos de um livro possuírem expressões ditas menos próprias? E não faz tudo isso parte da nossa vida? Ou será que temos por aí muitos apoiantes da Juventude Popular, na criação de um programa de educação para a abstinência? Na minha opinião de leigo na matéria, apesar de devorador de livros, parece-me que com toda a certeza existirão livros mais adequados aos gostos da generalidade dos jovens (como por exemplo obras do mundo do fantástico e de ficção), até porque me parece que só se fomenta o gosto pela leitura se os jovens gostarem do que leem. Quem nunca deixou um livro a meio por não gostar, que atire a primeira pedra. O que no fundo me incomoda não é pedir para retirar a obra ou que ela seja passada a recomendação para outra faixa etária, mas sim à importância dada ao assunto, quando na verdade deveríamos, quanto ao campo da leitura, estar preocupados com a falta de vontade dos jovens em ler. Este é um dos muitos exemplos de que não damos verdadeira importância áquilo que é realmente importante e nos deixamos levar nestas histerias coletivas.   A leitura é um dos vícios que se deve incentivar e tentar criar, e as políticas educativas, não só de âmbito nacional como autárquico, têm a responsabilidade de apoiar e promover a leitura.

P.S – geralmente o executivo camarário é criticado, inclusive por mim, mas desta vez há que elogiar e em nome da JS Alpiarça agradeço à CMA a cedência de copos de prova de vinho para o evento “O Tejo à Mesa”. Agradeço também a forma simples e descomplicada como o processo se desenvolveu.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Associação Nacional dos Municípios Portugueses


Reunião extraordinária do Conselho Geral da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), em Lisboa, para discutir a proposta de lei de descentralização de competências para a administração local.
«Mário Pereira»

AS MENTIRAS DO "CARAÇAS"

UM MUNICÍPIO GERIDO POR PESSOAS  QUE PRESTAM UM MAU SERVIÇO A ALPIARÇA

De: Francisco Cunha

Como é do conhecimento público, no passado dia 16 de janeiro, o edil da Câmara da Alpiarça cantou vitória aos sete ventos, por ter sido absolvido pelo Tribunal de Almeirim, por um ato, onde o mesmo Tribunal o considerou rude, grosseiro e de muito má educação. 

Vamos por isso ao esclarecimento do caso que depois de debatido e julgado em Tribunal, o mesmo não teve qualquer dúvidas tanto em absolver como em não contestar os factos ocorridos.

1) - O Presidente da Câmara de Alpiarça disse a um vereador da oposição ""Vai para o caralho", isso mesmo, agora já se pode dizer, escrever e, até um filho, um neto ou um aluno, tem legitimidade para o fazer aos pais, avós ou professores ou a qualquer outra pessoa, desde que esteja cansado ou um pouco fatigado!

2) - A expressão foi proferida, quando o Presidente estava a mentir a um munícipe, que não entregava documentação de vários processos mesmo depois do C.A.D.A.-Comissão de Acesso a Documentos Administrativos, ter despachado, por unanimidade, em sentido contrário e, que o vereador o instava a falar verdade e a não mentir, como aliás, se vem a tornar, cada vez mais, um hábito!

3) - Mas, mais grave do que ter utilizado aquele vernáculo, foi o Presidente ter mentido, sob juramento, em tribunal, dizendo no debate instrutório que julgava que não tinha proferido aquela expressão e poucos meses depois em julgamento que o que tinha dito, foi "vai para o caraças", um Homem com dignidade assume o que diz, neste caso, não foi uma coisa nem tem outra! 

4) - Quando um líder, leva a sua "equipa", Vice-presidente, Vereador, deputada municipal e Presidente da Assembleia Municipal, a mentir em tribunal apenas lhe salvar a "pele", ao ponto do Tribunal, não os considerar credíveis, diz tudo sobre o caracter e da sua capacidade de liderança ou como todos sabemos a ausência dela!

Estamos pois, se é que era necessário afirmar, na presença de um Município que é gerido por alguém, cujas características atrás descrevemos e secundado por outros tantos que pensando exclusivamente em si próprios e no Partido que os tem que eleger, prestam um mau serviço a Alpiarça e ao Alpiarcenses e, dão um péssimo exemplo a todos os jovens.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

BREVEMENTE EM ALPIARÇA




NUM SALÃO BEM PERTO DE SI
CONSULTAS DE REFLEXOLOGIA. COM UMA TERAPEUTA AO SEU DISPÔR
«PUB»

CÂMARA DE ALPIARÇA DIMINUI MAIS DE 4 MILHÕES DE EUROS DA DÍVIDA MUNICIPAL DESDE 2009 (REDUÇÃO DE 32% DO ENDIVIDAMENTO) E REALIZA MAIS DE 5 MILHÕES DE EUROS DE INVESTIMENTO NO MESMO PERÍODO SEM RECORRER A EMPRÉSTIMOS


Desde que está em vigor o processo se saneamento financeiro (2011), os níveis de execução orçamental andam na casa dos 90%, enquanto que com a gestão anterior, em 2007, 2008 e 2009, por exemplo, se situavam na casa dos 60%.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

MELHORIA DAS CONDIÇÕES DO TRANSPORTE PÚBLICO E DE MOBILIDADE DOS MUNÍCIPES DE ALPIARÇA


Melhorias na rede de transportes da região e nas condições de mobilidade dos munícipes de Alpiarça.
A partir de 1 de Fevereiro de 2017, a Rodoviária do Tejo apresenta algumas alterações de melhoria e de vantagem para os utentes no serviço da Rápida Laranja – Alpiarça/Santarém/Lisboa:


1. Aumento de oferta: Ligações diretas entre Alpiarça/Lisboa/Alpiarça (sem transbordo);
a) Viagens diretas Alpiarça/Lisboa, durante o período da manhã;
b) Viagens diretas Lisboa/Alpiarça, no período do final do dia;
c) Reforço de carreiras interurbanas Santarém/Alpiarça e Alpiarça/Santarém, que permite transbordo em todos os horários de partida e chegada da Rápida Laranja a Santarém.

2. Desconto nos Passes: Normal e Combinado (c/ acesso à Carris e Metropolitano de Lisboa) ;
O Passe Combinado, dá acesso direto ao Metropolitano de Lisboa e Carris, com o mesmo Passe válido para as carreiras Rodoviária do Tejo.


3. Desconto nos Bilhetes Simples: Ida e Volta

Intergerações leva os ginastas do Clube Desportivo "Os Águias" ao Lar da Fundação José Relvas



No dia 28 de Janeiro de 2017, os ginastas de trampolins do Clube Desportivo “Os Águias”, a convite do Lar da Fundação José Relvas, foram realizar uma atividade de ginástica no solo, nas instalações da Fundação, em Alpiarça.
Foi uma apresentação singela, enaltecida com o sorriso e palmas dos utentes e funcionários e a jovialidade e agilidade dos atletas que animaram o serão de uma tarde de sábado, aproximando gerações.
Fica o carinho e a amizade e um agradecimento especial a todos os intervenientes.

ACTIVIDADES DO 'ÁGUIAS'


ATLETISMO DO ÁGUIAS NO TORNEIO DE ABERTURA DE PISTA

Realizou-se no dia 21 de Janeiro na Nave Desportiva de Alpiarça, o Triatlo Técnico Jovem Regional. Nesta prova participaram 2 atletas do Clube Desportivo "Os águias" de Alpiarça.
Resultados:
2ª Classificada Rita Paciência (Infantis)
10º Classificado Miguel Alves (Infantil)


EQUIPA DE ATLETISMO DO CLUBE RECEBE NA NAVE A ATLETA OLIMPICA VERA BARBOSA


Foi com um enorme prazer que o Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça recebeu na Nave Desportiva de Alpiarça a atleta olímpica Vera Barbosa. Desta forma, promoveu uma sessão/treino de troca de experiências de alto nível. A secção de atletismo agradece a disponibilidade e a graciosidade que a Vera Barbosa ofereceu ao nosso clube deslocando se de Lisboa até Alpiarça, para vir até Alpiarça. Os atletas mais jovens agradecem a transmissão de conhecimentos/experiências e a oportunidade e o clube agradece ao João Rosa pela organização desta iniciativa em contexto de estágio.
Obrigada Vera Barbosa pela tua simpatia e colaboração.




TRIATLETA DO CLUBE HOMENAGEADA NA GALA DO TRIATLO

Eduarda Vidigueira, triatleta do Águias de Alpiarça foi no passado dia 22 de janeiro homenageada na Gala do Triatlo pelos títulos alcançados em 2016.
Campeão Nacional de Duatlo grupo de idades 20-24 anos e Vice Campeã Nacional de Triatlo em grupo de idades 20-24 anos.


MOTOTURISMO ORGANIZA PRIMEIRA CONVIVIO DO ANO
Um grupo de mototuristas do Clube desportivo “Os Águias” organizaram o primeiro passeio de lazer do ano, no passado dia 15 de Janeiro. Com partida da Albufeira dos Patudos o passeio teve como destino um belo lugar de Carrasqueira para o almoço convívio.



CLUBE ORGANIZA JANTAR DE CONVIVIO PARA DIRETORES SECCIONISTAS E TÉCNICOS

Jantar convívio de diretores e técnicos reúne sete dezenas de sócios no Ginásio do Clube
A Direção do Clube reuniu todos os diretores (órgãos sociais e seccionistas) e treinadores num jantar convívio que teve como objetivo estabelecer um momento de partilha, convívio entre todos.
Depois do jantar Telmo Marques-Coaching agraciou os presentes com uma comunicação que todos escutaram atentamente e ao qual o Clube fica desde ja muito agradecido.
Este jantar contou com a colaboração das(o) funcionarias(o) do Clube, os estagiários e alunos do Agrupamento de Escolas.

EQUIPA DE TRAIL DO CLUBE CONSQUISTA BRONZE
A equipa de Trail do”Os Águias” de Alpiarça conquistou o bronze no passado sábado, 7 de Janeiro, na Corrida do Foral dos Toiros e do Fandango em Salvaterra de Magos.
A prova que teve inicio pelas 18 horas e os atletas alpiarcenses conquistaram o terceiro lugar por equipas com as seguintes classificações gerais: Nuno Paulino em 19º, Bruno Nalha em 22º, Tó Serrão em 25º, Bruno Raposeira em 30º e Michael Granadeiro em 35º.
A corrida, organizada pela empresa “Trilho Perdido”, contou com a participação de 115 atletas, com apenas 107 a cortarem a linha da meta.


"É preciso descrever a realidade, mais cruel do que o pior dos pesadelos."

Por: Anabela Melão


Publico o excerto do "Diário de Dona Amélia de Orleães e Bragança", no qual a Rainha lamenta o desaparecimento trágico de S.M. o Rei D. Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe. É, essencialmente, o retrato da dor de uma mãe. É assim que o vejo e é, igualmente, assim, que peço que o leiam. 

"Lisboa, Palácio das Necessidades, Sábado, 1 de Fevereiro de 1908 
Escrever. Escrever para não gritar. Para não perder a razão - sim, para não perder a razão. Para expulsar, por um instante que seja, as terríveis imagens deste dia, e suportar o longo horror desta noite, a primeira de todas as que estão para vir. 
Escrevo para mim. Escrevo para não enlouquecer, (...) mas a rainha de Portugal não se entrega à loucura. Ela cumpre o seu dever, ou morre como morreu hoje o rei de Portugal, D. Carlos I, como morreu hoje o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe, como ela própria deveria ter morrido sob as balas dos assassinos. 
Meu Deus, porque permitiste que matassem o meu filho? Protegi-o com todo o meu corpo, expus-me aos tiros, quis desesperadamente que eles me trespassassem a mim. E bastou uma única bala para destruir o rosto do meu filho. (...) 
A dor cobriu tudo. Esvaziou-me o Espírito. As recordações desapareceram, estou incapaz de chorar. Inerte. (...) 
Preciso de continuar a escrever até que o dia rompa, em vez de deixar que os pesadelos me invadam num sono inquieto. É preciso descrever a realidade, mais cruel do que o pior dos pesadelos."

PSD/Alpiarça ainda não apresentou candidato


O PSD confirmou esta terça-feira, 31 de janeiro, após reunião da Comissão Política Nacional, o nome de seis cabeças de lista do partido às eleições autárquicas deste ano no distrito de Santarém.
António da Fonseca Castelbranco (Abrantes), Jorge Gaspar (Cartaxo), Liliana Santos Pinto (Coruche), Vasco Estrela (Mação), Miguel Borges (Sardoal) e Luís Filipe Boavida (Tomar), são os 6 nomes aprovados pelo partido na região, de um total de 46 candidatos revelados em todo o país.
Atualmente, de todo o universo autárquico, há 173 candidaturas do PSD às presidências dos municípios que aguardam aprovação das distritais do partido e 89 que ainda estão dependentes das comissões políticas concelhias.
«RR»

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Entrega dos diplomas ao grupo/turno de participantes na actividade de formação TIC Sénior


 


Na Biblioteca Municipal de Alpiarça para a entrega dos diplomas ao grupo/turno de participantes na actividade de formação TIC Sénior -- focadas na utilização das novas tecnologias da informação e comunicação. Esta actividade é dinamizada pelo Dr Rui Gaspar e pela equipa da BMA.
Parabéns aos participantes.
«De: Mário Pereira»

Ações de sensibilização sobre prevenção de acidentes em poços



O Comando Territorial de Santarém realiza até ao próximo dia 27 de fevereiro, diversas ações de sensibilização e fiscalização no âmbito da prevenção de acidentes em poços.

Esta iniciativa tem como objetivo prevenir acidentes de pessoas e de animais, tendo desde o dia 1 de dezembro 2016 e até ao momento sido desenvolvidas 59 ações, fiscalizados 111 poços e elaborados 15 autos de contraordenação.

As estruturas que não estejam muradas ou eficazmente vedadas são suscetíveis de originar quedas a pessoas e animais, sendo obrigadas a ter um resguardo ou uma cobertura eficaz.

A GNR apela a toda a população e entidades públicas e privadas a denunciarem situações de incumprimento para que assim se possam evitar acidentes.

Tal informação pode ser feita num Posto Territorial da GNR, através da linha “SOS Ambiente e Território” - número azul 808 200 520 ou através do email sepna@gnr.pt.

Colocação de mais um médico de família no centro de saúde de Alpiarça!



Esta deve ser a palavra de ordem e é a exigência dos autarcas, dos utentes e da população, mais uma vez hoje reafirmada a um canal de televisão, numa intervenção articulada com a Comissão de Utentes. 
Apesar de a falta de médicos nos centros de saúde ser um problema que atinge todo o país, existindo vários outros concelhos da nossa região em que essa falta de médicos é ainda mais sentida, não deixaremos de exigir o cumprimento do direito à saúde -- neste caso ao nível dos cuidados de saúde primários-- a todos os alpiarcenses.
Hoje irei reunir com o Secretário de Estado da Saúde, para abordar as questões relacionadas com a saúde no concelho, nas quais se integra esta exigência da colocação de mais um médico no centro de saúde, facto que proporcionará a devida cobertura com médico de família a toda a população.

Fernanda Garnel/Comissão de Utentes
Um outro assunto a tratar é a criação de uma Unidade de Cuidados Continuados em Alpiarça, cujo financiamento será assegurado pela comparticipação de fundos comunitários e necessita de um acordo com o governo.
A Câmara Municipal de Alpiarça assegura desde 2009 o pagamento da habitação de médicos de nacionalidade cubana, o que muito tem contribuído para limitar o problema, continua a insistir junto do governo para que garanta o direito a cuidados de saúde primários de qualidade a todos os alpiarcenses e a todos os portugueses.
«De: Mário Pereira»

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A “QUEDA” DE ALPIARÇA COM O “25 DE ABRIL” FOI UM TOTAL DESCALABRO

Por: Virgilio Vidigal

Alpiarça chegou a ser um dos concelhos mais ricos da região. Tinha uma grande indústria e muito comércio que dava trabalho a quase toda a população.

Para além desta indústria e comércio tinha ainda grandes casas agrícolas que praticamente garantiam trabalho a todos os alpiarcenses
Quando do ‘Golpe Militar’ em 25 de Abril de 1974 e nos meses seguintes Alpiarça sofreria um profundo golpe.
Dava-se o inicio da queda e a destruição de tudo que tornava Alpiarça uma terra produtiva e rica.
A esquerda de então, o PCP, encarregou-se de acabar praticamente com todas as grandes casas agrícolas que eram o pilar de muitas famílias.
Quase todas foram ocupadas pelos comunistas para depois serem transformadas em Cooperativas a mando dos trabalhadores que lá trabalhavam que deixaram de ser empregados/trabalhadores para passarem a ser cooperativistas o que noutras palavras quer dizer “novos donos” ou “patrões”.


Cooperativistas que passaram a ser os  “novos donos” ou “patrões” de quase toda a mão de obra alpiarcense

Hoje nenhuma existe como não existe indústria e comércio em Alpiarça.
Resta como símbolo do PCP a ‘Agroalpiarça’ uma cooperativa que sobrevive a ‘balões de oxigénio’ cujo ar é fornecido pelo maior acionista, a Câmara Municipal de Alpiarça.

«Foto de Ricardo Hipólito»

Noutras palavras: quer dizer que são todos os alpiarcenses que sustentam a continuação daquilo que já não devia existir.
Com a “Queda de Alpiarça” em termos de indústria e comércio (até população tem vindo a diminuir) O PCP/CDU governou durante décadas para tudo continuar na mesma, isto é: a indústria e o comércio em vez de aumentar foi deixando de existir.
Seguidamente tivemos os socialistas na governação autárquica mas tudo continuou na mesma, salvo um edifício novo aqui, outro acolá e outro além.
Quer o PCP quer o PS não conseguiram fazer nada para que Alpiarça voltasse a ser uma “terra rica” quer em termos industriais quer no comércio.
Ambas as forças políticas contribuíram para que Alpiarça continue a ser um autêntico “marasmo”.
Estamos em ano de eleições.
É altura indicada para que os alpiarcenses encontrem uma ‘fórmula mágica” para acabar com este marasmo ou pessoas certas para o lugar certo que consigam dar a volta à situação em que nos encontramos.
Felizmente ou infelizmente, tudo indica que Alpiarça vai continuar no marasmo em que se encontra.
A classe política local continua a agradecer a passividade dos alpiarcenses


ALPIARÇA RECLAMA MAIS MÉDICOS DE FAMÍLIA




Centro de saúde tem apenas três profissionais para mais de 5600 utentes do concelho


A falta de médicos de família é quase uma doença crónica no Centro de Saúde de Alpiarça. O problema arrasta-se há anos. Esta unidade do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria, que nunca teve o quadro clínico totalmente preenchido, tem apenas três profissionais, que gerem um ficheiro com mais de 5600 utentes.
Para os restantes mais de mil utentes que não têm médico de família, sobra-lhes apenas um dia por semana para conseguir uma consulta de recurso com um médico contratado através de uma empresa de prestação de serviços, que presta um número de atendimentos limitado.  A situação anda longe de agradar à população
"As pessoas que têm doenças mais graves queixam-se sobretudo das dificuldades em arranjar consultas", disse ao Correio da Manhã Fernanda Garnel, responsável da comissão de utentes local, sublinhando que são "doentes que deviam ser acompanhados regulamente e não o são". 
A questão das receitas médicas é outra das preocupações da comissão, pois "quem pode, vai ao privado e paga; quem não pode, fica sem os medicamentos", explica Fernanda Garnel. 
"Neste momento, se fosse colocado mais um médico a tempo inteiro, o problema estaria praticamente resolvido", afirma Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça, que tem agendada uma reunião com o secretário de Estado da Saúde para discutir esta questão.
A situação atual não está pior graças ao facto de Alpiarça ter sido um dos concelhos pioneiros, em 2009, no acolhimento a médicos de família vindos de Cuba.
«Correio da Manhã»


Jantar Vínico


No próximo dia 4 de Fevereiro, pelas 18h30 no restaurante “Os Arcos” em Alpiarça,  vai realizar-se o Jantar Vínico “O Tejo à Mesa”, uma organização da JS Alpiarça, JS Almeirim e JS Cartaxo.
O evento inicia-se com uma discussão sobre os vinhos do Tejo com a participação do Presidente da AMPV e da Câmara Municipal do Cartaxo Pedro Magalhães Ribeiro.
Em seguida teremos uma prova de vinhos das concelhias organizadoras durante o jantar, sendo essa prova acompanhada pelo Eng.º Pedro Gil. 
Com esta iniciativa pretendemos adquirir conhecimentos para a defesa dos vinhos do Tejo. 

Portugueses apresentaram quatro mil reclamações sobre água e lixo em 2016


A entidade reguladora das águas e resíduos recebeu cerca de quatro mil reclamações em 2016, mais de metade relacionadas com a faturação, e, na maior parte dos casos resolvidos nesse ano, não deu razão ao consumidor.
A maior parte das queixas foram apresentadas nos livros de reclamações das entidades gestoras e a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) dá conta de uma estabilização do número total, desde 2012, após a introdução daquele documento no abastecimento de água, saneamento de águas residuais e gestão de resíduos urbanos.
As questões relativas à faturação, incluindo todo o ciclo desde a medição dos consumos à cobrança da fatura, dão origem a 55% das reclamações, sendo o segundo lugar ocupado pelo atendimento e qualidade de serviço, ambos com 12%, refere uma informação da ERSAR.
O tarifário ou os termos da contratação só representa, cada um, 7% do total das queixas.
A ERSAR salienta que a qualidade da água continua a ser o aspeto menos contestado, "o que se poderá atribuir a um bom desempenho das entidades gestoras no controlo da qualidade da água e na comunicação dos respetivos resultados aos consumidores".
Quanto aos resultados das queixas apreciadas no ano passado, a entidade reguladora considerou que os consumidores não tinham razão em quase metade (47%) dos casos e que as reclamações eram fundamentadas em 38% das situações.
Nos restantes casos, as reclamações foram consideradas inconclusivas ou não compreensíveis.
Cerca de metade das reclamações consideradas com fundamento foram resolvidas por iniciativa das entidades gestoras antes de a ERSAR emitir qualquer recomendação formal.
A entidade não tem poder vinculativo nesta matéria e apenas recomenda a correção de procedimentos desadequados quando os deteta, mas avança medidas necessárias sempre que constituam uma violação de normas legais ou contratuais.
A sua intervenção nas reclamações tem como objetivo esclarecer quem se queixa acerca dos seus direitos e deveres e avaliar se as entidades gestoras respondem de forma atempada e adequada, mas os consumidores podem recorrer à arbitragem de conflitos de consumo para obter uma decisão vinculativa.
A ERSAR informou ainda que vai disponibilizar um novo sítio na internet com informação ao consumidor, de forma acessível.
«Lusa»

domingo, 29 de janeiro de 2017

ARTIGO DE OPINIÃO: Jantar Vínico “O Tejo à Mesa”

Por: Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista
 Alpiarcense


Tenho pena que a generalidade da população não tenha mais interesse por política, não só porque acho que seria óptimo para a nossa democracia e para o nosso país, bem como criaria indivíduos e empregadores bem diferentes do Nuno Carvalho. Nuno quem? Pensarão muitos e com muita razão mas outros mais atentos saberão que se trata de um dos “patrões” da Padaria Portuguesa e um dos mais recentes defensores da liberalização do mercado do trabalho e provavelmente também da escravatura, até porque se o Dr. Passos Coelho acha excessivo a subida do ordenado mínimo tudo é possível e é de facto graças a posições como as tomadas recentemente pelo PSD e do CDS que levam a que muitos não se interessem por política. Talvez, as suas palavras o levem a perder muita clientela e sinceramente não sinto pena alguma. No entanto esta semana dei de caras com um bom exemplo que apesar de tardio e eleitoralista, mas não deixa de ser de salutar e, refiro-me à colocação de abrigos nas paragens de autocarros nos lugares do concelho, uma medida que servirá toda a população em especial as crianças, os jovens e os idosos. Mas os mais atentos lembrar-se-ão que foi um vereador do Partido Socialista que já há bastante tempo referiu a necessidade de colocação desses mesmos abrigos nesses mesmos sítios. Este é, claramente, um dos casos que passam ao lado dos menos atentos e que favorecem os maus políticos e as más políticas. A população mais atenta, sabe que as melhores propostas, e diria até únicas propostas feitas em reunião de câmara partiram sempre de um vereador do PS (pouco agressivos dizem uns, construtivos digo eu).
Se há coisa que é verdade na política autárquica e regional é, sem dúvida, a necessidade dos seus intervenientes serem multifacetados e conhecedores de diferentes áreas. É verdade que algumas não recebem a atenção necessária ou até nenhuma. Uma das temáticas onde sinto isso é a do vinho e da sua importância para as autarquias. Nos tempos que correm o vinho é um dos produtos mais apreciados a nível mundial e que marca terreno não só a nível económico como turístico, sendo que os vinhos portugueses são neste momento super reconhecidos a nível mundial tal como o nosso enoturismo. O Alentejo e o Douro criaram uma marca que só por si vende a nível nacional como internacional. Mas então e os vinhos do Tejo? Não é a nossa história de produtores tão longa como a de outras zonas? Não temos produtores a tão larga escala? Não são os nossos vinhos de tão elevada qualidade? Eu responderia que sim a todas e acrescentaria que de facto essa qualidade já se sente em muitos concelhos do nosso distrito e em boa parte também por boas políticas autárquicas para a promoção do produto. Mas há uma pergunta a qual a minha resposta não seria afirmativa, sabemos defender os nossos vinhos? Não só não sabemos como pouco se tem feito para aprender a faze-lo e é no sentido de contrariar isso que as Juventudes Socialistas de Alpiarça, Almeirim e Cartaxo irão realizar no dia 4 de Fevereiro no restaurante “Os Arcos” em Alpiarça, o Jantar Vínico “O Tejo à Mesa”, onde pretendemos possibilitar um momento de aprendizagem e convívio onde os vinhos do Tejo serão o centro das atenções. Durante esta iniciativa não só se falará sobre a importância do vinho como também existirá a possibilidade de provar 3 vinhos brancos e 3 vinhos tintos (um de cada uma das concelhias envolvidas) acompanhados por um enólogo e provador de renome nacional. Em mais um momento a JS vai demonstrar a sua sensibilidade política e vai ajudar a promover um produto que tanto nos diz.