sexta-feira, 26 de outubro de 2018

ALPIARÇA: UMA "TERRA ESTRANHA" ONDE TUDO FALTA E NADA HÁ

Por: C. Navarro
vai para quatro dezenas de anos que este problema das “quebras de energia” instantânea  existe e nunca ninguém conseguiu acabar com este calvário de  volta-não-volta não termos luz em casa.

Estragam-se os electrodomésticos, os aparelhos de uso diário, os computadores e outros mais e nunca podemos pedir contas a quem quer que seja porque nunca sabemos a que horas a “luz vai acabar” mesmo que seja apenas por alguns  segundos.

Não  tenho conhecimento de outros  concelhos que tenham este problema.

Mas em Alpiarça é quase crónico e então agora no Inverno…

Algo não bate certo como certo é saber que nenhum autarca toma medidas para acabar com esta aberração.

Às vezes até penso que estão todos feitos uns com os outros.

TUDO FALTA E NADA HÁ

Vai para quarenta anos que apareceu por estas bandas  um empresário que queria instalar em Alpiarça uma fábrica de transformação de papel.

Das várias condições que exigia era que a Federação de Município do Ribatejo (hoje EDP) assumisse a responsabilidade, por escrito, de que não haveria cortes ou falhas de energia na fábrica porque nesta iriam funcionar duas  máquinas que, se sofressem “quebras de energia”, levariam depois  algumas horas para começar a trabalhar.

Claro que a Federação recusou-se a passar tal declaração e claro que Alpiarça perdeu a sua fábrica de transformação de papel que na altura daria trabalho a cerca de cem pessoas.

Passados estes anos todos nesta terra do faz-de-conta tudo continua na mesma, onde tudo falta e nada há.

AGENDA DESPORTIVA


CENTENAS DE PEIXES MORTOS A BOIAR NAS ÁGUAS DA BARRAGEM DOS PATUDOS






E o executivo da CDU na autarquia continua a permitir que a barragem dos patudos esteja num estado repugnante e nojento.
Centenas de peixes mortos a boiar na “meia lua” e nas margens da barragem.
Para acabar com esta imundície repugnante  basta um funcionário, um barco e um “camaroeiro” e apanhar os peixes mortos.
Mas tudo continua na mesma.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O Sexto Sentido



Para além dos cinco sentidos, devo ter outro que não se vê nem se sente, não tem cheiro nem sabor e que também não se pode tocar: o sexto sentido!

 É aquele que me faz ver o que não se vê à primeira vista.

 É aquele que me ajuda a sentir com o corpo o que tem lugar dentro de mim.

 São as emoções e o sentir com o coração.

 .

 Mais uns "Sábados a Contar", que faz todo o sentido não perderem, para os pais e para os filhos!

 .

HOMENAGEM/EVOCAÇÃO DO 89.º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE JOSÉ RELVAS - 31 DE OUTUBRO DE 2018


terça-feira, 23 de outubro de 2018

BARRAGEM DOS PATUDOS NO SEU PIOR







Não haverá por ai uma entidade que seja capaz de mandar recolher esta mortandade de peixes?
Não é por nada mas para quem nos visita ver tantos peixes mortos não é o melhor “cartão de visita”.

Prepare-se, com o fim de semana vem também uma descida "significativa" da temperatura




Além da descida de temperatura, haverá também uma "intensificação do vento".

A partir de sexta-feira vai haver uma descida “significativa” da temperatura, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta segunda-feira.
"A partir da tarde de dia 26, devido ao transporte de uma massa de ar polar, muito frio e relativamente seco, vindo da Islândia, prevê-se uma mudança significativa do estado do tempo", informou o IPMA, em comunicado.
Além da descida de temperatura, haverá também uma "intensificação do vento, especialmente, no litoral oeste e nas terras altas".
No sábado e domingo, segundo o IPMA, as temperaturas máximas não deverão ir além dos 15 graus, à exceção de algumas zonas do Algarve e Alentejo.
"Relativamente aos valores da temperatura mínima, deverão ser inferiores a 10°C e da ordem de 0 a 5°C nas regiões do interior, onde se preveem as primeiras geadas da época", lê-se.
Até quinta-feira são esperadas temperaturas máximas entre os 20 e os 25 graus, com possibilidade de aguaceiros e trovoadas nas regiões Centro e Sul.
«Sol»

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Som do silêncio

Por:
Rodolfo Colhe


Som do silêncio


Numa Vila onde a natureza ainda ocupa um lugar de destaque, onde se consegue ouvir logo pela manhã galos a cantar, pássaros a chilrear e felizmente por agora ainda existem crianças e jovens a brincar rua fora. O som mais pojante produzido pelo poder político é o som do silêncio.

A situação de Alpiarça faz lembrar os filmes de comédia em que a casa está a arder, mas o proprietário está preocupado com outra coisa qualquer que não as chamas, e claramente Alpiarça está a ser consumida pelas chamas da apatia e da falta de competência.

Sou um crítico dos políticos que optam pelo excesso de presença, mas nada supera na escala de más práticas autárquicas o político que se faz de morto, e são esses os políticos que temos a dirigir o concelho. As redes sociais chamam a atenção para situações importantes apesar de apresentadas da forma errada, o executivo não reage, fala-se á boca grande que não atribuíram uma placa com o nome do Eng.º Leonel Piscalho por o mesmo ter sido candidato nas listas autárquicas do PS e reações nada, na verdade a questão até é simples não há mais dinheiro para obras de fachada e só tinham de admitir isso.

O novo orçamento do estado está aí, as câmaras municipais a norte de Alpiarça discutem obras de milhões de euros em necessárias travessias do Tejo, outras localidades ligações de qualidade á capital de distrito, novas unidades de saúde etc. E Alpiarça? Não temos também necessidades? Ouço falar com uma insistência já bastante grande no quadro de apoio comunitário 2021-2027 e ainda andamos a ver quando arrancamos com as obras do quadro ainda em vigor é certo, mas cujas obras já deviam estar terminadas e ainda não se iniciaram. Mais grave ainda é a situação da barragem onde ninguém se entende, ninguém toma posição firme optando por se empurrar com a cabeça, enquanto isto, os peixes continuam a morrer. Mas já alguém tentou da forma legítima incluir esta necessidade no OE 2019, ou em algum fundo europeu? Falar é mais fácil que fazer, mas eu só posso falar, quem pode fazer mais que o faça, ou vamos continuar com o som do silêncio.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

SABIA QUE OS BALOIÇOS DO NOVO JARDIM MUNICIPAL FORAM RETIRADOS PORQUE ESTAVAM ILEGAIS?


 
(*)

Pois é verdade!

Os baloiços do “Parque Infantil” do novo “Jardim Municipal de Alpiarça” foram retirados porque estavam ilegais e não reunia condições de segurança.

Os vereadores da oposição em devido tempo alertaram o Executivo da CDU que  considerou o “aviso” como uma espécie de “chacota”.

Ai está resultado de quem não fez caso dos alertas que foram transmitidos.

Assim, está mais pobre, e feio, o Jardim Municipal de Alpiarça

ANTONIO MOREIRA: O VEREADOR QUE NÃO SE “VERGA AO PODER”


 
 A confusão gerou-se quando na intervenção do Vereador socialista António Moreira (foto), na última reunião de Câmara este entendeu que o seu voto contraditório quanto ao empréstimo que a autarquia levou a efeito não estava esclarecido, porquanto, tinha a “sensação” de que não votar a favor do capital pedido mostraria que estava contra os interesses de Alpiarça.

O presidente esclareceu, e bem, que não havia duvida alguma quanto ao fim da forma da votação do socialista e a coisa ficou por ali.
Mas os ânimos quase aqueceram porque Moreira disse bem claro que não se verga a nada nem a ninguém quanto à “decisão de votar “ a “favor ou contra”.
Na confusão ainda considerou (mal) duas ou três palavras do edil  como “uma ameaça” levando o presidente a dizer que “ameaça” nem pensar porque “cada um é livre” de votar no quer que seja mesmo que seja “contra os interesses de Alpiarça”.
É a sua maneira de votar, é “ seu pensamento” e ninguém o poderá  obrigar a votar” a favor ou contra do quer que seja.
Mais palavra menos palavra, mais coisa menos coisa, mais exaltação no tom de voz ou menos tom tudo ficou resolvido e o desabafo de António Moreira não passou de mais um desafogo, mesmo desenquadrado da reunião.
Tem a sua própria maneira de ver as coisas e pronto.
É assim o Vereador António Moreira!

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

BOLSAS DE ESTUDO ENSINO SUPERIOR 2018


AGENDA DESPORTIVA


EIS O CERNE DA QUESTÃO: SERÃO OS PESCADORES DONOS DA BARRAGEM?


O TEMA É VELHO E ESTÁ GASTO:



NA BARRAGEM, EM DIAS DE PESCA QUEM MANDA SÃO OS PESCADORES



Reclamações, discussões, falta de respeito pelo espaço que é um ex-libris para quem nos visita,  palavrões dos ordinários e outros mais é ponto assente nas margens da Barragem dos Patudos em dias de concurso.

Todos sabemos disto e todos já lemos ou ouvimos coisas do ‘arco da velha’ quanto à ocupação temporária dos pescadores em dias de concursos.

A Barragem é deles e ponto final...

Até o executivo da Câmara Municipal de Alpiarça sabe disto e tem tomado medidas para impedir os abusos dos pescadores.

Meteu barreiras de ferro para impedir a entrada de carros, já deu instruções para os veículos dos pescadores só entrarem para descarregar os utensílios de pesca e de seguida saírem imediatamente…

Mas é “letra morta” porque quando não abrem os portões algumas viaturas, pertença de alguns dos pescadores, empurram as “ barreiras” e se, não vai a bem vai a mal.

Certos concursos são uma espécie de vendaval excepto para os pescadores porque se alguém por lá passa e pede para tirar as canas do caminho ainda está sujeito é a lavar uma canada.

Conclusão:

Em dias de pesca a barragem é uma rebaldaria e que ninguém faça frente a quem pesca.

A VEREADORA SÓNIA SANFONA QUESTIONOU O EXECUTIVO SOBRE ESTA SITUAÇÃO.

O Executivo reconheceu que nem tudo está a funcionar bem por estas bandas e acrescentou que já tomou e continua a tomar algumas medidas para impedir esta anarquia.

O executivo até esclareceu a vereadora que existe um “Regulamento de Utilização” mas na prática de pouco ou nada serve.

Por  proposta da mesma ficou para “estudo” que futuramente quem quiser fazer concursos de pesca terá que pagar a respectiva taxa, como já paga, mas também uma caução (de valor elevado) que só será restituída se o regulamento for cumprido, isto é:

Se alguma viatura lá ficar durante o concurso ou as canas impedirem a circulação de peões, de bicicletas e outros afins a caução reverterá para os “Cofres da Câmara”.




VEREADORA SÓNIA SANFONA (PS) DESAFIA PRESIDENTE DA CÂMARA (CDU) MAS…FICA TUDO NA MESMA


Vereadora Sónia Sanfona (PS)

A história e os fins justificativos são sempre os mesmos:

“Não há viaturas suficientes para fazer a recolha do lixo em condições; não há pessoal;  não há gente para lavar os contentores; não há dinheiro, não há…

Não há nada!”

A vereadora Sónia Sanfona (PS) bem “apertou” o cerco  ao presidente da Câmara na última reunião de Câmara para que o seu executivo tome medidas para “fazer as limpezas e recolha de lixo” nas “devidas condições”.

 Bem “atacou” a vereadora socialista e bem se justificou mas os argumentos de quem pode decidir é sempre o mesmo e a velha história.

Não há nada de nada

Talvez tudo continue em “águas de bacalhau” mesmo que Sónia Sanfona “repreendesse” Mário Pereira chamando-lhe à atenção para as campanhas que se fazem de forma a manter  o Concelho limpo.

“É tudo tempo e  dinheiro perdido”.

 Na prática, a autarquia não dá o melhor exemplo.

Quanto aos esclarecimentos ou justificações a velha história:

Vai ficar e continuar tudo na mesma.

Não há nada para ninguém.

Vai-se ter mais cuidado e tentar resolver as deficiências”

Para ou até quando?

Não se sabe.

Mas o “desafio ” lançado pela vereadora ficou no ar e parece que ninguém o entendeu, ou fingiram que não ouviram, que em conclusão é mais ou menos isto:

O “repto” deixado ao presidente pela única vereadora da oposição é que  no que toca à “recolha do lixo,  limpeza dos contentores” e demais  a “maioria da CDU não dá conta do recado”

Vamos então esperando por melhores dias.

Entretanto  os alpiarcenses que se preparem para pagar mais 20% na Taxa de resíduos.

Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Alpiarça de 17 de Outubro de 2018.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

VEM AÍ UMA NOVA TAXA CAMARÁRIA



NOVA TAXA DE PROTEÇÃO CIVIL É PARA TODOS OS MUNICÍPIOS

Cada autarquia identificará, em regulamento municipal próprio, o montante de contribuição a cobrar, avançou à Renascença o Ministério da Administração Interna.

O Governo esclarece que a taxa municipal de proteção civil é para todas as autarquias.

De acordo com um esclarecimento a pedido da Renascença, o Ministério da Administração Interna revela que, "sendo uma norma de caráter geral, aplica-se a todos os municípios.

Ainda de acordo com o gabinete do ministro Eduardo Cabrita, cada município identificará, em regulamento municipal próprio, o montante de contribuição a cobrar.

A nova taxa poderá refletir até um máximo de 80% dos custos com proteção civil que o município teve.

A taxa municipal de proteção civil está prevista na proposta de Orçamento do Estado para 2019.

Os proprietários contestam esta nova contribuição. Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, diz que o Governo está a tentar contornar a decisão do Tribunal Constitucional, que considerou ilegal a taxa aplicada por alguns municípios.

"O que se está a fazer é voltar ao mesmo e pretender que todos os municípios venham exigir aos proprietários taxas por serviços que não prestaram. Parece-nos de uma ilegalidade flagrante, de um desrespeito total pelo Estado de direito", afirma Luís Menezes Leitão.

O presidente da Liga de Bombeiros, Jaime Marte Soares, pergunta para onde vai o dinheiro da nova taxa.
«RR»

Poule Equestre de Obstáculos, na Reserva Natural do Cavalo do Sorraia


sábado, 13 de outubro de 2018

106 sociedades criadas em setembro na região


Na análise mensal à criação de sociedades, a NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, verificou que foram cridas no distrito de Santarém, em setembro, 106 empresas. O concelho de Santarém e Ourém voltaram a liderar a tabela.

De facto, esta realidade não é inédita. Santarém e Ourém tem vindo a ser, ao longo deste ano, os concelhos que mais empresas têm criado, ocupando estes territórios, consecutivamente, os lugares dianteiros deste ranking.
No caso do mês de setembro, Santarém contribuiu para esta análise com 17 empresas e Ourém, com 14. Seguem-se em terceiro lugar, os concelhos de Benavente e Torres Novas, com a criação de 10 sociedades cada um. Logo de seguida surge o concelho de Almeirim, com a criação de 9 sociedades. Abrantes criou 8 sociedades, Rio Maior e Tomar, 7, e Entroncamento e Salvaterra de Magos, 6. O concelho do Cartaxo criou, em setembro, 5 sociedades, seguindo-se Coruche, com a criação de três empresas, e Alcanena e Golegã, com duas. Alpiarça, Chamusca, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal e Vila Nova da Barquinha não constituíram qualquer empresa no mês de agosto.
Relativamente aos setores de atividade, destaque para a criação de empresas relacionadas com atividades de consultoria para os negócios e a gestão (5), restaurantes tipo tradicional (4), compra e venda de bens imobiliários (4), atividades dos serviços relacionados com a agricultura (3), transportes rodoviários de mercadorias (3), outras atividades de telecomunicações (3), atividades de consultoria em informática (3), outras atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares (3) e outras atividades de saúde humana (3).

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Dar o NIF é uma boa ideia? Provedora de Justiça deixa alerta


O aviso chega depois de Maria Lúcia Amaral, a provedora de Justiça, ter recebido várias “queixas de cidadãos que se opõem a facultar o NIF para identificação e registo nas bases de dados de entidades públicas, designadamente de municípios"

A Provedora de Justiça deixou um alerta esta sexta-feira, acerca da solicitação indevida do Número de Identificação Fiscal (NIF), "para efeitos de identificação".
O aviso chega depois de Maria Lúcia Amaral, a provedora de Justiça, ter recebido várias “queixas de cidadãos que se opõem a facultar o NIF para identificação e registo nas bases de dados de entidades públicas, designadamente de municípios", situação que levou a que esta emitisse um comunicado – publicado no site da Provedoria da Justiça - a explicar que “o NIF é um número sequencial destinado exclusivamente ao tratamento de informação de índole fiscal e aduaneira, não podendo ser exigido como meio obrigatório de identificação nas demais situações".
Portanto, caso um município ou outra entidade pública queira identificar o seu interlocutor, "terá de o fazer por via do número de identificação civil ou passaporte".
«i»

QUAL O CONCEITO DE DEMOCRACIA DO ACTUAL TRIO CDU/PCP?


De: Leonel Piscalho

Quando em 2007 sendo o Municipio de Alpiarça gerido pelo PS na pessoa de Joaquim Luis Rosa do Céu por proposta do então vereador CDU saudoso Mario Peixinho não teve a então maioria PS quaisquer problemas em aceitar o reconhecimento anexo, inclusivé em atribuir pelouros ao vereador em questão. 

Nessa época (2007) ainda a Sónia Sanfona não me havia convidado para a sua lista. 

Respondam os democratas do PCP qual é mesmo o vosso conceito de democracia, de honestidade, de coerência e de transparência.

 Me permitam finalmente dizer-vos que apenas pretendo ser sepultado em Alpiarça. junto dos meus pais, avós e demais familiares por amor a eles e á terra onde me formei para a vida, onde assimilei verdadeiros ensinamentos de solidariedade, honestidade, transparência, respeito pelas pessoas e tudo o demais que vós apregoais mas nem sempre praticais e, para isso julgo não precisar da vossa permissão...

Sois uma verdadeira fraude nesta area, arrastando a imagem dos verdadeiros comunistas, alguns deles vossos parentes ou amigos, já falecidos, que corariam de vergonha da vossa falta de vergonha e de palavra. Fiquem bem com os vossos principios que não são nem nunca serão os meus dessa forma.


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

ENCONTRO INTERNACIONAL DE MÚSICA EM ALPIARÇA



Domingo, dia 14 de Outubro às 17h00, o Coro Gospel "The Voices" de Itália irá apresentar-se na Igreja Matriz de Alpiarça no que promete ser um concerto inspirador.

Este grupo vai estar em Portugal a convite do Coro Polifónico da Golegã "Cantar Nosso", numa tournée de 3 concertos: Barquinha, Golegã e Alpiarça.

Para além de podermos apreciar o belo trabalho deste grupo Gospel, o Coro Polifónico de Alpiarça apresentará algumas novidades!

OS TRÊS ‘DONOS’ DE ALPIARÇA



Os três homens da  CDU nunca deixarão que seja edificado o quer que seja para homenagear o autor do projecto da barragem.

“Os três donos de Alpiarça”, segundo Leonel Piscalho, dificilmente deixarão que seja levado a efeito o pretendido pela autora da ideia (LEITORA PEDE AJUDA AOS ALPIARCENSES PARA A COLOCAÇÃO DE UM MONUMENTO EM HOMENAGEM A LEONEL PISCALHO NA PRACETA DA BARRAGEM).


É o próprio autor que reconhece que a ideia não tem pernas para andar  o que leva Leonel Piscalho a dizer que não colaborará com a iniciativa porque os “donos de Alpiarça” (Mário Pereira, João Pedro Arraiolos e Carlos Jorge, Presidente e vereadores da Câmara Municipal de Alpiarça) nunca permitirão tal coisa, daqui recusar a ideia de ser homenageado (https://www.facebook.com/antonyocenteio/).

Todo este enredo tem a causa em Leonel Piscalho ter feito parte das listas da candidatura de Sónia Sanfona (PS) nas últimas eleições autárquicas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

LEITORA PEDE AJUDA AOS ALPIARCENSES PARA A COLOCAÇÃO DE UM MONUMENTO EM HOMENAGEM A LEONEL PISCALHO NA PRACETA DA BARRAGEM




Está a circular nas redes sociais um pedido para a colocação de “um monumento” como agradecimento ao Eng.º Leonel Piscalho (foto) pelo projecto que fez e que se tornou realidade, a Barragem dos Patudos

Acrescenta a autora do texto que Leonel Piscalho “enfrentou muitas dificuldades” para a barragem se “tornar uma realidade”.

Lê-se ainda que o autor “proporcionou um projeto” importante para os alpiarcenses e “também ambicioso ao ponto de  fazer  um parque zoológico”.

Uma “luta” que Leonel Piscalho  levou a efeito para bem de “nós e da nossa terra” escreve a mesma.

Sendo  uma “simples cidadã do povo” quer passar do “sonho” à realidade.

Tendo em atenção que a Câmara não se adianta quer na colocação do monumento quer na aplicação  de uma placa com o nome do autor na praceta da Barragem a autora está a pedir ajuda aos “amigos” das redes sociais para que colaborem no seu sonho:   “colocar um monumento” dedicado ao Engenheiro Leonel Piscalho na praceta da barragem.

E já existe a disponibilidade  de uma Deputada da Assembleia Municipal.

PLANO INTEGRADO E INOVADOR DE COMBATE AO INSUCESSO ESCOLAR NA LEZÍRIA DO TEJO



No âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar na Lezíria do Tejo (PIICIE LT) dar-se-á início ao primeiro grupo de pais inserido na ação Educação Parental Positiva e Consciente da Lezíria do Tejo.
Os grupos de pais representam uma oportunidade de partilha e reflexão, onde serão realizadas atividades de suporte e formação para a promoção competências parentais. Desta forma pretende-se desenvolver a compreensão dos pais em relação às suas necessidades e às dos seus filhos, melhorando as suas relações.
Estes grupos baseiam-se no programa de renome internacional «Anos Incríveis». Os encontros serão dinamizados por uma animadora cultural e uma psicóloga clínica (que constituem a Equipa Multidisciplinar de Intervenção Comunitária - EMIC) ao longo de 14 sessões de 2h, com frequência semanal e gratuita. Terão início no dia 24 Outubro às 20h em local ainda a definir. Será ainda contemplado um serviço de babysitting para que os pais não percam nenhuma sessão.

Vinhos do Tejo realizam formação enopedagógica em Alpiarça

alpiarcavinhosformacao
A Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça, vai acolher um curso de vinhos de nível I no próximo sábado, dia 13 de outubro, numa iniciativa enopedagógica promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
A formação pretende “ensinar como se faz uma prova vínica, por um lado, e dar a conhecer os néctares de produtores da região, por outro”, explica uma nota de imprensa dos Vinhos do Tejo, acrescentando que o curso vai ser ministrado pelo enólogo Mário Louro.
A formação estende-se da sala de provas à mesa, estando programado um almoço no restaurante Cavalo do Sorraia (integrado na Reserva Natural do Cavalo de Sorraia, em Alpiarça), e uma visita guiada à Casa dos Patudos.
As inscrições são limitadas, pelo que os interessados em participar devem contatar a CVR Tejo através dos telefones 243 309 403 ou 966 205 783, ou pelo e-mail p.mateiro@cvrtejo.pt.
«Rede Regional»

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "PRAIAS & PAISAGENS PORTUGUESAS" E FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO EM ALPIARÇA


No dia 6 de outubro, sábado, Alpiarça encheu-se mais uma vez de Cultura. O ciclo de exposições "Gentes da Nossa Terra" recebeu o 10º artista do ano, Kurt Laurenz Benz. Residente em Alpiarça há mais de 15 anos, apresenta trabalhos de enorme sensibilidade estética e artística onde a fantasia se mistura com a realidade tornando os seus trabalhos únicos. A visitar no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça até ao final do mês de outubro.
Na mesma tarde, pelas 17h30, assistiu-se ao espetáculo da companhia It's, da Noruega. Uma parceria com o Festival Internacional de Teatro Infantil e Juvenil que nos possibilitou observar uma visão diferente do mundo artístico, mostrando que o multiculturalismo não é uma barreira e, que a língua por vezes é apenas um acessório.
Uma tarde fantástica de arte e cultura, que o Município abraça e promove com todo o orgulho!

ARTIGO DE OPINIÃO: Um ano depois

Por:
Rodolfo Colhe

Um ano depois

É difícil definir em uma medida de peso, quantidade ou comprimento, a relevância de uma unidade, é necessário enquadrar, 1 kg numa bicicleta de competição é bastante relevante, já num barco transoceânico não o será de todo. Um ano na história da humanidade é, sem dúvida, uma gota no oceano, no entanto alguns anos foram sem dúvida muito relevantes enquanto que outros tem pouco para contar.

Durante a semana que passou fez um ano que as autarquias foram a eleições e certamente para algumas este ano que passou foi muito relevante para outras nem por isso. Para Alpiarça não sei se considere apenas mais um ano do marasmo que se iniciou em 2009 ou se algo mais. Se nada aconteceu de relevante, e isso é claramente muito mau, diria que se algo porventura mudou foi para pior, se a confiança dos eleitores mesmo que reduzida em relação 2013 poderia ter dado ao executivo da CDU a capacidade de dar a volta á situação, principalmente, porque o Presidente Mário Pereira está no último mandato e não tem de estar preocupado com questões eleitoralistas e os vereadores não têm á partida condições para assumirem a presidência devendo portanto estar também em fim de ciclo.

Na minha opinião, o que de mais grave se passou durante este ano foi o aparente aumento do desinteresse e a diminuição da propagação de informações sobre a Vila, na qual eu próprio sou culpado como é fácil de perceber pelas semanas seguidas em que não abordei sequer Alpiarça nas minhas crónicas semanais. É fácil perceber que os temas que tanta tinta fizeram correr (muitas vezes de forma pouco elegante) hoje mantêm-se sem que ninguém fale neles, como são exemplos as questões da qualidade da água da barragem e da morte de peixes que não está de todo resolvido e as questões relacionadas com a recolha de resíduos urbanos são um outro exemplo concreto que se mantem mas simplesmente deixou de ser tema.

E o turismo, e a atração de investimento, e a criação de emprego e as grandes obras públicas que Alpiarça necessita? Mas afinal onde vai isto parar? Nós que somos oposição temos a obrigação de os pressionar a fazer mais sendo claro que a organização interna de quem está na oposição é bastante mais difícil do que a de quem está no poder e tem portanto profissionais da política, mas o eleitorado da CDU também se deve revoltar e exigir mais, pois não são as questões ideológicas que estão em causa. Não falamos, para mim, das ridículas posições sobre  a União Europeia ou a Nato, nem do apoio á Coreia do Norte ou á Venezuela, falamos na nossa Vila que a cada dia que passa oferece menos condições para aqui morar, eu trabalho e estudo em Lisboa e é principalmente a parte emocional que me faz regressar todos os dias a Alpiarça. O potencial não chega, Alpiarça tem tudo para ser grande, mas sejamos sinceros, de quantos anos precisaremos para voltar a colocar Alpiarça no mapa do desenvolvimento? E de quantos anos precisaremos para recuperar o tempo perdido? Não será certamente do dia para noite e claramente a cada ano que passa as desigualdades irão aumentar, e ainda nos faltam 3 anos para novas eleições.

P.S- Os meus parabéns á organização do 1º Grande Trail de Alpiarça. Infelizmente, a minha vida profissional não me permitiu estar presente mas deve-se valorizar quem faz algo a favor do bem comum e acredito que esse bem comum foi o maior dividendo que os organizadores retiraram do evento. Espero que tudo tenha corrido da melhor forma e que tenham a possibilidade de organizar uma 2º edição.