segunda-feira, 1 de outubro de 2018

ALPIARCENSES INDIGNADOS E “ REVOLTADOS” COM O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA




As redes sociais dão conta da indignação e revolta de muitos alpiarcenses contra Mário Pereira (foto), presidente da Câmara Municipal de Alpiarça.

Tudo porque foi decidido pelo executivo da CDU atribuir o nome do Engenheiro Leonel Piscalho à “Praceta da Barragem dos Patudos" e a maioria comunista entende não o fazer por razões políticas.

Pode-se ler nas redes sociais que Leonel Piscalho foi o “homem que desenhou e trabalhou para que Alpiarça tivesse uma Barragem e um Parque Zoológico” mas “os nossos governantes não o querem homenagear”.

O povo de Alpiarça merece ser respeitado” e está contra “almoços e jantares” porque quer  uma “vila melhor onde haja futuro e saúde para os nossos filhos”  mas acima de tudo que “daqui  a cem ou duzentos anos  os alpiarcenses possam saber a “quem se deve aquele espaço” pode-se ler nas redes sociais.

Leonel Piscalho

Segundo NA conseguiu apurar a não atribuição do nome de Leonel Piscalho deve-se a um motivo simples e unicamente de cariz politico:

O Eng.º Leonel Piscalho integrou as listas de Sónia Sanfona nas últimas eleições autárquicas (PS)”.

Se o executivo da CDU não levar a efeito o pretendido e prometido o “ povo está disposto a fazer um abaixo-assinado” para que seja colocado uma placa com o nome do projectista, pode-se ainda ler nas redes sociais.




Almoço comemorativo do 25° aniversário do Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Alpiarça



Almoço comemorativo do 25° aniversário do Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Alpiarça (GDBSCA), que se realizou hoje na sede do grupo na Escoladas Faias.
Fundado em Setembro de 1993 por um grupo de alpiarcenses motivados pelo auxílio ao próximo, o GDBSCA representa 25 anos de actividade dedicada não apenas à recolha de sangue mas também de trabalho de articulação e de colaboração com toda a comunidade. 
Parabéns a todos os associados e dirigentes dos Dadores de Sangue de Alpiarça.
«De Mário Pereira»

domingo, 30 de setembro de 2018

SÓNIA SANFONA: “UMA SENHORA COM ‘S’ GRANDE”

Sónia Sanfona


Estive ontem  a falar com um amigo que  já não o via há algum tempo.

A determinada altura da conversa disse-me que a nossa “terra é uma terra de conflitos políticos onde cada um (partido) puxa para seu lado porque nunca estão de acordo para com os interesses locais” e os “alpiarcenses já estão tão habituados a estas desavenças que também já não se entendem de maneira alguma ”.

Mas disse-me mais:

Olhe para os concelhos vizinhos (Chamusca e Almeirim) e veja como tudo funciona sobre rodas.

Sempre ao lado do crescimento e do desenvolvimento.

Até as pessoas metem de lado a politica para se dedicarem à terra e estarem ao lado da Autarquia.

Repare bem para o concelho da Chamusca onde os políticos não colocam a politica nos interesses da terra para além da população apoiar tudo que por ali se realiza”.

(Fez-me uma descriminação detalhada de como vão as ‘coisas’ pelo concelho vizinho e destacou-me como a Autarquia presidida por Paulo Queimado sabe o rumo que leva e o rumo que deve dar ao concelho salientando-me que em todos os eventos levados ou a levar a efeito a politica não entra nas decisões: “primeiro o bem da terra e sempre a pensar nos interesses da população” – um dia com vagar escrevo sobre isto).

Paulo Queimado
Presidente da Câmara Municipal da Chamusca

 A nossa terra não passa disto porque está entranhada até ao ‘tutano’ na politica, de tal forma que já se esqueceu que  parou no tempo.

Não bastasse:

Repare no seguinte, que é importante:

“Sónia Sanfona que foi eleita pelo PS deve ser a única vereadora da oposição que tenta dialogar com o executivo da CDU de forma tolerante e amigável para que em conjunto haja diálogo e consenso de forma a que se mude algo no concelho e por sua vez haja desenvolvimento.

O executivo só vê política em tudo.

 Estão ‘cegos’ pela política como se a sobrevivência (dos eleitos) esteja dependente do PCP.

 A vereadora socialista que é uma senhora [ mas senhora com ‘S’ grande] está sempre disponível para colaborar com novos projectos.

Uma Senhora que conhece todos os corredores da Assembleia da República; que conhece os bastidores da política; que convive com pessoas importantes; que tem desempenhado altos cargos na área politica e empresarial; que conhece grandes empresários e conhece o mundo empresarial para além das amizades que tem neste meio e do alto cargo que desempenha actualmente [é presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital de Santarém] mas sempre acessível para os alpiarcenses ou de quem dela precisa.

Para além do mais é aquela senhora com quem podemos falar e trocar ideias porque sabe estar aberta ao diálogo.

Uma Senhora que tem muito para dar e está sempre disponível para ajudar em tudo que mude ou melhor Alpiarça.

Sabe o que o Executivo da CDU faz:

Simplesmente  ignora-a!”

Diga-ma cá:

“Com esta gente conseguimos ir a algum  lado?”

Tenho andado a meditar no que no meu amigo me disse e reconheço que tem quase razão em tudo.

TEMPO SECO E QUENTE LEVA PROTEÇÃO CIVIL A FAZER AVISO (SÉRIO) À POPULAÇÃO


O calor está aí para durar, não deixando o outono dar o ar da sua graça. Com temperaturas acima do normal para a época e ausência de precipitação, estão reunidas as condições favoráveis ao risco de propagação rápida de incêndios, pelo menos até ao final da próxima semana.
A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) avisa a população para o facto de o tempo quente e seco continuar até ao final da próxima semana, condições meteorológicas anormais para a época e que fazem aumentar o perigo de incêndio.
Na sequência da informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a partir deste domingo, 30 de setembro, e até ao final da próxima semana, nota a ANPC em comunicado, “assistiremos a continuação de tempo seco e quente, com temperatura em valores acima da média para esta época do ano, intensificação do vento de quadrante leste e agravamento evolutivo do risco de incêndio”.
Apesar de se ter registado nos últimos dias uma ligeira descida da temperatura, ressalva a Proteção Civil, “existe ainda grande disponibilidade do combustível florestal, fruto do período de tempo quente que o país atravessou desde o mês de agosto”. Por essa razão, e tendo em conta o quadro meteorológico, “poderá ocorrer propagação rápida de incêndios”.
Dadas as circunstâncias, a ANPC aproveita para relembrar a população que, até ao próximo dia 15 de outubro,  não é permitida a realização de queimadas, de fogueiras para recreio ou lazer, ou para confeção de alimentos e a utilização de equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos.
Da mesma forma que não é permito queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração; lançar balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes; fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem e a fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas. 
De sublinhar que o Governo decidiu alargar o período crítico de incêndios até ao dia 15 de outubro, dadas as condições meteorológicas anormais.
«NM»

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

EXPOSIÇÃO "GENTES DA NOSSA TERRA" | «PRAIAS & PAISAGENS PORTUGUESAS», de Kurt



'Gentes da nossa terra' é um ciclo de exposições, completamente dedicado a artistas locais, numa tentativa não só de os dar conhecer, mas também de lhes proporcionar a merecida visibilidade.

«Praias & Paisagens Portuguesas» de Kurt, é a exposição que estará patente de 6 a 31 de Outubro, no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.

A abertura da Exposição e a habitual conversa com o autor, terá lugar no dia 6 pelas 16h00.

QUANDO UM ALTO RESPONSÁVEL DA CÂMARA ESCONDIA AS CHAVES DAS MÁQUINAS PARA QUE A BARRAGEM DOS PATUDOS NÃO FOSSE FEITA




Em 27 de Setembro de 2017, Leonel Piscalho, escreveu este texto:


  

“Que posso dizer: já são 47 anos que levo de profissão e nunca fiz obras a pensar num reconhecimento formal. Neste caso, jamais pedi ou insinuei que queria o meu nome ligado à barragem que projectei e ajudei a construir, incluindo a condução de algumas máquinas (que alguém, com responsabilidades no elenco de então, mandava esvaziar o combustível ou esconder as chaves).

Em finais de Março, o presidente Mário Pereira informou-me da decisão camarária de atribuírem o meu nome à praceta frontal que agradeci naturalmente mas, devido à impossibilidade da minha deslocação a 2 de Abril e por não aceitarem poder ser representado por um dos meus filhos(as) tal acto ficaria para Agosto, o que não aconteceu apesar de termos falado pessoalmente na semana anterior à Alpiagra.
Não quis antes admitir essa quebra do compromisso por razões políticas, hipótese essa então levantada pelo vereador Francisco Cunha mas que, a ser verdadeira, dará uma grave machadada numa das palavras de ordem da CDU "trabalho, honestidade, competência".

Concluindo: se quiserem pôr lá o meu nome em consonância com a decisão que foi tomada por unanimidade (embora não cumprida), sejam verticais e assumam o vosso compromisso e respeitem o voto dos vereadores da oposição.

Reforço que não mando ou vos dou ordens nesse sentido, pois não tenho quaisquer meios legais para o fazer, nem tão pouco tenho propensão para a prepotência ou qualquer complexo narcísico ou de autossuficiência ideológica.

Se estão à espera de o atribuírem a outrem que escolham ao menos alguém que ali tivesse trabalhado ou arriscado uma carreira em luta com as burocracias e más vontades ao invés de algum antifascista, desertor revolucionário ou objector de consciência... porque continuo a acreditar que o povo de Alpiarça merece algo mais do que tem recebido da classe política, aceitei ser candidato por um programa que considero mais ambicioso e transparente."


Hoje 27 de Setembro de 2018 tudo continua na mesma.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Apresentação do livro "Tudo o que sempre quis" de Ana Rita Correia


     Dia 29 de setembro, sábado, pelas 18h00, à conversa com a autora.
A Ana Rita disponibiliza para leitura/empréstimo alguns exemplares do livro na Biblioteca Municipal, oferecendo aos leitores a possibilidade de conhecerem a obra e sobre ela partirem à conversa no dia 29 de setembro.

Sábados a Contar



Sábados a Contar | setembro

Corre corre cabacinha
Não vi velha nem velhinha,
nem velhinha nem velhão.
Corre corre, cabacinha.
Corre corre, cabação!,
 
respondia a cabaça, enquanto ia rodando pelo caminho,
perante o olhar estupefacto do lobo, do urso e do leão.
Quem estará dentro dela, enganando as três feras?
 
E este será o mote para o início da nova época dos "Sábados a Contar"
Para pais e para os filhos, não faltem!
Dia 29 de setembro, pelas 16h30

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Renasça sempre dos seus perfumes e da sua delicadeza

Por:
Filomena Frazão


Certas delicadezas são feitas de pétalas, que perfumam,encantam e ficam. Vive constantemente como se fosse sempre primavera.
O que importa mesmo, será o teu perfume, o teu amor e as tuas delicadezas.
E acordando sempre com um sol bem florido.
Há sempre uma delicadeza em cada mal-me-quer, ou seja, mal-me-quer, bem-me-quer.
Mas jamais algum dia deixe de florescer.
Que nem as suas delicadezas nem a luz da esperança,acabe dentro do seu coração
Renasça sempre dos seus perfumes e da sua delicadeza.

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Muito bem Sr. Primeiro-ministro. Muito bem Sr. Presidente



Por:
Rodolfo Colhe


Numa semana marcada por tantos factos interessantes o seu início só poderia ser marcado naturalmente, pelas calças de ganga do Primeiro-Ministro, e pela falta de uma gravata claro. Diziam os especialistas que a falta de etiqueta do nosso Primeiro-Ministro só poderia conduzir a um total falhanço da viagem, mas eis que mais uma vez ficou provado que o atual governo não vai em viagem ao estrangeiro provar as iguarias da região e pousar para fotos, são reuniões de trabalho de onde sai sempre algo de palpável, onde os portugueses ficam a ganhar e Portugal fica melhor. Se a recente viagem aos Estados Unidas da América já colocou vários investidores a estudar a entrada no mercado nacional, a viagem a Angola para além da forte melhoria das relações entre os dois países já teve o mérito de levar o governo angolano a admitir que existem 90 milhões de dívida certificada e pelo menos 300 milhões de dívida não certificada a empresas portuguesas. Nem as calças de ganga conseguiram estragar a viagem, parece mentira.
Mas a semana fica marcada pela não renomeação de Joana Marques Vidal como Procuradora Geral da República, e pela nomeação de Lucília Gago para o lugar, um excelente trabalho de articulação entre o António Costa e o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, de quem sou crítico, mas que hoje felicito pela última aula que lecionou, dou-lhe também os parabéns por ter agido em conformidade com a sua opinião de muitos e largos anos, o mandato deve ser único. Pessoalmente, acho muito mau sinal quando alguém ligado ao Ministério Público é apelidado de “super juiz” ou similar porque isso cria grupos de apoio e grupos de antis, já o foi com Carlos Alexandre e tornou a ser com Joana Marques Vidal de quem claramente não sou fã, nem podia ser, apesar de não lhe tirar o mérito foi lamentável que os julgamentos passassem para a praça pública por via das constantes fugas de informação. O Correio da Manhã passou a principal motor para conduzir ao início de uma investigação e não há que esquecer casos como a Tecnoforma, Submarinos e Vistos Gold que andam em águas de bacalhau quando no caso da primeira há até tomadas de posição europeias sobre o que ocorreu, e no segundo há detidos em outros países por terem sido corrompidos e quem corrompeu escapa por entre os pingos da chuva. Quanto á nova PGR espero que tenha pulso não só para resolver todos os casos pendentes como consiga combater a corrupção nos tribunais e não na praça pública, mas espero principalmente que fazendo uso da sua experiência profissional consiga travar esta vaga de violadores e agressores libertos com base em princípios medievais, ás vezes até animais.
Outro ponto de destaque vai para a interrupção do enorme trabalho académico de Pedro Passos Coelho para vir criticar António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa colocando os seus majoretes com João Miguel Tavares á cabeça num nível tal de êxtase que já não se via há bastante tempo. O que o Professor Catedrático Pedro Passos Coelho conseguiu foi levantar uma enorme nuvem de suspeição sobre a acção de Joana Marques Vidal o que era desnecessário, mas os Portugueses sabem com o que podem contar de Pedro Passos Coelho.
Uma palavra para outro Pedro mas neste caso Pedro Santana Lopes, e para a sua Aliança que se tornou uma realidade durante esta semana, e que acabou por ver a sua notoriedade afetada pelas notícias já referidas, não deixando de ter algum destaque em plataformas digitais como o Eco e o Observador onde apesar de ainda faltar coragem para avançar com os resultados práticos deste novo partido la vão gabando as capacidades do seu líder.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

ALPIARÇA EM VIAS DE TER UM HOTEL


Segundo apurou   “Noticias de Alpiarça” de fonte segura, existem “boas perspectivas de Alpiarça poder vir  a ter a curto prazo um Hotel”.

A mesma fonte adiantou-nos  que “já há contactos com um investidor privado para investir na unidade hoteleira” e que “está a acompanhar directamente o processo”.
A unidade hoteleira será instalada na área da Barragem dos Patudos.


Segundo conseguimos saber “existe um forte interesse em desenvolver o turismo em toda a zona do Complexo Desportivo dos Patudos” pelo que a existência de um hotel será sempre uma mais valia para o concelho e região.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Alojamento

Por:
Rodolfo Colhe

Alojamento

O início da permanência em instituições de ensino varia de pessoa para pessoa, no entanto há um período mínimo de 12 anos que são exigentes a vários níveis não só académicos como também sociais. Muitas etapas e dificuldades são ultrapassadas com vista a obtenção do 12º ano de escolaridade e para uma percentagem grande de jovens a entrada no ensino superior. Apesar de discordar da forma como é feito o cálculo de acesso ao ensino superior, é claramente o mérito que leva os alunos a conseguirem o acesso á licenciatura que pretendem, sendo também verdade que consoante o nível sócio-económico da família essas dificuldades são maiores ou menores.

Se o mérito regula a entrada, muitos outros factores de ordem bem mais económica regulam a permanência e conclusão no ensino superior, factores esses que têm vindo em parte a ser resolvidos não na perfeição mas com relativa evolução. No entanto um dos problemas evoluiu bastante na negativa nos últimos anos tendo este ano em concreto atingido quase o ponto de ruptura, e falo do alojamento para os estudantes. Se já era público os valores e as dificuldades em encontrar quarto em Lisboa e Porto, essa dificuldade faz-se sentir agora em todo o país, tendo eu conhecimento de jovens que passaram 3 dias em Évora à procura de um quarto. Eu próprio senti uma dificuldade extrema para encontrar quarto para o meu irmão e vi o sofrimento na cara de muitos pais sempre que viam mais um quarto já estar alugado.

Este problema não se vai resolver sozinho e é preciso atacá-lo já, para que em 2019 ele não seja tão grave. É vital aumentar o número de quartos de residência de estudantes, sejam quartos das instituições de ensino seja do próprio estado ou das autarquias locais, todos têm responsabilidade e todos têm a ganhar nomeadamente as últimas que por vezes se colocam de parte nestas questões. Honra seja feita á Câmara Municipal de Lisboa que ainda recentemente aumentou significativamente a sua oferta de quartos para estudantes. A minha pergunta é simples, justifica-se uma qualquer entidade pública ter um edifício inactivo e nesse concelho faltarem quartos para estudantes? Parece-me óbvio que não, sendo óbvio também que os custos de alteração desses edifícios são bem menores que os dividendos positivos que os jovens estudantes trazem.

Outra das formas de resolução do problema passa por aumentar a oferta e qualidade da oferta formativa em outras zonas do país, correndo o risco de estar errado diria que Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro e Braga recebem a grande maioria dos estudantes do país, enquanto que Santarém, Viseu, Bragança, Castelo Branco e Beja por exemplo ficam com muitas vagas por preencher. Não é fácil de resolver este problema mas parece-me que as instituições de ensino públicas mais conceituadas deviam não só criar pólos longe da sua sede como distribuir know-how e professores a outras instituições, por exemplo num sistema similar ao franchising.

Algo tem de ser feito pois acredito sinceramente que alguns jovens não só não irão iniciar as suas aulas segunda-feira por falta de casa como irão concorrer á 2º fase de candidaturas ao ensino superior por não terem casa. 

domingo, 16 de setembro de 2018

ALPIARÇA ORGULHA-SE DAS SUAS GENTES


Isabel Ferreira Silva (direita) com Silvia Alberto, apresentadora de televisão

Um dos muitos trabalhos feitos pela Isabel Ferreira Silva

sábado, 15 de setembro de 2018

ALPIARÇENSES TEM QUE USAR LANTERNAS OU A PILHA DO TELEMÓVEL NAS RUAS DE ALPIARÇA

Por: Alice Cordeiro

Em pleno século XXI a nossa vila continua às escuras, excepto o Jardim Municipal.

Pessoas que têm que ir bem cedo para o trabalho tem que circular com lanternas ou usar a luz do telemóvel. Nem nos últimos séculos tivemos a vila na escuridão em que se encontra. 
As ruas onde circulam as pessoas não podem ter luz e o jardim onde não passa nenhum ser humano sempre iluminado.  Na escuridão as pessoas têm que caminhar por ruas sujas tropeçando em lixo em vidros e ervas. 
Se não conseguem manter a vila com  eletricidade voltem os candeeiros a petróleo

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Transferência de competências para as autarquias concluída em 2021


Conselho de Ministros aprovou os primeiros sete diplomas sectoriais no âmbito da transferência de competências para os municípios, em áreas como a justiça e a gestão de fundos comunitários.

Só a partir de 2021 é que a transferência de competências será para todos os municípios. Até lá, cada autarquia pode escolher as que pretende assumir de todo o pacote que o Governo acordou com o PSD.
Questionado sobre objeção já manifestada por alguns presidentes de câmara ao conjunto de diplomas aprovados esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, o ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, respondeu com o que considera ser a dupla flexibilidade da reforma.

“Entre 2019 e 2021, os municípios assumirão as novas competências, em função da sua capacidade, da preparação para o exercício e da motivação. Em 2021, estas competências serão de natureza obrigatória para todos. Além disso, é possível que municípios digam: nós em 2019 já estamos preparados para esta competência, mas aquela em 2020. Cada município fará a sua avaliação”, explicou Eduardo Cabrita.
As verbas a transferir para cada um dos municípios vão depender das competências que cada um vier a assumir.

O Governo aprovou esta quinta-feira em Conselho de Ministros os primeiros sete diplomas sectoriais no âmbito da transferência de competências para os municípios, em áreas como a justiça e a gestão de fundos comunitários.

Em conferência de imprensa, após o Conselho de Ministros, Eduardo Cabrita, anunciou que foram aprovados os diplomas sectoriais de transferência de competências para os municípios nas áreas da justiça, policiamento de proximidade, jogos de fortuna e de azar, gestão de praias marítimas fluviais inseridas no domínio público hídrico do Estado.

O ministro destacou ainda os diplomas que preveem a participação das comunidades intermunicipais (CIM) no apoio e estruturação de bombeiros voluntários, na promoção turística e na gestão de fundos europeus e programas de captação de investimento.

Eduardo Cabrita salientou que está a trabalhar com os municípios "para concluir o processo nas próximas semanas".

Os 23 diplomas sectoriais da descentralização devem ser progressivamente aprovados em Conselho de Ministros até 15 de outubro, a tempo do Orçamento do Estado, sendo a educação e a saúde as áreas mais difíceis de acordo entre Governo e municípios.
«RR»

FUNCIONÁRIA CONDENADA POR DESVIAR DINHEIRO EM ASSOCIAÇÃO DE PENSIONISTAS


A ex-chefe da secretaria da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça (ARPICA) foi condenada a três anos de prisão, com pena suspensa, por um crime de peculato.
O tribunal de Santarém deu como provado que a arguida, de 43 anos, apropriou-se de cerca de 4.380 euros da instituição para comprar artigos pessoais, roupa de marca, produtos de higiene e de beleza, alimentos e até tabaco, aproveitando-se do facto de ser ela quem fazia as compras para a instituição.
O cumprimento da pena de prisão fica suspenso mediante o ressarcimento desta quantia à ARPICA, segundo determina o Acórdão do Tribunal de Santarém, que foi lido na tarde desta terça-feira, 11 de setembro, com mais de 20 utentes do lar de idosos a assistir à sessão.
A arguida era também suspeita de um desvio de cerca de 109 mil euros do cofre da secretaria e das contas bancárias da associação de Alpiarça, mas foi absolvida em relação a essa parte da Acusação do Ministério Público (MP).
Este processo judicial teve origem numa auditoria detalhada às contas da associação, no período de janeiro de 2009 a julho de 2012, durante a qual foram detetadas irregularidades muito graves a nível da contabilidade e da gestão.
Contudo, e apesar de ter sido apurado que há verbas de montantes elevados em falta nos cofres da instituição, o coletivo de juízes considerou não existirem “provas concretas” para condenar a arguida pelo desvio ou apropriação do dinheiro em falta.
O acórdão salienta que a própria ARPICA devia ter um controlo mais objetivo dos seus processos contabilísticos, que várias testemunhas descreveram como uma “verdadeira salganhada” de papeis, mas esse facto não permite concluir que terá sido a mulher a fazer seu o dinheiro referente a depósitos ou das mensalidades pagas pelos utentes.
O tribunal disse também não ter sido possível apurar o que foi feito dos 109 mil euros, ou se é mesmo essa a quantia exata em falta.
Neste julgamento, sentou-se também no banco dos réus o marido da arguida, que desempenhou funções de tesoureiro na ARPICA durante o período a que reportou a auditoria.
O homem, de 47 anos, foi absolvido do crime de peculato também por falta de provas de que, com a sua conduta, estivesse a dar cobertura às irregularidades que o MP imputou à sua mulher.
A juiz-presidente do coletivo salientou ter resultado provado que o arguido sabia das discrepâncias contabilísticas desde 2009, mas mandava o técnico de informática corrigi-las, alegando tratarem de erros do programa informático.
“O tribunal poderia ser levado a concluir que esta conduta dava proteção à sua própria mulher, mas não pode condenar com base em evidências, pois não existem provas concretas disso”, afirmou a juiz-presidente na leitura do acórdão.
Apesar de ter sido condenada apenas na parte mais pequena dos desvios de dinheiro que lhe eram imputados, a arguida manifestou ao longo do julgamento “falta de interiorização da gravidade do seu comportamento”, referiu ainda a magistrada no final da leitura do acórdão.
«RR»

terça-feira, 11 de setembro de 2018

MAS QUE LAIA DE GENTE

Por: C. Navarro

Anda e vive nesta pacata vila chamada de Alpiarça uma série de gente que  veio de países de leste  que são sustentados por todos nós e com o nosso dinheiro.
Nunca lhes ensinaram que devem respeitar os costumes de outros povos mas acima de tudo não desrespeitar quem os recebeu de braços abertos.
Um tipo de gente que cospe no prato de quem lhes dá de comer.
Do que tem acontecido e continua a acontecer dirijo a responsabilidade para os órgãos institucionais do burgo que permitiram estas situações e continuam a alimentar quem é desordeiro e até a dar emprego a quem não merece.
As autoridades que desempenhem o seu cargo e fiscalizem as anormalidades que vão surgindo na pacata e singela vila de Alpiarça.
Não merecemos esta laia de gente.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Comboios

Por:
Rodolfo Colhe

Comboios


De medicina, desporto e política todos acham saber um pouco, mas nos últimos tempos uma nova temática passou a ter um elevado número de especialistas, refiro-me a situação da ferrovia e particularmente da CP. O mais interessante nesta nova vaga de especialistas é que provavelmente grande parte deles provavelmente não são utilizadores regulares nem nunca foram da CP, pelo menos pelos comentários que leio.
Felizmente o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, veio durante esta semana informar que o governo vai viabilizar a compra de 22 unidades circulantes, o que é ótimo mesmo que apenas cheguem 2023.
Há que renovar, melhorar, aumentar os transportes de pessoas e cargas através de comboio, mas também há que melhorar a gestão do que há, nomeadamente no que diz respeito à manutenção das composições. Mas muitos outros problemas estão associados ao transporte de pessoas por parte da CP, problemas esses que talvez tenham soluções mais rápidas do que a vinda das 22 unidades. Qual é a razão real de tantos atrasos? Será humanamente e materialmente possível cumprir os horários estipulados? Se não, não será melhor reorganizar os horários? Mas quem usa regularmente o comboio está certamente farto das paragens para outros comboios passarem, nomeadamente paragens em estações de baixa entrada e saída de passageiros. Não pode esta situação ser reduzida? Duvido que não o possa ser. As filas intermináveis para comprar bilhetes principalmente  nas grandes cidades, são um problema que facilmente se resolveria, bastando que a bilheteira comum não fosse usada para entrega de documentos para novos passes, bastava que dotassem as pessoas que trabalham nas bilheteiras de ferramentas para lidarem com cidadãos estrangeiros ou mesmo criando bilheteiras para os mesmos pois um indivíduo que só fala chinês tem todo o direito a tirar um bilhete no entanto o processo de compra desse bilhete e demais explicações demora muitas vezes 15 minutos, tempo mais que suficiente para o realizar o mesmo processo a 5 indivíduos que falem português. A “picagem” de bilhetes também é um processo que não decorre da melhor forma sendo por vezes difícil de perceber o porquê de tanta dificuldade.
A resolução dos problemas da CP é uma obrigação do estado, mas terá que partir da administração da empresa a minimização dos problemas nem que isso obrigue a mudanças profundas no funcionamento da empresa e não encareça um serviço que sendo de uso regular não é barato.
Se uns tem responsabilidades na resolução dos problemas outros têm a responsabilidade de através de uma forma credível dar a conhecer os problemas e apresentar propostas, essa responsabilidade está também nas autarquias locais. Todos os dias apanho ás 7h31 o comboio Inter-regional na Estação de Santarém, como bem mais de uma centena de pessoas, pessoas essas vindas de vários cidades, vilas e aldeias da zona, deve caber apenas a Câmara  Municipal de Santarém a defesa destes utentes (por falta de conhecimento não avalio a sua prestação nessa defesa)? Não me parece que assim deva ser, era importante que concertação de horários, períodos do dia onde se justifica o aumento do número de carruagens ou até de comboios, mas também o seu contrário caso existam comboios menos necessários ou que circulem com mais carruagens do que as necessárias, e as autarquias devem ter um papel nesta discussão.
Tenho a total certeza de que o atual governo e o futuro governo PS com ou sem maioria absoluta irá certamente tentar resolver os problemas da ferrovia em Portugal, mas todos os responsáveis políticos têm de fazer a sua parte.


domingo, 9 de setembro de 2018

ONDE ESTÁ A DIGNIDADE DA PESSOA E ONDE ESTÃO OS SERVIÇO SOCIAIS PARA NÃO PERMITIR SITUAÇÕES COMO ESTA?



Não há ninguém nesta autarquia que ajude esta pobre alma? A situação é recorrente...(*)

Local:  Porta dos bombeiros, virada para a Rua José Relvas.

(*) Texto e foto de: Gonçalo Palminha