quinta-feira, 27 de setembro de 2018

EXPOSIÇÃO "GENTES DA NOSSA TERRA" | «PRAIAS & PAISAGENS PORTUGUESAS», de Kurt



'Gentes da nossa terra' é um ciclo de exposições, completamente dedicado a artistas locais, numa tentativa não só de os dar conhecer, mas também de lhes proporcionar a merecida visibilidade.

«Praias & Paisagens Portuguesas» de Kurt, é a exposição que estará patente de 6 a 31 de Outubro, no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.

A abertura da Exposição e a habitual conversa com o autor, terá lugar no dia 6 pelas 16h00.

QUANDO UM ALTO RESPONSÁVEL DA CÂMARA ESCONDIA AS CHAVES DAS MÁQUINAS PARA QUE A BARRAGEM DOS PATUDOS NÃO FOSSE FEITA




Em 27 de Setembro de 2017, Leonel Piscalho, escreveu este texto:


  

“Que posso dizer: já são 47 anos que levo de profissão e nunca fiz obras a pensar num reconhecimento formal. Neste caso, jamais pedi ou insinuei que queria o meu nome ligado à barragem que projectei e ajudei a construir, incluindo a condução de algumas máquinas (que alguém, com responsabilidades no elenco de então, mandava esvaziar o combustível ou esconder as chaves).

Em finais de Março, o presidente Mário Pereira informou-me da decisão camarária de atribuírem o meu nome à praceta frontal que agradeci naturalmente mas, devido à impossibilidade da minha deslocação a 2 de Abril e por não aceitarem poder ser representado por um dos meus filhos(as) tal acto ficaria para Agosto, o que não aconteceu apesar de termos falado pessoalmente na semana anterior à Alpiagra.
Não quis antes admitir essa quebra do compromisso por razões políticas, hipótese essa então levantada pelo vereador Francisco Cunha mas que, a ser verdadeira, dará uma grave machadada numa das palavras de ordem da CDU "trabalho, honestidade, competência".

Concluindo: se quiserem pôr lá o meu nome em consonância com a decisão que foi tomada por unanimidade (embora não cumprida), sejam verticais e assumam o vosso compromisso e respeitem o voto dos vereadores da oposição.

Reforço que não mando ou vos dou ordens nesse sentido, pois não tenho quaisquer meios legais para o fazer, nem tão pouco tenho propensão para a prepotência ou qualquer complexo narcísico ou de autossuficiência ideológica.

Se estão à espera de o atribuírem a outrem que escolham ao menos alguém que ali tivesse trabalhado ou arriscado uma carreira em luta com as burocracias e más vontades ao invés de algum antifascista, desertor revolucionário ou objector de consciência... porque continuo a acreditar que o povo de Alpiarça merece algo mais do que tem recebido da classe política, aceitei ser candidato por um programa que considero mais ambicioso e transparente."


Hoje 27 de Setembro de 2018 tudo continua na mesma.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Apresentação do livro "Tudo o que sempre quis" de Ana Rita Correia


     Dia 29 de setembro, sábado, pelas 18h00, à conversa com a autora.
A Ana Rita disponibiliza para leitura/empréstimo alguns exemplares do livro na Biblioteca Municipal, oferecendo aos leitores a possibilidade de conhecerem a obra e sobre ela partirem à conversa no dia 29 de setembro.

Sábados a Contar



Sábados a Contar | setembro

Corre corre cabacinha
Não vi velha nem velhinha,
nem velhinha nem velhão.
Corre corre, cabacinha.
Corre corre, cabação!,
 
respondia a cabaça, enquanto ia rodando pelo caminho,
perante o olhar estupefacto do lobo, do urso e do leão.
Quem estará dentro dela, enganando as três feras?
 
E este será o mote para o início da nova época dos "Sábados a Contar"
Para pais e para os filhos, não faltem!
Dia 29 de setembro, pelas 16h30

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Renasça sempre dos seus perfumes e da sua delicadeza

Por:
Filomena Frazão


Certas delicadezas são feitas de pétalas, que perfumam,encantam e ficam. Vive constantemente como se fosse sempre primavera.
O que importa mesmo, será o teu perfume, o teu amor e as tuas delicadezas.
E acordando sempre com um sol bem florido.
Há sempre uma delicadeza em cada mal-me-quer, ou seja, mal-me-quer, bem-me-quer.
Mas jamais algum dia deixe de florescer.
Que nem as suas delicadezas nem a luz da esperança,acabe dentro do seu coração
Renasça sempre dos seus perfumes e da sua delicadeza.

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Muito bem Sr. Primeiro-ministro. Muito bem Sr. Presidente



Por:
Rodolfo Colhe


Numa semana marcada por tantos factos interessantes o seu início só poderia ser marcado naturalmente, pelas calças de ganga do Primeiro-Ministro, e pela falta de uma gravata claro. Diziam os especialistas que a falta de etiqueta do nosso Primeiro-Ministro só poderia conduzir a um total falhanço da viagem, mas eis que mais uma vez ficou provado que o atual governo não vai em viagem ao estrangeiro provar as iguarias da região e pousar para fotos, são reuniões de trabalho de onde sai sempre algo de palpável, onde os portugueses ficam a ganhar e Portugal fica melhor. Se a recente viagem aos Estados Unidas da América já colocou vários investidores a estudar a entrada no mercado nacional, a viagem a Angola para além da forte melhoria das relações entre os dois países já teve o mérito de levar o governo angolano a admitir que existem 90 milhões de dívida certificada e pelo menos 300 milhões de dívida não certificada a empresas portuguesas. Nem as calças de ganga conseguiram estragar a viagem, parece mentira.
Mas a semana fica marcada pela não renomeação de Joana Marques Vidal como Procuradora Geral da República, e pela nomeação de Lucília Gago para o lugar, um excelente trabalho de articulação entre o António Costa e o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, de quem sou crítico, mas que hoje felicito pela última aula que lecionou, dou-lhe também os parabéns por ter agido em conformidade com a sua opinião de muitos e largos anos, o mandato deve ser único. Pessoalmente, acho muito mau sinal quando alguém ligado ao Ministério Público é apelidado de “super juiz” ou similar porque isso cria grupos de apoio e grupos de antis, já o foi com Carlos Alexandre e tornou a ser com Joana Marques Vidal de quem claramente não sou fã, nem podia ser, apesar de não lhe tirar o mérito foi lamentável que os julgamentos passassem para a praça pública por via das constantes fugas de informação. O Correio da Manhã passou a principal motor para conduzir ao início de uma investigação e não há que esquecer casos como a Tecnoforma, Submarinos e Vistos Gold que andam em águas de bacalhau quando no caso da primeira há até tomadas de posição europeias sobre o que ocorreu, e no segundo há detidos em outros países por terem sido corrompidos e quem corrompeu escapa por entre os pingos da chuva. Quanto á nova PGR espero que tenha pulso não só para resolver todos os casos pendentes como consiga combater a corrupção nos tribunais e não na praça pública, mas espero principalmente que fazendo uso da sua experiência profissional consiga travar esta vaga de violadores e agressores libertos com base em princípios medievais, ás vezes até animais.
Outro ponto de destaque vai para a interrupção do enorme trabalho académico de Pedro Passos Coelho para vir criticar António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa colocando os seus majoretes com João Miguel Tavares á cabeça num nível tal de êxtase que já não se via há bastante tempo. O que o Professor Catedrático Pedro Passos Coelho conseguiu foi levantar uma enorme nuvem de suspeição sobre a acção de Joana Marques Vidal o que era desnecessário, mas os Portugueses sabem com o que podem contar de Pedro Passos Coelho.
Uma palavra para outro Pedro mas neste caso Pedro Santana Lopes, e para a sua Aliança que se tornou uma realidade durante esta semana, e que acabou por ver a sua notoriedade afetada pelas notícias já referidas, não deixando de ter algum destaque em plataformas digitais como o Eco e o Observador onde apesar de ainda faltar coragem para avançar com os resultados práticos deste novo partido la vão gabando as capacidades do seu líder.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

ALPIARÇA EM VIAS DE TER UM HOTEL


Segundo apurou   “Noticias de Alpiarça” de fonte segura, existem “boas perspectivas de Alpiarça poder vir  a ter a curto prazo um Hotel”.

A mesma fonte adiantou-nos  que “já há contactos com um investidor privado para investir na unidade hoteleira” e que “está a acompanhar directamente o processo”.
A unidade hoteleira será instalada na área da Barragem dos Patudos.


Segundo conseguimos saber “existe um forte interesse em desenvolver o turismo em toda a zona do Complexo Desportivo dos Patudos” pelo que a existência de um hotel será sempre uma mais valia para o concelho e região.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Alojamento

Por:
Rodolfo Colhe

Alojamento

O início da permanência em instituições de ensino varia de pessoa para pessoa, no entanto há um período mínimo de 12 anos que são exigentes a vários níveis não só académicos como também sociais. Muitas etapas e dificuldades são ultrapassadas com vista a obtenção do 12º ano de escolaridade e para uma percentagem grande de jovens a entrada no ensino superior. Apesar de discordar da forma como é feito o cálculo de acesso ao ensino superior, é claramente o mérito que leva os alunos a conseguirem o acesso á licenciatura que pretendem, sendo também verdade que consoante o nível sócio-económico da família essas dificuldades são maiores ou menores.

Se o mérito regula a entrada, muitos outros factores de ordem bem mais económica regulam a permanência e conclusão no ensino superior, factores esses que têm vindo em parte a ser resolvidos não na perfeição mas com relativa evolução. No entanto um dos problemas evoluiu bastante na negativa nos últimos anos tendo este ano em concreto atingido quase o ponto de ruptura, e falo do alojamento para os estudantes. Se já era público os valores e as dificuldades em encontrar quarto em Lisboa e Porto, essa dificuldade faz-se sentir agora em todo o país, tendo eu conhecimento de jovens que passaram 3 dias em Évora à procura de um quarto. Eu próprio senti uma dificuldade extrema para encontrar quarto para o meu irmão e vi o sofrimento na cara de muitos pais sempre que viam mais um quarto já estar alugado.

Este problema não se vai resolver sozinho e é preciso atacá-lo já, para que em 2019 ele não seja tão grave. É vital aumentar o número de quartos de residência de estudantes, sejam quartos das instituições de ensino seja do próprio estado ou das autarquias locais, todos têm responsabilidade e todos têm a ganhar nomeadamente as últimas que por vezes se colocam de parte nestas questões. Honra seja feita á Câmara Municipal de Lisboa que ainda recentemente aumentou significativamente a sua oferta de quartos para estudantes. A minha pergunta é simples, justifica-se uma qualquer entidade pública ter um edifício inactivo e nesse concelho faltarem quartos para estudantes? Parece-me óbvio que não, sendo óbvio também que os custos de alteração desses edifícios são bem menores que os dividendos positivos que os jovens estudantes trazem.

Outra das formas de resolução do problema passa por aumentar a oferta e qualidade da oferta formativa em outras zonas do país, correndo o risco de estar errado diria que Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro e Braga recebem a grande maioria dos estudantes do país, enquanto que Santarém, Viseu, Bragança, Castelo Branco e Beja por exemplo ficam com muitas vagas por preencher. Não é fácil de resolver este problema mas parece-me que as instituições de ensino públicas mais conceituadas deviam não só criar pólos longe da sua sede como distribuir know-how e professores a outras instituições, por exemplo num sistema similar ao franchising.

Algo tem de ser feito pois acredito sinceramente que alguns jovens não só não irão iniciar as suas aulas segunda-feira por falta de casa como irão concorrer á 2º fase de candidaturas ao ensino superior por não terem casa. 

domingo, 16 de setembro de 2018

ALPIARÇA ORGULHA-SE DAS SUAS GENTES


Isabel Ferreira Silva (direita) com Silvia Alberto, apresentadora de televisão

Um dos muitos trabalhos feitos pela Isabel Ferreira Silva

sábado, 15 de setembro de 2018

ALPIARÇENSES TEM QUE USAR LANTERNAS OU A PILHA DO TELEMÓVEL NAS RUAS DE ALPIARÇA

Por: Alice Cordeiro

Em pleno século XXI a nossa vila continua às escuras, excepto o Jardim Municipal.

Pessoas que têm que ir bem cedo para o trabalho tem que circular com lanternas ou usar a luz do telemóvel. Nem nos últimos séculos tivemos a vila na escuridão em que se encontra. 
As ruas onde circulam as pessoas não podem ter luz e o jardim onde não passa nenhum ser humano sempre iluminado.  Na escuridão as pessoas têm que caminhar por ruas sujas tropeçando em lixo em vidros e ervas. 
Se não conseguem manter a vila com  eletricidade voltem os candeeiros a petróleo

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Transferência de competências para as autarquias concluída em 2021


Conselho de Ministros aprovou os primeiros sete diplomas sectoriais no âmbito da transferência de competências para os municípios, em áreas como a justiça e a gestão de fundos comunitários.

Só a partir de 2021 é que a transferência de competências será para todos os municípios. Até lá, cada autarquia pode escolher as que pretende assumir de todo o pacote que o Governo acordou com o PSD.
Questionado sobre objeção já manifestada por alguns presidentes de câmara ao conjunto de diplomas aprovados esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, o ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, respondeu com o que considera ser a dupla flexibilidade da reforma.

“Entre 2019 e 2021, os municípios assumirão as novas competências, em função da sua capacidade, da preparação para o exercício e da motivação. Em 2021, estas competências serão de natureza obrigatória para todos. Além disso, é possível que municípios digam: nós em 2019 já estamos preparados para esta competência, mas aquela em 2020. Cada município fará a sua avaliação”, explicou Eduardo Cabrita.
As verbas a transferir para cada um dos municípios vão depender das competências que cada um vier a assumir.

O Governo aprovou esta quinta-feira em Conselho de Ministros os primeiros sete diplomas sectoriais no âmbito da transferência de competências para os municípios, em áreas como a justiça e a gestão de fundos comunitários.

Em conferência de imprensa, após o Conselho de Ministros, Eduardo Cabrita, anunciou que foram aprovados os diplomas sectoriais de transferência de competências para os municípios nas áreas da justiça, policiamento de proximidade, jogos de fortuna e de azar, gestão de praias marítimas fluviais inseridas no domínio público hídrico do Estado.

O ministro destacou ainda os diplomas que preveem a participação das comunidades intermunicipais (CIM) no apoio e estruturação de bombeiros voluntários, na promoção turística e na gestão de fundos europeus e programas de captação de investimento.

Eduardo Cabrita salientou que está a trabalhar com os municípios "para concluir o processo nas próximas semanas".

Os 23 diplomas sectoriais da descentralização devem ser progressivamente aprovados em Conselho de Ministros até 15 de outubro, a tempo do Orçamento do Estado, sendo a educação e a saúde as áreas mais difíceis de acordo entre Governo e municípios.
«RR»

FUNCIONÁRIA CONDENADA POR DESVIAR DINHEIRO EM ASSOCIAÇÃO DE PENSIONISTAS


A ex-chefe da secretaria da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça (ARPICA) foi condenada a três anos de prisão, com pena suspensa, por um crime de peculato.
O tribunal de Santarém deu como provado que a arguida, de 43 anos, apropriou-se de cerca de 4.380 euros da instituição para comprar artigos pessoais, roupa de marca, produtos de higiene e de beleza, alimentos e até tabaco, aproveitando-se do facto de ser ela quem fazia as compras para a instituição.
O cumprimento da pena de prisão fica suspenso mediante o ressarcimento desta quantia à ARPICA, segundo determina o Acórdão do Tribunal de Santarém, que foi lido na tarde desta terça-feira, 11 de setembro, com mais de 20 utentes do lar de idosos a assistir à sessão.
A arguida era também suspeita de um desvio de cerca de 109 mil euros do cofre da secretaria e das contas bancárias da associação de Alpiarça, mas foi absolvida em relação a essa parte da Acusação do Ministério Público (MP).
Este processo judicial teve origem numa auditoria detalhada às contas da associação, no período de janeiro de 2009 a julho de 2012, durante a qual foram detetadas irregularidades muito graves a nível da contabilidade e da gestão.
Contudo, e apesar de ter sido apurado que há verbas de montantes elevados em falta nos cofres da instituição, o coletivo de juízes considerou não existirem “provas concretas” para condenar a arguida pelo desvio ou apropriação do dinheiro em falta.
O acórdão salienta que a própria ARPICA devia ter um controlo mais objetivo dos seus processos contabilísticos, que várias testemunhas descreveram como uma “verdadeira salganhada” de papeis, mas esse facto não permite concluir que terá sido a mulher a fazer seu o dinheiro referente a depósitos ou das mensalidades pagas pelos utentes.
O tribunal disse também não ter sido possível apurar o que foi feito dos 109 mil euros, ou se é mesmo essa a quantia exata em falta.
Neste julgamento, sentou-se também no banco dos réus o marido da arguida, que desempenhou funções de tesoureiro na ARPICA durante o período a que reportou a auditoria.
O homem, de 47 anos, foi absolvido do crime de peculato também por falta de provas de que, com a sua conduta, estivesse a dar cobertura às irregularidades que o MP imputou à sua mulher.
A juiz-presidente do coletivo salientou ter resultado provado que o arguido sabia das discrepâncias contabilísticas desde 2009, mas mandava o técnico de informática corrigi-las, alegando tratarem de erros do programa informático.
“O tribunal poderia ser levado a concluir que esta conduta dava proteção à sua própria mulher, mas não pode condenar com base em evidências, pois não existem provas concretas disso”, afirmou a juiz-presidente na leitura do acórdão.
Apesar de ter sido condenada apenas na parte mais pequena dos desvios de dinheiro que lhe eram imputados, a arguida manifestou ao longo do julgamento “falta de interiorização da gravidade do seu comportamento”, referiu ainda a magistrada no final da leitura do acórdão.
«RR»

terça-feira, 11 de setembro de 2018

MAS QUE LAIA DE GENTE

Por: C. Navarro

Anda e vive nesta pacata vila chamada de Alpiarça uma série de gente que  veio de países de leste  que são sustentados por todos nós e com o nosso dinheiro.
Nunca lhes ensinaram que devem respeitar os costumes de outros povos mas acima de tudo não desrespeitar quem os recebeu de braços abertos.
Um tipo de gente que cospe no prato de quem lhes dá de comer.
Do que tem acontecido e continua a acontecer dirijo a responsabilidade para os órgãos institucionais do burgo que permitiram estas situações e continuam a alimentar quem é desordeiro e até a dar emprego a quem não merece.
As autoridades que desempenhem o seu cargo e fiscalizem as anormalidades que vão surgindo na pacata e singela vila de Alpiarça.
Não merecemos esta laia de gente.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Comboios

Por:
Rodolfo Colhe

Comboios


De medicina, desporto e política todos acham saber um pouco, mas nos últimos tempos uma nova temática passou a ter um elevado número de especialistas, refiro-me a situação da ferrovia e particularmente da CP. O mais interessante nesta nova vaga de especialistas é que provavelmente grande parte deles provavelmente não são utilizadores regulares nem nunca foram da CP, pelo menos pelos comentários que leio.
Felizmente o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, veio durante esta semana informar que o governo vai viabilizar a compra de 22 unidades circulantes, o que é ótimo mesmo que apenas cheguem 2023.
Há que renovar, melhorar, aumentar os transportes de pessoas e cargas através de comboio, mas também há que melhorar a gestão do que há, nomeadamente no que diz respeito à manutenção das composições. Mas muitos outros problemas estão associados ao transporte de pessoas por parte da CP, problemas esses que talvez tenham soluções mais rápidas do que a vinda das 22 unidades. Qual é a razão real de tantos atrasos? Será humanamente e materialmente possível cumprir os horários estipulados? Se não, não será melhor reorganizar os horários? Mas quem usa regularmente o comboio está certamente farto das paragens para outros comboios passarem, nomeadamente paragens em estações de baixa entrada e saída de passageiros. Não pode esta situação ser reduzida? Duvido que não o possa ser. As filas intermináveis para comprar bilhetes principalmente  nas grandes cidades, são um problema que facilmente se resolveria, bastando que a bilheteira comum não fosse usada para entrega de documentos para novos passes, bastava que dotassem as pessoas que trabalham nas bilheteiras de ferramentas para lidarem com cidadãos estrangeiros ou mesmo criando bilheteiras para os mesmos pois um indivíduo que só fala chinês tem todo o direito a tirar um bilhete no entanto o processo de compra desse bilhete e demais explicações demora muitas vezes 15 minutos, tempo mais que suficiente para o realizar o mesmo processo a 5 indivíduos que falem português. A “picagem” de bilhetes também é um processo que não decorre da melhor forma sendo por vezes difícil de perceber o porquê de tanta dificuldade.
A resolução dos problemas da CP é uma obrigação do estado, mas terá que partir da administração da empresa a minimização dos problemas nem que isso obrigue a mudanças profundas no funcionamento da empresa e não encareça um serviço que sendo de uso regular não é barato.
Se uns tem responsabilidades na resolução dos problemas outros têm a responsabilidade de através de uma forma credível dar a conhecer os problemas e apresentar propostas, essa responsabilidade está também nas autarquias locais. Todos os dias apanho ás 7h31 o comboio Inter-regional na Estação de Santarém, como bem mais de uma centena de pessoas, pessoas essas vindas de vários cidades, vilas e aldeias da zona, deve caber apenas a Câmara  Municipal de Santarém a defesa destes utentes (por falta de conhecimento não avalio a sua prestação nessa defesa)? Não me parece que assim deva ser, era importante que concertação de horários, períodos do dia onde se justifica o aumento do número de carruagens ou até de comboios, mas também o seu contrário caso existam comboios menos necessários ou que circulem com mais carruagens do que as necessárias, e as autarquias devem ter um papel nesta discussão.
Tenho a total certeza de que o atual governo e o futuro governo PS com ou sem maioria absoluta irá certamente tentar resolver os problemas da ferrovia em Portugal, mas todos os responsáveis políticos têm de fazer a sua parte.


domingo, 9 de setembro de 2018

ONDE ESTÁ A DIGNIDADE DA PESSOA E ONDE ESTÃO OS SERVIÇO SOCIAIS PARA NÃO PERMITIR SITUAÇÕES COMO ESTA?



Não há ninguém nesta autarquia que ajude esta pobre alma? A situação é recorrente...(*)

Local:  Porta dos bombeiros, virada para a Rua José Relvas.

(*) Texto e foto de: Gonçalo Palminha

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

DINHEIRO MAL GASTO QUE CAUSA “NOTÍCIAS INFUNDADAS”

Por:
V. Vidigal

Teima o presidente da Câmara de Alpiarça gastar quase quinhentos mil euros na “Reabilitação do Mercado Municipal de Alpiarça” quando todos sabemos que já não se justifica gastar tanto dinheiro na reabilitação daquilo que não tem futuro salvo para os interesses de “meia dúzia” de concessionários do dito mercado que se julgam donos do espaço como se de um típico bairro se tratasse e que lhes permite  enfeitar  as redondezas como se a coisa seja deles.

O Mercado Municipal de Alpiarça como muitos outros por este país fora está condenado e resta aos políticos manter a fachada do mesmo para “memória do futuro”.

Se o presidente julga vai modernizar a zona e criar ali um grande espaço comercial desengane-se porque  assim não será ( cá estaremos depois para ver os resultados).

Deve sim o presidente conservar o edifício e de tempos a tempos a Câmara mandar umas pinceladas para que mantenha boa apresentação.

Quantos aos poucos comerciantes que lá estão mais não são do que “peças de museu” que teimam em manter-se até que o negócio dê de si e feche de vez.

Gastar ali quinhentos mil euros é um mau investimento porque  nunca serão rentabilizados.

Serve apenas para tapar os olhos ao povo que julga ser mais uma grande obra do actual executivo quando na verdade não passamos  disto, das reabilitações ou requalificações, porque obras de raiz nem vê-las.

Com esta reabilitação pode o executivo e mais os “mesmos” dizer que foi mais um obra comparticipada a 85% por fundos do “POR Alentejo 2020” obra e obras estas que não passam de melhoramentos.

Que se deixe os poucos comerciantes que ali existem ocupar o espaço e o embelezem arcaicamente a gosto de cada um como se deles fosse o que não é porque  a Câmara agradece.

Melhor fosse aplicado os quase quinhentos mil euros na Barragem dos Patudos que tem muito por dar e explorar mas que parece não haver ninguém que consiga ver as mais-valias que por ali abunda.

Razão talvez tenha quem por ai anda a lançar “NOTICIAS INFUNDADAS”.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

“ATJUDITETOUR” E “ATJUDITEHOME” EM EXPANSÃO




Judite Gregório, empresária com estabelecimentos  sediados em Alpiarça quer colocar   as suas empresas “AtJuditetour” e “AtJuditehome” no rota do sucesso.

Para o efeito está a procurar temas genéricos e fotografias sobre  Alpiarça e  Ribatejo nomeadamente: monumentos,  rio Tejo, cavalos, vinhos e vinhas, gastronomia, tradições, lezíria, charneca, etc.

A empresária quer divulgar o melhor que há no concelho de Alpiarça e  Ribatejo, para promover o nosso concelho e a nossa região

Colabore e envie as suas fotos para a “ATJUDITEHOME”. que está sediada na Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes

NOTÍCIAS INFUNDADAS




Caros(as) amigos(as),
Perante a tomada de conhecimento da circulação de "notícias" infundadas -- aliás, completamente falsas -- sobre o processo que irá conduzir durante os próximos meses à total Reabilitação e Adaptação do Mercado Municipal de Alpiarça, numa empreitada superior a 450.000 euros, comparticipada a 85% por fundos do POR Alentejo 2020, obrigo-me a informar-vos do seguinte:
1. Todas as peças dos projectos de arquitectura e especialidades foram realizadas e aprovadas pela Câmara Municipal, em reunião pública;

2. A candidatura foi apresentada dentro do prazo e APROVADA pela entidade gestora do POR Alentejo 2020;
3. Após a aprovação, a Câmara Municipal lançou o respectivo concurso público para a empreitada, pelo valor de 450.000 euros, que, inesperadamente, ficou deserto por não terem surgido empresas concorrentes, nesta fase;
4. Cumpridos todos os actos subsequentes, a Câmara Municipal iniciou o procedimento de Consulta Prévia com convite a 3 entidades, tendo uma das empresas apresentado uma PROPOSTA VÁLIDA;
5. Na sequência deste concurso está já preparado o CONTRATO PARA A REALIZAÇÃO DA EMPREITADA desde o passado dia 6 de Agosto;
6. Durante o próximo mês de Setembro, a Câmara irá propor à Assembleia Municipal a necessária autorização para a assunção de compromissos plurianuais, de acordo com a lei, para os anos de 2018/2019;
7. Logo após essa autorização da Assembleia Municipal (estou certo que a Assembleia Municipal irá aprovar, dada a importância desta obra), o Contrato será imediatamente remetido para o Tribunal de Contas que, dado o montante em causa, terá de visar todo o processo;
No final de todo este processo, que estou convicto poderá estar concluído até final deste ano 2018 com o visto do Tribunal de Contas, estaremos em condições de INICIAR ESTA OBRA DE REQUALIFICAÇÃO GLOBAL E DE ADAPTAÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL DE ALPIARÇA para bem de toda a comunidade.
Esta é a verdade sobre este processo, conduzido de acordo com a legislação que enquadra a nossa acção, cujo único senão foi o facto de ter ficado deserto o primeiro Concurso, aspecto que foi prontamente ultrapassado pela Consulta Prévia com convite a 3 entidades.
Esta é a verdade sobre um processo conduzido com responsabilidade, por gente séria.
«De: Mário Pereira»

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Serviço Militar obrigatório? Não me parece

Por:
Rodolfo Colhe



Serviço Militar obrigatório? Não me parece


Numa sociedade onde a informação e desinformação circulam a uma velocidade muitas vezes superior àquela que o receptor tem capacidade para analisar friamente, a prudência deve ser uma das mais importantes características dos nossos governantes. Muitas vezes temas fraturantes da sociedade são lançados para a discussão exatamente porque está na altura de os discutir, porque há necessidade de apalpar terreno e para medir as sensibilidades, outras vezes são erros políticos acidentalmente provocados por uma qualquer razão ou provocados por uma qualquer “força” ou tendência que quer colocar o tema na ordem do dia.
Prefiro neste momento acreditar que as declarações do Ministro da Defesa Nacional Azeredo Lopes foram fruto do erro politico acidental ou provocadas por alguma “força” não querendo crer que o regresso do Serviço Militar Obrigatório (SMO) pelo menos como o conhecemos possa estar em cima da mesa. Antes de dar concretamente a minha opinião digo desde já que o tema é bastante mais complexo do que possa parecer e que gostava até de ver fundamentadas as razões desta possível possibilidade, e aí talvez pudesse eu próprio pelo menos suavizar a minha opinião.
Para mim como já é visível não faz o mínimo sentido falar no regresso do SMO, se a ideia é falar nele da forma como foi aplicado anteriormente, pela informação que tenho seria sem dúvida um erro com consequências graves a vários níveis completamente destintos, erros esses que iriam ser nocivos também para as próprias forças armadas. Nunca fui militar, limitei-me por obrigação legal a participar no dia da Defesa Nacional, mas em determinado momento da minha vida cheguei a olhar para a vida militar como uma hipótese para a minha vida, tendo posteriormente percebido que nunca me enquadraria e que não seria nem de perto nem de longe bom para o meu país, tenho, pois, pelas forças armadas o respeito que elas merecem apesar das minhas dúvidas sobre o seu funcionamento que guardo para mim por falta de conhecimento. Mas voltando atrás na conversa seria positivo para as forças armadas verem-se entupidas de jovens que não querem estar ali? Que não querem seguir aquela carreira e que sentem que lhes estão a dificultar o acesso a carreira que escolheram? Ficariam as forças armadas valorizadas com o regresso do SMO quando parte dos seus quadros já não tem uma forte ligação emocional as sua funções? Duvido muito.
O regresso do SMO não iria de todo ser favorável ao aumento do número de estudantes do ensino superior nem a progressão dessa carreira académica num momento em que o mercado se começa a abrir aos jovens licenciados e mestres muitas vezes em áreas que estão em elevado desenvolvimento no nosso país, e os jovens que optam pelo ensino profissional que através dele conseguem iniciar uma carreira, deveriam interrompe-la para cumprir SMO?
Todos estes possíveis atrasos no projeto de vida não iriam também ser nocivas no combate a baixa taxa de natalidade de Portugal?
Outra questão que me salta rapidamente a vista é a questão financeira, não seria também um aumento enorme da despesa com os mancebos a cumprir o SMO, alguns dos quais poderiam já estar a descontar sobre o seu vencimento e com um poder de compra superior o que lhes possibilitaria contribuir mais para o país.
Nem tudo a volta do SMO nem todas as posições são descabidas, posso concordar com Manuel Alegre (alguém de quem muitas vezes discordo, mas que não deixo de admirar) quando diz que “os jovens têm direitos, mas também têm deveres de cidadania” já discordo quando diz que “cumprir o SMO é um deles”, ou pelo menos tenho muitas dúvidas que seja o mais importante dever de cidadania, ou que não haja muitas formas de exercer a cidadania, eu sinto que o faço na minha ação política e enquanto ser humano.
Acho que o tema merece uma discussão, mas tendo logo como ponto partida que nunca poderia ter moldes sequer semelhantes aos que anteriormente eram utilizados.
Apesar das críticas é um tema que deixa sempre dúvidas, e onde é possível que uma boa clarificação possa levar os jovens a formar uma opinião concreta.
Uma palavra de força para a JS pela forma pronta como se pronunciou sobre o tema e teve capacidade de se fazer ouvir, quando todas as outras juventudes optam pelo silêncio.