quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

OPINIÃO: SE EU FOSSE O PRESIDENTE DA CÂMARA DEMITIA-ME DO CARGO

Por: . V. Vidigal


Fui alertado à poucos minutos pelo administrador do “Noticias de Alpiarça” sobre o encerramento da Estação dos CTT de Alpiarça ("DIAS NEGROS" PARA ALPIARÇA).

Fui ver com  os meus próprios olhos o edifício onde se situava a dita Estação se assim era.

Foi mesmo encerrada.

Nem sei como fiquei e como triste estou de saber que na minha terra tudo é possível de acontecer.

Andam em reuniões, andam em manifestações e fazem manifestações com “meia dúzia de manifestantes, que são sempre os mesmos.

Para isto?

Não bastasse, pessoa amiga que circulava na rua de bicicleta “gritou-me”:

“Vai alí mais à frente e vê o quiosque do Luís que também fechou…”

Coisa demais para a minha terra que está tão mal entregue.

Apenas está boa para quem vive à sombra do PCP e da CDU.

Recordei-me então de que:

 Vai para pouco tempo que a  fábrica do leite Reynolds em Alpiarça também encerrou;

Agora encerrou a Estação dos CTT.

Bem…não sei que dizer ou escrever.

Claro que o culpado não é Mário Pereira, nem a CDU e muito menos o PCP.

Reconheço que assim é.

Mas esta “desgraça” aconteceu durante os mandatos da CDU com a presidência de Mário Pereira.

Ironias do Destino.

NOTA FINAL: Ver no cartaz, que informa o encerramento da estação, que em caso de necessidade podemos ir (entre outros) ao Posto de Vale de Cavalos…

Acho isto uma ofensa à minha terra e à minha dignidade como alpiarcense que sou.

Com o que tem acontecido nos mandatos da CDU se eu fosse o presidente da Câmara demitia-me do cargo.

"DIAS NEGROS" PARA ALPIARÇA



Num curto espaço de poucas horas, Alpiarça viu encerrar dois importantes estabelecimentos.
A Estação dos CTT e o Quiosque do “Largo dos Águias”.
Que mais irá acontecer em Alpiarça e quem nos acode a estes encerramentos?



DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Borrego Leonor & Irmão e Bayer organizam jornada formativa sobre proteção da vinha em Almeirim

Borrego Leonor & Irmão e Bayer organizam jornada formativa sobre proteção da vinha A Borrego Leonor & Irmão S.A. e a sua representada Bayer organizaram uma jornada formativa sobre uso sustentável de produtos fitofarmacêuticos na cultura da vinha, a 19 de Fevereiro, na Adega Cooperativa de Almeirim.
 Atenta à necessidade de formar e informar os viticultores sobre as Boas Práticas Agrícolas de gestão da vinha, a Adega Cooperativa de Almeirim recebeu nas suas instalações cerca de 100 sócios numa ação de formação coorganizada pela Borrego Leonor & Irmão e pela Bayer.
 A Adega Cooperativa de Almeirim engarrafa por ano 12 milhões de litros de vinho, produzidos a partir de uvas entregues por cerca de 200 sócios, que detêm uma área de 1.500 hectares de vinha. 
A mensagem central da formação consistiu na importância da adoção de uma estratégia preventiva de proteção da vinha contra pragas e doenças. 
Avelino Balsinhas, responsável da Bayer para as culturas da vinha e olival na Península Ibérica, afirmou «é importante que os produtos tenham uma ação preventiva e curativa, mas não devem ser usados numa estratégia exclusivamente curativa». 
Segundo este especialista, os riscos das estratégias exclusivamente curativas, ou seja, de aplicar os produtos quando as doenças já estão instaladas na cultura são: perda de produtividade e de qualidade das uvas, menor intervalo entre tratamentos e risco de aparecimento de resistências às substâncias ativas utilizadas. 
A Bayer anunciou que está a preparar o lançamento em Portugal do serviço Movida®, que vai ajudar os viticultores a posicionar os tratamentos da vinha no momento exato, considerando as condições do clima e o risco de aparecimento das doenças. 
O serviço Movida®, que já em funcionamento em França, avalia o risco de aparecimento do míldio e do oídio, tendo em conta: dados de estações meteorológicas instaladas nas principais regiões vitivinícolas; um modelo epidemiológico do míldio e do oídio; um modelo de crescimento da vinha e uma base de dados de produtos fitofarmacêuticos Bayer.
 Logo que exista um risco de aparecimento de uma destas doenças, o viticultor poderá receber um alerta no seu telemóvel com uma recomendação de plano de tratamentos.
 «A gestão da proteção da vinha com o Movida® responde aos desafios de uma viticultura sustentável, com menos tratamentos e maior precisão na aplicação dos produtos», explica Avelino Balsinhas, revelando que este serviço está também a ser desenvolvido para gestão da botrytis e que, futuramente, irá mais além, aconselhando a dose de fungicida a aplicar em função do volume foliar da vinha e do risco da doença.
 A Borrego Leonor & Irmão está alinhada com esta estratégia de inovação e sustentabilidade preconizada pela Bayer e é sua parceira nesta oferta de serviços. «No futuro iremos ser inovadores na agricultura digital, onde podemos contar com os melhores serviços internacionais e nacionais dos nossos parceiros tecnológicos e comerciais», revela Paula Borrego. 
 Sobre a Borrego Leonor & Irmão S.A.: Fundada em 1968, a Borrego Leonor & Irmão S.A, tem sede e armazém em Almeirim e filial em Salvaterra de Magos. Centra a sua atividade no fornecimento de fatores de produção para a agricultura e presta um serviço de aconselhamento agronómico às explorações agrícolas, contando com uma equipa de 11 técnicos-comerciais com formação superior. Representa as principais marcas nacionais e internacionais de produtos e serviços para agricultura, num total de 152 fornecedores. O volume de negócios da empresa totalizou 25.6 milhões de euros em 2017.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA APROVA ABERTURA DE PROCEDIMENTOS CONCURSAIS PARA 22 POSTOS DE TRABALHO NO ÂMBITO DA INTEGRAÇÃO DE TRABALHADORES PRECÁRIOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


A Câmara Municipal de Alpiarça está a regularizar a situação de trabalhadores precários, através da aplicação da Lei nº 112/2017, de 29 de Dezembro, que estabelece os termos da regularização extraordinária dos vínculos precários das pessoas que exercem ou exerceram funções correspondentes a necessidades permanentes de serviço.
Estão nesta situação – de acordo com o disposto na referida Lei – os trabalhadores que exerceram funções no Município entre os dias 1 de janeiro e 4 de maio de 2017, através de contratos emprego-inserção e contratos emprego-inserção +, "recibos-verdes", bem como contratos a termo certo.
Após o apuramento das necessidades permanentes de um conjunto de serviços, e entendendo que a cada trabalhador que satisfaça essas necessidades deve corresponder um vínculo efetivo, a autarquia está neste momento a desenvolver todo o processo necessário para a contratação, por tempo indeterminado, de 22 pessoas que se encontrem abrangidas pela Lei.
A Câmara Municipal já aprovou, em reunião realizada no dia 23 de fevereiro, os procedimentos e medidas que se destinam a transformar as situações de precariedade em contratos por tempo indeterminado (no quadro), em áreas como as escolas ou os serviços exteriores, entre outras, criando estabilidade laboral aos trabalhadores e caminhando no sentido da melhoria dos serviços a prestar à população.
Estas propostas estarão presentes na Assembleia Municipal de Alpiarça, órgão deliberativo a quem cabe a aprovação final de todo este processo, na próxima sessão que se realizará no dia 28 de fevereiro.

GASOLINEIRAS DO INTERMARCHÉ ABASTECIDAS "EM EXCLUSIVO" PELA GALP E REPSOL




A administração do Intermarché assegurou hoje que os postos de abastecimento do grupo são fornecidos "em exclusivo" pela Galp e Repsol, assegurando a qualidade dos combustíveis vendidos e justificando os baixos preços à "política de lucro moderado".
O princípio dos Mosqueteiros assenta nos preços baixos e lucro moderado e isso é algo de que não abdicamos. A tentativa de associar os nossos preços baixos a uma menor qualidade ou, eventualmente, à prática de compra de produtos que fogem aos impostos é completamente despropositada e desprovida de fundamento", afirmou o administrador do Intermarché, João Magalhães, em declarações à agência Lusa.
"Tanto assim é que inclusive temos uma entidade (a SGS) que certifica os nossos postos de combustível e a conformidade e qualidade do combustível que é por nós comercializada", acrescentou.
O responsável respondia, assim, às afirmações do presidente da Prio, Pedro Morais Leitão, que em entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1 referiu a existência de "concorrência desleal do Intermarché nos combustíveis", acusando o grupo de comprar combustível a empresas que estão a ser investigadas por importações ilegais de gasóleo e de "ignorar" que se trata de "contrabando".
Assumindo "indignação" face a estas declarações, que considera serem uma forma "desprezível" de "tentar ganhar quota de mercado dizendo mal dos concorrentes diretos", João Magalhães assegurou que a Prio "sabe bem" que os postos de combustível do Intermarché são abastecidos pela empresa Alcapetro, do mesmo grupo, cujos "fornecedores exclusivos são, desde há já bastante tempo, a Galp e a Repsol".
Relativamente ao processo judicial em curso em que o Estado português acusa cinco empresas que importam gasóleo de Espanha sem ser declarado, exigindo 48 milhões de euros em compensações pela "falta reiterada de pagamento", o administrador diz estar "perfeitamente à vontade porque nem a Galp, nem a Repsol fazem parte dessa listagem".
"Por aquilo que lemos e soubemos, essa suposta quantidade de produto representaria cerca de 4% a 5% do combustível vendido em Portugal. Não estamos preocupados com os adversários, mas em continuarmos com a nossa política de tentar garantir o melhor produto aos melhores preços aos nossos clientes, independentemente da política dos outros", sustentou.
Sublinhando que "a Prio sabe bem qual a proveniência do combustível que o Intermarché compra e comercializa", João Magalhães avança ainda que esta empresa tentou, aliás, "há cerca de dois meses, negociações com o grupo com o intuito de o fornecer com os seus combustíveis".
Algo que, frisou, o Intermarché recusou porque tem com a Galp e a Repsol "contratos de fornecimento que não quer de forma alguma por em causa, dada a boa relação comercial que com eles mantém", e também porque "não reconhece qualidade acrescida nos produtos da Prio que justificasse a sua inclusão também como fornecedor".
Adicionalmente, disse o administrador à Lusa, a Prio é atualmente "fornecedor de postos de combustível de um concorrente" do Intermarché na área da distribuição alimentar, "o que poderia configurar, se não falta de ética, pelo menos alguma promiscuidade comercial".
Convicto que as declarações do presidente da Prio pretenderam apenas "denegrir a imagem" do Intermarché, atentando contra "o bom nome, prestígio e credibilidade" de um "concorrente direto", numa "atitude censurável e de concorrência desleal", João Magalhães afirma-se "indignado" e deixa no ar a pergunta: "Sendo assim, como é que às vezes os postos fornecidos por esse operador conseguem ter preços mais baixos do que os nossos? Qual é, então, o segredo deles? É que não bate a bota com a perdigota".

"Entre Caminhos" de João Inocêncio


ARTIGO DE OPINIÃO: Traição e nada mais

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista
de
Alpiarça


Traição e nada mais

A política é, sem sombra de dúvida, um campo minado onde é preciso saber bem onde se coloca os pés, o cacique, os lóbis e as facções estão sempre presentes, quer se goste ou não.
Se no caso do cacique ele é comum em todos os partidos e fações dos mesmos já os lóbis apesar de presentes em todos, a relação com todos não é igual. Mas é nas facções e num caso concreto que me irei focar. As facções existem dentro de todos os partidos, “cavaquistas”, “sampaístas”, “passistas” e “costistas” há de tudo dentro dos partidos onde apenas o PCP tem uma forma diferente de agir. Estas fações fazem parte da política e contribuem para a democracia interna dos partidos, sem elas os líderes rodeavam-se apenas de pessoas próximas levando, por vezes, a desvirtuar aquilo que é realmente o pensamento do partido. As fações devem por isso ser olhadas como algo bom no geral.
O problema é que nem sempre essas fações colocam o bem do partido e do país à frente do bem pessoal, tornando-se por vezes exclusivamente sugadores de poder e de lugares, tornando-se em guias de marcha para o insucesso desse partido. Já muitas vezes disse que há boas pessoas e más dentro de todos os partidos, e que para mim nem todos são camaradas, mas afirmo com a mesma força que considero a maioria como camaradas e gosto de o dizer tanto como gosto da palavra. É essa camaradagem e partilha de ideais que forma os partidos e os torna grandes. Infelizmente para a democracia assistimos nos últimos dias a uma situação em que a falta de camaradagem foi tal que apenas se pode qualificar como traição. Como é óbvio falo da eleição do líder de bancada parlamentar do PSD. Provavelmente, por eu ser ainda orgulhosamente jovem não tenho grande opinião formada sobre Fernando Negrão, mas a traição que lhe foi feita é mais do que vil e reflete o grupo de pessoas que estava em representação do PSD. Parece-me que o facto de nem todos os membros da lista terem votado em Fernando Negrão é uma grave traição que mina de tal forma a confiança da nova liderança nos deputados que me parece que iremos ouvir o PSD a duas vozes.
Não tenho nenhuma simpatia pelo PSD como não tenho pela direita, mas um país sem oposição é um país onde a democracia não pode funcionar em todo o seu esplendor. O país precisa de um PSD longe do CDS e mais próximo do centro, veremos se é isso que irá acontecer.  

Lançamento do livro Embarcações Tradicionais do Tejo / Embarcaciones Tradicionales del Tajo


Lançamento do livro Embarcações Tradicionais do Tejo / Embarcaciones Tradicionales del Tajo - em edição bilingue -, da autoria do Sr. Arquitecto naval Fernando Simões Dias.
O lançamento irá ocorrer às 16:00h do próximo dia 4 de Março de 2018, na Bolsa de Turismo de Lisboa – FIL.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

"Projecto Tejo -- Aproveitamento hidráulico de fins múltiplos do Tejo e Oeste".




A Quinta da Lagoalva de Cima e o concelho de Alpiarça na vanguarda das ideias para o desenvolvimento económico da região e do País. 
No início desta semana, com a presença do Secretário de Estado da Agricultura, dos presidentes das câmaras de Alpiarça, Abrantes e Almeirim, imprensa, especialistas na área da hidráulica e do regadio e de agricultores convidados, foi apresentado o "Projecto Tejo -- Aproveitamento hidráulico de fins múltiplos do Tejo e Oeste".
Este projecto de aproveitamento agrícola, com o exponencial aumento da área regada e a preservação das reservas subterrâneas de água, e turístico, aponta ainda para a navegabilidade do Tejo desde a foz até Abrantes. 
Está de parabéns a Quinta da Lagoalva, pelo lançamento deste projecto de impacto nacional, que deverá ser aprofundado e necessariamente merecer a atenção do Governo, do poder local e dos agentes económicos.
«Texto e foto de Mário Pereira»

sábado, 24 de fevereiro de 2018

EM PORTUGAL, OS BOMBEIROS ESTÃO PREPARADOS PARA SOCORRER ANIMAIS?



O XIV Congresso do Hospital Veterinário Montenegro, que se realiza este fim de semana, no Europarque de Santa Maria da Feira, irá ter uma sala de formação gratuita para “bombeiros e socorristas com uma sala de formação gratuita para que estes profissionais saibam como lidar com um animal ferido”.

Luís Montenegro, de 47 anos e médico veterinário, explicou ao Notícias ao Minuto que pretende alertar para a necessidade de os socorristas e bombeiros terem formação na assistência de animais, já que, tendo em conta os pedidos de ajudam que chegam, “não estão preparados para lidar com situações de socorro a animais”.
Pretende-se que a “iniciativa vá deixar lastro e que vá ser replicada, porque no dia a dia estes profissionais se deparam com situações em que têm também de socorrer animais”, mesmo que a sua formação seja apenas para socorro humano.
A formação deve existir até para que os socorristas se “protejam a eles próprios do dano que um animal ferido e com dores lhes possa causar”. “Os animais têm particularidades diferentes que é preciso conhecer para que o socorro seja eficiente e o prognóstico favorável”, assegura.
O ideal seria que a matéria de socorrer animais estivesse incluída nos cursos que bombeiros e socorristas têm como obrigatórios, mas o facto de a mensagem ser passada e de se entender a necessidade e importância já é relevante para estes veterinários.
«De: Inês André de Figueiredo»

CENTRO CÍVICO DE ALPIARÇA ESTÁ MAIS BONITO



No terreno onde se situava a antiga sede  do Águias” (esquina da Rua Comandante Fontoura da Costa/Rua José Relvas – Frente à Igreja) a Câmara colocou algumas  floreiras em forma de arcos.
Saliente-se que este terreno agora vedado pelas floreiras estava a ser usado como parque de estacionamento

Grande manifestação em Lisboa pela defesa do serviço público postal dos Correios




Grande manifestação em Lisboa pela defesa do serviço público postal dos Correios, com a participação de milhares de pessoas de todo o país, organizada pelos sindicatos dos trabalhadores dos CTT representando as duas centrais sindicais CGTP/IN e UGT, e com a presença de autarcas, movimento de utentes e dirigentes e deputados do PCP, PEV e BE.
Coube-me a honra de intervir em representação dos autarcas presentes, saudando a luta dos trabalhadores e apelando à defesa deste importante serviço às populações e à necessária intervenção do Governo de forma a impedir este processo de degradação do serviço e de encerramento de estações dos CTT .
«MP»

Reunião entre a ANACOM e os órgãos autárquicos de Alpiarça


Da esquerda para a direita: Agostinho Franco (Coordenador do Núcleo de Serviços Postais, ANACOM), Mário Fernando Pereira (Presidente, Câmara Municipal de Alpiarça), João Cadete de Matos (Presidente, ANACOM), Fernanda Cardigo (Presidente, Junta de Freguesia de Alpiarça), Carlos Jorge Pereira (Vice-Presidente, Câmara Municipal de Alpiarça).

Teve lugar a 22 de fevereiro de 2018, na sede da ANACOM, em Lisboa, uma reunião entre esta Autoridade e a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Alpiarça, na qual foram tratadas matérias relacionadas com o desenvolvimento do serviço postal universal e a qualidade do serviço assegurado pelos CTT - Correios de Portugal.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

TEMPO MUITO CHUVOSO PARA AS PRÓXIMAS SEMANAS


O estado do tempo iria sofrer uma alteração muito drástica nos próximos tempos, o nosso Anticiclone que teimosamente nos tem feito um bloqueio que dura à mais de um Ano finalmente vai rumar para outras paragens bem mais a Norte da Europa, assim temos o caminho aberto para as baixas pressões nos afectarem directamente, e temos assim nos próximos tempos um clima mais parecido com Irlanda ou Inglaterra.
As consequências disso vamos começar a sentir a partir de Segunda Feira e poderá durar pelo menos 10 dias seguidos, podendo até ser mais, são esperadas chuvas frequentes por todo o Continente a partir então de Segunda Feira no Sul a se estender ao Centro e mais tarde ao Norte, o dia para já que vai ser mais chuvoso da semana deverá ser o de Quarta Feira com chuva forte e persistente em todo o Continente, podem ocorrer trovoadas e não se exclui a formação de tornados ou outros fenómenos extremos de vento, a probabilidade é baixa de ocorrer mas não se pode excluir.
Podem-se acumular valores muito elevados de precipitação nos próximos 10 a 15 dias, não se excluindo valores a rondar os 100mm a 150mm em grande parte do Continente, e localmente até superiores aos 200mm até mesmo em regiões mais a Sul.
O vento será moderado e forte ao longo destes dias de instabilidade podendo ocorrer picos mais intensos.
A Neve pode aparecer em grande quantidade no Interior Norte e Serra da Estrela mas essa possibilidade ainda é algo incerta.
«https://www.facebook.com/jornal.alpiarcense.3»

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

SERVIÇOS MUNICIPAIS COMBATEM A PROLIFERAÇÃO DA "LAGARTA-DO-PINHEIRO"





Os serviços municipais de Alpiarça têm desenvolvido uma acção constante nas áreas de responsabilidade camarária de identificação e destruição de focos da "Lagarta-do-pinheiro", praga que tem proliferado em toda a região.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Câmara Municipal e a Junta de Freguesia foram recebidos na Assembleia da República



A defesa do serviço público universal postal e da Estação dos CTT em Alpiarça continua.
Hoje, na Assembleia da República, em audiência da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas da AR, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia foram recebidos pelos deputados representantes dos grupos parlamentares.
«De. M.P.»

Workshop de Kizomba



No próximo sábado o Clube organiza um Workshop de Kizomba com início às 15h.
Venham participar!
Inscrições pelo telefone 243558429 ou por email direccao@aguiasalpiarca.pt

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Foi-se a folia, veio a lagarta

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente daJuventude
Socialista de Alpiarça


Já passou o carnaval, e agora já alguém leva a mal e já se pode voltar a falar de coisas importantes.
Esta semana tem surgido notícias que não posso comprovar porque ainda não tive oportunidade de ir pessoalmente confirmar, mas não me custa nada a crer, até porque já assisti em outras alturas. Refiro-me às fotos que têm sido divulgadas de pinheiros com lagarta, principalmente, na zona da Reserva do Cavalo Do Sorraia.
Como é do domínio comum, esta “praga” é bastante perigosa para a saúde, para além do facto de que enfraquece a árvore levando-a a morrer. Confirmando-se mais uma vez a existência deste problema só vem confirmar que os cuidados com a saúde não são o forte deste executivo, e que a valorização do espaço da Reserva do Cavalo Do Sorraia também não.
Lamento que semana após semana tenha de fazer uma prosa de escárnio e mal dizer, às vezes de fazer corar os versos do enterro do galo com o executivo camarário como principal fonte de inspiração, mas torna-se difícil da forma como os assuntos são geridos e com a falta de preparação e de políticas. Já não é a primeira vez que falo na Reserva do Cavalo Do Sorraia e, infelizmente, não será a última uma vez que ainda não se percebeu se existe um plano para este espaço. A mim, sinceramente, parece-me que não e isso é grave.
É grave um espaço destes não ter um plano pois torna-se um investimento a fundo perdido, e se repararmos bem não é um investimento menor, água, manutenção, vencimentos e alimentação dos animais e todos os outros cuidados com os mesmos serão com toda a certeza no final do ano uma verba significativa, e depois que retorno se tira disso? E não se entenda retorno exclusivamente por retorno financeiro, pois seria uma interpretação errada e simplista, entenda-se sim retorno ao nível da melhoria da qualidade de vida e da divulgação da Vila. Um espaço tão aprazível não pode passar meses e meses sem receber uma única iniciativa seja ela de que tipo for. Para sermos verdadeiros espaços é algo que não falta a Alpiarça, falta é vontade e capacidade de fazer algo com eles.

Em jeito de notas finais queria aproveitar este meu espaço de opinião para demonstrar a minha felicidade em ver a minha grande amiga Mara Lagriminha ser candidata ao Departamento das Mulheres Socialistas do Ribatejo. A Mara é um grande quadro de enormes capacidades que irá representar bem não só as mulheres socialistas como as mulheres no geral. Tal como o seu slogan indica a Mara irá dar Voz à Igualdade, discutindo esse e outros assuntos da forma pragmática como sempre a vi agir.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

DESPORTO




17 De Fevereiro
Sábado  
FUTEBOL
9h30m - CD Águias x AD Fazendense (Infantis)
11h - CD Águias x GD Pontével (Sub 11
Estádio Municipal

--JOGOS FORA--
10h30m - GD Benavente x CD Águias (Sub 10)
Campo Jogos Camarinhais
16h - AC Santarém x CD Águias (Juvenis)
Campo Escola Agraria 

GINASTICA
9h - Participação das atletas  do Clube no Encontro de Benjamins
Salvaterra de Magos 

ATLETISMO
15h - Triatlo Técnico
Nave Desportiva de Alpiarça

18 De Fevereiro
Domingo 
BTT
10h - 11ª Maratona BTT Águias
Sede Do Clube Desportivo

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "GRITOS", de José Manuel Bento Sampaio

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "GRITOS"

Autor: José Manuel Bento Sampaio

Data: 17 | Fevereiro | 2018 às 15h00
Local: Biblioteca Municipal de Alpiarça
Presenças: Mário Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça e do Editor, Joaquim Garrido

Reunião da Câmara Municipal de Alpiarça realizada no dia 9 de Fevereiro de 2018

243 MIL EUROS DO PO-SEUR PARA A CÂMARA DE ALPIARÇA



Até ao passado dia 6 de fevereiro o PO SEUR aprovou projetos nos concelhos da Lezíria do Tejo que contaram com um apoio de 24 milhões de euros de Fundo de Coesão.

Os projetos aprovados pelo PO SEUR nos Municípios da Lezíria do Tejo abrangem nove áreas de intervenção deste programa, que incluem investimentos na produção de energia através de fontes renováveis (biomassa) e a melhoria da eficiência energética, bem como investimentos para reforço e melhoria da qualidade dos sistemas ambientais, designadamente nas infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais e de valorização de resíduos urbanos. Estas áreas contaram com mais de metade do total do financiamento aprovado: 13,1 milhões de euros.

Seguiu-se o domínio da prevenção e gestão de riscos, com investimentos em meios de emergência e ações estruturais para evitar acidentes graves e catástrofes, com 4,4 milhões de euros, bem como intervenções para prevenção e gestão de riscos de cheias e inundações, com um total de 3,9 milhões de euros.

O restante montante foi atribuído a investimentos que visam reforçar a adaptação às alterações climáticas, a redução de incêndios florestais, o apoio a instrumentos de planeamento, monitorização e comunicação e ações inovadoras para a prevenção e gestão de riscos.

Dos concelhos que fazem parte da Lezíria do Tejo, Santarém e Chamusca são aqueles que até ao momento mais beneficiaram dos apoios comunitários atribuídos através do PO SEUR, com 6,3 e 5,9 milhões de euros de Fundo de Coesão respetivamente. Seguem-se os concelhos do Cartaxo com 3,8 milhões, Benavente com 2,3 milhões, Almeirim (1,9 milhões), Golegã (1,3 milhões), Salvaterra de Magos (1 milhão), Rio Maior (388 mil), Azambuja (307 mil), Alpiarça (243 mil) e Coruche (200 mil).

Mais informação sobre as candidaturas aprovadas pelo PO SEUR até ao momento em https://poseur.portugal2020.pt/pt/candidaturas/candidaturas-aprovadas/

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Parabéns a quem faz bem

Por:
RODOLFO COLHE
Presidente
da
Juventude Socialista
de
Alpiarça

Parabéns a quem faz bem

Ninguém deve ser suficientemente distraído para pensar que sem empresas é possível conseguir empregos em número suficiente para manter o desemprego nos níveis em que está hoje.
É preciso também ser muito “lírico” para imaginar que essas mesmas empresas se vão situar em determinado local por obra e graça do espírito santo ou algo do género. A captação de empresas e a capacidade de dar resposta às necessidades é hoje uma mais-valia que todas as autarquias têm de ter. Felizmente, algumas até têm, outras infelizmente nem por isso. Esta semana fomos brindados com a primeira fábrica de telemóveis portuguesa a abrir em Coruche, uma vila que faz questão (e bem) de se manter como rural e de aproveitar a sua ruralidade ao máximo. Coruche é, claramente, um grande exemplo de captação de empresas e de qualidade na resposta, atraindo para o concelho investidores nacionais e internacionais, o que com toda a certeza não acontece por acaso. O problema é comum a muitos concelhos e é muitas vezes levantado, inclusivamente, foi numa reunião da Câmara Municipal de Santarém, que é a capital de distrito, e onde segundo os vereadores do PS não existe esse tipo de trabalho no sentido de captar essas empresas.
Mas há várias condições básicas para que uma empresa decida iniciar actividade num concelho em detrimento de outro, a começar claro pela matéria-prima. Uma das muitas razões, por exemplo, para a fixação da empresa de telemóveis em Coruche foi o uso da cortiça como componente. Outro ponto importante são as vias de transporte, mas mais importante que isso e até antes de tudo isso está o espaço. E Alpiarça tem esse espaço, mal preparado é um facto, mas tem, tal como tem as vias de transporte e como tem muita matéria-prima para a agro-indústria, por exemplo, entre outras indústrias.
A fixação de várias empresas na nossa zona, acaba com o estigma e com a desculpa de que é quase impossível atrair empresas e criar empregos no interior, não será com certeza fácil deslocar a Microsoft para Alpiarça ou a Google para Benavente, mas temos todas as condições para que muitas PME optem pelo nosso distrito, não esquecendo que são essas PME os verdadeiros grandes empregadores. Verdade seja dita que o executivo camarário ao contrário do que vinha a ser habitual, tem visitado os grandes empregadores o que é positivo mas não chega. Temos de aproveitar o que temos de melhor e potencia-lo, pois não chega ter, é preciso mostrar e potenciar e muitas vezes adaptar.

Os meus parabéns a Coruche e a todos os concelhos que sabem potenciar o que é seu, atraindo investimento para o seu concelho.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

O FUTURO DE ALPIARÇA ESTÁ NO DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA


Várias vezes e ao longo dos anos que temos vindo a  escrever  nas redes sociais - e não só -  as mais variadas crónicas sobre o desenvolvimento de Alpiarça.

Escrevemos, para continuarmos a afirmar,  que o desenvolvimento de Alpiarça não está no turismo como algumas pessoas teimam em fazer-nos crer.

O desenvolvimento de Alpiarça encontra-se na agricultura.

Já vai para décadas que os vários candidatos a presidente da Câmara, quando das eleições autárquicas, apresentam nas suas promessas eleitorais vários temas relacionados com o turismo local.

Já vai para décadas que não houve quaisquer investimento privado para com o turismo local pela simples razão que Alpiarça não está vocacionada para ter e viver do turismo.

O investimento público não passou de requalificações porque nada de novo houve quanto a investimentos privados ou novos.

Ter um Casa Museu e uma Barragem são apenas benefícios colaterais.

Nenhum Investidor investe em turismo num concelho pobre de estruturas de lazer.

Mas o tempo tem-se encarregado de mostrar que a nossa “teoria argumentável” está correcta como Alpiarça tem “pernas para andar” e crescer na área da agricultura.

Para quem tiver dúvidas aconselhamos uma leitura atenta às seguintes notícias publicadas mais abaixo e referentes aos últimos investimentos  na nossa terra.

Resta-nos acrescentar que  com a implantação só  destas três novas empresas nos últimos meses criaram-se quase cem postos de trabalho.

O Turismo nem um posto de trabalho criou

A VGT/ALFRESH COMERCIALIZA VEGETAIS (ABÓBORA E COUVE) SOBRETUDO PARA EXPORTAÇÃO E EXPORTA CERCA DE 92% MAIORITARIAMENTE PARA A HOLANDA E REINO UNIDO

A “ALCIDES CATROGA” VAI AVANÇAR COM UM PROJECTO DE COMERCIALIZAÇÃO DE MELÃO E MELANCIA JÁ ESTE ANO COM VÁRIOS AGRICULTORES DE ALPIARÇA



INAUGURAÇÃO DAS NOVAS INSTALAÇÕES DA HUBEL VERDE NA ZONA INDUSTRIAL DE ALPIARÇA

«Por: António Centeio»

DESPORTO




10 De Fevereiro
Sábado  
FUTEBOL
10h30m - CD Águias x Salvaterrence (Infantis)
Estádio Municipal
--JOGOS FORA--
11h - NS Rio Maior x CD Águias (Sub 11)
Campo Fut7 Apoio
15h - Santarém/Fazendense x CD Águias (Sub 7)
Campo Prof Gameiro

11 De Fevereiro
Domingo 
PESCA
9h - Pesca Desportiva
Barragem de Alpiarça

FUTEBOL
10h - CD Águias x Soccer Scalabis (Juvenis)
Estádio Municipal

A VGT/ALFRESH COMERCIALIZA VEGETAIS (ABÓBORA E COUVE) SOBRETUDO PARA EXPORTAÇÃO E EXPORTA CERCA DE 92% MAIORITARIAMENTE PARA A HOLANDA E REINO UNIDO



Novamente na zona industrial de Alpiarça, com a visita à VGT Portugal, empresa instalada há sete anos no concelho e que emprega mais de 60 trabalhadores. 
A VGT/Alfresh trata e comercializa vegetais (abóbora e couve) sobretudo para exportação -- exporta cerca de 92% maioritariamente para a Holanda e Reino Unido. Recentemente reforçou o investimento em Alpiarça, com o alargamento das instalações e da capacidade.
A produção agrícola associada comporta cerca de 550 hectares, com a contratação a diversos agricultores do concelho e da região, com a aposta no modo de produção biológico de alguns vegetais.
«M.P.»

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A “ALCIDES CATROGA” VAI AVANÇAR COM UM PROJECTO DE COMERCIALIZAÇÃO DE MELÃO E MELANCIA JÁ ESTE ANO COM VÁRIOS AGRICULTORES DE ALPIARÇA



Na tarde de hoje, a visita às instalações da empresa Alcides Catroga Lda, situadas na zona industrial de Alpiarça, na senda de contactos com agentes económicos do concelho.

A empresa cultiva mais de 600 hectares de terra na região, produzindo e comercializando batata, morango, tomate, alho, cebola, courgete, entre outros, para o mercado nacional e para exportação, empregando cerca de 20 trabalhadores regulares e várias dezenas mais no período das campanhas das colheitas. 

A Alcides Catroga vai avançar com um projecto de comercialização de melão e melancia já este ano, para o que se encontra a contratar a produção de vários agricultores de Alpiarça.
«Por: M.P.»