sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

JÁ ESTÁ A FICAR VERDINHO O NOVO JARDIM MUNICIPAL



Já está a ficar verdinho o novo Jardim Municipal, mais moderno, com mais do dobro da área em relação ao antigo, bem no centro da vila de Alpiarça. 

Os trabalhos aproximam-se da fase final, com os acabamentos dos edifícios de apoio e com a plantação de árvores, arbustos, flores e a sementeira da relva dos espaços verdes.
«de: M.P.»

DESPORTO





8 De Dezembro
Sexta 
FUTEBOL
--JOGOS FORA--
10h30m - Fazendense x CD Águias (Sub 10)
Complexo Desportivo Profissional José Gameiro Gomes 


9 De Dezembro
Sábado 
FUTEBOL
15h - CD Águias (Jogo Interno, Sub 11)
Estádio Municipal
--JOGOS FORA--
10h30m - Fazendense x CD Águias (Infantis)
Complexo Desportivo Profissional José Gameiro Gomes 

10 De Dezembro
Domingo 
FUTEBOL
9h - U.Tomar x CD Águias (Juvenis)
Estádio Municipal de Tomar

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

É IMPORTANTE ESCLARECER, É URGENTE COMUNICAR!

Mário Pereira
Presidente da Cãmara Municipal de Alpiarça


Não obstante os factos que vão sendo conhecidos relativamente ao aumento do IMI e ao impacto que isso irá ter no orçamento de muitas famílias do concelho de Alpiarça, continua a ser intrigante para muitos eleitores dos vários quadrantes políticos cá do burgo, a ABSTENÇÃO de Sónia Sanfona e António Moreira vereadores do PS, perante a proposta desse aumento, apresentada em reunião de câmara de 23-11-2017 pela maioria CDU que continua a gerir a câmara. Alguns dias depois, para nosso espanto, a bancada do PS, em plena Assembleia Municipal, votava contra este mesmo aumento, trazido aqui para aprovação e ratificação. Sinal de que há assimetrias de avaliação política no PS sobre o mesmo assunto. Daí muita gente dizer que "a bota não bate com a perdigota". E..."quem cala consente!" Seria de bom tom, que as pessoas que se deram ao trabalho de votar, fossem esclarecidas sobre o que realmente se passou. O "efeito surpresa"... as coisas ..."em cima do joelho" etc. aquando da apresentação da proposta em reunião de câmara, que levou a esta ABSTENÇÃO, parece não estar a ser muito bem compreendida, até pelos próprios militantes socialistas. É altura de esclarecer quem tem dúvidas sobre esta tomada de posição da vereação socialista, ao abster-se sobre um estranho aumento de 40% (!) no IMI para 2018. Porque os tempos continuam difíceis, muitos munícipes questionam por que razão este aumento bruto e repentino de 0,3% para 0,42% (note-se que o IMI máximo para 2017 é de 0,45%) não foi faseado ao longo dos últimos mandatos como fizeram muitos outros municípios do país? Muitos municípios têm mantido taxas de 0,3, 0,32, 0,34, 0,35, outros 0,40 a 0,45% e outros ainda antes de 2017 a 0,5% que era na altura a taxa máxima. (Pelo menos 143 câmaras, aplicaram a taxa mínima de 0,3% em 2017). Por isso, Alpiarça não foi um caso de excepção e, a apregoada poupança no IMI de 2 milhões de Euros no decorrer dos últimos oito anos, por parte das famílias alpiarcenses, não passa de uma história para adormecer criancinhas...pois todos sabemos quais as consequências políticas para a CDU, caso mantivesse o IMI na taxa máxima conforme a dada altura chegou a pretender. Mas, adiante. Ainda a propósito da coerência, transparência e quejandos, o esclarecimento que chegou para o exterior, para a população, foi apenas a justificação, mal argumentada e pouco convincente da CDU para este aumento de 40% de IMI, e a moção da bancada socialista na Assembleia Municipal, como reacção a esse mesmo aumento, nada mais. Até Já há quem diga que o vereadores Gaspar & Cunha estão cá a fazer falta para representar a verdadeira oposição política de Alpiarça e os interesses dos alpiarcenses. Por ironia, até o secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defende uma taxa máxima para o IMI de 0,4%...

Em boa verdade, quando o regime vigente CDU, aqui chamado de “posição”, elogia o comportamento daqueles que deviam fazer “oposição”, diz-nos a experiência, que alguma coisa não joga certo! E o Povo confirma que: “aqui há gato”! Não queremos acreditar, que a CDU pretenda acertar as continhas do défice autárquico à custa deste "jogo" e, deixar este mandato como um marco histórico do seu último mandato em Alpiarça.
 «PorM.Ramos»

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A devolução dos 3 dias de férias aos trabalhadores da Câmara Municipal de Alpiarca que foram roubados pelo anterior governo



Devolução dos 3 dias de férias aos trabalhadores da Câmara Municipal de Alpiarca que tinham sido roubados pelo anterior governo. 
Depois de termos contemplado esta possibilidade na alteração ao acordo de contratação pública com o STAL, durante o mês de Setembro, assinámos agora a mesma alteração ao ACEEP com os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (STFPSSRA).
A Câmara de Alpiarça é uma das primeiras no País a avançar para a concretização da reposição deste direito dos trabalhadores, tal como já tinha acontecido no processo de defesa das 35 horas semanais na administração pública local.
«MP»

Quem cala, consente

Mário Santiago


Quando em 2009 o PS perdeu as eleições em Alpiarça, Alpiarça encontrava-se confrontada com um ENDIVIDAMENTO de 13 milhões de euros e filas de fornecedores à espera de pagamento. Quando ninguém arriscava dizer que fazer pior seria impossível, o PCP encarregou-se desde aí em transformar Alpiarça no PIOR município português no que respeita ao INVESTIMENTO e com graves problemas de equilíbrio orçamental.
Isso mesmo, entre 308 municípios, não houve pior em todo o território português, continente e ilhas! Dados do Tribunal de Contas relativos a 2016:
ü  1º Município com menor INVESTIMENTO.
ü  9º Município de Portugal com MAIOR DESEQUILIBRIO ORÇAMENTAL.
ü  9º Município com MENOR VOLUME DE DESPESA PAGA
Como consequência desta gestão ruinosa por parte do PCP, o IMI para 2018 terá um aumento de 40%. (com abstenção dos vereadores socialistas). Assim, quem tem casa própria em Alpiarça, irá pagar mais 40% de IMI no próximo ano (e certamente, nos seguintes).
Ter casa em Alpiarça, representa por isso mesmo, um encargo fiscal proporcionalmente maior do que morar em:
  • Lisboa
  • Oeiras
  • Cascais
  • Porto
Quanto à abstenção a este aumento por parte dos vereadores socialistas Sónia Sanfona e António Moreira, existe um provérbio que lhes cola na perfeição:“Quem cala, consente”
Mas há quem se sinta revoltado pelos vereadores socialistas não tenham em sede própria feito valer os seus argumentos no sentido de evitar a qualquer custo um aumento desta magnitude. Não votaram contra, não se pronunciaram contra, e para que se seja inteiramente justo para com eles, fizeram o que era correto como legítimos herdeiros da gestão socialista até 2009. Quem, em 2009, deixou o concelho no estado miserável em que se encontrava do ponto de vista financeiro, não tem agora moral para votar contra a proposta comunista. Por isso, não foram hipócritas.
Foi, no entanto, catastrófico para todos os alpiarcenses, que nem Sónia Sanfona nem António Moreira tivessem esgrimido argumentos para evitar que a atual proposta fosse levada a votação na Assembleia Municipal, porque aí já seria (e foi) tarde.
Para terminar, não deixa ainda de ser uma curiosidade que no momento em que as coligações apoiadas pelo PSD (as verdadeiras oposições no concelho) deixaram de ter representação na vereação alpiarcense, o executivo comunista tenha sentido o caminho livre para finalmente propor este brutal aumento de impostos.
«Rede Regional»

ARTIGO DE OPINIÃO: Dois anos de Governo

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista
 de
Alpiarça
Estamos a aproximar-nos do final de 2017 e o normal em todos os indivíduos é fazer a retrospectiva daquilo que foi o seu ano, apesar disso ainda não é hoje que vou fazer essa retrospectiva, vou sim falar de dois anos de governação olhando para os últimos dias.

Nos últimos dias o governo tem sido alvo de pressões constantes de vários sindicatos, entidades agregadores de empresas do sector privado e de diferentes sectores da função pública, e isso é o reflexo da boa governação. Se o actual governo não tivesse devolvido às pessoas o que era delas, hoje não assistiríamos a tantas reivindicações, algumas legítimas outras nem um pouco. A verdade e custa-me dize-lo, é que determinadas classes que foram absolutamente desrespeitadas deveriam ter muito mais consciência social e perceber que não será possível devolver tudo num dia, mas mais do que isso deveriam perceber que estão a ser arma de arremesso de quem tudo lhes tirou contra quem lhes devolve uma grande parte do que perderam, e sinceramente acho que quem tem responsabilidade nessas classes deveria ter a coragem de o dizer e de demonstrar que não estão ao serviço de nenhum partido e mais até que não usam as instabilidades políticas para prosperar.
Para 2017, pedi humanismo e respeito pelos outros, algo que sinto que muitas vezes falta e que, sinceramente, acho que não estamos a conseguir recuperar ao ritmo necessário e é importante que quando se reivindica se tenha esse respeito e noção de que o país não é para uns ou para outros mas para todos e que é de todo impossível dar a todos o que pedem. Eu também gostava de receber mais como todas as pessoas no mundo mas isso não pode toldar o meu raciocínio nem o de ninguém. Existirá sempre uma grande discrepância entre os ordenados mais baixos e os mais altos, no entanto, há que evitar em primeira instância que os ordenados mais baixos deixem as pessoas a viver pouco acima do limiar da pobreza. O mundo laboral no nosso país é difícil e tem um longo caminho a percorrer mas hoje com a taxa de desemprego abaixo dos 9% ao invés dos mais de 15% que tivemos, com a reposição de direitos, o descongelamento de carreiras e o aumento contínuo do ordenado mínimo, já percorremos uma parte do caminho.

Outro ponto a analisar com muita atenção é a acção da direita portuguesa neste momento político, o que fez a senhora Assunção Cristas para melhorar as condições de vida dos portugueses, ou será que também faltou a essas reuniões? Como é possível que os mesmos seres com uma obsessão doentia pelo défice e pelo cumprimento de metas que cortaram até a exaustão os direitos dos portugueses e que, inclusivamente, acharam excessivo o aumento do ordenado mínimo, hoje nada tenham a dizer sem ser para, por puro eleitoralismo, vir pedir mais? Dois anos passaram e mais dois passarão. Muito há a fazer, muito será feito e com certeza muito ficará por fazer, o compromisso deverá ser para uma década e não para fazer tudo num mês.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

TODOS OS UTENTES DO CENTRO DE SAÚDE DE ALPIARÇA PODERÃO TER MÉDICO DE FAMÍLIA, PELA PRIMEIRA VEZ EM VÁRIAS DÉCADAS



Câmara Municipal de Alpiarça 
INFORMAÇÃO

NOVA MÉDICA COLOCADA NO CENTRO DE SAÚDE DE ALPIARÇA 

Cobertura total de utentes do concelho de Alpiarça com Médico de Família

O Centro de Saúde de Alpiarça recebeu uma nova médica no início deste mês de Dezembro, que está já a exercer funções.
A colocação desta profissional pelo Ministério da Saúde (ACES Lezíria/ARS-LVT) no Centro de Saúde vem permitir a cobertura por Médico de Família de todo o universo dos utentes do concelho de Alpiarça.
Deixa de haver, assim, utentes involuntariamente sem médico atribuído.
A Câmara Municipal de Alpiarça, que tem acompanhado de perto a evolução das questões relacionadas com a saúde no concelho em articulação com as estruturas do Ministério e dos utentes, considera a actual situação um importante salto qualitativo, ao nível dos cuidados primários do Serviço Nacional de Saúde, na assistência prestada numa área fundamental para a qualidade de vida da população.
Mário Fernando Atracado Pereira 
Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça

4 de Dezembro de 2017

Jerónimo diz que Centeno não vai definir políticas no Eurogrupo


Jerónimo de Sousa considera que eleição de Centeno para o Eurogrupo não vai trazer melhorias para o país

O secretário-geral do PCP afirmou  em Alpiarça, que a eventual eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo não vai determinar as políticas da União Europeia nem significa melhorias para o país, como demonstraram "experiências anteriores".

Falando num almoço/comício em Alpiarça, Jerónimo de Sousa afirmou que o povo conhece "experiências anteriores em que cidadãos nacionais assumiram responsabilidades na União Europeia e o país não ganhou nada com isso".

"Pode-se eleger [o ministro das Finanças, Mário Centeno] para a presidência do Eurogrupo. A questão é saber quem é que vai determinar as políticas da União Europeia e não será um presidente, não será um homem. Quem decide são as instituições e as instituições atuais da União Europeia decidem não a favor dos povos nem dos países, mas a favor do grande capital e isso não se vai alterar seja qual for o resultado", declarou no final de um almoço que reuniu cerca de 300 pessoas no pavilhão do parque de exposições de Alpiarça.
«DN»

sábado, 2 de dezembro de 2017

PS/ALPIARÇA: "A BOTA NÃO BATE COM A PERDIGOTA"

Sónia Sanfona


NO "CASO" DO IMI, O PS DE ALPIARÇA ESTÁ A TRILHAR DOIS CAMINHOS, COM JOAQUIM ROSA DO CÉU A TIRAR O TAPETE A SÓNIA SANFONA
O aumento da taxa de IMI, de 0,3% para 0,42%, para o ano de 2018 (a pagar a partir de Abril de 2019), um aumento de 40 por cento relativo a 2017 que havia sido aprovada na reunião do executivo municipal de 23 de Novembro, com os votos a favor da CDU e a abstenção do PS, tendo sido justificada pela maioria como uma forma de garantir a sustentabilidade financeira municipal e possibilitar o necessário investimento no futuro do concelho e de todos os alpiarcenses, foi agora rejeitada na Assembleia Municipal pela bancada do PS, que liderada pelo ex-presidente da câmara de Alpiarça, Joaquim Rosa do Céu, votou contra a proposta do Executivo, quando os seus colegas de partido Sónia Sanfona e António Moreira, no executivo, tinham optado pela abstenção.

"Os próximos anos colocam-nos o desafio do aproveitamento das verbas do quadro comunitário Portugal 2020, oportunidade de executar obras e medidas importantes para o desenvolvimento do concelho, comparticipadas a 85%, mas tendo o Município que assegurar a sua parte de cofinanciamento", refere uma nota de imprensa do município.

O mesmo documento enumera alguns dos investimentos a realizar nos próximos anos, casos da revitalização do Mercado Municipal, da ampliação e requalificação do Jardim, da requalificação da Escola EB2,3/Secundária ou da substituição da iluminação Pública em todo o concelho com lâmpadas LED, entre outros.

Segundo a autarquia, com a taxa de 0,3 por cento nos últimos 5 anos, Alpiarça perdeu cerca de 2 milhões de (cerca de 400 mil euros por ano) em relação ao que receberia se fosse aplicada a taxa máxima (0,5%).

"Com a atual estrutura de receita, o Município não estará em condições para realizar os investimentos necessários e torna-se, por isso, impossível continuar a abdicar de uma receita fundamental como é a do IMI", justifica a autarquia na referida nota de imprensa."


Joaquim Rosa do Céu, que agora se recusa a aprovar uma taxa de 0,42% quando nos tempos da sua presidência a taxa praticada era de 0,5%, está a mostrar quem manda e sempre mandou no PS de Alpiarça. Sónia Sanfona que se cuide!

«Texto de Opinião de O.Simões»

Jerónimo de Sousa em Alpiarça



Está tudo a ficar pronto para recebermos várias centenas de amigos e camaradas em mais um grande Almoço de Natal do PCP em Alpiarça, desta vez no pavilhão de espectáculos da Alpiagra, com a presença de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do Partido. 
«Fotos e texto de Mário Pereira»

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Festa solidária pela Joana em Alpiarça


As instalações do Moto Clube Charrua, no Largo da Feira de Alpiarça, vão acolher uma festa solidária cujo objetivo é recolher fundos par comprar uma scooter adaptada para a Joana Ramos, uma jovem adolescente que nasceu com uma anormalidade congénita conhecida por “Espinha Bífida”.

A festa “Todos pela Joana” realiza-se este sábado, 2 de dezembro, a partir das 16 horas, e terá zumba com Joana Pernas, folclore com o grupo “Albandeio”, e o DJ Paninho a partir das 23 horas, além de porco no espeto e doces tradicionais.

Neste momento, a jovem desloca-se numa cadeira de rodas manual, um equipamento que não é adequado à sua condição de saúde.

A angariação de fundos para a aquisição da scooter, que custa cerca de três mil euros, já se iniciou em outubro, e já conta com o apoio de várias empresas, instituições e particulares, mas o dinheiro recolhido não chega para a aquisição do equipamento.
«RR»

1º DEZEMBRO de 2017 em Alpiarça - S.F.A.

INE: Pobreza regista a redução mais significativa dos últimos 10 anos


A devolução de rendimentos e a melhoria do acesso a prestações sociais acordadas pela maioria parlamentar de esquerda permitiram já uma redução da pobreza e das desigualdades. Os dados são da publicação Rendimento e Condições de Vida hoje divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística.

Em 2016, a taxa de risco de pobreza situou-se nos 18,3% menos 0,7 pontos percentuais que em 2015, a maior redução dos últimos 10 anos. A taxa de risco de pobreza registou quedas mais acentuadas nos segmentos mais fragilizados: jovens e idosos. Nos jovens a taxa recuou de 22,4% para 20,7% e nos idosos a taxa de risco de pobreza baixou de 18,3% para 17,0%. Nos adultos a redução foi de apenas 0,1 pontos percentuais para 18,1%.

O número de pessoas em privação material severa ou muito severa sofreu também uma redução expressiva de 19,5% para 18%. Ou seja, apesar de 200 mil pessoas terem saído da condição de privação material há ainda 1,8 milhões de pessoas que no seu quotidiano não tem acesso a três itens de uma lista de nove. Nesta lista incluem-se, por exemplo, disponibilidade de uma máquina de lavar roupa, de automóvel, capacidade para manter a casa devidamente aquecida mas também a capacidade para pagar uma semana de férias por ano fora de casa. Considera-se que a privação é severa quando quatro ou mais itens da lista não estão acessíveis. A taxa de privação severa registou também uma redução expressiva de 8,4% para 6,9%.

Mas as políticas da maioria não resultaram apenas numa redução da pobreza mas também das desigualdades, com os três indicadores apresentados na publicação a registarem reduções. O coeficiente de Gini registou uma queda de 33,9% para 33,5% enquanto o indicador S80/S20, que compara o rendimento dos 20% com mais recursos com os 20% com menor rendimento, desceu de 5,9 para 5,7. O indicador S90/S10 caiu de 10,1 para 10,0.
«g.c.»

DESPORTO




1 De Dezembro
Sexta 
FUTEBOL
--JOGOS FORA--
9h - GD Marinhais/Ac Santarém x CD Águias (Sub 10)
Complexo Desportivo de Marinhais
10h30m - AC Pernes x CD Águias (Sub 11)
Pernes Campo Livramento

2 De Dezembro
Sábado 
ATLETISMO
15h - Atletismo/Torneio de Abertura
Nave Desportiva de Alpiarça
 
3 De Dezembro
Domingo 
FUTEBOL
9h - CD Águias x AC. Santarém (Juvenis
11h - CD Águias x CD Amiense (Sub 11)
Estádio Municipal

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

IMI: NUNCA DEU TANTO DINHEIRO ÀS CÂMARAS MUNICIPAIS


As autarquias vão encaixar 1,54 mil milhões de euros referentes ao imposto sobre imóveis, segundo os cálculos do Correio da Manhã. O prazo para o pagamento do imposto termina esta quinta-feira.

O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) deverá render às autarquias 1,54 mil milhões de euros este ano, o que significa o maior encaixe de sempre com esta taxa, de acordo com as contas do Correio da Manhã (CM). O aumento das vendas de imóveis deverá levar a um aumento do encaixe com o IMI de 4,2%, em comparação com os 1,47 mil milhões de euros recebidos no ano passado.
O prazo para o pagamento do IMI referente a imóveis avaliados em mais de 500 milhões de euros termina esta quinta-feira. Lisboa é o município mais beneficiado, com as receitas a chegarem aos 114 milhões de euros, seguido de Cascais, com um encaixe de 50 milhões e de Sintra com 49 milhões.
A evolução dos dados sobre o imposto mostram que as receitas aumentaram 452 milhões de euros desde 2010, devido a reavaliações do valor patrimonial e ao forte crescimento das vendas, de acordo com o CM. Segundo as estimativas do Orçamento do Estado, a tendência de aumento das receitas referentes ao IMI deverá continuar. Para 2018, a subida poderá ser de 5% face a este ano, para 1,61 mil milhões.
«JE»

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

II Fórum da Inovação e do Empreendedorismo


Na abertura do II Fórum da Inovação e do Empreendedorismo, workshop sobre inovação e sustentabilidade, organizado em parceria pela NERSANT e pela CIMLT, hoje, em Santarém.
«De: Mário Pereira»

ANDAM A ENVENENAR CÃES NA AVENIDA DA CASA DO POVO


Alguém anda a matar  cães   na Avenida da Casa do Povo utilizando algo preparado  com veneno.

Notícias de Alpiarça foi alertado por uma moradora devidamente identificada  que contou o que está acontecer.

“Desconheço quem o faz e como faz mas julgo que a comida com veneno é colocada em sítios  que os cães costumam frequentar“ para nos adiantar que já fez várias queixas e “até pediu ajuda ao Veterinário Municipal” mas que “nada fez para descobrir as razões do sucedido.”

Sabe apenas que alguns dos seus cães apareceram envenenados e que tem avisado “as pessoas para terem cuidado por causa das crianças.”

Uma médica veterinária com consultório em Alpiarça tem ajudado a “moradora com medicamentos para além de alguns tratamentos” aos que escapam ao envenamento.




A médica “já conseguiu salvar alguns dos cães que lhe chegam às mãos após injecções de antídoto de venenos organofosforados, contudo, quando a dose de veneno ingerida é grande, os animais morrem, após algumas horas em agonia.”

Alguns dos canídeos chegam a andar na rua com convulsões violentas.

Um outro morador contactado por NA disse-nos que para acabar com esta maldade os “donos de animais devem andar com os cães com trela ou  açaimados impedindo assim que ingiram o que encontram na via pública”.

Segundo conseguimos apurar está fora de questão a aplicação  de herbicida para matar as ervas que crescem nas redondezas da avenida da Casa do Povo.

Quando à opinião do Veterinário não conseguimos contactá-lo.

Alertamos que deve haver o maior cuidado com as crianças e animais neste período”.

CÂMARA DE ALPIARÇA "OBRIGADA" A SUBIR IMI EM 40% PARA FAZER FACE A INVESTIMENTOS


A Câmara Municipal de Alpiarça propôs à Assembleia Municipal a aprovação de uma taxa de IMI de 0,42% para o ano de 2018, um aumento de 40 por cento relativo a 2017.

A decisão foi aprovada na reunião do executivo municipal de 23 de novembro, com os fotos a favor da CDU e a abstenção do PS, tendo sido justificada pela maioria como uma forma de garantir a sustentabilidade financeira municipal e possibilitar o necessário investimento no futuro do concelho e de todos os alpiarcenses.

"Os próximos anos colocam-nos o desafio do aproveitamento das verbas do quadro comunitário Portugal 2020, oportunidade de executar obras e medidas importantes para o desenvolvimento do concelho, comparticipadas a 85%, mas tendo o Município que assegurar a sua parte de cofinanciamento", refere uma nota de imprensa do município.

O mesmo documento enumera alguns dos investimentos a realizar nos próximos anos, casos da revitalização do Mercado Municipal, da ampliação e requalificação do Jardim, da requalificação da Escola EB2,3/Secundária ou da substituição da iluminação pPública em todo o concelho com lâmpadas LED, entre outros.

Segundo a autarquia, com a taxa de 0,3 por cento nos últimos 5 anos, Alpiarça perdeu cerca de 2 milhões de (cerca de 400 mil euros por ano) em relação ao que receberia se fosse aplicada a taxa máxima (0,5%).

"Com a atual estrutura de receita, o Município não estará em condições para realizar os investimentos necessários e torna-se, por isso, impossível continuar a abdicar de uma receita fundamental como é a do IMI", justifica a autarquia na referida nota de imprensa.
«RR»

terça-feira, 28 de novembro de 2017

ALGUMAS EMENTAS NAS CANTINAS DAS ESCOLAS DO 1° CICLO E JARDINS DE INFÂNCIA DO CONCELHO DE ALPIARÇA

EMENTA DE SEGUNDA-FEIRA NAS CANTINAS DAS ESCOLAS DO 1° CICLO E JARDINS DE INFÂNCIA DO CONCELHO DE ALPIARÇA 
Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017
HAMBÚRGUER DE AVES COM ESPARGUETE E SALADA
SOPA À LAVRADOR 
FRUTA
PÃO



COMUNICADO DA CÂMARA: "SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA E INVESTIMENTO MUNICIPAL PARA OS PRÓXIMOS ANOS IMPÕEM NECESSIDADE DE AUMENTO DO IMI PARA 2018


Os próximos anos colocam-nos o desafio do aproveitamento das verbas do quadro comunitário Portugal 2020, oportunidade de executar obras e medidas importantes para o desenvolvimento do concelho, comparticipadas a 85%, mas tendo o Município que assegurar a sua parte de co-financiamento.
Neste quadro o Município de Alpiarça tem um conjunto de projectos, operações e medidas já aprovados e em execução, bem como outras em carteira:
- Revitalização do Mercado Municipal; Ampliação e Requalificação do Jardim; Requalificação da Escola EB2,3/Secundária; Substituição da Iluminação Pública em todo o concelho com lâmpadas LED; Projecto de Promoção do Sucesso Educativo; Recuperação da Barragem dos Patudos e da Vala; recuperação de troços da rede viária municipal; manutenção das Bolsas de Estudo, do apoio social escolar e ao movimento associativo desportivo, cultural e social; entre outros.

Estes são investimentos muito importantes para o futuro.
Nos últimos 5 anos os prédios urbanos situados no concelho de Alpiarça têm sido taxados no valor mínimo (0,3%), na sequência de uma opção política do Município que tem beneficiado os seus proprietários. Alpiarça é um dos dois únicos municípios com taxa mínima na nossa região.
Dessa forma, a CMA deixou de receber perto de 2 milhões de euros, cerca de 400 mil euros por ano em relação ao que receberia se fosse aplicada a taxa máxima(0,5%) que anteriormente vigorava.
Foram cerca de 2 milhões de euros que os proprietários desses prédios urbanos pouparam, mas que muita falta têm feito aos orçamentos da CMA, tendo afectado negativamente a capacidade de realização da autarquia ao serviço de toda a população.
O processo de recuperação financeira a caminho da sustentabilidade que tem sido seguido (redução de mais de 5 milhões de euros da dívida municipal registada em 2009) traduz-se num grande esforço de amortização da dívida que ascende a cerca de 1 milhão e 300 mil euros por ano, verba essa que muito constrange e limita a capacidade de realização e de investimento, bem como condiciona também a capacidade de manutenção de equipamentos colectivos e a aquisição de fornecimentos fundamentais à prestação de um melhor serviço a todos os munícipes.
Em paralelo, a justa isenção automática do pagamento de IMI a todos os proprietários-contribuintes com rendimentos anuais até 15.295 euros e cujo valor do prédio seja inferior a 66.500 euros (medida que abrange quase um terço) acarretou a descida dos valores cobrados pelo Município nos últimos anos, situando-se abaixo dos valores definidos no plano de saneamento financeiro (PSF).
Com a actual estrutura de receita o Município não estará em condições para realizar os investimentos necessários e torna-se, por isso, impossível continuar a abdicar de uma receita fundamental como é a do IMI, para mais num quadro em que os sucessivos Governos têm mantido um crónico incumprimento da Lei das finanças locais no que respeita às transferências a que os municípios têm direito, ao mesmo tempo que lhes são atribuídas novas competências.
Pelas razões aduzidas, a CMA propôs à Assembleia Municipal a aprovação de uma taxa de IMI de 0,42% para o ano de 2018 de forma a garantir a sustentabilidade financeira municipal e a possibilitar o necessário investimento no futuro do concelho e de todos os alpiarcenses.
Câmara Municipal de Alpiarça
28 de Novembro de 2017

MUNICÍPIOS REDUZEM PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTOS



Entre os cerca de 50 municípios do país com prazo médio de pagamentos (PMP) superior a 60 dias, estão dois da região do Médio Tejo e mais dois do distrito de Santarém: Tomar, Sardoal, Golegã e Alpiarça.
A lista publicada pela DGAL – Direção Geral das Autarquias Locais referente ao 3º trimestre de 2017 revela que, de uma maneira geral, os Municípios têm reduzido substancialmente o prazo médio de pagamentos aos fornecedores.
Tomar continua a ser o Município do Médio Tejo que demora mais tempo a pagar, mas num ano reduziu para menos de metade esse prazo. No final de 2016 a média de atraso era de 466 dias, e os dados mais recentes revelam que demora a pagar 194 dias, cerca de seis meses e meio.
Outro Município da região que consta da lista é Sardoal, cujo prazo médio de pagamentos é de 113 dias.
Do distrito de Santarém, fazem ainda parte da lista os Municípios de Golegã (127 dias) e Alpiarça (166 dias), sendo este último o único na região que aumentou o PMP.
Conforme obriga a lei, compete à DGAL divulgar trimestralmente a lista dos municípios que tenham um prazo médio de pagamentos superior a 60 dias.
A lista mais recente tem como universo de análise 305 Municípios com informação validada. Entre os três Municípios com informação em falta ou não validada está Constância.
Municípios com prazo médio de pagamento (em dias) superior a 60 dias
Médio Tejo e distrito de Santarém
31-12-201631-03-201730-06-201730-09-2017
Tomar466407297194
Sardoal 115109118 113
Golegã136126126 127
Alpiarça147159163 166
Fonte: DGAL
«Médio Tejo»

MÁRIO PEREIRA/SÓNIA SANFONA: “Temos gente”

Por: V. Vidigal

Do desenvolvimento da  última reunião de Câmara chego à conclusão que finalmente o bom senso chegou à mesa das decisões.

Ouvi Sónia Sanfona a apresentar as suas ideias e algumas propostas sem levantar a voz como salientar que “sabe quem decide”  para além de frisar que  entre os eleitos deve haver uma “total lealdade”.

Também Mário Pereira demonstrou querer estar em sintonia com os vereadores da oposição.

Soube ouvir atentamente o que foi dito pela Vereadora Sónia Sanfona e António Moreira, os eleitos pelo PS.

Todos falaram de forma a haver respeito entre ambos. Afinal estão ali todos para defender os interesses do Concelho.

Gostei de ouvir o presidente da Câmara a dar os devidos esclarecimentos aos vereadores de forma esclarecedora e em tom suave.

Fiquei com a sensação de que futuramente poderá haver um certo acordo na apresentação de projectos e na defesa dos interesses de Alpiarça.

Pareceu-me  que os tempos em que as reuniões pareciam um “circo”,tal era a algazarra de alguns vereadores como as ameaças e ofensas terminaram no local onde tudo se decide.

Fiquei também com a impressão de que a vereadora socialista está disposta a colaborar com a maioria desde que esteja em discussão os interesses locais

Temos gente.

Alpiarça precisa de paz e entendimento.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ÁGUAS DO RIBATEJO PARTICIPA NA PREVENÇÃO DAS CONSEQUÊNCIAS DA SECA


TEMA DOMINOU ENCONTRO NACIONAL DA ÁGUA COM CENTENAS DE ESPECIALISTAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

O que podemos fazer para minimizar os efeitos da seca extrema?

Este foi o tema dominante do Encontro Nacional de Entidades Gestoras da Água e Saneamento (ENEG) que reuniu mais de meio milhar de especialistas em Évora de 21 a 24 de novembro.
O Presidente do Conselho Mundial da Água, o investigador brasileiro Benedito Braga defendeu que devem ser construídos mais reservatórios, adutoras e barragens. É urgente duplicar a capacidade de armazenamento da água e combater todos os desperdícios.
Para melhorar a eficiência hídrica, o especialista defendeu prémios para os consumidores responsáveis como reduções na fatura da água e penalizações para quem não respeita o valor da água e consome sem regras.
“A próxima guerra mundial não será gerada pelo petróleo, mas pela água”, referiu o Presidente do Conselho Mundial, alertando que a ONU prevê um défice de 40% na quantidade de água necessária para abastecer a população mundial em 2040.
Recorde-se que a Águas do Ribatejo fez significativos investimentos para reforçar a capacidade de armazenamento de água, garantindo reservas para 48 horas na maioria dos sistemas. Foram construídos 36 novos reservatórios e reabilitados 30 depósitos existentes.
Francisco Oliveira, Presidente da AR, participou nos trabalhos onde o modelo da empresa municipal foi focado como um caminho a seguir noutras regiões do país. Em sete anos foram investidos nos sete municípios que integram a AR, 140 Milhões de Euros com financiamento da União Europeia.
O Ministro do Ambiente, Matos Fernandes anunciou que estão aprovadas dezenas de novas candidaturas com o apoio do POSEUR PORTUGAL 2020, onde se incluem as obras que a AR irá realizar nos concelhos de Torres Novas e Benavente.
No dia 13 de dezembro, o Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins inaugura duas novas ETAR em Benavente e Samora Correia e os repetivos sistema de saneamento.
A empresa municipal criada há 10 anos foi a primeira a testar um modelo gerido apenas pelos municípios com gestão integral no abastecimento e tratamento de águas residuais.
A ÁGUAS DO RIBATEJO integrou a comissão organizadora e a comissão científica do ENEG que teve a chancela da Associação Portuguesa da Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) e esteve presente com um stand interativo na exposição que foi visitada por mais de um milhar de pessoas que trabalham no setor da água e do saneamento.

Reunião da Câmara de Alpiarça de 23-11-2017

VI ArteNatal e IV Mostra de Doçaria Tradicional de Alpiarça


CARNAVAL 2018 EM ALPIARÇA