A Câmara Municipal de Alpiarça adquiriu uma nova viatura de 9 lugares para transporte de crianças e demais serviços nas Escolas, bem como para apoio ao desporto, à cultura e ao movimento social do concelho. «CMA»
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Detido por falsas declarações
Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram, no dia 19 de novembro, um homem com 42 anos, por condução de veículo sem habilitação legal e falsas declarações, em Alpiarça.
No âmbito da Operação “Campo Seguro”, os militares abordaram um veículo que circulava perto de campos agrícolas. No seguimento da fiscalização, o suspeito não era possuidor de qualquer documento de identificação, sendo que indicou uma identificação que não era a sua, levando a crer que era possuidor de carta de condução.
Perante o nervosismo apresentado, os militares apuraram que o suspeito não tinha carta de condução.
O detido, com antecedentes criminais pela prática de crimes como o tráfico de estupefacientes e falsificação de cartas de condução, foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.
Combustíveis caem nos mercados, mas sobem em Portugal. Porquê?
A semana passada foi marcada por duas tendências muito diferentes no mercado do petróleo e das divisas. A fricção de forças opostas acabou por provocar uma reação incomum das petrolíferas.
A gasolina e o gasóleo caíram ligeiramente na semana passada, pressionadas pela desvalorização do petróleo e pelo contexto difícil para as matérias-primas nos mercados internacionais. Normalmente, esta variação negativa traria um corte dos preços nos postos de abastecimento, o terceiro consecutivo; no entanto, a decisão foi bem diferente.
Olhando para os preços de hoje, a gasolina sofreu um aumento inferior a meio cêntimo por litro na maior parte dos locais e o gasóleo subiu entre meio cêntimo e um cêntimo, revisões que contrariam os mercados.
Para perceber a decisão das petrolíferas a operar em Portugal, é preciso olhar para os mercados cambiais: a desvalorização imparável do euro face ao dólar, que já dura desde o início desde mês, foi suficiente para anular a queda do gasóleo e da gasolina, acabando mesmo por obrigar as petrolíferas a subir os preços para manter as margens de comercialização.
Ficam assim esquecidas as três quedas das últimas duas semanas, promovidas pelas empresas e pelo próprio Governo através da redução do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos.
«NM»
domingo, 20 de novembro de 2016
BOMBEIROS NÃO ESTÃO IMPEDIDOS DE PRESTAR SOCORRO NA BARRAGEM DOS PATUDOS
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| Comandante Hugo Teodoro |
Os bombeiros continuam a ter em seu
poder, no “Chaveiro de Emergência” a chave que não os impede de prestarem socorro, em casa de urgência, a qualquer tipo de ocorrência
num dos trilhos da Barragem dos Patudos.
Quando subimos a rua que liga a Rotunda
ao Parque de Campismo, um pouco a seguir às piscinas, temos à nossa esquerda
uma estrada que nos leva à zona da Casa do Povo e um caminho à direita (em
terra) que nos leva para a barragem onde passamos ao lado do ‘assador’
e de uma árvore grande que lá está. Seguindo este ‘caminho’
encontramos um largo onde os veraneantes e pescadores costumam
estacionar os veículos.
Voltados para a barragem, do lado
esquerdo, há um trilho que circunda a barragem até ao Bar. Um trilho que tem na
entrada um pequeno portão quase rente ao chão fechado a cadeado e que serve
para impedir a entrada de viaturas.
Se acontecer uma fatalidade a
algum passeante ou pescador que por aqui circule os bombeiros não estão
impedidos de prestar qualquer tipo de socorro como não há impedimento para
qualquer tipo de viatura alí circular porquanto o pequeno portão que lá
se encontra e está fechado a cadeado não impede a entrada ou saída
de qualquer viatura dos bombeiros pelas simples razão de que o corpo de
Bombeiros Municipais de Alpiarça possui a chave que permite abrir o
cadeado numa “situação de emergência”.
‘Noticias de Alpiarça’ contactou
Hugo Teodoro, Comandante dos Bombeiros Municipais de Alpiarça que nos confirmou
que na verdade não há motivos para qualquer alarme porque no
“Chaveiro de Emergência” do bombeiros está uma “chave”
que pode abrir o dito portão em caso de emergência.
Adiantou-nos ainda Hugo Teodoro que na “maioria das vezes o portão encontra-se
aberto”.
Podem assim os utilizadores e pescadores deste trilho estarem descansados como
os “caminhantes” que nos alertaram para esta anomalia, que em caso de
necessidade os bombeiros tem sempre o caminho livre para prestar qualquer apoio
a algum imprevisto que possa surgir.
ARTIGO DE OPINIÃO: Ter opinião mas ter bem
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| Por: Rodofo Colhe Presidente da Juventude Socialista de Alpiarça |
O Outono finalmente está a mostrar-se, e com ele todas as suas particularidades, algumas mais desagradáveis como as estradas inundadas geralmente nos mesmos sítios devido à falta de limpeza dos sumidouros ou valetas, e outras bem mais agradáveis como as castanhas e a água-pé do São Martinho, uma tradição que com o tempo se vai perdendo ao ponto de a sua comemoração já não estar incluída no plano anual de actividades do Agrupamento de Escolas de Alpiarça, sendo hoje menos comemorado do que o Dia das Bruxas. Será, provavelmente, uma evolução dos gostos alimentares das crianças porque antes pediam-se bolinhos no Dia de Todos os Santos, hoje pedem-se doces no Dia das Bruxas. Sempre que destruímos o nosso património imaterial como as comemorações do Dia de Todos os Santos e do São Martinho, estamos a destruir não só a nossa história como estamos a destruir uma parte da nossa educação, mais se agrava o problema quando introduzimos celebrações que não conhecemos verdadeiramente e que levam geralmente a actividades fora de contexto. É preciso ter cuidado com o passado mas nunca podemos esquecer o presente e o futuro, bem como a relação que existe entre os dois. Uma das boas formas de defesa de quem está no poder será sempre não emitir opiniões ou considerações sobre nada, optando por uma postura de “é assim e ponto final”, fugindo de todo e qualquer ruído e falando apenas nos momentos mais complicados onde é impossível fugir. Mesmo nesses momentos a defesa tem tendência a ser dirigida a quem trouxe o tema á baila e não ao próprio problema em si. No meio de toda esta loucura, que se acentua mais na aproximação às eleições, e nesta fase em específico, a escolha dos principais candidatos e formação de candidaturas. Na minha opinião, muitíssimo pessoal, há uma coisa que os principais intervenientes na política alpiarcense muitas vezes se esquecem, os eleitores. Estes querem soluções e não querem mais problemas. Cada um é livre de dar opiniões e deve fazê-lo, não se podendo esquecer que essas declarações o vinculam a algo e que muitas vezes esse algo depois se poderá virar contra eles. Afinal, se usamos a nossa opinião com finalidade política, e eu pessoalmente uso politicamente a minha, está a assumir uma bandeira quando critica sistematicamente algo, e se porventura depois chegam ao poder terão de materializar essa mesma bandeira. Isto não pode ser apenas falar. E com isto não quero dizer que não devemos criticar, é claro que devemos porque afinal há muitíssimo para criticar nos mais variantes quadrantes mas não vale tudo para criticar estejamos no poder ou na oposição. As críticas têm de ser construtivas e ter fundamento, afinal os mais atentos já perceberam que contrariamente ao que acontece nas reuniões de câmara e assembleias municipais, os artigos de opinião e opiniões emitidas nas redes levam muitas vezes a pequenas alterações muitas vezes até mal feitas, mas mais vale pouco que nada, especialmente em determinadas áreas onde o nada é o normal. Poderão dizer alguns “ mas eles são bem piores” e a isso eu responderia “pois são mas quem faz política num partido consciente e livre como o Partido Socialista tem de fazer as coisas bem”. Todos os Alpiarcenses devem ser críticos em relação à falta de políticas, até podemos falar de inoperância deste executivo, e não ter medo de o dizer porque afinal vivemos em liberdade.
Nunca devemos esquecer que Alpiarça é que conta e é por Alpiarça que temos de trabalhar.
sábado, 19 de novembro de 2016
Como se formou o nevoeiro de Londres que matou milhares de pessoas
Enfim sabemos como se formou o nevoeiro de Londres que matou milhares de pessoas
No dia 5 de dezembro de 1952, um grande nevoeiro tomou conta da cidade de Londres: era o começo do desastre de poluição atmosférica mais letal da história britânica. Mais de 60 anos depois, uma equipe internacional de químicos descobriu por que a névoa era fatal.
• Imagens perturbadoras mostram o tamanho da poluição extrema na Índia
• Um rio na Rússia de repente se tornou vermelho feito sangue
Os cidadãos não ligaram muito para a névoa no começo – afinal, dias de nevoeiro são característicos da vida britânica há milhares de anos. Mas no final daquela tarde, o céu foi tomado por um tom amarelado e começou a cheirar a ovo podre.
No dia seguinte, o ar estava da cor de uma sopa de ervilha e fedendo a lixo. Conforme as horas se passaram, a visibilidade foi ficando pior e respirar na cidade se tornou doloroso. Essa tortura continuou por cinco dias. Quando o nevoeiro se dissipou no dia 9 de dezembro, 150 mil pessoas tinham sido hospitalizadas. Especialistas estimam que mais de 12 mil homens, mulheres e crianças morreram devido à exposição ao ar poluído.
O papel da poluição
O Grande Nevoeiro de Londres, como é conhecido, foi imediatamente (e corretamente) atribuído ao carvão. Mas os detalhes do que exatamente aconteceu permaneceram indefinidos por décadas. Agora, uma equipe liderada por Renyi Zhang, da Universidade Texas A&M, desenvolveu uma explicação para o Grande Nevoeiro e para outros desastres de poluição atmosférica pelo mundo.
O trabalho deles foi publicado esta semana na Proceedings of the National Academies of Sciences, e inclui medições atmosféricas em duas cidades chinesas propensas à poluição (Xian e Pequim), além de experimentos em laboratório.
Uma das características do Grande Nevoeiro foi a presença de sulfato, partículas de ácido sulfúrico que não só contribuíram para a tonalidade e odor, como também para os efeitos tóxicos nos humanos. No estudo, Zhang e sua equipe demonstraram que, sob condições naturais de neblina, o sulfato se acumula dentro das gotas d’água devido a interações químicas entre o dióxido de enxofre e o dióxido de nitrogênio. Esses dois elementos são liberados por meio da queima de carvão, e em menor escala, pelos escapamentos dos automóveis.
“As pessoas já sabiam que o sulfato era um grande contribuinte ao nevoeiro, e que as partículas de ácido sulfúrico eram formadas pelo dióxido de enxofre liberado pela queima do carvão”, disse Zhang em um comunicado. “Nossos resultados mostraram que esse processo era facilitado pelo dióxido de nitrogênio, outro coproduto da queima do carvão, e ocorreu inicialmente no nevoeiro.”
Neblina ácida
O sulfato, por sua vez, ajuda a promover a formação de outras partículas, incluindo nitrato e matéria orgânica, agravando o desenvolvimento de uma forte neblina. Conforme a água da neblina seca, o ácido fica mais concentrado, deixando partículas corrosivas que cobrem todas as superfícies com as quais entram em contato, de calçadas a pulmões humanos.
O estudo descobriu que uma reação química similar é responsável pelos céus acinzentados de Pequim e Xian, embora produtos agroquímicos como a amônia também possam desempenhar um papel nessas cidades. Enquanto uma combinação de produtos químicos e um clima desfavorável levou à formação do Grande Nevoeiro, no geral, o estudo sugere que as condições por trás dessa tragédia podem se desenvolver em todo o mundo.
Se existe um lado bom no Grande Nevoeiro, é que ele iniciou um movimento ambiental que levou à criação das primeiras leis que defendiam a limpeza do ar. Agora que nós descobrimos detalhes mais específicos, o incentivo para livrar o mundo do carvão parece mais forte do nunca.
[Proceedings of the National Academies of Sciences]
Plenário concelhio de Alpiarça do PCP
A decorrer, o plenário concelhio de Alpiarça do PCP, para análise e discussão da situação política e para a eleição dos delegados da organização concelhia ao XX Congresso do Partido, que se realizará nos próximos dias 2, 3 e 4 de Dezembro, em Almada.
Também em Alpiarça este é o Partido que vive da participação e da abordagem -- a sério -- dos problemas do povo e do País, procurando as justas soluções.
«Mário Pereira»
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Proteção Civil alerta para chuva intensa, vento forte, queda de neve e agitação do mar 1/26
O estado do tempo deve agravar-se em Portugal continental, até segunda-feira, com a previsão de aguaceiros intensos, vento forte, queda de neve e agitação do mar, avisou hoje a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
Num aviso à população, a ANPC alerta para agitação marítima, a partir de hoje e até ao final da manhã de sábado, no litoral norte e centro e na região de Lisboa, com ondas de noroeste de quatro metros.
A chuva, em regime de aguaceiros intensos, deverá ocorrer em todo o território continental a partir do final da noite de sábado, mantendo-se no domingo.
Estão previstas rajadas até 90 quilómetros por hora nas terras altas e de até 70 quilómetros por hora no litoral.
Nas terras altas, a uma cota acima dos mil metros, poderá cair neve a partir do final do dia de domingo, prolongando-se durante segunda-feira.
A Autoridade Nacional de Proteção Civil alerta, face às condições meteorológicas adversas, para a possibilidade de inundações, formação de lençóis de água e gelo nas estradas, queda de árvores, danos em estruturas montadas ou suspensas (postes, andaimes...) e acidentes na orla costeira.
«Lusa»
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
ÁGUAS DO RIBATEJO VAI CADASTRAR MIL QUILÓMETROS DE REDE DE ESGOTOS NA REGIÃO
Serviço adjudicado esta quinta-feira custa 243.000 euros e abrange os sete concelhos da AR
Conhecer as redes de infraestruturas dos sistemas é fundamental para melhorar a qualidade do serviço, aumentar e eficiência e reduzir os riscos de anomalias no processo de tratamento dos esgotos que possam colocar em causa o ambiente e a saúde.
Ness sentido a ÁGUAS DO RIBATEJO vai iniciar o processo de levantamento de toda a informação física e operacional sobre as infraestruturas de saneamento de águas residuais domésticas nas bacias do Tejo e Almonda.
Serão mais de 1100 km 2 de redes a inventariar para construir este repositório, através da recolha de informação de campo e organização da mesma num Sistema de Informação Geográfica (SIG). Os trabalhos iniciam-se na próxima segunda-feira e prevê-se que fiquem concluídos em dois anos. O passo seguinte será a implementação da Gestão Patrimonial das Infraestruturas (GPI)
Esta operação vai custar 243.000 euros e é financiada em 85% no âmbito do POSEUR/PORTUGAL 2020. A aquisição de serviços foi adjudicada nesta quinta-feira, 17 de novembro, com a assinatura do contrato com a empresa vencedora do concurso, a SOCARTO-Sociedade de Levantamentos Topo Cartográficos Lda. O ato formal contou com a presença do Presidente da AR, Francisco Oliveira e o Vogal do Conselho de Administração, Carlos Coutinho.
O concurso público com prévia qualificação contou com a participação de uma dezena de empresas, tendo sido pré-qualificadas cinco das candidatas.
A SOCARTO é uma empresa com experiência nesta área e que desenvolve processos semelhantes noutras zonas do país. É liderada pelo Professor Vasco Ferreira que esteve presente na assinatura do contrato e congratulou-se por ter vencido este concurso, iniciando um processo “com uma empresa de referência que dispõe de características diferentes da maioria das entidades gestoras.”
Francisco Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da AR salienta a importância deste projeto. “A AR herdou dos sete municípios uma rede de esgotos que não estava devidamente cartografada porque foi construída num tempo em que não dispúnhamos destas ferramentas. Nestes 7 anos construímos centenas de quilómetros de novas redes e reabilitámos redes existentes, agora é o momento de colocar tudo numa base de dados (SIG) acessível a todos os operacionais que nos permite ganhar tempo e reduzir os impactes negativos das falhas de operacionalidade”, disse o líder da AR.
Segundo Francisco Oliveira, o SIG permitirá aceder, manipular e trabalhar sobre a informação de base, de forma georreferenciada e expedita, “permitindo um melhor desempenho da gestão de infraestruturas, em especial das redes de saneamento de águas residuais.”
O administrador que é também Presidente da Câmara Municipal de Coruche recorda que o cadastro da rede é imprescindível para a implementação da Gestão das Infraestruturas Patrimoniais (GIP) e conclusão do Plano de Segurança para o Saneamento. “Somos uma empresa com grandes responsabilidades perante os 150 mil utilizadores das nossas redes de saneamento. Atingimos níveis de excelente qualidade, mas temos de continuar a trabalhar para manter e melhorar alguns indicadores”
Sobre a ÁGUAS DO RIBATEJO
Empresa municipal que é a entidade gestora dos sistemas de abastecimento de água e saneamento nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Coruche, Chamusca, Salvaterra de Magos e Torres Novas. Tem 75 mil clientes e 150 mil consumidores numa área de 3240 km2.
Sobre a SOCARTO-Sociedade de Levantamentos Topo Cartográficos Lda.,
Empresa fundada há 50 anos com vasta experiência na área de levantamentos cartográficos em redes de água e saneamento. Tem como principais clientes municípios, serviços municipalizados e entidades gestoras de sistemas de abastecimento de água e saneamento.
O último para rir até o coração dançar
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| Por: Filomena Frazão |
Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último para esquecer tolices. O último para ignorar o que, no fim de contas, não tem a menor importância. O último para rir até o coração dançar. O último para chorar toda dor que não transbordou e virou nódoa no tecido da vida. O último para deixar o coração aprontar todas as artes que quiser. O último para ser útil em toda circunstância que me for possível. O último para não deixar o tempo escoar inutilmente entre os dedos das horas.
Tráfico de seres humanos descoberto em Alpiarça
GNR deteve homem, suspeito da "prática de crimes como tráfico de seres humanos e auxilio à imigração ilegal”. Angariava estrangeiros para trabalhar em explorações agrícolas
Militares do posto de Alpiarça da GNR detiveram esta quarta-feira quatro pessoas, uma das quais por por suspeitas de auxílio à imigração ilegal e tráfico de seres humanos.
Os três outros detidos não tinham nem visto, nem outro documento legal para permanecerem no país.
Em comunicado, o comando territorial de Santarém da Guarda Nacional Republicana (GNR) afirma que o homem suspeito de auxílio à imigração ilegal tem título de residência em Portugal. É proprietário de uma empresa de angariação de mão-de-obra para trabalho agrícola.
Com intenção de obter lucro, suspeita-se que o indivíduo angariava e fazia chegar a Portugal cidadãos em situação ilegal, colocando-os em explorações agrícolas no distrito de Santarém, suspeitando-se da prática de crimes como tráfico de seres humanos e auxilio à imigração ilegal”, refere a nota da GNR.
Os detidos têm idades entre os 23 e 25 anos e foram sujeitos a termo de identidade e residência.
A dois deles foi ainda decretada ordem de expulsão do território nacional no prazo máximo de 20 dias.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Mário Pereira no lançamento da Inclusão dos canais RTP3 e RTP
Na manhã de hoje, na Casa Cadaval, em Muge, no lançamento da Inclusão dos canais RTP3 e RTP Memória na grelha, em canal aberto, da Televisão Digital Terrestre (TDT), a partir do próximo dia 1 de Dezembro, também em representação do grupo parlamentar do PCP.
«De Mário Pereira»
O QUE TERÁ A CÂMARA A DIZER SOBRE ESTAS IMAGENS?
QUE NOS ANDAM A ESCONDER SOBRE A POLUIÇÃO DA BARRAGEM DOS PATUDOS EM ALPIARÇA? EIS A PROVA!!!
Sobrevoei hoje a Barragem dos Patudos e vi e fotografei o que nunca antes até hoje foi visto por ninguém: IMENSAS MANCHAS NEGRAS NA ÁGUA DA BARRAGEM
É notório ainda a intensa cor verde da imensa hipereutrofização que os milhares de metros cúbicos de água retirados dos lençóis freáticos pela câmara e injectados na barragem durante o verão apenas disfarçaram e mal.
Tem a palavra a Câmara de Alpiarça para nos esclarecer a verdade!
«Texto e fotos de Eduardo Costa»
Detidos por imigração ilegal
Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram hoje, dia 16 de novembro, quatro indivíduos, no âmbito de uma situação de imigração ilegal.
Três indivíduos foram detidos por não terem visto ou outro documento válido que os habilitasse a permanecer em território nacional e um por suspeitas de auxílio à imigração ilegal. Este último, com título de residência em Portugal, é proprietário de uma empresa de angariação de mão-de-obra para trabalho agrícola.
Com intenção de obter lucro, suspeita-se que o indivíduo angariava e fazia chegar a Portugal cidadãos em situação ilegal, colocando-os em explorações agrícolas no distrito de Santarém, suspeitando-se da prática de crimes como tráfico de seres humanos e auxilio à imigração ilegal.
Os detidos com idades entre os 23 e 25 anos foram sujeitos a termo de identidade e residência, sendo que a dois deles, foi decretado ordem de expulsão do território nacional no prazo máximo de 20 dias.
NOVOS COMPUTADORES NAS ESCOLAS DO CONCELHO DE ALPIARÇA
As escolas do primeiro ciclo do ensino básico do concelho de Alpiarça foram reforçadas com novos computadores de apoio às actividades realizadas na sala de aula e com a equipagem de uma sala de novas tecnologias.
«CMA»
PSD quer municípios a receber parte da receita do IVA
Passos Coelho recusou apresentar propostas no Orçamento do Estado de 2016
Sociais-democratas vão apresentar pacote de medidas de descentralização como propostas de alteração ao Orçamento
O PSD quer que parte da receita do IVA reverta para os municípios, como forma de financiamento às novas competências que devem ser afetas às autarquias e/ou às entidades intermunicipais. A medida vai ser apresentada, até ao final desta semana, como proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2017, integrando um conjunto de cerca de uma dezena de alterações focadas no poder local e na descentralização de competências.
De acordo com fonte da direção do grupo parlamentar, a intenção é que os municípios passem a beneficiar das receitas do IVA - que se mantém nos moldes atuais, sem alterações de taxas - geradas no seu território. Um pouco à semelhança do que já sucede com o IRS, cada município terá uma palavra a dizer na participação no imposto. Ou seja, as autarquias terão de se pronunciar sobre se querem ou não encaixar a receita - e uma resposta positiva poderá implicar limitações à aplicação de outras taxas.
Os pormenores técnicos da proposta ainda não estão fechados, mas o PSD admite que quem beneficiar das receitas de IVA (um imposto indireto que incide sobre o consumo de bens e serviços) fique impedido, por exemplo, de criar taxas turísticas. Outra hipótese que está em análise copia o modelo utilizado no IRS, implicando a devolução da receita aos munícipes. "A proposta está a ser tecnicamente trabalhada", adianta a mesma fonte, acrescentando que outra questão que está em aberto se prende com o grau de participação das autarquias nas receitas do IVA. Ou seja, se a parte que caberá ao poder local representará uma percentagem do bolo total das receitas do IVA gerado no respetivo território ou se será calculada em função das receitas de setores específicos, com maior ligação às "enchentes" sazonais que ocorrem em algumas zonas do país. É que o objetivo passa, sobretudo, por reforçar o financiamento dos municípios que têm uma atividade económica muito forte em determinadas alturas do ano (por norma, a época balnear), precisando por isso de infraestruturas para acolher dezenas, se não centenas de milhares de pessoas, ficando reduzidos a poucos milhares de habitantes no resto do ano - mas com o encargo de manter as infraestruturas. A medida, se entrar no Orçamento para o próximo ano, deverá ser implementada em 2018
Saúde, educação e cultura na mi
as propostas de alteração ao Orçamento para o próximo ano, o PSD vai também propor que o executivo liderado por António Costa retome uma medida que já foi levada à prática pelo anterior governo PSD-CDS. Trata-se dos contratos de delegação de competências na área da Educação, que foram implementados no início de 2015 num projeto-piloto envolvendo 13 municípios. A proposta avançada pelo PSD é que estes contratos sejam retomados, através da inscrição no OE de uma regra que imponha o alargamento da descentralização de competências a todo o território nacional, ainda que de forma gradual.
O princípio não vale apenas para a área da Educação, mas também para a da Saúde. "Queremos que os municípios tenham poderes na definição da oferta de saúde no seu território, por exemplo a nível da prevenção ou do alargamento do horário dos centros de saúde", refere a mesma fonte, sublinhando que a proposta se aplica aos cuidados de saúde primários, deixando de fora os hospitais. "É um processo de descentralização baseado num método contratual que deve ser alargado a todo o território", diz ao DN o mesmo responsável.
Mas há um aspeto em que a transferência de competências vai mais longe e a proposta do PSD visa torná-la universal, abrangendo a totalidade dos municípios portugueses. Neste caso, a delegação de novos poderes nos municípios inclui a gestão de infraestruturas (construção, requalificação, manutenção e conservação), bem como a aquisição de equipamentos. O mesmo acontecerá, a ser aprovada a proposta, com o recrutamento e formação de pessoal não docente (professores ficam de fora) e dos assistentes na área da saúde (médicos e enfermeiros não ficam abrangidos).
Na área da cultura, o PSD quer também que os municípios passem a ter um papel mais interventivo, ficando responsáveis pela gestão de equipamentos culturais como museus ou bibliotecas, assim como de salas de espetáculo.
Mais acompanhamento social
Das mais de dez medidas consta ainda a criação de balcões municipais para atendimento e acompanhamento dos apoios e ação social da Segurança Social. Neste caso, a proposta não corresponde a uma transferência de competências do ministério de Vieira da Silva para o domínio municipal, mas à criação de um serviço de acompanhamento nas autarquias. A proposta vai incluir uma ressalva: onde já existam protocolos com instituições particulares de solidariedade social (IPSS) essa contratualização deverá ser salvaguardada. Outro ponto de aposta dos sociais-democratas prende-se com a promoção da partilha de serviços entre os municípios.
«DN»
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Detidos em flagrante delito por furto em estabelecimento
Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram em flagrante delito, no dia 11 de novembro, em Alpiarça, dois indivíduos, quando furtavam bebidas num hipermercado.
Os militares surpreenderam no local os suspeitos a furtar, em flagrante delito, quatro garrafas gin e licores, com o valor presumível de 80 euros.
Os suspeitos foram sujeitos a termo de identidade e residência.
ESTE GOVERNO DE ESQUERDA QUE TOMOU CONTA DOS PACÓVIOS
O Mundo anda de pernas para
o ar ou sou que eu ando de costas voltadas para o mundo.
Não sei!
As redes sociais colocaram o
mundo em permanente mutação.
O que ontem era uma verdade
hoje passou a ser mentira.
Ontem a minha tia Olívia
dizia aqui:
“O meu gato está todo sujo”
para hoje dizer “o meu gato já parece outro depois da banhoca que lhe dei”
“Morreu beltrano mas
salvou-se fulano”.
“Anuncio que hoje faleceu o
fulano que meu tio era” e “amanhã o funeral realiza-se na Capela dos Defuntos”.
A minha prima Florbela todos
os dias publica nas redes sociais “mimos” como este:
“Fofinho como gostei de
conhecer” e ele responde: “como gosto de te amar”
A minha vizinha Olinda que
gosta muito de animais todos os dias mete aqui fotos dos seus caninos que
parecem ser todos “amaricados” por causa dos “pijamas” que usam mas esquece-se
a Olinda de que se são tão bem estimados porque não os mete numa caminha
apropriada em vez de dormirem no chão em cima de cobertores velhos e todos e
esfarrapados?
O que a Olinda gosta é de
dar nas vistas.
Nada então como vir ao
Facebook anunciar e mostrar os seus caninos que por acaso até passam fome que
se farta.
Qualquer dia morrem todos por
causa dos fanicos que costumam ter de tanta fome passarem.
A prima da Otília, que se
chama “Nelinha” consegue passar todo o dia agarrada ao computador e até se
esquece de fazer as refeições porque quer saber as regateirices que por aqui
encontra para depois à noite estar na janela da sua casa a dar as “boas novas”
a quem trabalhae e aos vizinhos.
E porque a Sãozinha gosta
muito de missas todos os dias coloca nas redes sociais um “Ámen” para ver se
alguém bate à sua porta dizendo que é um “deus perdido” em busca de ajuda.
Outros há que gostam de
publicar as ementas do dia que mesas ilustrativas que até metem inveja aos
ricaços.
Caganças!!!
A minha vizinha Marília
adora publicar o rabo do seu bebé quando lhe está a mudar a fralda para que os
“amigos” não possam perder pitada do “filme” .
Até gosta de mostrar o
conteúdo das ditas e já avisou os mais incautos de que brevemente vai meter uma
câmara de filmar para mostrar o “cagadoiro” que tem no fundo do quintal para
que todos os “amigos” saibam quantas vezes lá vai mas nunca leva papel higiénico para limpar o
rabo.
Aqui é tudo gente fina!
Até ao ponto do Afonso
anunciar com letras garrafais que agora passou a comer todos os dias fora já
que a vida está a melhorar deste que este governo de esquerda tomou conta dos pacóvios que passavam a vida a dizer mal
do Pedro.
Esquece-se
(propositadamente) é de dizer que passou a comer na varanda do andar em que
habita para dizer que “passou a comer fora” porque é mais fino.
Assim vão agora estas
modernices onde até os falecimentos passaram a ser notícia e onde os
sentimentos deixaram de ser respeitados e anunciados no convencional porquanto
aqui são mais rápidos e se não soubermos quem morreu perguntamos ao “amigo” que
sabe tudo.
Para breve estão os anúncios
dos videntes que a troco de pataca e meia prometem a cura dos agoiros e das
invejas na Marte, prometendo aos “aflitos” que para comprar o bilhete basta
deslocarem-se ao Céu e comprarem a
qualquer Anjo um bilhete de ida e volta.
Anúncios por aqui já se
podem ver de “Morra primeiro e pague depois” tal é a facilidade nos pagamentos
que os cangalheiros já estão a dar aos mortos para que não haja reclamações
A vida deixou de ser
convencional para passar a ser virtual.
É este o mundo em que vivemos e…ainda nem sequer a procissão saiu do adro..
É este o mundo em que vivemos e…ainda nem sequer a procissão saiu do adro..
Assim continua...
O crescimento de 0,8% em cadeia do PIB português foi o mais elevado entre todos os países da Zona Euro, de acordo com os dados revelados pelo Eurostat.
JORNALDENEGOCIOS.PT
Detido em situação ilegal em território nacional
Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram ontem, dia 14 de novembro, naquela localidade, um individuo de nacionalidade estrangeira de 35 anos, em virtude de não ser titular de visto ou outro documento válido que o habilitasse a permanecer em território nacional.
No âmbito da Operação Campo Seguro, o indivíduo foi abordado numa campanha agrícola, tendo-se apurado que o mesmo se tinha deslocado a Alpiarça no sentido de trabalhar nas campanhas agrícolas em curso.
Após a sua abordagem, foram desenvolvidas as diligências processuais junto do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e, confirmada a sua situação ilegal, tendo o mesmo sido notificado para que no prazo de 20 dias abandonasse o território nacional.
Encontro de Bandas
O evento tem inicio na Praça José Rodrigues Faustino Pinhão (Estátua da mulher nua) onde será a recepção das 2 bandas partindo depois para o salão dos bombeiros para proceder aos concertos.
«Ana Cristina»
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
A simbologia em Alpiarça
Enquadrada nos espaços comuns a calçada portuguesa resiste aos tempos.
Desde os tempos de José Relvas que a simbologia republicana se afirma pela Vila de Alpiarça, hoje aqui, amanhã acolá.
Justa e perfeita, para além dos tempos !
«Texto e foto de: Joaquim José Duarte Garrido»
domingo, 13 de novembro de 2016
ARTIGO DE OPINIÃO: Os problemas não se resolvem sozinhos
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| Por Rodolfo Colhe Presidente da Juventude Socialista de Alpiarça |
Quando o mundo parecia estar a dar sinais de que estaria a recuperar e a voltar ao humanismo eis que Donald Trump é eleito presidente dos EUA. Estamos a falar de uma pessoa com toques de maníaco, que tem acesso a códigos nucleares. No entanto, felizmente, dentro de todo o mal os poderes do presidente não são totalmente ilimitados e eu tento acreditar que não arriscará sequer colocar em prática muitas das suas promessas mais estapafúrdias (quero acreditar e quer acreditar mais de meio mundo). A verdade é uma, apenas ele ganhou e o mundo terá de lidar com isso sem culpa, os norte-americanos elegeram-no por isso agora aturem-no. Felizmente, por Alpiarça não há “Trumps” mas também um dia não há nada mesmo. A diferença é que apenas temos de aturar o executivo eleito e não o mundo inteiro. Não estou a comparar os princípios de Donald Trump com o executivo da CMA, apesar de alguns dos princípios de alguns membros do executivo serem tão negros como os do novo presidente dos EUA. A grande comparação que se poderá fazer prende-se com a capacidade para criar problemas que não existiam e a incapacidade para resolver problemas, dos quais nem sempre somos responsáveis. Prometendo que não faço mais nenhuma referência aos EUA, a nossa recolha do lixo está ao mesmo nível do muro a separar os EUA e o México. Porquê? Porque o problema não existia e foi criado, ou alguma vez existiram problemas tão graves na recolha de lixo em Alpiarça? Sou jovem mas não me recordo de isso acontecer, ou então este berbicacho do açude no Carril está a criar um futuro problema que lhes poderá vir a cair nas mãos (assim ao estilo do elevador, que enquanto oposição queriam e fizeram por ser retirado e enquanto poder lhes custou tanto a pagar). Para não falar também no caminho pedonal adjacente à Vala. Muitas das bombas que lhes caíram nas mãos foram por eles ateadas, e se formos falar nas trapalhadas ligadas aos funcionários que mudaram de lugar, os super-encarregados que se criam e depois se afastam, os locais com funcionários a mais e a falta de pessoal que lidere certas áreas porque quem o devia fazer está de parte mas sobre isso então seria possível escrever um almanaque. A nível cultural também podemos considerar que os problemas foram criados, uma vez que as coisas funcionavam bem, pelo menos tínhamos dois certames bem organizados e actividades de Verão. Outros tantos problemas que, ou existiam ou foram aparecendo, estão igualmente por resolver. O que já foi feito em relação ao emprego ou qualquer medida com vista à fixação das pessoas em Alpiarça? Digam-me apenas uma medida. Que medidas foram colocadas em prática com vista à captação de investimento? E a barragem dos Patudos? Os problemas estão resolvidos? Será natural a tonalidade da água? Não somos assim tão ingénuos.
Há algo que se impõe sobre tudo o que se passa em Alpiarça, já passaram 7 anos desde que tomaram posse e a desculpa da inexperiência não pega, a desculpa da oposição dá para rir. Nem vamos ao poder central porque o que não falta no Ribatejo são concelhos com um crescimento enorme. Goste-se das pessoas ou não, tenha afinidade ao partido ou não, a verdade é que há necessidade de mudar mas de mudar para melhor
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