quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Recuperação de veículos furtados em Espanha


Militares do Posto Territorial de Almeirim apreenderam ontem, dia 17 de outubro, em Frade de Cima – Alpiarça, dois veículos e quatro semirreboques furtados em Espanha.
Durante uma ação de patrulhamento, os militares detetaram num terreno os referidos dois pesados de mercadorias e quatro semirreboques com matrícula espanhola que, após pesquisa numa base de dados europeia, concluiu-se que os mesmos teriam sido furtados de uma zona industrial na cidade de Almeria – Espanha.
Face à situação e em contacto com a Guardia Civil Espanhola, os veículos foram entregues aos seus legítimos proprietários.  

Almoço de Reformados Pensionistas e Idosos do concelho de Alpiarça



Almoço de Reformados Pensionistas e Idosos do concelho de Alpiarça, realizado ontem. 
Um momento de convívio e de encontro.

«Fotos de:  Mário Pereira»

terça-feira, 18 de outubro de 2016

APP da Biblioteca Municipal de Alpiarça


Com o objetivo de facilitar o acesso à informação e divulgar os nossos serviços junto da comunidade, desenvolvemos uma APP (Android) muito simples e intuitiva.

 Com a APP no seu smartphone, à distancia de dois toques, tem a informação essencial sobre a nossa biblioteca.

 Além dos dados instituicionais, "Quem somos?", "Serviços" disponíveis e "Contatos/Horário", esta APP permite a divulgação das "Novidades" (últimos documentos adquiridos) e das "Atividades" da biblioteca, em tempo
real.

 Para instalar a APP no seu dispositivo móvel, no Google Play, pesquise com a palavra "Alpiarça" ou "Biblioteca Municipal" e logo surge a nossa aplicação.

Aurélia Xavier, governanta da Quinta dos Patudos



Aurélia Xavier, governanta da Quinta dos Patudos.
Aqui fica para memória futura 
«De: Joaquim José Duarte Garrido»

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Visita da Secretaria de Estado Adjunta e da Educação


A ​ Secretaria de Estado Adjunta e ​da Educação  Dr.ª​  Alexandra Leitão,  vai realizar  uma visita à Escola EB 2,3/Secundária de José Relvas, na próxima Sexta-Feira, dia 21 de Outubro, pelas 10:30 horas.

​O Município de Alpiarça e a Escola Pública


Penso que toda a gente sabe que foi ao tempo do último mandato PS que a Câmara de Alpiarça ficou com a responsabilidade de tomar conta das escolas e dos funcionários não docentes do Agrupamento de Escolas de Alpiarça.
Também sabemos que a Escola Prof. Abel Avelino foi um projecto do PS mas que acabou por ser construído e pago já pelo Executivo comunista.

Também sabemos que este Centro Escolar foi financiado na sua quase totalidade pelos Fundos Comunitários, mas quem fez o projecto ou foi mal informado, ou não teve ambições, ou não havia mais dinheiro ou aproveitou um projecto que não se adequava a Alpiarça, uma vez que separou alunos do ensino básico (às vezes irmãos) em duas escolas distintas, uma na Rua dos Lusíadas e outra na Avenida Carlos Relvas que distam entre si cerca de 2 km, o que é uma trabalheira e um acréscimo de despesas para quem tem dois filhos em escolas distintas.

Sou de Alpiarça e interesso-me pelo nosso ensino mas nunca vi um debate sério sobre a Escola Pública de Alpiarça, nomeadamente:

1. Quanto recebe a Câmara de Alpiarça para a manutenção da Escola Secundária José Relvas? 

2. Há ou não há uma verba por mínima que seja que dê para algumas pinturas, rebocos e outros arranjos gritantes que tanta falta fazem?

3. Para quando a substituição dos telhados de fibrocimento? Os nossos alunos, professores e pessoal não docente são imunes aos produtos cancerígenos, nomeadamente amianto, contido em todas aquelas coberturas com várias dezenas de anos?

4. Não há uma Associação de Pais que alerte para o que se passa na Escola ou como se diz na gíria "Estão todos feitos?"

5. Porque tem a Escola Abel Avelino todas as condições e mais algumas (E AINDA BEM), como por exemplo ar condicionado e casas de banho decentes, como acontece por exemplo também com o antigo Liceu de Santarém e a Escola Secundária José Relvas está numa degradação tal que mais parece uma escola de subúrbio terceiro mundista, que nem uma portaria condigna com esse nome tem?

6. Porque não foi e é comprado ao menos algum mobiliário novo para esta Escola e os alunos Alpiarcenses tiveram de ficar com os restos que os fulanos que outras ESCOLAS PÚBLICAS DE LUXO não quiseram e queriam deitar para o lixo?

7. Porque será que estamos num país onde tanto se apregoa a igualdade e há escolas tão desiguais neste país e neste caso concreto de Alpiarça, ainda por maioria de razão em escolas  distantes escassos metros um da outra? Não se sentirão uns alunos filhos verdadeiros de uma mãe e outros enteados e maltratados?


8. Porque é que a Escola Secundária de Alpiarça em certas alturas do ano está um verdadeiro matagal com ervas secas pela cintura e não há uma simples máquina para cortar aquilo? É que já que não relvam os espaços ao menos que mandem lá uma máquina roçar o mato. Aconselho a que perguntem 

​à Direcção da Escola Secundária  das Fazendas de Almeirim, como se faz para manter uma escola num brinco e como um autêntico jardim.


Idoso detido por incêndio agrícola


Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram, no dia 14 de outubro, um idoso com 82 anos por incêndio agrícola.

No decorrer de uma ação de patrulhamento, os militares visualizaram uma grande coluna de fumo próximo do lugar de Frade de Cima – Alpiarça, tendo ido de imediato ao local avaliar a situação.

Quando chegaram ao local, aperceberam-se que o homem estaria a fazer uma queimada que por situação desconhecida se descontrolou, levando à atuação dos Bombeiros Municipais de Alpiarça.

Pelo facto de na data do incêndio estar a vigorar o “período crítico de incêndios” o homem foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência. 

Identificado por posse de armas proibidas

Militares do Posto Territorial de Alpiarça identificaram ontem, dia 16 de outubro, um homem de 46 anos por posse de arma proibida.

Na sequência de uma denúncia por coação sexual apresentada contra o suspeito, os militares procederam a uma busca domiciliária, tendo sido apreendidas:

·         Uma pistola de alarme;

·         Duas armas de ar comprimido.

O suspeito foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.

Identificado por pesca ilegal

Militares do Posto Territorial de Alpiarça identificaram ontem, dia 16 de outubro, na Albufeira dos Patudos, em Alpiarça, um homem, por pesca ilegal.

No decorrer de um patrulhamento à vila, a patrulha avistou um veículo referenciado como sendo usado na pesca ilegal e abordou o condutor que transportava uma geleira com quatro carpas e dois pimpões, não apresentando licença de pesca.


O individuo foi identificado e o peixe devolvido ao habitat natural.

ARTENATAL – 5.ª EDIÇÃO – FEIRA DE ARTESANATO LOCAL DE ALPIARÇA, DECORRE EM ALPIARÇA DE 8 A 11 DE DEZEMBRO DE 2016


Já cheira a “Autárquicas” e começam as discussões de "lana caprina" e quem errou "sacode a água do capote"

Por: E.A.T.R.
Os artigos de opinião valem o que valem e em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.

Vem isto a propósito de um artigo “assinado” por um tal V.R.V. , no qual critica o atual Presidente da Câmara de argumentar fracamente a incapacidade do executivo CDU em se igualar a outros executivos PS, no que toca a fazer obras. E das duas uma, ou este senhor V.R.V. não é de Alpiarça, ou então é altamente tendencioso, para o lado da barricada que lhe convém.

Vamos por partes:

1.º - Já ouvi várias vezes o actual presidente da câmara, alegar que respeita e aceita grande parte da obra feita nos mandatos socialistas, até porque ele próprio foi vereador da oposição e aprovou algumas obras e até alguns financiamentos, o que não aceita é o brutal endividamento que foi legado para o futuro;

2.º – O que eu sei e também não concordo em absoluto, é que o PS tenha enveredado por um caminho de endividamento, à razão de 1 milhão de euros por ano, tendo daí resultado uma dívida de mais de 13 milhões de euros, não respeitando sequer os limites de endividamento legalmente exigidos e ocultando dados até para as autoridades centrais sobre os mesmos. Essa dívida existia, deverá estar registada em Contas de Gerência e Orçamentos e tem RESPONSÁVEIS, que deviam era estar CALADINHOS, e que obrigou à negociação de um Plano de Saneamento Financeiro, no qual foram convertidos créditos de curto prazo de 6 milhões de euros (leia-se dívidas a fornecedores e empreiteiros), em que foi pedido um empréstimo a uma entidade bancária e a pagar em 10 anos.

3.º – Não sou advogado nem defensor oficial dos comunistas, o que eu sei é que quer fossem comunistas, fossem socialistas, independentes, centristas, ou social-democratas, fosse qual fosse a equipa que fosse governar a Câmara de Alpiarça, teria de tomar uma decisão e resolver o GRAVISSIMO problema financeiro que lá deixaram. É sabido que havia penhoras de bens, como autocarros e camiões do lixo, que havia cortes nas verbas transferidas do OGE e fosse quem fosse tinha uma Câmara e todos os serviços envolvidos para gerir, bem como mais de 2 centenas de vencimentos mensais de funcionários (da câmara e escolas) para pagar.

4.º – Claro que agora, decorridos quase 2 mandatos de comunistas e em que a dívida total vai passar de 13 para 8 milhões de euros, os ataques mesquinhos começam e quem cá esteve parece esquecer-se da borrada que fez. Agora já vêem o barco a vencer a tempestade e querem tomar conta do leme, mas quando a tempestade era forte abandonaram o barco à sua sorte.

5.º – Aliás, este tipo de artigos não me espantam, são “copy and paste” de artigos de opinião de outros “opinion maker” a nível nacional, em que entram para o governo os socialistas e atiram culpas para os sociais-democratas, depois entram os sociais-democratas e dizem cobras e lagartos dos socialistas, mas entretanto a dívida nacional aumenta, aumenta e aumenta. Mas um facto indesmentível é que a DÍVIDA DE ALPIARÇA BAIXOU, OS FUNCIONÁRIOS E FORNECEDORES RECEBERAM O QUE LHES PERTENCIA E OS JUROS E AMORTIZAÇÕES SÃO PAGOS E CUSTAM 1,3 MILHÕES POR ANO;

6.º – Quem seja verdadeiro socialista deve fazer uma retro e introspetiva e tomar consciência que nem todos os 3 mandatos socialistas foram iguais. Devem ver em qual dos 3 mandatos se fizeram mais obras e em quais se fizeram poucas e em que dívida aumentou brutalmente e quem abandonou o barco de forma definitiva, uns foram para o Turismo e outros para empresas municipais de Lisboa. Pagar as dívidas que fizeram, isso é que nem pensar.

Concordo plenamente que seja quem for deve falar da dívida herdada porque ela é de facto um factor determinante e condicionante de toda e qualquer gestão gestão autárquica, seja quem for que estiver à frente da gestão da câmara de Alpiarça ou de outra qualquer.

Aliás, há quem faça por esquecer, mas eu lembro-me bem que um funcionário da câmara de Alpiarça na altura, desabafou e chamou a atenção num artigo de opinião escrito num semanário regional, para o desastre económico em que poderíamos cair sobre o facto da gestão socialista se estar a endividar ao ritmo de 1 milhão de euros por ano e esse funcionário, embora vivamos num regime de livre liberdade de expressão, foi alvo de um processo disciplinar e DESPEDIDO. 

Isso será mentira? O artigo existe e tem data de publicação.

GABRIELA COUTINHO vai apresentar a renúncia do cargo de deputada do TPA

Gabriela Coutinho
Depois de publicada a noticia “A demissão da Deputada Gabriela Coutinho” chegou-nos a informação de fonte segura que Gabriela Coutinho não se “vai demitir” mas sim “renunciar ao cargo de deputada na Assembleia Municipal de Alpiarça” pelo movimento ‘Todos por Alpiarça’

A razão deve-se ao que aconteceu na última Assembleia Municipal, mais concretamente a  proposta apresentada pelo TPA que originou forte discussão e posições em nada abonatórias para os eleitos de todos os quadrantes políticos envolvidos na questão da proposta. A proposta era um louvor ao comandante do posto da GNR m as a bancada da CDU opôs-se firmemente a que o assunto fosse por diante e muito menos aprovado.

Por causa destas “trapalhadas” e tendo em atenção o acontecido entendeu Gabriela Coutinho “renunciar ao cargo de deputada por parte do TPA”, adiantou-nos a mesma fonte.


Gabriela Coutinho será substituída por João Miguel Curvacho.

João Miguel Curvacho
  Podemos avançar que esta substituição é muito complicada para João Curvacho porque surge num momento inoportuno da sua vida política já que está a  desempenhar cargos de muita responsabilidade na Concelhia do PSD de Tomar

A demissão da Deputada Gabriela Coutinho

Ao contrário do que consta Gabriela Coutinho (foto) continua a ser Deputada na Assembleia Municipal de Alpiarça  pelo movimento ‘Todos por Alpiarça”.
A noticia que circula no meio alpiarcense que dá a saber que Gabriela Pinhão se demitiu do cargo de deputada não corresponde minimamente à verdade porquanto NA contactou directamente a deputada e esta confirmou-nos que mais não é do que um “boato”.

Podemos acrescentar que a relação entre Gabriela Coutinho e o movimento cívico ‘Todos por Alpiarça”  continua sólida e está para durar.

domingo, 16 de outubro de 2016

Alpiarça no seu melhor

«Local: junto da ponte do Touco»
«Foto de José Manuel Prudêncio»

ARTIGO DE OPINIÃO: Alpiarça nas "ruas da amargura"

Por:
Rodolfo Colhe,
Presidente da Juventude Socialista de Alpiarça
Quando andamos uma parte dos nossos dias preocupados com a política, principalmente de âmbito local, quase que nos esquecemos do quanto apreciamos a terra em que vivemos e no meu caso adoro Alpiarça. Este sentimento é natural, muitas vezes até nos esquecemos que isto é realmente Alpiarça, a vila por quem todo o distrito tinha simpatia e em alguns casos até invejada pelo crescimento enorme que tivemos. Hoje em dia, alguns olham para Alpiarça com pena por uma vila que cai nas ruas da amargura, onde a classe política se ofende e ameaça os cidadãos que criticam determinados problemas da nossa terra. Mas, centrando-me no potencial de Alpiarça e nos seus Alpiarcenses, há que perceber que muitas vezes temos condições excepcionais para determinadas práticas sem termos essa percepção. Uma das muitas mais-valias que o nosso concelho tem neste momento, são os percursos apelativos à prática de caminhadas de lazer ou de corrida em diferentes pisos, graus de inclinação e natureza envolvente. E se qualquer um dos pontos é bastante importante, a natureza envolvente é aquela que a mim pessoalmente me faz alterar a minha zona de caminhada. Alpiarça disponibiliza zonas maioritariamente planas em alcatrão, calçada sem trânsito por perto na zona da Barragem dos Patudos com uma recta sem inclinação e de comprimento superior a 1km. Na mesma zona podemos realizar um percurso plano em terra, um percurso mais instável, onde uma volta a Barragem perfaz aproximadamente 2,5km consoante a opção tomada de percurso. Na zona já referida, temos a possibilidade de realizar uma caminhada mais ao estilo trail incluindo algumas subidas de baixa e média dificuldade e outras de elevada dificuldade apesar de curtas. Um dos pontos positivos desta zona é geralmente ter uma boa iluminação o que permite realizar a caminhada de noite. Não devemos ter o pudor de afirmar que o espaço envolvente a Barragem dos Patudos é provavelmente o melhor espaço para  pratica de caminhada no nosso distrito. Mudando a natureza envolvente, a zona da Praia do Patacão oferece condições muito interessantes para a prática de caminhada, seja em ela usando o areal com uma extensão muito interessante, seja usando a estrada anexa, tendo como problema a pouca iluminação. Outra das estradas muito agradáveis para se caminhar é a estrada do campo que passa junto a Quinta da Lagoalva de Cima que possui algumas variantes de terra batida. Este percurso pelo campo possibilita-nos o contacto com uma série de culturas agrícolas diferentes (vinha, amendoeiras, pessegueiros, milho, tomate, couves, mirtilos, etc.). Tal como a zona anterior, a iluminação não permite treinar de noite. Poderia referir mais uma série delas, tais como a zona da Reserva do Cavalo do Sorraia, sendo as opções muito vastas. Com o passar dos anos, há cada vez mais uma abertura das pessoas a esta prática mas ainda estamos muito longe do nível pretendido. Os dados da Organização Mundial de Saúde são pouco inspiradores, quando nos dizem que a inactividade física é o quarto principal factor de risco de morte no mundo, principalmente quando já sabemos que só por si a falta de actividade física agrava a generalidade das doenças crónicas, como por exemplo na diabetes a prática de actividade física diminui os níveis de glicose no sangue e estimula a produção de insulina e a sensibilidade à mesma. Pois bem, se um indivíduo adulto esteja ou não na chamada 3ª idade deve praticar cerca de 150 minutos de actividade física moderada por semana ou cerca de 75 minutos de actividade física de intensidade alta (a intensidade moderada ou alta varia consoante a idade e o passado desportivo do indivíduo), e isso é possível no concelho de Alpiarça realizar vários treinos sem ter de recorrer aos mesmos percursos, e sem necessitar de usar zonas sem condições ou com demasiados carros a circular. Para alem do já referido os diferentes pisos são importantes no tratamento de determinadas patologias ou recuperação de cirurgias.

Alpiarça, tem um potencial enorme para á prática da caminhada e de corrida mas o número de praticantes é ainda abaixo do que seria pretendido e deixo aqui algumas considerações com baixa dificuldade de realização. Seria muito interessante que os diferentes percursos estivessem assinalados e disponíveis em diferentes formatos, de forma a facilitar o seu uso. Seria também importante que à imagem daquilo que já acontece em muitos concelhos existissem grupos de caminhada organizados, que realizassem pelo menos 2 vezes por semana uma caminhada pelo concelho. Mas nada disto faz sentido se não se explicar à população os verdadeiros benefícios da prática de actividade física. E se temos todas as condições, vamos lá por esta terra a transpirar.

sábado, 15 de outubro de 2016

Presidente da Câmara nas comemorações do Dia da Unidade do Comando Territorial de Santarém da GNR


Nas comemorações do Dia da Unidade do Comando Territorial de Santarém da GNR, em Vila Nova da Barquinha, a convite do Coronel Nuno Paulino, nosso conterrâneo alpiarcense e Comandante Territorial do distrito.
«Texto e fotos de Mário Pereira»

MÁRIO PEREIRA aponta o dedo à gestão socialista: “o PS endividava a Câmara à razão de quase 1 milhão de euros por ano”

Por: V.R.V.
No depoimento parco em factos que Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça dá ao ‘O Alpiarcense’ denota-se com facilidade argumentos justificativos da sua incapacidade e respectivo executivo a que preside da insuficiência de não ter conseguido igualar-se em obras como os executivos socialistas fizerem.
Nada então como falar numa oratória que impressione o pacato cidadão de forma a que este entenda que até uma simples caiação nuns pequenos muros é “obra importante” e que dividir determinado valor monetário pelos anos dos mandatos socialistas dá um gasto impressionante de “um milhão de euros por ano.”
É obra!
Esta teoria é como dividir os anos em que os comunistas estiveram presos por razões politicas cujo resultado dá centenas de anos de reclusão ou como o Instituto Nacional de Estatísticas divide os frangos que se consumiram em determinado ano pelos habitantes dando o modesto resultado de cada português “ ter comido 5 frangos por mês” quando eu na verdade nem meia dúzia como por ano.
É tudo uma questão de psicologia e de saber mexer na malta impressionando-a com números porque é mais fácil dizer: “ gastei quase um milhão de euros a fazer a minha casa” do que dizer que a “construção da minha casa custou quase 900 mil euros”
O milhão assusta e tem outro soar no toque da corneta.
Nesta área tiro o boné ao presidente da Câmara e à escola de formação política do PCP que são uns barras nesta área.
E assim ficamos a saber que “…alguns dos responsáveis e apoiantes da anterior gestão PS que puseram em causa a sustentabilidade financeira do Município nos acusam de falarmos muito na dívida eu pergunto: como não falar da dívida se esta é o factor determinante e condicionante de toda a nossa gestão, do que podemos e não podemos fazer? como não falar de uma dívida deixada pelo PS se é por causa dela que não nos é permitido ter o dinheiro para algumas das intervenções e políticas de desenvolvimento do concelho que são necessárias, muitas delas até por não terem sido resolvidas nos tempos em que o PS endividava a Câmara à razão de quase 1 milhão de euros por ano? como não falar na dívida se ela gera todos os anos um serviço de fluxo de um milhão e 300 mil euros só para pagar de amortizações e juros aos bancos, dinheiro esse que seria fundamental para preparar agora o futuro do concelho, inclusive na capacidade de aproveitamento mais alargado do novo quadro comunitário?...”
Mas não diz é na entrevista que com o “milhão de euros por ano” se fizeram obras de vários milhões coisa que a CDU ainda não conseguiu fazer.
Na lógica da verdade gostaria de perguntar ao autárquico se as receitas da Câmara dão para fazer obras de grandes valores.
Ele sabe muito bem que não.
Deixo-lhe então o desafio: seria Mário Pereira capaz de fazer obras de vulto como fizeram os socialistas sem ter que pedir dinheiro emprestado para as fazer?
Claro que não.
Então deixe-se de lérias caro presidente porque ninguém consegue fazer “omeletes sem ovos” e quem não os tem é obrigado a pedi-los ao vizinho.

Como diz o meu amigo “Chico” quem “não sabe vender que feche a loja” mas…” não somos todos uns tolos” ou uma “cambada de artola” que acreditamos em tudo que nos dizem ou…nos querem impingir

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Tomada de posição da Concelhia do PS/Alpiarça



ALPIAGRA 2016 – CONFIRMAÇÃO DA INCAPACIDADE

A Alpiagra – Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça cumpriu, com a edição que agora termina, 34 anos de existência. 

A sua história posiciona-a como um dos certames com maior antiguidade na Região e sabemos como, num passado não muito distante, foi motivo de projecção do Concelho. 

A edição de 2016 foi, infelizmente para Alpiarça, a confirmação da inexistência de pensamento e da incapacidade de acção do actual Executivo Municipal. Se olharmos para a Alpiagra de 2016 e a compararmos com as edições anteriores, de responsabilidade do actual Executivo verificamos uma aposta (com incidência financeira pesada) nos espectáculos, acompanhada de um quase desprezo pelo que de realce ainda existe no Concelho. 

Vamos à 1ª parte – os espectáculos. Se os compararmos com o que aconteceu nas anteriores edições este foi ano de fartura. Porquê? Jorrou dinheiro de repente? É porque as eleições se aproximam e é preciso “adormecer” os eleitores com o “fulgor” das luzes? 

Esta opção desgarrada da prática anterior levanta sérios problemas de interpretação para o pensamento (nem falamos em ideologia porque se o fizéssemos seria muito preocupante – um Executivo do PCP com tiques populistas de acção imediata!) de quem dirige a Câmara – Será que acham que é com festas e bolos que nos deixamos enganar? 

Mas o mais preocupante é o desprezo manifesto pelas virtualidades do Concelho e pela sua capacidade criativa. O que teve esta Alpiagra, para além dos espectáculos? Onde esteve a participação agrícola? Onde ficou a presença de maquinaria para o sector? Onde ficou a presença da actividade económica local e regional? Onde se escondeu a mostra gastronómica, que antes da realidade CDU, colocava dezenas de restaurantes na Praça das Tasquinhas? Onde esteve o que bom Alpiarça possui – Casa dos Patudos, Reserva Natural do Cavalo do Sorraia, Vala Real, Patacão, Zona Húmida da Goucha, … Onde ficaram? A fazer companhia a quem por preguiça se limita a pagar para meia dúzia de horas de espectáculo e nada faz para dar corpo e substância ao que é NOSSO e precisa ser valorizado? 

A desculpa do dinheiro é uma falácia. Ele pode não existir para colocar sinais de trânsito, para não reparar as estradas municipais, para manter o espaço urbano limpo, para não ligar a luz pública nas zonas urbanas (enquanto que na Albufeira dos Patudos, por exemplo, jorra luz em profusão), mas existe para espectáculos, para doar terrenos com valor superior a meio milhão de Euros ou, por exemplo, para perdoar indemnizações ao grande capital – Sim a abdicação perante os interesses da Renoldy não merece perdão. 

Sim o problema de Alpiarça é a incapacidade de acção do actual Executivo e a sua preguiça natural para nem sequer se dar ao trabalho de tentarem. 

A ALPIAGRA 2016 foi o resultado dessa triste realidade – Sem chama, sem criatividade, sem pensamento, sem acção – Um certame que tem tudo para ser motivo de orgulho e que se transformou numa mostra deprimente de um Poder Municipal que agoniza e nos “empurra para baixo”.

PASSEIOS PARA IDOSOS E REFORMADOS DO CONCELHO DE ALPIARÇA


DESPORTO


MINISTÉRIO PÚBLICO AVALIA PERDA DE MANDATO DE FRANCISCO CUNHA

A maioria CDU que gere a Câmara de Alpiarça remeteu para o Ministério Público a informação de que o vereador da oposição, Francisco Cunha (PSD/MPT), está insolvente, pelo que se deve determinar a sua perda de mandato. A informação, assinada pelo presidente e os dois vereadores, foi remetida esta quarta-feira, 12 de Outubro. Cabe ao Ministério Público avançar agora com o processo para determinar a perda de mandato de Francisco Cunha.

Leia a noticia completa em:

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A viagem da mamã

Depois do sucesso de Mamã (VI Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados), Mariana Ruiz Johnson põe agora em foco neste novo álbum a experiência de uma mãe que tem de se ausentar de casa durante uns dias por motivos de trabalho. “A viagem da mamã” abrange todo o processo: fazer a mala, a despedida no aeroporto, as alterações à rotina doméstica, a comunicação à distância graças aos avanços da tecnologia e, por fim, o regresso a casa. Através de uma narrativa singela feita na primeira pessoa, assistimos à evolução das emoções do filho ainda pequeno, que começa por sentir a falta da presença, da voz e, inclusivamente, do cheiro da sua mãe; ao mesmo tempo que vai descobrindo o dia a dia na companhia do seu pai. As personagens desta história são animais humanizados que se movem em cenários facilmente identificáveis pelos leitores e que são aqui representados em suaves tons cromáticos.

VISITE A BIBLIOTECA MUNICIPAL

VÍDEO DA REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA REALIZADA NO DIA 07 DE OUTUBRO DE 2016



«O som do Vídeo não está nas melhores condições, uma deficiência a que o NA é completamente alheio»

terça-feira, 11 de outubro de 2016

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Comemorações da Implantação da República


A exemplo de anos anteriores, o Município de Alpiarça voltou a assinalar as comemorações da Implantação da República com um conjunto de atividades para o público em geral.
Desde a habitual homenagem a José Relvas e aos Republicanos, no jardim municipal, passando por um momento de conversa no Auditório da Casa Museu dos Patudos à volta da República, com a presença do sr. Presidente da Câmara Dr. Mário Pereira, Dr. Nuno Prates e Dr. José Raimundo Noras, a tarde culminou com um excelente espetáculo proporcionado pelos GuitarDrums.
A orquestra de guitarras, “GuitarDrums”, naturais de Vila Franca de Xira, deslumbraram o auditório repleto de público que se deslocou para os ouvir.
Com um reportório diversificado, dirigido a todo o tipo de público, Alpiarça não podia ter terminado as comemorações do dia 5 de outubro da melhor forma.
«CMA»

domingo, 9 de outubro de 2016

Encontro de Associações Culturais Seniores de Alpiarça




Encontro de Associações Culturais Seniores de Alpiarça e Abertura do ano lectivo 2016/17 da Academia Sénior de Alpiarça (ASAL), na tarde de ontem, no Auditório da Biblioteca Municipal.
«Texto e fotos de Mário Pereira»

1301 Alpiarça - Peregrinação Nacional a Fátima 2016

«Foto de Célia Marques»

ARTIGO DE OPINIÃO: "A nossa sociedade não está perdida, mas para lá caminha se não fizermos por isso"

Por: Rodolfo Colhe
O humanismo e as boas práticas ainda são reconhecidas, afinal o mundo na sua espiral vertiginosa em direcção ao fundo ainda vai conhecendo viragens em direcção ao seu lugar natural. O país com licenciados a mais, gente com vontade de trabalhar a menos, têm o prazer de ver o engenheiro António Guterres vencer a eleição para liderar a ONU, trata-se de uma eleição em que nenhum dos membros permanentes o poderia recusar. Um português conseguiu vencer, e isso não pode de forma alguma ser considerado um bem menor.
E como a sociedade e o mundo devem de andar sempre de mãos dadas com a política, a JS Ribatejo realizou no dia 1 de Outubro no Cartaxo, uma conferência denominada “Bullying E Cyberbullying – Reflexões e Acções”, tendo esta actividade tido como oradores a Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade Catarina Marcelino e a Professora Fátima Matos que protagonizaram intervenções brilhantes e levaram a que um número de participações após a intervenção das oradoras fosse enorme. Na minha posição enquanto moderador da conferência, mais do que ouvir todos os relatos e experiências, o mais incrível foi ver a cara das pessoas e os sentimentos que demonstravam ao falar daquele assunto e do quanto aquilo as marcou. Não querendo levantar demasiado o véu, a JS irá trabalhar ainda mais esse tema durante este mês. Fiquei consciente de que a imagem que tinha sobre o que se passava hoje em dia, principalmente nas escolas, é real e que o bullying em todas as suas formas é um flagelo que corre o risco de deixar marcas para sempre na vida de milhares de pessoas. E desengane-se quem tem a antiga versão de que estas práticas são realizadas por indivíduos de grupos sócio-económicos debilitados sobre indivíduos do grupo contrário. Na realidade, nos dias de hoje acontece muito mais o contrário sendo muitas vezes essa diferença social o único motivo da chacota, como se alguém tivesse o direito de enxovalhar outro por usar óculos, ser pequeno, gordo ou homossexual. É necessário uma grande atenção por parte das famílias para identificar rapidamente as vítimas, tal como os indivíduos que praticam o bullying porque muitas vezes eles próprios estão a passar por algum tipo de problema.
Outra das conclusões importantes que retirei no passado dia 1 de Outubro, não se prende com a temática da conferência mas sim com o facto de que é totalmente mentira o desinteresse da sociedade civil por tudo o que não seja sobre o seu umbigo. Numa sala com cerca de 60 pessoas diria que 40 não tinham numa ligação a JS ou ao PS, estando ali apenas pela pertinência do tema e pela qualidade dos oradores e estamos a falar de pais, professores, auxiliares de acção educativa, entre muitas outras. Podemos pois concluir que, quando não existe de certa forma receio de associação às organizações partidárias, a sociedade civil procura a informação e desloca-se onde ela está.
A nossa sociedade não está perdida, mas para lá caminha se não fizermos por isso. Portanto, é urgente uma mobilização de todos no sentido de resolver os diferentes flagelos da nossa sociedade. E não esquecer que a classe política também tem de emitir opinião sobre estes temas e não ficar a assobiar para o lado.