sexta-feira, 10 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher


Empreitada de Ampliação e Revitalização do Jardim Municipal,



Visita às obras da empreitada de Ampliação e Revitalização do Jardim Municipal, acompanhando os trabalhos de levantamento arqueológico do local onde em tempos (até ao início do século XX) se situou a antiga igreja de Alpiarça. 
O levantamento arqueológico e antropológico permitirá conhecer melhor a nossa história e decorrerá paralelamente aos restantes trabalhos da empreitada.
«De Mário Pereira»

quinta-feira, 9 de março de 2017

Distribuição de flores às mulheres em todo o concelho de Alpiarça



Distribuição de flores às mulheres em todo o concelho de Alpiarça, com a participação de eleitos do Município e da Freguesia e da Comissão Unitária de Mulheres, a assinalar o 8 de Março- Dia Internacional da Mulher. 
«De Mário Pereira»

quarta-feira, 8 de março de 2017

ROTA MILENAR ​DO ​PAÚL DA GOUXA


'O Rapaz de Bronze' ou 'Avozinha Gangster'?

Marcadores e cartazes, eis os trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas José Relvas, em Alpiarça

Cartaz «O Rapaz de Bronze»
Cartaz «O Rapaz de Bronze»
AAvozinha Gangster ou O Rapaz de Bronze - são estas as escolhas dos alunos do Agrupamento de Escolas José Relvas, em Alpiarça.
Fernando, Tomás e Pedro, do 6.ºA, conceberam marcadores em defesa da Avozinha Gangster. Já Maria, Mónica e novamente Tomás (que está dividido entre dois livros!), também do 6.ºA, desenharam um cartaz e marcadores de apoio ao livro O Rapaz de Bronze.
Boas leituras e dia 17 de março não te esqueças de votar! Faz ouvir a tua voz!
"http://visao.sapo.pt/visaojunior/"

Os CAVALEIROS DA APOCALIPSE EM ALPIARÇA

Por: V. Vidigal

Os Cavaleiros da Apocalipse do exército do TPA prepararam-se para a última batalha.

Um exército que foi comandando por um General que queria comandar todas as tropas do reino.

Por ventos que lhe foram desfavoráveis demitiu-se das suas funções.

Entregou o exército a soldados que nunca chegarão a oficiais.

Soldados que nunca passarão de sentinelas do quartel.

Alguns conseguiram fugir para o TPA quando estava sob o comando de Francisco Cunha.

Procuravam um lugar ao Sol ou ganhar a guerra então declarada pelo intitulado dono do TPA.

Com o abandono do “Mayor” alguns “soldados de caserna” já se aperceberam que sem o dito o futuro começa a ficar cinzento.





Daqui, como em qualquer guerra, também há desertores.

Estes soldados desertores começam a procurar abrigo noutros exércitos só que estes fecharam-lhe as portas.

Vai daqui um pelotão de 20 valentes soldados teima em dar vida ao PSD/Alpiarça  julgando-se  suficientes para abanar a porta do poder.

Segundo os oráculos que os miúdos da escola andam por ai a distribuir os Cavaleiros da Apocalipse vão acabar por caminhar sozinhos pelo deserto.

Com a Gerigonça do PS/Alpiarça a abanar por todo o lado e agora com esta fatalidade no TPA as eleições autárquicas de Outubro já não prometem nada.

Apenas oratória, da barata  e algumas falsas promessas.

Para o bem ou para o mal todos sabemos assim quem vai ganhar

terça-feira, 7 de março de 2017

ENCONTRO DE UNIVERSITÁRIOS E LICENCIADOS


Há quase 2 anos e meio, apresentei uma proposta em sede própria que por lei, devia ser discutida na reunião seguinte, no entanto como o futuro dos jovens e o futuro de Alpiarça não é importante para este executivo CDU, a mesma continua na gaveta.
Na próxima reunião de câmara e, porque não desistimos de Alpiarça, a mesma irá ser reapresentada.

PROPOSTA
ENCONTRO DE UNIVERSITÁRIOS E LICENCIADOS

O Vereador Francisco Saturnino Cunha, eleito pelo movimento Todos Por Alpiarça, vem apresentar a proposta de um encontro de estudantes universitários e jovens licenciados desde o ano 2000, que culminará num Workshop, fundamentado nos seguintes pressupostos:
1. A importância da formação superior dos jovens para o desenvolvimento socioeconómico de Alpiarça;
2. A falta de oportunidades para crescimento e fixação da população jovem no Concelho;
3. O espírito empreendedor dos estudantes universitários para a discussão de soluções a nível profissional.
Temas de caráter crucial que podem resultar num interessante debate, do qual poderá ser retirada informação útil e ideias para o desenvolvimento progressivo de Alpiarça, com o objetivo de investimento e fixação dos jovens em Alpiarça.
Face ao exposto, o movimento Todos Por Alpiarça, apresenta para discussão e votação ao executivo, a presente proposta.
Alpiarça, 31 de outubro de 2014
FRANCISCO SATURNINO CUNHA
Vereador
Câmara Municipal de Alpiarça

MARÇO: MÊS DO TEATRO


68° aniversário do corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça, assinalado hoje, 6 de Março, no quartel cmdt J. Batata Correia.

«De; Mário Pereira»

segunda-feira, 6 de março de 2017

Até um dia...



Caros Alpiarcenses e amigos,

Em 2013, criei e liderei o TPA - Todos por Alpiarça, movimento independente, que uniu todas as pessoas que queriam mudar o rumo de Alpiarça, com vista ao progresso, ao desenvolvimento, à criação de empresas e postos de trabalho, sobretudo para os jovens e, promover esta excelente Vila ao lugar que merece, para podermos reconstruir o caminho, que muito provavelmente, levará à extinção do Concelho, dentro de algum tempo, por culpa e responsabilidade de quem liderou e geriu o Município nos últimos anos.
Pela 1.ª vez houve um projecto para Alpiarça, que reuniu uma equipa capaz e de grande qualidade para a sua concretização, sem dúvida a melhor lista jamais apresentada a eleições.
Enquanto Vereador, sinto que fiz tudo o que estava ao meu alcance para defender os interesses de todos os Alpiarcenses, no sentido de inverter o declínio e marasmo que perdura em Alpiarça, cujos responsáveis há muito estão identificados: quem liderou e geriu o Município nos últimos anos, colocando interesses pessoais e partidários acima do superior interesse da população.
Apresentámos propostas, detectámos irregularidades e ilegalidades, denunciámos a incompetência e a preguiça latente, de um executivo que pensa exclusivamente em si próprio e no partido que o elegeu, em detrimento dos Alpiarcenses e de Alpiarça, limitando-se a executar políticas traçadas e negociadas noutras terras e por pessoas que não vivem, viveram ou têm intenção de viver nesta nobre vila.
Na tentativa de despertar consciências e de não frustrar a criação de condições para um caminho alternativo, por via de um entendimento transversal às forças opositoras ao actual executivo e, também por motivos pessoais e profissionais, decidi que não serei candidato a Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça nas próximas Eleições Autárquicas de 2017.
Quero de uma forma humilde, agradecer a toda a minha equipa, que me acompanhou e continua a acompanhar até ao final do mandato, que cumprirei com a mesma força e empenho que fiz até então e, também a todos os Alpiarcenses e amigos, que sempre me apoiaram e incentivaram, mesmo os muitos que decidiram não votar em nós.
Agradeço também ao MPT e PSD o apoio que nos foi dado, especialmente aos ASD, na pessoa do seu Secretário-geral.
Obrigado ainda à minha família, por todo o apoio, compreensão e, eventuais sacrifícios, durante esta minha jornada.
Como sempre, estarei disponível para ajudar e colaborar sempre que for solicitado, na certeza de que esta luta não cessará, a bem de todos, a quem desejo os maiores sucessos e felicidades.
Até um dia…
Francisco José Saturnino Cunha

domingo, 5 de março de 2017

O QUE PODERÃO OS SOCIALISTAS FAZER POR ALPIARÇA?

 
Por: V. Vidigal

O actual Executivo da CDU herdou dos socialistas que geriram os destinos de Alpiarça durante alguns anos uma divida aproximada de   treze milhões de euros.

Diga-se em abono da verdade que Rosa do Céu deixou a sua marca no Concelho e enriqueceu o património local.

Justiça lhe seja feita.

Sabemos agora que a mesma já foi reduzida em cerca de quatro milhões de euros.

Um esforço tremendo para os eleitos da CDU porque gerem uma Câmara sem receitas.

Por terem que pagar os investimentos dos “outros” viram-se impedidos de fazer grandes obras.

Algumas foram feitas e também embelezarem a nossa terra.

Venha quem vier a prometer que vai mudar Alpiarça porque o concelho precisa de ser virado de “pernas-para-o-ar” para que mude o mais certo é ficar tudo  na mesma.

Se dentro de poucos meses os socialistas prometerem que se ganharem as eleições autárquicas vão fazer de Alpiarça uma terra diferente não passa de uma falsa promessa.

Nunca Sónia Sanfona conseguirá fazer o quer que seja pela simples razão de que não terá ao seu alcance os milhões de euros que o seu antecessor Rosa do Céu teve e muito menos a banca lhe disponibilizará outros tantos milhões como o antigo presidente socialista teve à sua disposição.

Caber-lhe-á fazer o mesmo que os comunistas da coligação PCP/CDU estão a fazer:

Pagar a divida.

No fim da divida estar paga, possivelmente a conversa será outra.

Até lá o que Sónia Sanfona poderia fazer era mandar caiar umas paredes, limpar umas ruas e meia dúzias de festarolas.

As suas possíveis “promessas eleitorais” que se avizinham não passarão de  modestas quimeras.

Além do mais pouco ou nada tem feito pela terra a que quer presidir.

 Mostrar o que pode fazer, sem dinheiro, é como encontrarmos uma “agulha no palheiro”.

Mal por mal que possamos ficar com o que temos porque sabemos o que já fizeram e o que ainda podem fazer mesmo que as poucas receitas da autarquia mal dêem para “mandar cantar um cego”.

“Vale mais um pássaro na mão de que dois a voar”


ARTIGO DE OPINIÃO: História e profissões

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialistas
de
Alpiarça



Há coisas que nunca devemos esquecer e uma delas são as nossas tradições e nesta época do Carnaval há algumas tradições que se mantêm e que são de todo interessantes. Se em Alpiarça e outros concelhos se tem recuperado o “Enterro do Galo”, apesar de lhe faltar ainda recuperar a mística, na Chamusca o “Jogo do Quartão” tem uma história ininterrupta e que com toda a certeza tem a sua durabilidade no gosto da população pelas suas tradições, sendo a Chamusca um caso de estudo no que toca ao gosto pela tradição e a capacidade das pessoas da Chamusca em preservarem o que é seu e da minha parte isso merece toda a consideração. E mantendo-me numa onda histórica gostaria de dar também os parabéns à cidade de Tomar pelo seu aniversario tão comemorado pelos seus habitantes. A história é muito importante, seja a história de pessoas individuais, seja a história colectiva de grupos de pessoas, seja história de famílias, de profissões, etc. E se há histórias que provavelmente nunca saberemos, com muita pena, outras já começam a ser publicadas através de livros como “100 Heróis e Vilões que fizeram a história de Portugal”, seria interessante ter um livro destes na nossa terra, sendo que dependendo de quem escrevesse, as personagens estariam no lado ou dos heróis ou dos vilões. Mas há uma história que vamos perder e com efeitos irremediáveis, a história dos capatazes, feitores, dos sapateiros dos barbeiros tradicionais, dos tanoeiros entre muitos outras profissões. Os capatazes são provavelmente os maiores conhecedores da história agrícola da nossa região, conhecedores das verdadeiras histórias dos patrões, conhecedores das verdadeiras histórias dos trabalhadores, conhecedores da verdadeira riqueza das casas. É certo que sempre foram colados aos “patrões” e considerados por muitos como uma extensão do próprio poder, mas seria de todo interessante saber qual é a sua verdadeira história. Quanto aos sapateiros e aos barbeiros tradicionais no caso, principalmente, dos primeiros a sua falta é até sentida pela sua utilidade no caso dos segundos, apesar de a função continuar a ser exercida e, eu próprio admito que tenho saudade do João Malho me perguntar como tinha corrido a bola no fim de semana. Há muitas e muitas histórias que se perdem com o tempo e muitas profissões não fazem hoje sentido, mas será que não nos iremos arrepender de não as conhecermos verdadeiramente. Há muitas situações em que a história se repete e quem nos diz isso é precisamente a própria história.

sábado, 4 de março de 2017

Alpiarça marcou presença em Vila Velha de Ródão


As autarquias de Alpiarça marcaram presença em Vila Velha de Ródão na manifestação em defesa de um rio Tejo limpo e despoluído -- um dos mais importantes recursos a diversos níveis da região e do País, reserva valiosa para as novas gerações.
«De: Mário Pereira»

Acção de formação em eTwinning


Na abertura da acção de formação em eTwinning que decorre ao longo de todo o dia deste Sábado em Alpiarça, no novo Auditório da Casa-Museu dos Patudos, organizada pela Direcção Geral de Educação (DGE) e com a colaboração da Câmara Municipal e do Agrupamento de Escolas de José Relvas, com a participação de mais de cem professores e educadores de toda a região.
«Mário Pereira»

Visita ao CDOS de Santarém



Escola de Recruta Bombeiros Alpiarça Chamusca e Golegã e tanbém com Cadetes Infantes da Escola de Bombeiros de Alpiarça 
Visita ao CDOS de Santarém no âmbito de dar conhecer Sala de operações do distrito , na vertente do modulo de comunicações.
«Texto e fotos de Sara Fábio Dias»

quinta-feira, 2 de março de 2017

BARRAGEM DOS PATUDOS TEM ÁGUA COM QUALIDADE

 

As análises levadas a efeito podem ser consultadas  com mais pormenores no "placard" (*)  que se encontra nas proximidades da mesa que está debaixo das pinheiros (sentido Rotunda-Parque de Campismo
(*) As imagens não estão nas melhores condições. No entanto agradecemos ao leitor que as enviou para fins de publicação

quarta-feira, 1 de março de 2017

ALPIARÇA E OS “ESTRANGEIROS”

Por: Fernando Louro

Continuando a minha história de se gostar da nossa terra ou não se gostar, vou agora referir-me aos “migrantes”, aos “estrangeiros”, ou melhor, aqueles que não tendo nascido em Alpiarça, vieram para cá morar, até pela polémica que recentemente se desenvolveu sobre este tema.
Alpiarça sempre foi uma terra acolhedora e não é por acaso que se diz que “Alpiarça é má mãe, mas boa madrasta”.
Vale o que vale, é uma frase popular, que no fundo apenas quer mostrar quanto bem Alpiarça e os Alpiarcenses recebem aqueles que para cá vêm morar.
Por outro lado, e em retorno do bom acolhimento, quero dizer que esses “estrangeiros” que para cá têm vindo viver, na sua generalidade, têm sabido integrar-se na nossa terra, têm sabido amar Alpiarça, e muito daquilo que a nossa terra hoje é, deve-se também muito a eles.
Começo por mencionar o maior de todos, José Relvas, natural da Golegã, veio para cá morar, assumiu-se como Alpiarcense, fez de Alpiarça um concelho e doou por testamento o seu vasto e valioso património à nossa terra e ao seu povo. Sem mais palavras.
Não sou historiador e eventualmente muitos outros haveria a mencionar.
Mas não quero deixar de referir três senhoras, a Dª Adília, a Dª Berta e a Dª Helena, todas “estrangeiras” que vieram para Alpiarça nos anos 50, com um sonho, e criaram um colégio, o Externato S.Paulo, com um edifício construído de raiz, que foi uma referência na região durante duas décadas, e que permitiu que muitos Alpiarcenses e não só, pudessem ter tido acesso aos estudos.
Também não posso deixar de mencionar a colónia dos Avieiros, que para cá vieram, instalaram-se, com novos costumes, e cuja descendência por cá vive, sentindo-se como autênticos Alpiarcenses que de facto são.
Também não posso esquecer, que na época gloriosa do ciclismo dos Águias, muitos dos atletas que ajudaram a espalhar o nome de Alpiarça pelas estradas de todo o país também eram “estrangeiros”, refiro o António Pisco, o José Manuel Marques, o João Brito, entre outros.
Nos dias de hoje, muitos outros haveria a mencionar, verdadeiros Alpiarcenses, que amam Alpiarça, embora tivessem nascido noutro lugar.
Que amam Alpiarça e que mostram respeito pelas suas gentes e pela sua história.
E nada impede que se possa ter dois ou mais amores. Na vida tudo é feito com uma pluralidade de afetos.
Podemos amar a terra onde decidimos morar, onde decidimos viver, a terra que por opção, decidimos tornar as raízes dos nossos filhos.
Sem que para isso tenhamos de deixar de amar a terra das nossas próprias raízes.
Estou seguro que muitos nascidos em Alpiarça, mas pelos condicionalismos da vida tiveram de ir viver para outros lados, entenderão bem as minhas palavras
……
E amar não significa deixar de criticar.
Os pais amam os filhos. E muitas vezes são os primeiros a criticarem-nos. Para os ajudarem a crescer, para os ajudarem a serem melhores.
Mas também têm de saber elogiá-los, incentivá-los, mostrar o seu carinho, o seu amor e o orgulho que têm neles.
Tal como em relação à nossa terra, podemos criticar, mas temos também de mostrar o nosso amor, o nosso orgulho.
O orgulho que temos em ser Alpiarcenses, quer tenhamos nascido em Alpiarça ou fora de Alpiarça.
E evitar que os “vizinhos” possam pensar que o nosso filho, ou a nossa terra, só têm é defeitos.
É fundamental espalhar o bom nome da nossa terra.
Que de facto é uma terra maravilhosa.
Todos sabemos que muitos nascidos fora de Alpiarça, são melhor Alpiarcenses, que muitos nascidos aqui.
Portanto a questão da origem é irrelevante.
Alpiarcenses são todos os que amam Alpiarça e têm orgulho nisso.
……
Mas também há outro tipo de “estrangeiros”.
Há aqueles que vieram morar para Alpiarça, talvez porque os terrenos aqui fossem mais baratos.
Há aqueles que vieram morar para Alpiarça, mas o seu sonho era viver em Almeirim, em Santarém ou em qualquer outro lugar.
Há aqueles que vieram morar para Alpiarça, mas que não respeitam os Alpiarcenses, não respeitam a história desta terra.
Há aqueles que vieram morar para Alpiarça, mas que apenas mostram desprezo pelo seu povo.
Há aqueles que vieram morar para Alpiarça, mas que não amam a nossa terra, nem nunca a irão amar.
Aliás detestam-na.
Acham Alpiarça uma terra suja, feia, insegura, sem liberdade, onde o seu povo é gente burra.
Que espalham um mau nome de Alpiarça, como uma terra tenebrosa.
Que de facto não é, antes pelo contrário.
E foi em relação a estes “estrangeiros” que eu entendi essa recente intervenção pública onde eram referidos os migrantes, polémica apenas, porque foi aproveitada artificialmente ao extremo, desonestamente, sem ao menos terem procurado entender o seu contexto.
O que é que eu faria se vivesse numa terra suja, feia, insegura, sem liberdade, onde o seu povo é gente burra e não fosse obrigado a viver aí?
Mudava de terra, ia-me embora.
E sei que seria esse o procedimento da generalidade das pessoas.
Porque a ponte por onde entrámos, é a mesma ponte por onde podemos sair.

Fonte

Um pássaro de nome Chapim




"Estas são 38 "casas" para um pássaro de nome Chapim. A história começou numa reunião de câmara onde o Vereador Manuel Sebastião falou da lagarta do pinheiro. Um problema que todos os anos resolvemos com cura. A conversa decorreu e a Vereadora Sonia Colaço referiu que existia um predador natural para as ditas lagartas, o Chapim. O problema é que o animal é "esquisito" onde faz o ninho. Após mais alguns minutos ficou acordado que os nossos serviços faziam as ditas "casas" de acordo com umas instruções que a Vereadora arranjou. Agora só falta aplicar nos jardins e espaços públicos e nas escolas e esperar que o Chapim goste do seu novo "apartamento" e se mude para cá".

O Texto é de Pedro Miguel Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Almeirim e recomendamos que o edil alpiarcense tome nota do seu conteúdo para ver se consegue acabar com as lagartas do pinheiro que abundam na Barragem do Patudos

domingo, 26 de fevereiro de 2017

CARNAVAL EM ALPIARÇA

 
 


Grande Carnaval popular o de Alpiarça neste ano de 2017, com o que de mais genuíno existe nesta ancestral tradição do nosso povo.
Muita participação popular na festa; uma das edições com maior número de carros alegóricos e grupos de foliões no corso carnavalesco, assim como na realização de vários bailes ao longo da quadra; empenho e colaboração do movimento associativo, numa realização em parceria, com destaque para a disponibilidade da SFA 1° de Dezembro; muita alegria e diversão. 


Viva o Carnaval de Alpiarça!
«Texto  de Mário Pereira»
«Fotos de Mário Pereira (3 primeiras)»
 « (*) Fotos e colaboração de Paula Lagarto»