segunda-feira, 4 de junho de 2018

ALPIARÇA ORGULHA-SE DAS SUAS FILHAS

Na pista a alpiarcense Ana Teresa Marques


João Miguel Henriques

Guilherme Marques
João Miguel



ORGANIZAÇÃO DO CAMPEONATO NACIONAL DE ESTRADA/ PATINAGEM DE VELOCIDADE - CN ESTRADA, EM ALPIARÇA





"Quando todos trabalham duro para o mesmo objectivo grandes vitórias são alcançadas."

Faltam aqui algumas pessoas mas não estão esquecidas. A todos muito obrigada!




«Texto e Fotos de Ana Paula Marques»

AR NA FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA / FEIRA DO RIBATEJO



O Presidente da República inaugurou no sábado, 2 de junho, a Feira Nacional da Agricultura/Feira do Ribatejo. O certame decorre no Centro Nacional de Exposições em Santarém até 10 de junho e este ano são esperados mais de 180 mil visitantes. A Águas do Ribatejo volta a estar presente na nave Prazer de Provar dedicada à promoção dos produtos portugueses de qualidade. O Stand da AR está junto da ilha da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) onde estão representados os municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos. Em cada dia, um dos concelhos apresenta a sua gastronomia, promove os seus eventos de maior dimensão e anima a Feira do Ribatejo com música dança, desporto e outras artes.

No stand da AR destacamos os investimentos concretizados na região, sensibilizamos para o consumo da água da torneira e promovemos as boas práticas ambientais. Visito-nos até 10 de junho e receba um brinde de recordação da sua passagem pelo espaço Águas do Ribatejo. Todos os dias haverá figuras públicas a visitar a feira que para além das exposições de produtos agrícolas, fruta, maquinaria, artesanato e animais tem uma forte componente cultural com concertos com os principais artistas e bandas dos tops nacionais. Destaque também para os espaços de gastronomia de várias regiões do país.

ARTIGO DE OPINIÃO: Agora com mais calma

Por:
Rodolfo Colhe


Agora com mais calma

Há temáticas que merecem uma reflexão menos a quente e o mais abrangente possível, coisa que em cima dos acontecimentos por vezes se torna impossível.

Muito sinceramente, passados alguns dias sobre a votação da legalização da eutanásia a minha irritação com o resultado mantem-se elevada, e após ter tido a possibilidade de assistir não na integra, mas a uma parte das intervenções, fiquei de boca aberta com a falta de argumentos e com o uso abusivo de mentiras e frases feitas sem o mínimo de sentido, com o intuito único de passar a mensagem do “Por favor não matem os Velhinhos” (quase tenho pena da jovem que empunhou o famoso/vergonhoso cartaz).

Esta votação merece uma reflexão de vários prismas e podemos começar por analisar a posição dos deputados do PSD, que tendo liberdade de votar (coisa que todos deveriam sempre ter) optaram maioritariamente pelo voto no NÃO, quando o seu líder afirmou que votaria SIM ficando uma vez mais demonstradas as diferenças de pensamento entre os deputados do PSD e Rui Rio, bem como a falta de poder que o líder exerce sobre os seus deputados.

Possivelmente, a posição que mais “consequências”políticas poderá vir a ter é a posição do PCP que, volto a dizer, ficou do lado das Igrejas e da Direita, com quem sempre teve dificuldade em conviver, alinhando numa campanha como aquelas que eles próprios sofreram ao estilo “os comunistas comem criancinhas”. Acredito seriamente que esta opção foi principalmente tomada por razões populistas devido à percentagem de eleitorado envelhecido do PCP e em grande parte também pela força que os médicos têm dentro do PCP. Parece-me que duas consequências negativas podem advir desta opção, uma é o afastamento dos jovens do PCP ao perceberem que são totalmente conservadores e avessos à mudança, algo que é contrário á fome de mudança que a maioria dos jovens tem. A outra consequência é das duas a que pode alterar o panorama político, que é a posição que o Bloco vai tomar em relação ao PCP. Não me parece que a forma como os segundos contribuíram para o chumbo da legalização da eutanásia e a postura que tomaram durante o debate vá ser esquecida e cheira-me que as trocas de argumentos que já começaram durante o debate não vão parar quando estamos a pouco mais de um ano das eleições legislativas e a menos de um ano das europeias.

É concreto que o Bloco necessita de chegar ao eleitorado comunista para atingir a percentagem de votos que lhe permita não só ter base negocial com o PS mas também vincar a posição de terceiro maior partido lugar que Assunção Cristas também luta por ter. Posso estar enganado mas para além da temática em si, a forma como todo este processo foi decorrendo ainda vai dar bastante que falar. 

domingo, 3 de junho de 2018

GNR recupera 25 mil litros de óleo de girassol furtados


O Destacamento de Trânsito da GNR de Santarém recuperou, este sábado, um semi-reboque furtado no concelho de Ferreira do Zêzere, que continha 25 mil litros de óleo de girassol.
Decorrente de diligências de investigação, os militares localizaram o trator e a cisterna no interior de um armazém industrial, no concelho de Alpiarça, o que permitiu deter em flagrante um homem de 46 anos, no momento em que este procedia à venda do óleo.
Nesta ação realizou-se ainda uma busca ao armazém, onde foram apreendidas matrículas e documentos relativos a seis outros semi-reboques furtados em vários locais do distrito de Santarém, assim como, diverso material relacionado com o desmantelamento de veículos.
A operação policial empenhou ainda militares do Destacamento Territorial de Santarém e do Destacamento de Intervenção.

LEITOR LANÇA PETIÇÃO A NÍVEL NACIONAL PARA QUE A BARRAGEM DOS PATUDOS SEJA DEVOLVIDA AOS ALPIARCENSES

«Por: Gonçalo Palminha»

"Por vezes, vejo aqui comentários quanto à realização de concursos de pesca na barragem. 
Confesso que só hoje percebi por sentir na pele...
Desde as “balhanas espalhadas” ao espaço cortado com fitas, a simples circulação pedonal é impedida!
Não faz sentido que os Alpiarcenses sejam privados do acesso a um espaço publico.
Se o espaço nao tem condições para a pratica de concursos de pesca desportiva, que terminem com a sua realização.
Se o Municipio/Junta não tem capacidade de fiscalização, que se termine com essas provas até que respeitem as pessoas.
Vamos assinar esta petição pela devolução da Barragem aos Alpiarcenses!"
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sábado, 2 de junho de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: ALPIARÇA ESTAGNOU NO TEMPO

Por: V. Vidigal


Hoje fui até à “Eira do Paciência” ver um pouco do “Campeonato Nacional de Estrada de Patinagem em Velocidade”.

Afinal não é todos os dias que temos na terra campeonatos.

Gostei de ver.

Não estavam milhares de pessoas a assistir mas estavam uma ou duas centenas de pessoas, a maioria familiares ou apoiantes dos atletas na “Eira”.

Mas esta gente precisa de dormir e comer.

Disseram-me que dormem em alguns pavilhões que foram cedidos por alguns organismos locais.

Tenho de reconhecer o esforço de quem está à frente da “Música” entidade que assumiu a realização do acontecimento em Alpiarça e tiro-lhes o “boné” como reconhecimento pelo que fizeram.

No entanto notei uma enorme falha nesta iniciativa:

Traz poucas – ou nenhumas - mais-valia para o concelho

Alpiarça praticamente não tem restauração nenhuma, os praticantes e acompanhantes não se deslocam ao centro da vila e quase nenhum gasto fazem na terra.

Pergunto a mim próprio: isto trará alguma vantagem para o crescimento de Alpiarça ou apenas para os praticantes e acompanhantes que dirão para si próprios “mais um terra que conheci” ou mais “um campeonato?”

Esta iniciativa, que é louvável, fez-me lembrar quando no mandato do ex-presidente Armindo Pinhão as etapas da Volta a Portugal em Bicicleta começavam ou terminavam em Alpiarça.

Montava-se o “circo” nas redondezas da Barragem para depois no fim os elementos, que não eram poucos, iam todos dormir e comer para outros concelhos vizinhos porque nesta terra não havia estruturas de apoio.

Mas a Câmara pagava balúrdios pelo espectáculo

Hoje não está na mesma, está pior porque não há nada de nada

Outra coisa notei na “Eira do Paciência”: alpiarcenses a verem a patinagem contavam-se pelos dedos das duas mãos.

Alpiarça continua estagnada.

Parou no tempo porque não há nada de nada

DIA ABERTO NAS FÁBRICAS DA ÁGUA NO RIBATEJO



AR mostra estações de tratamento no Dia Mundial do Ambiente

No próximo 5 de junho, comemora-se o DIA MUNDIAL DO AMBIENTE.

Para assinalar a data, a ÁGUAS DO RIBATEJO irá abrir sete das suas Estações de Tratamento de Água (ETA) e Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) para mostrar aos visitantes como tratamos a água que bebem e os esgotos que produzem.

Neste dia aberto pretende-se divulgar todo o processo das fábricas da água desde a captação no subsolo, armazenamento de reservas, distribuição e entrega em casa ou na escola. Por outro lado, no saneamento, vaI-se mostrar o processo de recolha do “esgoto”, transporte e tratamento da água residual até à sua devolução à linha de água.

O DIA ABERTO prevê também a realização de ações de sensibilização sobre o uso eficiente da água e as boas práticas ambientais numa parceria com a Associação de Defesa do Consumidor (DECO), escolas, instituições e empresas.

As ações irão decorrer nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos e Torres Novas. Os equipamentos disponibilizados são os seguintes:

  • Reservatório e ETA de Alpiarça

  • ETAR de Paços Negros (Almeirim)

  • ETA de Vale Tripeiro (Benavente)

  • ETAR de Pinheiro Grande/Carregueira (Chamusca)

  • ETAR de Coruche

  • ETA de Salvaterra de Magos

  • ETAR de Torres Novas

sexta-feira, 1 de junho de 2018

A RESPOSTA DO PRESIDENTE DA CÂMARA A UMA QUESTÃO QUE O “NOTICIAS DE ALPIARÇA” LHE APRESENTOU

Mário Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça





Foi o “Noticias de Alpiarça” alertado por alguns leitores que nos questionaram por qual a razão que “existem pessoas em Alpiarça que vão todos os dias fazer tratamento de  Diálise a Santarém em viaturas de Cooperações de bombeiros de outros concelhos por via destas terem acordo com os respectivos organismos e não vão nas viaturas do Bombeiros de Alpiarça?

Daqui  “Noticias de Alpiarça” questionar por escrito Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça  para que nos esclarecesse, de forma a informar os nossos leitores,  “porque tal serviço não é prestado pelos Bombeiros de Alpiarça?”

Eis uma das  respostas de quem é presidente da Câmara (as outras vamos pensar qual o destino a dar-lhes):

Caro A. Centeio,
Acha que é normal colocar respostas minhas a perguntas suas no meio do lixo que o senhor normalmente coloca no seu fb? Acha normal que o Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça colabore com a imagem  miserável de lixo com que o senhor brinda a terra em que nasceu? O senhor está ao serviço de quem? “


ESTÁ TUDO DITO.

Sendo assim:

Desde já avisamos os nossos leitores que não nos devem enviar fotografias para publicar e nas quais esteja exposto LIXO ou outros afins para que ninguém saiba que nesta terra, também chamada de “Terra Vermelha” não há sujidade.

Só aceitamos fotografias de coisas bonitas para fingir que na nossa terra está tudo bem e é tudo bonito e para que no futuro o “Noticias de Alpiarça” possa ser esclarecido pelo Sr. Presidente pois temos  que tratar o presidente com “respeito e consideração” ou seja:

NADA DE CRITICARMOS A TERRA E  QUEM PRESIDE À EDILIDADE.

E depois falam os eleitos do PCP  em democracia.

Passem todos bem porque não precisamos de vocês para nada e muito menos precisa o administrador do “Noticias de Alpiarça” de favores do Senhor presidente.

SE PENSAM QUE NOS CALAM ESTÃO MUITOS ENGANADOS.

E se pensa o senhor presidente que estamos aqui para lhe agradar desengane-se.

Passe bem, Sr. Presidente

A VERDADE É QUE TODA A GENTE RECLAMA, MAS NINGUÉM FAZ NADA PARA MUDAR. PRINCIPALMENTE O SENHOR PRESIDENTE

Mário Pereira, Presidente da Câmara de Alpiarça


A verdade é que toda a gente reclama, mas ninguém faz nada para mudar. Principalmente o senhor presidente. Claro que não se pode fazer muito em coisas que depende de terceiros, mas também há muitas coisas que estão a morrer/já morreram em Alpiarça que ainda podem ser "salvas". Temos, ou pelo menos tínhamos pessoas que o que não nos falta é vontade para fazer esta terrinha aos poucos abandonada renascer. Mas não nos dão as ferramentas para isso, ou simplesmente uma autorização para isso. Podíamos renovar tantas coisas que são realmente úteis aqui. Mas não, um jardim que nunca ninguém usou e continuam sem usar é melhor para o nosso povo.

Talvez se se preocupassem em tentar dar razões aos jovens para não saírem da terrinha. Jovens adultos que poderiam contribuir para a economia da localidade. Mas não, estão cada vez a dar mais razões para irmos para as cidades vizinhas ou para as grandes cidades perto da capital.

Mas afinal, isto é apenas a minha visão da coisa que não serve para nada, que vai ser ignorada e muito provavelmente criticada.

(Comentário de Yahkuza HS referente à noticia AGÊNCIA DA CGD E REPARTIÇÃO DE FINANÇAS DE ALPIARÇA EM VIAS DE FECHAR E que também pode ser lido na nossa página do Facebook:  https://www.facebook.com/antonyocenteio/)

quinta-feira, 31 de maio de 2018

PS/ALPIARÇA: ACUSA O EXECUTIVO DA CDU DE INOPERÂNCIA

SÓNIA SANFONA
Vereadora do Partido Socialista




PS ACUSA O EXECUTIVO DA CDU DE NÃO CONSEGUIR DESENVOLVER ALPIARÇA


O PS/Alpiarça publicou um comunicado onde dá a conhecer a “inoperância” e incapacidade do Executivo da CDU.

Transcrevemos o ‘COMUNICADO MAIO’18’

“Passados que estão praticamente oito meses das últimas eleições autárquicas, é o momento de fazer um primeiro balanço, com os alpiarcenses, do que tem sido a vida no nosso concelho.

Quem ouviu as promessas da CDU durante a campanha eleitoral poderia pensar que caso vencessem as eleições, como aconteceu, entraríamos num período de desenvolvimento, de acerto de contas, de resolução de velhos e novos problemas, de crescimento e modernização. Agora é que seria para fazer obra, para limpar a vila, para dar vida à zona industrial e apoiar os empresários.

Como estávamos à espera, nada mais errado. Aquilo que a CDU ofereceu a Alpiarça durante estes primeiros oitos meses do seu terceiro mandato, não podias estar mais longe daquela realidade prometida.

ALPIARÇA ESTÁ NUM ESTADO DE ABANDONO

(*)

A nossa terra, que já estava num estado de abandono e de falta de estratégia para o seu futuro, agravou substancialmente esta situação à conta de um executivo sem ideias, sem capacidade de fazer o que é preciso fazer, incapaz de defender os interesses de Alpiarça e que, pelo contrário, actua no sentido de afastar as pessoas, as empresas e o investimento, permitindo, e tantas vezes agindo ele próprio, no sentido de que continuem a haver condições na nossa terra para captar jovens, para captar empresas e criar emprego, para promover o concelho e afirmar a sua identidade a nível regional, nacional e mesmo internacional.

O NÚMERO DE PESSOAS QUE RESIDEM EM ALPIARÇA TEM VINDO SUCESSIVAMENTE A DECRESCER.

Não só os filhos da terra saem para outros locais, para trabalhar e para viver, como cada vez menos outras pessoas escolhem Alpiarça para fazer dela o centro da sua vida profissional ou familiar. É compreensível.

NÃO TÊM EMPREGO NEM PERSPETIVAS DE FUTURO PROFISSIONAL:

Cada vez têm menos serviços e comércio, com o encerramento de variados estabelecimentos;

Os serviços públicos tradicionais, que são fundamentais ao exercício de uma actividade económica ou da nossa vida social vão sucessivamente abandonando o concelho. É o caso dos CTT e os anunciados casos da CGD, do balcão da Segurança Social ou da Repartição de Finanças.

As actividades económicas são cada vez menos e têm casa vez menos impacto na nossa comunidade.

Salvo o caso da agricultura, e, neste caso, com as dificuldades, conhecidas, as actividades comerciais e industriais estão reduzidas quase a zero, o que significa menos emprego qualificado, menos desenvolvimento, menos movimentação financeira e, consequentemente, menos arrecadação de receitas para o município.

VIVER EM ALPIARÇA É MAIS CARO DO QUE PRATICAMENTE EM TODO O RESTANTE DISTRITO DE SANTARÉM JÁ QUE, CIDADES INCLUÍDAS, QUASE TODOS PAGAM MENOS IMI DO QUE OS PROPRIETÁRIOS DE MÓVEIS NA NOSSA TERRA.

É por isso também que em cada rua de Alpiarça há várias casas à venda e imoveis em estado de degradação avançada, muitos abandonados que enchem a imagem do concelho de ruínas e desleixo.

A IMAGEM DO CONCELHO É DE ABANDONO E DESLEIXO


(*)


Essa imagem é completamente incompatível com a apregoada promoção turística de Alpiarça. Não podemos esperar que as pessoas nos venham visitar quando a imagem que têm do concelho é de abandono e desleixo. Não podemos esperar que venham fazer compras se não temos lojas e outros estabelecimentos. Todas as estruturas que podem suportar o desenvolvimento turístico do concelho estão iguais ou piores do que estavam no início do primeiro mandato da CDU, quase há nove anos atrás.

A barragem está poluída e sem qualquer aproveitamento economicamente rentável, o parque de campismo continua à espera de investimento e promoção, o Paúl da Gouxa continua abandonado e aos poucos a ser transformado em lixeira, o Patacão ainda tem vestígios da cultura avieira mas até quando, perguntamos nós.

Contratam-se empresas para fazer estudos e projectos de desenvolvimento turístico mas o estado de abandono e desleixo relativamente ao património de todos nos é uma realidade e isso não atrai visitantes, afasta-os.

(*)

Não basta transformar um jardim tradicional numa praça de traça citadina para abrir visitantes ou para proporcionar novos espaços de convívio se não existirem pessoas ou outros motivos de interesse. Não basta construir uns sanitários no jardim da Gouxaria à espera que ali se possam fazer piqueniques e ponto de paragem, se depois estão sempre fechados.

Não basta fazer projetos de remodelação do Mercado Municipal atribuindo-lhes valores pelos quais nenhuma empresa os quer fazer e não tendo uma única ideia quanto à forma de dinamizar e dar vida aquele espaço.

O MUNICÍPIO DE ALPIARÇA CONTINUA ENTRE OS 50 MUNICÍPIOS ENDIVIDADOS COM POSSÍVEL NECESSIDADE DE RECURSO A AJUDA FINANCEIRA.


Não é honesto continuar ao longo destes últimos nove anos a atribuir culpas da sua inércia e incapacidade, ao legado do anterior executivo, quando foi precisamente a ação daquele que permitiu que Alpiarça vivesse o seu maior período de expansão e desenvolvimento, com um investimento de cerca de 50 Milhões de Euros, que ajudaram a captar para Alpiarça investimento estrangeiro de muita qualidade que, com a instalação na zona industrial das empresas Renoldy, Monliz e Texas, criou centenas de postos de trabalho. O pretexto é sempre o mesmo, de que era preciso pôr as contas em dia, mas, ao fim deste tempo, o município de Alpiarça continua entre os 50 municípios endividados com possível necessidade de recurso a ajuda financeira. Tendo estado, como todos sabemos, sujeito a um plano de saneamento financeiro que, afinal, com esta governação autárquica, não veio equilibrar as contas como se apregoou. Prevê-se que 2019 possa ser o ano em que se atinge o objectivo de cumprimento do ratio de endividamento, mas a que preço, perguntamos nós? Já que para o conseguir este executivo, não só aumentou a divida de curto prazo (a fornecedores) de forma dramática, contraindo empréstimos anuais cada vez maiores para pagar os anteriores, como pôs em causa as suas principais funções junto dos alpiarcenses, comprometendo os serviços de higiene e limpeza urbanos, de manutenção de estradas e demais património e baixando os níveis de investimento de forma geral.

Alpiarcenses, este balanço que agora fazemos é profundamente negativo e, mais cedo do que tarde tornará qualquer recuperação difícil.

O PS E OS SEUS ELEITOS TÊM QUESTIONADO ESTAS E OUTRAS SITUAÇÕES, TÊM DENUNCIADO, NOS ÓRGÃOS PRÓPRIOS, ESTE ESTADO DE COISAS E TÊM DADO VOZ ÀS PREOCUPAÇÕES DE TODOS QUANTOS NÃO SE REVEEM NA DESTRUIÇÃO DO NOSSO CONCELHO.

PORQUE ALPIARÇA MERECE MAIS!”

(*) Foto de Arquivo

quarta-feira, 30 de maio de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Sim a Eutanásia

Por:
Rodolfo Colhe



Sim a Eutanásia


Há determinadas temáticas que nos fazem compreender que Portugal apesar de ser um país muito antigo, tem ainda uma democracia recente e ainda como muitas reticências a mudanças principalmente quando estão envolvidos princípios contrários à igreja católica.

Nos últimos dias a discussão sobre a eutanásia atingiu um nível elevado na crispação, mas baixo e deselegante no discurso, chegando ao ponto de ouvirmos termos usados exclusivamente para casos de justiça.

Para que não existam dúvidas, claramente, sou favorável à legalização da eutanásia, pois não compreendo que alguém deva ser obrigado a sofrer vivendo sem esperança de dias melhores. Se queremos liberdade devemos ter também liberdade de escolher se a nossa vida chegou ao fim. Cada um deve ser dono do seu corpo.

Confesso que me tem causado alguma confusão ver o PCP e a múmia Cavaco Silva (que a maioria esperava não mais ver opinar sobre nada) estarem do mesmo lado e com a possibilidade de o segundo vir a votar no primeiro, o que seria no mínimo surreal, como dizia um humorista português esta semana “Ainda vamos ver Cavaco Silva na Festa do Avante”.

Os argumentos do sim são claros e concretos e na minha ótica, inegáveis, mas que argumentos usou o não? E compreenda-se que estamos a falar de deputados na Assembleia da República e “opinion makers” da nossa sociedade e não de cidadão comuns com todo o direito a estarem contra a legalização. Estamos a falar de deputados eleitos pelo povo que têm a obrigação de informar e representar da forma mais correta todos os portugueses. Não é aceitável de todo o clima de desinformação criado à volta de uma temática que podia alterar a vida de muitas pessoas e que para além disso seria, sem dúvida, uma mudança no paradigma social da nossa sociedade que muito precisa de abrir horizontes e se soltar de determinadas amarras que ainda prendem o desenvolvimento social do nosso país.

O resultado não foi o esperado mas o tema não morreu e um dia certamente a eutanásia será legalizada.

Para além da tristeza e quase revolta da derrota o outro sentimento que fica é a dúvida quanto ao que faria o Presidente da Republica.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Sessão Pública de Apresentação do Estudo de Tráfego e Acessibilidades

Foto de Mário Pereira.



A exigência de investimento do Estado na construção do troço em falta do IC3/A13 entre Almeirim e Entroncamento/VN Barquinha, passando por Alpiarça, Chamusca e Golegã é a conclusão da Sessão Pública de Apresentação do Estudo de Tráfego e Acessibilidades que se realizou, hoje à tarde, na Chamusca.
A conclusão do IC3 é fundamental para o desenvolvimento da região e para a melhoria da qualidade de vida das populações destes concelhos, mas acaba por ser também um investimento numa infraestrutura nacional, de ligação entre o norte e o sul do País.
As autarquias locais, os agentes económicos e sociais da região e as populações irão certamente reforçar esta exigência
«De: M.P.»

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Atividades realizadas no fim de semana de 26 e 27 de Maio de 2018


No sábado, Alpiarça esteve presente no Torneio de Veteranos Mais Lezíria, realizado em Almeirim, em que participaram nove municípios.
Ainda no Sábado Alpiarça esteve representada no Encontro Desporto Senior organizado pelo Município de Almeirim. Cerca de 70 seniores estiveram presentes e participaram nas atividades que se realizaram ao longo de todos o dia.
No domingo de manhã aconteceu a Festa dos Avós. Cerca de 25 equipas compostas por avós e netos participaram nas atividades que o Município preparou para os receber na Reserva Natural do Cavalo do Sorraia.
No mesmo domingo a Albufeira dos Patudos recebeu mais um Concurso de Pesca Desportiva.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

FESTA DO CASALINHO


5ª CAMINHADA NOTURNA COM SURPRESAS, PELO VALE DE TOJEIROS




A Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos do Agrupamento de Escolas de José Relvas de Alpiarça vai levar a efeito no  dia 01 de junho de 2018, pelas 21,00 horas a "5ª Caminhada Noturna com Surpresas, pelo Vale de Tojeiros".

Tem como objectivo proporcionar o convívio entre Pais e Filhos e toda a comunidade em geral.

Esta atividade não se resume a uma simples caminhada! Tem como conceito, aliar a atividade desportiva, momentos de lazer e promover a cultura na nossa comunidade educativa.

A forma encontrada para conciliar este objetivo, baseia-se em cada caminhada retratar um tema.

Para isto, conta a Associação de Pais com profissionais na arte de representar que ao longo do percurso, surgirão de surpresa, encarnando as personagens e retratando o tema escolhido.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Primeira de algumas opiniões sobre a Alpiagra 2018

Por:
Rodolfo Colhe


Primeira de algumas opiniões sobre a Alpiagra 2018

Há um ponto em comum naquilo que escrevo, seja neste espaço seja em outros do mesmo género ou até nas redes sociais, são a minha opinião pessoal e não a opinião da JS ou muito menos do PS e digo isto porque neste caso a minha opinião pode divergir da opinião da maioria dos membros do meu partido.
Assumo sem nenhum tipo de pudor que a redução em si do número de dias da Alpiagra não me choca absolutamente nada. O modelo actual era óbvio que não estava a resultar e que era difícil recuperar dinâmicas antigas mantendo 10 dias de actividade apelativa e de qualidade e em muitos dos dias o número de visitantes já era baixo, os comerciantes já tinham prejuízo, a restauração funcionava pouco e mal, e o espaço jovem na minha opinião é deficitário.
Se olharmos para várias feiras do nosso distrito, elas não ultrapassam os 5 dias, FICOR 2018, 24 a 27 de maio em Coruche, Feira do Vinho e do Chocolate de 27 de abril a 1 de maio no Cartaxo, Festas em Honra do Mártir S. Sebastião de 2 a 6 de Fevereiro nos Amiais de Cima. Se retirarmos certames de outro campeonato como a Feira Nacional da Agricultura, sobra praticamente a Ascensão na Chamusca com mais de 5 dias, as restantes têm dinâmicas muito próprias e difíceis de mudar.
Na minha sincera opinião se a redução dos dias da Alpiagra significar aumento da qualidade, eu sou favorável, se servir apenas para diminuir a despesa e retirar preocupações ao executivo, sou contra. Com esta redução de dias, as noites de quinta-feira, sexta-feira, e de sábado terão de ser de enorme qualidade, colocando de parte a hipótese de uma delas ser ocupada com o tradicional festival de folclore, contra o qual nada tenho contra mas que no entanto só interessa a uma parte da população (de idade mais avançada) mas que pode por exemplo ocupar a tarde de domingo. Daquilo que foi até agora (sem avaliar preços, condições de acesso, etc.) há coisas que me parecem à partida bastante bem, nomeadamente o “Pavilhão do Vinho, Fumeiro e Petiscos”, um espaço que certamente irei analisar e usufruir na esperança de que sirva de dínamo para uma área que mais uma vez digo é completamente colocada de parte pelo município. Mas não sejamos tapados, a redução dos dias mesmo que o investimento seja o mesmo não resolve por si só os problemas que em 9 anos não se resolveram, entre os quais está o espaço jovem e animação nocturna que, como disse anteriormente, funciona bastante mal, não só porque o espaço em si nunca foi melhorado nem preparado para o efeito mantendo-se num estilo Feio e Frio. Outro dos graves problemas deste espaço prende-se com as opções tomadas ao nível da animação que não é do agrado da maioria dos jovens do concelho. Peço desculpa se estiver a ser injusto neste ponto, mas de facto é essa a mensagem que me chega. Outro dos pontos que me parece que deve ser analisado relativamente ao espaço jovem (e não só) é quem nele deve poder comercializar. Num momento em que a actividade nocturna em Alpiarça está tão em baixo, até porque por vezes temos assistido a excesso de espaços e nem todos situados de forma conveniente ao comércio, outras vezes já assistimos a grupos do mesmo tipo a estarem numa zona e outros noutra e esta indefinição não é boa para ninguém.
O fim da praça das tasquinhas não será nunca consensual no entanto percebo a necessidade de mudança mas com bastantes dúvidas. Logo de início, o horário é um erro pois teriam de ser servidos almoços todos os dias mas se o único erro for esse nada de grave vêm ao mundo. Uma certeza tenho, o espaço das tasquinhas como estava a ser “gerida” não teriam certamente futuro, por outro lado parece-me que a opção não foi a melhor por colocar este espaço demasiado escondido, mas há que ter em conta o facto de estar no interior leva a que o factor clima saia da equação.
E falando do clima, tenho a certeza que a primeira decisão importante a tomar relativamente ao futuro de Alpiarça é exactamente a data que hoje em dia parece-me já não ser a mais correcta. Há que lembrar que a realização da Alpiagra em Setembro se devia ao fim dos meloais e portanto ao período em que o poder de compra era maior.
Neste momento resta aguardar para percebermos como vai ser a Alpiagra 2018, e as conclusões devem ficar para ao fim, apesar de aquando da saída da programação ficaremos já com algumas ideias sobre as intenções e sobre o que aí virá.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

“EL GALEGO” EM ALPIARÇA




Foi adjudicado à  empresa “El Galego” a concessão do Bar/Cafetaria do Jardim Municipal de Alpiarça.

Prevê-se que no Verão o  bar já esteja a funcionar no novo espaço de lazer do jardim.

Saliente-se que a “El Galego” tem vários estabelecimentos de restauração a funcionar na cidade de Santarém.

CONCURSO PARA A CONSTRUÇÃO DE NOVO POSTO DA GNR EM ALPIARÇA PARA FINS DESTE ANO


Na sequência do contrato assinado entre o MAI e a Câmara de Alpiarça (CONSTRUÇÃO DE UM NOVO QUARTEL DA GNR EM ALPIARÇA) que prevê a cedência de um terreno municipal para a construção do novo Posto Territorial da GNR vai permitir a elaboração do respetivo projeto de execução que está previsto a conclusão nos fins deste Verão.

Concluido o projecto o concurso para a construção de novo posto da GNR em Alpiarça vai ser aberto para até fins deste ano.