sábado, 2 de junho de 2018

DIA ABERTO NAS FÁBRICAS DA ÁGUA NO RIBATEJO



AR mostra estações de tratamento no Dia Mundial do Ambiente

No próximo 5 de junho, comemora-se o DIA MUNDIAL DO AMBIENTE.

Para assinalar a data, a ÁGUAS DO RIBATEJO irá abrir sete das suas Estações de Tratamento de Água (ETA) e Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) para mostrar aos visitantes como tratamos a água que bebem e os esgotos que produzem.

Neste dia aberto pretende-se divulgar todo o processo das fábricas da água desde a captação no subsolo, armazenamento de reservas, distribuição e entrega em casa ou na escola. Por outro lado, no saneamento, vaI-se mostrar o processo de recolha do “esgoto”, transporte e tratamento da água residual até à sua devolução à linha de água.

O DIA ABERTO prevê também a realização de ações de sensibilização sobre o uso eficiente da água e as boas práticas ambientais numa parceria com a Associação de Defesa do Consumidor (DECO), escolas, instituições e empresas.

As ações irão decorrer nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos e Torres Novas. Os equipamentos disponibilizados são os seguintes:

  • Reservatório e ETA de Alpiarça

  • ETAR de Paços Negros (Almeirim)

  • ETA de Vale Tripeiro (Benavente)

  • ETAR de Pinheiro Grande/Carregueira (Chamusca)

  • ETAR de Coruche

  • ETA de Salvaterra de Magos

  • ETAR de Torres Novas

sexta-feira, 1 de junho de 2018

A RESPOSTA DO PRESIDENTE DA CÂMARA A UMA QUESTÃO QUE O “NOTICIAS DE ALPIARÇA” LHE APRESENTOU

Mário Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça





Foi o “Noticias de Alpiarça” alertado por alguns leitores que nos questionaram por qual a razão que “existem pessoas em Alpiarça que vão todos os dias fazer tratamento de  Diálise a Santarém em viaturas de Cooperações de bombeiros de outros concelhos por via destas terem acordo com os respectivos organismos e não vão nas viaturas do Bombeiros de Alpiarça?

Daqui  “Noticias de Alpiarça” questionar por escrito Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça  para que nos esclarecesse, de forma a informar os nossos leitores,  “porque tal serviço não é prestado pelos Bombeiros de Alpiarça?”

Eis uma das  respostas de quem é presidente da Câmara (as outras vamos pensar qual o destino a dar-lhes):

Caro A. Centeio,
Acha que é normal colocar respostas minhas a perguntas suas no meio do lixo que o senhor normalmente coloca no seu fb? Acha normal que o Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça colabore com a imagem  miserável de lixo com que o senhor brinda a terra em que nasceu? O senhor está ao serviço de quem? “


ESTÁ TUDO DITO.

Sendo assim:

Desde já avisamos os nossos leitores que não nos devem enviar fotografias para publicar e nas quais esteja exposto LIXO ou outros afins para que ninguém saiba que nesta terra, também chamada de “Terra Vermelha” não há sujidade.

Só aceitamos fotografias de coisas bonitas para fingir que na nossa terra está tudo bem e é tudo bonito e para que no futuro o “Noticias de Alpiarça” possa ser esclarecido pelo Sr. Presidente pois temos  que tratar o presidente com “respeito e consideração” ou seja:

NADA DE CRITICARMOS A TERRA E  QUEM PRESIDE À EDILIDADE.

E depois falam os eleitos do PCP  em democracia.

Passem todos bem porque não precisamos de vocês para nada e muito menos precisa o administrador do “Noticias de Alpiarça” de favores do Senhor presidente.

SE PENSAM QUE NOS CALAM ESTÃO MUITOS ENGANADOS.

E se pensa o senhor presidente que estamos aqui para lhe agradar desengane-se.

Passe bem, Sr. Presidente

A VERDADE É QUE TODA A GENTE RECLAMA, MAS NINGUÉM FAZ NADA PARA MUDAR. PRINCIPALMENTE O SENHOR PRESIDENTE

Mário Pereira, Presidente da Câmara de Alpiarça


A verdade é que toda a gente reclama, mas ninguém faz nada para mudar. Principalmente o senhor presidente. Claro que não se pode fazer muito em coisas que depende de terceiros, mas também há muitas coisas que estão a morrer/já morreram em Alpiarça que ainda podem ser "salvas". Temos, ou pelo menos tínhamos pessoas que o que não nos falta é vontade para fazer esta terrinha aos poucos abandonada renascer. Mas não nos dão as ferramentas para isso, ou simplesmente uma autorização para isso. Podíamos renovar tantas coisas que são realmente úteis aqui. Mas não, um jardim que nunca ninguém usou e continuam sem usar é melhor para o nosso povo.

Talvez se se preocupassem em tentar dar razões aos jovens para não saírem da terrinha. Jovens adultos que poderiam contribuir para a economia da localidade. Mas não, estão cada vez a dar mais razões para irmos para as cidades vizinhas ou para as grandes cidades perto da capital.

Mas afinal, isto é apenas a minha visão da coisa que não serve para nada, que vai ser ignorada e muito provavelmente criticada.

(Comentário de Yahkuza HS referente à noticia AGÊNCIA DA CGD E REPARTIÇÃO DE FINANÇAS DE ALPIARÇA EM VIAS DE FECHAR E que também pode ser lido na nossa página do Facebook:  https://www.facebook.com/antonyocenteio/)

quinta-feira, 31 de maio de 2018

PS/ALPIARÇA: ACUSA O EXECUTIVO DA CDU DE INOPERÂNCIA

SÓNIA SANFONA
Vereadora do Partido Socialista




PS ACUSA O EXECUTIVO DA CDU DE NÃO CONSEGUIR DESENVOLVER ALPIARÇA


O PS/Alpiarça publicou um comunicado onde dá a conhecer a “inoperância” e incapacidade do Executivo da CDU.

Transcrevemos o ‘COMUNICADO MAIO’18’

“Passados que estão praticamente oito meses das últimas eleições autárquicas, é o momento de fazer um primeiro balanço, com os alpiarcenses, do que tem sido a vida no nosso concelho.

Quem ouviu as promessas da CDU durante a campanha eleitoral poderia pensar que caso vencessem as eleições, como aconteceu, entraríamos num período de desenvolvimento, de acerto de contas, de resolução de velhos e novos problemas, de crescimento e modernização. Agora é que seria para fazer obra, para limpar a vila, para dar vida à zona industrial e apoiar os empresários.

Como estávamos à espera, nada mais errado. Aquilo que a CDU ofereceu a Alpiarça durante estes primeiros oitos meses do seu terceiro mandato, não podias estar mais longe daquela realidade prometida.

ALPIARÇA ESTÁ NUM ESTADO DE ABANDONO

(*)

A nossa terra, que já estava num estado de abandono e de falta de estratégia para o seu futuro, agravou substancialmente esta situação à conta de um executivo sem ideias, sem capacidade de fazer o que é preciso fazer, incapaz de defender os interesses de Alpiarça e que, pelo contrário, actua no sentido de afastar as pessoas, as empresas e o investimento, permitindo, e tantas vezes agindo ele próprio, no sentido de que continuem a haver condições na nossa terra para captar jovens, para captar empresas e criar emprego, para promover o concelho e afirmar a sua identidade a nível regional, nacional e mesmo internacional.

O NÚMERO DE PESSOAS QUE RESIDEM EM ALPIARÇA TEM VINDO SUCESSIVAMENTE A DECRESCER.

Não só os filhos da terra saem para outros locais, para trabalhar e para viver, como cada vez menos outras pessoas escolhem Alpiarça para fazer dela o centro da sua vida profissional ou familiar. É compreensível.

NÃO TÊM EMPREGO NEM PERSPETIVAS DE FUTURO PROFISSIONAL:

Cada vez têm menos serviços e comércio, com o encerramento de variados estabelecimentos;

Os serviços públicos tradicionais, que são fundamentais ao exercício de uma actividade económica ou da nossa vida social vão sucessivamente abandonando o concelho. É o caso dos CTT e os anunciados casos da CGD, do balcão da Segurança Social ou da Repartição de Finanças.

As actividades económicas são cada vez menos e têm casa vez menos impacto na nossa comunidade.

Salvo o caso da agricultura, e, neste caso, com as dificuldades, conhecidas, as actividades comerciais e industriais estão reduzidas quase a zero, o que significa menos emprego qualificado, menos desenvolvimento, menos movimentação financeira e, consequentemente, menos arrecadação de receitas para o município.

VIVER EM ALPIARÇA É MAIS CARO DO QUE PRATICAMENTE EM TODO O RESTANTE DISTRITO DE SANTARÉM JÁ QUE, CIDADES INCLUÍDAS, QUASE TODOS PAGAM MENOS IMI DO QUE OS PROPRIETÁRIOS DE MÓVEIS NA NOSSA TERRA.

É por isso também que em cada rua de Alpiarça há várias casas à venda e imoveis em estado de degradação avançada, muitos abandonados que enchem a imagem do concelho de ruínas e desleixo.

A IMAGEM DO CONCELHO É DE ABANDONO E DESLEIXO


(*)


Essa imagem é completamente incompatível com a apregoada promoção turística de Alpiarça. Não podemos esperar que as pessoas nos venham visitar quando a imagem que têm do concelho é de abandono e desleixo. Não podemos esperar que venham fazer compras se não temos lojas e outros estabelecimentos. Todas as estruturas que podem suportar o desenvolvimento turístico do concelho estão iguais ou piores do que estavam no início do primeiro mandato da CDU, quase há nove anos atrás.

A barragem está poluída e sem qualquer aproveitamento economicamente rentável, o parque de campismo continua à espera de investimento e promoção, o Paúl da Gouxa continua abandonado e aos poucos a ser transformado em lixeira, o Patacão ainda tem vestígios da cultura avieira mas até quando, perguntamos nós.

Contratam-se empresas para fazer estudos e projectos de desenvolvimento turístico mas o estado de abandono e desleixo relativamente ao património de todos nos é uma realidade e isso não atrai visitantes, afasta-os.

(*)

Não basta transformar um jardim tradicional numa praça de traça citadina para abrir visitantes ou para proporcionar novos espaços de convívio se não existirem pessoas ou outros motivos de interesse. Não basta construir uns sanitários no jardim da Gouxaria à espera que ali se possam fazer piqueniques e ponto de paragem, se depois estão sempre fechados.

Não basta fazer projetos de remodelação do Mercado Municipal atribuindo-lhes valores pelos quais nenhuma empresa os quer fazer e não tendo uma única ideia quanto à forma de dinamizar e dar vida aquele espaço.

O MUNICÍPIO DE ALPIARÇA CONTINUA ENTRE OS 50 MUNICÍPIOS ENDIVIDADOS COM POSSÍVEL NECESSIDADE DE RECURSO A AJUDA FINANCEIRA.


Não é honesto continuar ao longo destes últimos nove anos a atribuir culpas da sua inércia e incapacidade, ao legado do anterior executivo, quando foi precisamente a ação daquele que permitiu que Alpiarça vivesse o seu maior período de expansão e desenvolvimento, com um investimento de cerca de 50 Milhões de Euros, que ajudaram a captar para Alpiarça investimento estrangeiro de muita qualidade que, com a instalação na zona industrial das empresas Renoldy, Monliz e Texas, criou centenas de postos de trabalho. O pretexto é sempre o mesmo, de que era preciso pôr as contas em dia, mas, ao fim deste tempo, o município de Alpiarça continua entre os 50 municípios endividados com possível necessidade de recurso a ajuda financeira. Tendo estado, como todos sabemos, sujeito a um plano de saneamento financeiro que, afinal, com esta governação autárquica, não veio equilibrar as contas como se apregoou. Prevê-se que 2019 possa ser o ano em que se atinge o objectivo de cumprimento do ratio de endividamento, mas a que preço, perguntamos nós? Já que para o conseguir este executivo, não só aumentou a divida de curto prazo (a fornecedores) de forma dramática, contraindo empréstimos anuais cada vez maiores para pagar os anteriores, como pôs em causa as suas principais funções junto dos alpiarcenses, comprometendo os serviços de higiene e limpeza urbanos, de manutenção de estradas e demais património e baixando os níveis de investimento de forma geral.

Alpiarcenses, este balanço que agora fazemos é profundamente negativo e, mais cedo do que tarde tornará qualquer recuperação difícil.

O PS E OS SEUS ELEITOS TÊM QUESTIONADO ESTAS E OUTRAS SITUAÇÕES, TÊM DENUNCIADO, NOS ÓRGÃOS PRÓPRIOS, ESTE ESTADO DE COISAS E TÊM DADO VOZ ÀS PREOCUPAÇÕES DE TODOS QUANTOS NÃO SE REVEEM NA DESTRUIÇÃO DO NOSSO CONCELHO.

PORQUE ALPIARÇA MERECE MAIS!”

(*) Foto de Arquivo

quarta-feira, 30 de maio de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Sim a Eutanásia

Por:
Rodolfo Colhe



Sim a Eutanásia


Há determinadas temáticas que nos fazem compreender que Portugal apesar de ser um país muito antigo, tem ainda uma democracia recente e ainda como muitas reticências a mudanças principalmente quando estão envolvidos princípios contrários à igreja católica.

Nos últimos dias a discussão sobre a eutanásia atingiu um nível elevado na crispação, mas baixo e deselegante no discurso, chegando ao ponto de ouvirmos termos usados exclusivamente para casos de justiça.

Para que não existam dúvidas, claramente, sou favorável à legalização da eutanásia, pois não compreendo que alguém deva ser obrigado a sofrer vivendo sem esperança de dias melhores. Se queremos liberdade devemos ter também liberdade de escolher se a nossa vida chegou ao fim. Cada um deve ser dono do seu corpo.

Confesso que me tem causado alguma confusão ver o PCP e a múmia Cavaco Silva (que a maioria esperava não mais ver opinar sobre nada) estarem do mesmo lado e com a possibilidade de o segundo vir a votar no primeiro, o que seria no mínimo surreal, como dizia um humorista português esta semana “Ainda vamos ver Cavaco Silva na Festa do Avante”.

Os argumentos do sim são claros e concretos e na minha ótica, inegáveis, mas que argumentos usou o não? E compreenda-se que estamos a falar de deputados na Assembleia da República e “opinion makers” da nossa sociedade e não de cidadão comuns com todo o direito a estarem contra a legalização. Estamos a falar de deputados eleitos pelo povo que têm a obrigação de informar e representar da forma mais correta todos os portugueses. Não é aceitável de todo o clima de desinformação criado à volta de uma temática que podia alterar a vida de muitas pessoas e que para além disso seria, sem dúvida, uma mudança no paradigma social da nossa sociedade que muito precisa de abrir horizontes e se soltar de determinadas amarras que ainda prendem o desenvolvimento social do nosso país.

O resultado não foi o esperado mas o tema não morreu e um dia certamente a eutanásia será legalizada.

Para além da tristeza e quase revolta da derrota o outro sentimento que fica é a dúvida quanto ao que faria o Presidente da Republica.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Sessão Pública de Apresentação do Estudo de Tráfego e Acessibilidades

Foto de Mário Pereira.



A exigência de investimento do Estado na construção do troço em falta do IC3/A13 entre Almeirim e Entroncamento/VN Barquinha, passando por Alpiarça, Chamusca e Golegã é a conclusão da Sessão Pública de Apresentação do Estudo de Tráfego e Acessibilidades que se realizou, hoje à tarde, na Chamusca.
A conclusão do IC3 é fundamental para o desenvolvimento da região e para a melhoria da qualidade de vida das populações destes concelhos, mas acaba por ser também um investimento numa infraestrutura nacional, de ligação entre o norte e o sul do País.
As autarquias locais, os agentes económicos e sociais da região e as populações irão certamente reforçar esta exigência
«De: M.P.»

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Atividades realizadas no fim de semana de 26 e 27 de Maio de 2018


No sábado, Alpiarça esteve presente no Torneio de Veteranos Mais Lezíria, realizado em Almeirim, em que participaram nove municípios.
Ainda no Sábado Alpiarça esteve representada no Encontro Desporto Senior organizado pelo Município de Almeirim. Cerca de 70 seniores estiveram presentes e participaram nas atividades que se realizaram ao longo de todos o dia.
No domingo de manhã aconteceu a Festa dos Avós. Cerca de 25 equipas compostas por avós e netos participaram nas atividades que o Município preparou para os receber na Reserva Natural do Cavalo do Sorraia.
No mesmo domingo a Albufeira dos Patudos recebeu mais um Concurso de Pesca Desportiva.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

FESTA DO CASALINHO


5ª CAMINHADA NOTURNA COM SURPRESAS, PELO VALE DE TOJEIROS




A Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos do Agrupamento de Escolas de José Relvas de Alpiarça vai levar a efeito no  dia 01 de junho de 2018, pelas 21,00 horas a "5ª Caminhada Noturna com Surpresas, pelo Vale de Tojeiros".

Tem como objectivo proporcionar o convívio entre Pais e Filhos e toda a comunidade em geral.

Esta atividade não se resume a uma simples caminhada! Tem como conceito, aliar a atividade desportiva, momentos de lazer e promover a cultura na nossa comunidade educativa.

A forma encontrada para conciliar este objetivo, baseia-se em cada caminhada retratar um tema.

Para isto, conta a Associação de Pais com profissionais na arte de representar que ao longo do percurso, surgirão de surpresa, encarnando as personagens e retratando o tema escolhido.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Primeira de algumas opiniões sobre a Alpiagra 2018

Por:
Rodolfo Colhe


Primeira de algumas opiniões sobre a Alpiagra 2018

Há um ponto em comum naquilo que escrevo, seja neste espaço seja em outros do mesmo género ou até nas redes sociais, são a minha opinião pessoal e não a opinião da JS ou muito menos do PS e digo isto porque neste caso a minha opinião pode divergir da opinião da maioria dos membros do meu partido.
Assumo sem nenhum tipo de pudor que a redução em si do número de dias da Alpiagra não me choca absolutamente nada. O modelo actual era óbvio que não estava a resultar e que era difícil recuperar dinâmicas antigas mantendo 10 dias de actividade apelativa e de qualidade e em muitos dos dias o número de visitantes já era baixo, os comerciantes já tinham prejuízo, a restauração funcionava pouco e mal, e o espaço jovem na minha opinião é deficitário.
Se olharmos para várias feiras do nosso distrito, elas não ultrapassam os 5 dias, FICOR 2018, 24 a 27 de maio em Coruche, Feira do Vinho e do Chocolate de 27 de abril a 1 de maio no Cartaxo, Festas em Honra do Mártir S. Sebastião de 2 a 6 de Fevereiro nos Amiais de Cima. Se retirarmos certames de outro campeonato como a Feira Nacional da Agricultura, sobra praticamente a Ascensão na Chamusca com mais de 5 dias, as restantes têm dinâmicas muito próprias e difíceis de mudar.
Na minha sincera opinião se a redução dos dias da Alpiagra significar aumento da qualidade, eu sou favorável, se servir apenas para diminuir a despesa e retirar preocupações ao executivo, sou contra. Com esta redução de dias, as noites de quinta-feira, sexta-feira, e de sábado terão de ser de enorme qualidade, colocando de parte a hipótese de uma delas ser ocupada com o tradicional festival de folclore, contra o qual nada tenho contra mas que no entanto só interessa a uma parte da população (de idade mais avançada) mas que pode por exemplo ocupar a tarde de domingo. Daquilo que foi até agora (sem avaliar preços, condições de acesso, etc.) há coisas que me parecem à partida bastante bem, nomeadamente o “Pavilhão do Vinho, Fumeiro e Petiscos”, um espaço que certamente irei analisar e usufruir na esperança de que sirva de dínamo para uma área que mais uma vez digo é completamente colocada de parte pelo município. Mas não sejamos tapados, a redução dos dias mesmo que o investimento seja o mesmo não resolve por si só os problemas que em 9 anos não se resolveram, entre os quais está o espaço jovem e animação nocturna que, como disse anteriormente, funciona bastante mal, não só porque o espaço em si nunca foi melhorado nem preparado para o efeito mantendo-se num estilo Feio e Frio. Outro dos graves problemas deste espaço prende-se com as opções tomadas ao nível da animação que não é do agrado da maioria dos jovens do concelho. Peço desculpa se estiver a ser injusto neste ponto, mas de facto é essa a mensagem que me chega. Outro dos pontos que me parece que deve ser analisado relativamente ao espaço jovem (e não só) é quem nele deve poder comercializar. Num momento em que a actividade nocturna em Alpiarça está tão em baixo, até porque por vezes temos assistido a excesso de espaços e nem todos situados de forma conveniente ao comércio, outras vezes já assistimos a grupos do mesmo tipo a estarem numa zona e outros noutra e esta indefinição não é boa para ninguém.
O fim da praça das tasquinhas não será nunca consensual no entanto percebo a necessidade de mudança mas com bastantes dúvidas. Logo de início, o horário é um erro pois teriam de ser servidos almoços todos os dias mas se o único erro for esse nada de grave vêm ao mundo. Uma certeza tenho, o espaço das tasquinhas como estava a ser “gerida” não teriam certamente futuro, por outro lado parece-me que a opção não foi a melhor por colocar este espaço demasiado escondido, mas há que ter em conta o facto de estar no interior leva a que o factor clima saia da equação.
E falando do clima, tenho a certeza que a primeira decisão importante a tomar relativamente ao futuro de Alpiarça é exactamente a data que hoje em dia parece-me já não ser a mais correcta. Há que lembrar que a realização da Alpiagra em Setembro se devia ao fim dos meloais e portanto ao período em que o poder de compra era maior.
Neste momento resta aguardar para percebermos como vai ser a Alpiagra 2018, e as conclusões devem ficar para ao fim, apesar de aquando da saída da programação ficaremos já com algumas ideias sobre as intenções e sobre o que aí virá.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

“EL GALEGO” EM ALPIARÇA




Foi adjudicado à  empresa “El Galego” a concessão do Bar/Cafetaria do Jardim Municipal de Alpiarça.

Prevê-se que no Verão o  bar já esteja a funcionar no novo espaço de lazer do jardim.

Saliente-se que a “El Galego” tem vários estabelecimentos de restauração a funcionar na cidade de Santarém.

CONCURSO PARA A CONSTRUÇÃO DE NOVO POSTO DA GNR EM ALPIARÇA PARA FINS DESTE ANO


Na sequência do contrato assinado entre o MAI e a Câmara de Alpiarça (CONSTRUÇÃO DE UM NOVO QUARTEL DA GNR EM ALPIARÇA) que prevê a cedência de um terreno municipal para a construção do novo Posto Territorial da GNR vai permitir a elaboração do respetivo projeto de execução que está previsto a conclusão nos fins deste Verão.

Concluido o projecto o concurso para a construção de novo posto da GNR em Alpiarça vai ser aberto para até fins deste ano.

“NOTA-SE DEZMAZELO” disse o vereador António Moreira

Vereador António Moreira (PS)


Ora desmazelo pela coisa pública  é coisa que não falta em Alpiarça.

O Vereador do PS António Moreira começou por questionar o executivo da CDU se o Jardim Municipal tem “terra de terra” ou se na terra do espaço publico também foi colocado “terra de obras, caliço” e outros afins.

Ficou-se na dúvida porque de certezas nada havia mas houve a certeza que uma pequena laje rectangular com a medida aproximada de 20x15 centímetros encontra-se partida no Jardim Municipal que viria a dar “pano para mangas” na discussão da reunião camarária para se concluir que na verdade a “laje está partida” e que a Câmara já tomou medidas para contactar a empresa construtora para que esta reponha o que está partido.

Na troca de palavras, dos esclarecimentos e demais apontamentos ficamos com a sensação que o jogo de “farpas” nas reuniões de Câmara entre o Vereador António Moreira e Carlos Jorge da CDU não é jogado da melhor forma, isto é: existe algum conflito entre os dois eleitos.

Para que ficasse registado em acta: António Moreira reafirmou pela terceira ou quarta que “nota-se desmazelo” e ponto final.

SE ISTO NÃO É DESMAZELO, ENTÃO O QUE SERÁ?



(Esta sujidade já vai para dois meses que aqui se encontra)

Em termos de feição  uma leitora entrou em contacto com o 'Noticias de Alpiarça'  para nos  entregar  a foto,  acima publicada e  nos questionar "sobre o que fazer à sujidade que se encontra na rua principal de Alpiarça a Rua José Relvas".

Respondemos-lhes que é tudo uma questão de DESMAZELO por parte da Câmara como desmazelo é a sujidade que existe nas ruas de Alpiarça.

Só que este DESMAZELO não é culpa de nenhuma empresa mas sim da Câmara.

"Sábados a Contar"




Mamã!
 .
Certo dia, o Senhor Coelho encontrou nos   bosques um objeto macio e às manchinhas.Como  era perfeito - como tudo o que gostava -, levou-o para a sua toca limpa, arrumada  e muito organizada. Mas o objeto não era bem aquilo que ele pensava…
 .
E, de repente, CRRAC! Lá de dentro saiu um patinho pegajoso! O Senhor Coelho não queria algo sujo e pegajoso na sua toca maravilhosa, mas o patinho tinha outras ideias…
 .
Mais uma história maravilhosa para os nossos Sábados a Contar, não faltem!
 .
Para os pais e para os filhos, dia 26 de maio, pelas 16h30

SABIA QUE ALPIARÇA JÁ NÃO É O QUE ERA?


     


Os políticos pela “calada do tempo” conseguiram tirar-nos a nossa verdadeira identidade e até conseguiram repartir as nossas origens aos bocados.
Continuamos a pertencer ao distrito de Santarém para fazer parte do Alentejo e estarmos englobados na sub-região da Lezíria do Tejo.
Até conseguiram fazer que a população alpiarcense se resuma a cerca de 6 000 habitantes.
Deixamos de ter qualquer significado politico-administrativo.
Somos apenas  uma parte do Alentejo.
Até o nosso orgulho perdemos.
Tudo em nome do Dinheiro.

População
Número de habitantes 
1864
1878
1890
1900
1911
1920
1930
1940
1950
1960
1970
1981
1991
2001
2011
3 171
3 961
4 926
5 775
6 384
6 713
7 550
7 256
7 618
7 856
7 490
8 120
7 711
8 024
7 702

domingo, 20 de maio de 2018

II EDIÇÃO DA ROTA DAS SOPAS DE ALPIARÇA



Na segunda edição da Rota das Sopas de Alpiarça, a decorrer na Praça do Município, numa organização da ARPICA -- uma excelente jornada de promoção da rica gastronomia e doçaria da nossa terra, com animação e convívio.
«De: Mário Pereira»