sábado, 11 de agosto de 2018
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
“JUDITE HOSPEDARIA” JÁ A FUNCIONAR
Judite Gregório é uma empresária ligada à animação
turística que decidiu abrir em Alpiarça uma Hospedaria, a “Juditehome
Hospedaria”
É uma unidade de turismo localizada na Rua Dr.
Queiroz Vaz Guedes.
Situada numa zona privilegiada a hospedaria conta
com cinco quartos todos com um toque de modernidade na
sua decoração e equipados de forma a proporcionar aos seus hóspedes o conforto,
a higiene e o prazer de um ambiente acolhedor e familiar para que os clientes possam
sentir-se como estando na sua própria casa, que até, ao saírem dos seus quartos,
tem à sua disposição cestinhos com fruta fresca
Todos os quartos tem TV e Internet e brevemente um restaurante
com cozinha própria.
DEIXE-SE ENVOLVER
PELOS QUARTOS TEMÁTICOS!
Em conversa com a
empresária ficamos a saber que paralelemente à hospedaria Judite Gregório tem
ainda uma empresa de Animação Turística a “ATJUDITETOUR
– Animação Turística”.
Judite
decidiu recomeçar a vida de uma forma única, a proporcionar a outras pessoas
experiências ligadas às suas próprias paixões, os cavalos, os vinhos e a
gastronomia tradicional, a aventura na natureza , o convívio, e a partilha de
tradições.
Apaixonada
pela região onde vive, o Ribatejo, rica do ponto de vista paisagístico,
cultural e tradicional, Judite decidiu dar a conhecer o que a região e o país têm
de melhor para oferecer, de uma forma relaxante e cuidada, num ambiente
acolhedor e familiar.
A animação
cultural tem programas de “momentos
únicos”, “programas extras” e “programas especiais” que ocasionalmente abrangem
eventos tradicionais da Região ou de Portugal, tais como; Feira Nacional do
Cavalo Lusitano (Golegã), Leilão dos Poldros de Alter Real (Alter do Chão),
Feira Nacional de Agricultura (Santarém), época de vindimas entre outros.
«Por: António Centeio»
Onde de calor queimou muitos hectares de vinha no Ribatejo

Um pouco por todo o Ribatejo, as vinhas foram das culturas mais afetadas pela onda de calor extremo que se fez sentir nos primeiros dias de agosto.
As altas temperaturas a rondar os 45º queimaram vinhedos inteiros, deixando cepas e cachos em maturação apenas com passas de uvas.
“O calor queimou cerca de 70% de uma vinha nossa, onde estimamos que existam cerca de 15 hectares afetados ou completamente destruídos pelas altas temperaturas”, disse à Rede Regional Paulo Cunha, da Pinhal da Torres Vinhos, uma empresa de Alpiarça que se dedica à produção de vinhos de qualidade, a maioria para exportação.
Os prejuízos não são ainda quantificáveis, mas serão “bastante elevados”, assegura este produtor.
“Para já, temos um problema a nível da quantidade, pois perdemos parte das uvas. A nível da qualidade, acreditamos que seria um bom ano, mas ainda é cedo para afirmarmos isso com certeza”, explica Paulo Cunha.
Os cachos desta vinha de 30 hectares, batizada de “Águas Vivas”, foram ainda mais afetados por se tratar de uma vinha nova, onde as cepas têm menos parras.
“As uvas não estavam tão protegidas e queimaram-se mais. Em vinhas mais velhas, os prejuízos são menores”, acrescenta o produtor de Alpiarça.
Por se tratar de um fenómeno ocorrido há poucos dias, e em pleno período de férias de Verão, as organizações do sector ainda estão a apurar números e a compilar dados, mas é esperada uma quebra na produção.
Estima-se que, só a nível do Ribatejo, existam centenas de produtores com muitos hectares de vinha totalmente perdidos.
«RR»
BOMBEIROS DE ALPIARÇA NO INCÊNDIO DE MONCHIQUE
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
CÂMARA CEDEU O AUTOCARRO PARA TRANSPORTAR OS EFECTIVOS DOS CORPOS DE BOMBEIROS DO DISTRITO
Alpiarça a colaborar no esforço nacional de combate ao grande incêndio que lavra há já vários dias na serra algarvia, integrando o dispositivo distrital e disponibilizando o autocarro do Município para transporte de bombeiros para Monchique.
Correspondendo à solicitação do Comandante Distrital de Santarém (CODIS), a Câmara Municipal de Alpiarça cedeu o autocarro para transportar os efectivos dos corpos de bombeiros do distrito que seguem neste momento para o Algarve e para trazer depois os que serão rendidos.
Boa viagem. Bom trabalho. Um agradecimento também ao motorista, pela disponibilidade prontamente demonstrada para esta tarefa.
Correspondendo à solicitação do Comandante Distrital de Santarém (CODIS), a Câmara Municipal de Alpiarça cedeu o autocarro para transportar os efectivos dos corpos de bombeiros do distrito que seguem neste momento para o Algarve e para trazer depois os que serão rendidos.
Boa viagem. Bom trabalho. Um agradecimento também ao motorista, pela disponibilidade prontamente demonstrada para esta tarefa.
«De Mário Pereira»
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Requalificação Global da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas
A preparar a requalificação global da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas.
Hoje de manhã uma reunião em Lisboa, na DGEstE, com o Delegado Regional, Dr Francisco Neves, de forma a definir os procedimentos necessários à execução dos projectos técnicos de arquitectura e de especialidades para que a Câmara possa avançar com a candidatura ao financiamento a 85% do POR Alentejo para a realização da obra o mais brevemente possível.
Após o esforço de ver "mapeada" a Escola, e na sequência da recente adenda ao Pacto de Coesão estabelecido pela CIMLT com o POR Alentejo para a contratualização de fundos comunitários, está já destinada uma verba que rondará os 2 milhões de euros para o investimento na recuperação de todo o edificado e espaços exteriores da EB2,3/Secundária de Alpiarça.
«De Mário Pereira»
BOMBEIROS DE ALPIARÇA PRESENTES NOS MAIORES INCÊNDIOS DO PAÍS
ARTIGO DE OPINIÃO: Defesa da região
domingo, 5 de agosto de 2018
ALERTA VERMELHO – NECESSIDADE DO USO DE ÁGUA DA REDE PÚBLICA PARA COMBATE A INCÊNDIO
ALERTA VERMELHO – NECESSIDADE DO USO DE ÁGUA DA REDE PÚBLICA PARA COMBATE A INCÊNDIO
COMUNICADO DA ÁGUAS DO RIBATEJO
Na sequência do Aviso Vermelho emitido pelo IPMA para o distrito de Santarém, e considerando a situação de ocorrências ao nível de incêndios, a Águas do Ribatejo solicita à população que restrinja o uso da água da rede pública de abastecimento ao essencial, ou seja, evite regar, lavar pátios, passeios, ruas, etc com a água tratada para consumo humano.
Assim, a Águas do Ribatejo, terá uma maior disponibilidade nas suas reservas de abastecimento para dar resposta às solicitações do combate a incêndios sem colocar em causa o abastecimento público de água em zonas onde as populações são tendencialmente idosas e mais sujeitas a problemas de saúde em ondas de calor.
A Águas do Ribatejo agradece desde já a colaboração de todos.
sábado, 4 de agosto de 2018
BOMBEIROS DE ALPIARÇA NO SEU MELHOR
"Uma vitima diferente mas igual a tantas outras às quais damos o melhor de nós"
(texto de Fábio Dias)
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
GNR Ribatejo: Aviso Laranja
Entre as 23h59 do dia 1 de agosto, às 06h00 do dia 2 de agosto, o Distrito de Santarém estará com aviso laranja, por persistência de valores elevados da temperatura máxima.
(informação será atualizada caso se justifique).
Dia 2 (mín. - máx.):
Abrantes: 22º - 44º;
Alpiarça: 20º - 44º;
Coruche: 20º - 45º;
Rio Maior: 22º - 42º;
Santarém: 20º - 44º
O Índice Ultravioleta será de nível 10 (escala de 1 a 11+), por isso, a GNR aconselha:
- evite exposição ao sol;
- utilize protetor solar com proteção elevada;
- evite bebidas açucaradas e alcoólicas;
- beba água regularmente;
- utilize óculos de sol com proteção UV;
- tenha atenção às crianças e idosos;
- utilize roupas claras, leves e largas;
Fonte: IPMA
ARTIGO DE OPINIÃO: Títulos
domingo, 29 de julho de 2018
sábado, 28 de julho de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
MEGAFOGOS VÃO FAZER PARTE DO QUOTIDIANO
Os incêndios estão mais perigosos e vão manter-se assim, culpa do clima e da falta de ordenamento. Especialistas apelam a maior intervenção da UE.
Corpos carbonizados, carros ardidos, populações em fuga e relatos de incêndios gigantescos e com uma progressão e propagação superiores ao habitual. As descrições dos fogos que, por estes dias, estão a varrer a região da Ática, na Grécia, são em quase tudo semelhantes às da tragédia de Pedrógão, em junho do ano passado, e às dos grandes incêndios de outubro.
Os especialistas garantem que a repetição destes fenómenos extremos não é uma coincidência e avisam que os megaincêndios vão ser uma constante no sul da Europa. A culpa, explicam, é das alterações climáticas, do mau ordenamento dos territórios e das características da floresta mediterrânica. Neste contexto, a prevenção e o combate aos incêndios já não são uma tarefa isolada de cada Estado. Os especialistas com quem o i conversou defendem que são necessárias respostas à escala global e que terão de partir da União Europeia.
Na Grécia, como em Portugal ou em Espanha, os fogos florestais não são novidade. Mas, com as recentes mudanças no clima, o sul da Europa debate-se com novos desafios. “Existe um padrão que era expetável: os incêndios são cada vez mais extremos, rápidos e complicados de gerir”, aponta Francisco Rego, professor no Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa e que integrou a Comissão Técnica Independente nomeada pelo parlamento para estudar os incêndios do ano passado. Domingos Xavier Viegas, da Universidade de Coimbra e que também estudou o fenómeno de Pedrógão Grande, concorda e avisa: “Os grandes incêndios vão ser mais frequentes e já estamos a ter evidências nesse sentido.”
E há várias razões que explicam o agravamento dos fogos. Duarte Caldeira, presidente do Centro de Estudos e Intervenção em Proteção Civil e antigo presidente da Liga de Bombeiros, aponta algumas. A começar pelas alterações climáticas. “Assistimos, no sul da Europa, a perfis meteorológicos gravosos e potenciadores de incêndios”, descreve. Ao clima mais severo junta-se a “inexistência de políticas de ordenamento do território”, que não é um problema exclusivo de Portugal. Também na Grécia – e as imagens dos incêndios dos últimos dias comprovam- -no – existem “espaços florestais invadidos por espaços urbanos” e vice-versa. A proximidade entre vegetação não controlada e habitações gera um cocktail explosivo. “Quando ocorrem ventos fortes conjugados com temperaturas elevadas, os incêndios florestais rapidamente invadem o espaço urbano”, sublinha Duarte Caldeira. Além disso, a orografia dos países do sul, com declives acentuados e zonas montanhosas, também desajuda. Quer no combate, quer nos trabalhos de prevenção.
É por isso que Francisco Rego defende que, a médio prazo, é preciso mudar a forma como é feita a gestão e o planeamento dos territórios. “E a verdade é que não tem havido esse foco. Trabalhou-se muito no combate, mas descurou-se a oportunidade de tornar a floresta mais sólida, mais organizada e até mais sustentável”, defende. Domingos Xavier Viegas chama a atenção para outra dimensão: a da falta de cultura de proteção civil entre as populações. Na Grécia, como em Portugal, muitas das vítimas morreram a tentar fugir à fúria dos fogos. “O que demonstra que os países têm de se preparar, mas também têm de saber preparar as suas comunidades para que sejam mais resilientes e adotem medidas de autoproteção adequadas.”
No que diz respeito ao combate, e com os incêndios a adquirirem proporções gigantescas, também há caminhos por desbravar. Ainda que os países do sul da Europa tenham, nos últimos anos, investido em muitos meios (a Grécia já chegou a ser o país com maior número de meios aéreos), a severidade e a imprevisibilidade do comportamento dos fogos não dão margem de manobra aos bombeiros. Por isso, e além de maior prevenção, os especialistas com quem o i conversou defendem que é preciso uma política de entreajuda entre os países da União Europeia. “Hoje reconhecemos, na Europa, que a proteção civil é uma área que tem de ter prioridade equivalente ou mesmo superior à da defesa”, acredita Duarte Caldeira. E se, até aqui, cada Estado tem procurado munir-se de meios, a partir de agora, a estratégia terá de ser global e conjunta. “Está na hora de a União Europeia e os países da Europa do sul terem em consideração esta problemática e trabalharem em políticas efetivas de adaptação às alterações climáticas”, acrescenta o antigo presidente da Liga de Bombeiros.
É certo que a entreajuda já existe. Ontem, por exemplo, vários países enviaram meios para a Grécia. E Portugal, segundo anunciou o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, também vai contribuir, fazendo chegar elementos da Força Especial de Bombeiros. Mas Xavier Viegas avisa que a cooperação tem de ser alargada a outras frentes. “Tem de se trabalhar em conjunto, mas a montante, no capítulo da prevenção e do estudo científico dos fenómenos”, defende. E Francisco Rego acrescenta: “É necessário criar uma intervenção musculada e organizada entre os Estados, com os agentes a disporem do mesmo tipo de formação, a partilharem a mesma linguagem e o mesmo conhecimento para que a cooperação seja homogénea e verdadeiramente integrada.”
«i»
quarta-feira, 25 de julho de 2018
Vem aí o calor. Temperaturas vão ultrapassar os 40 ºC
Se tinha férias marcadas para o início do mês de agosto e estava preocupado com o mau tempo, relaxe: as temperaturas vão subir a partir de quinta-feira, dia 2.
A previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) diz que esta drástica subida de temperatura vai ser causada por uma massa de ar quente proveniente do interior da Península Ibérica.
No que aos números diz respeito, Évora atingirá os números mais elevados do país (41 graus), seguida de Beja (40 graus) e Castelo Branco (39 graus).
Nas cidades de Lisboa e do Porto, as temperaturas não vão subir tanto, chegando aos 33 ºC e 30 ºC, respetivamente. Todo o país terá temperaturas acima dos 30 graus.
«I»
Miguel Arraiolos no Mundial de Triatlo em Edmonton Canadá
O atleta Alpiarcense Miguel Arraiolos, compete próxima sexta-feira, dia 27 na etapa de Edmonton, Canadá, do Campeonato do Mundo de Triatlo, prova pontuável para o apuramento olímpico Tokio2020.
Atualmente no 76º lugar do ranking mundial, Miguel Arraiolos irá tentar angariar pontos que lhe permitam subir no ranking mundial e ir consolidando o seu lugar no apuramento olímpico que termina em Maio de 2020.
No passado fim de semana, o atleta classificou-se em 7º lugar no Campeonato da Europa de Triatlo na distância Sprint, em Tartu, Estónia, subindo 30 lugares no ranking mundial.
Também graças ao 2º lugar na Taça Americana em Havana, Cuba e ao 9º na Taça da Europa em Melilla, Espanha, em que participou este ano, Miguel Arraiolos tem subido gradualmente no ranking, estando atualmente a cerca de 20 posições para integração na grelha de qualificação olímpica.
segunda-feira, 23 de julho de 2018
O ACTUAL COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS MUNICIPAIS DE ALPIARÇA
sexta-feira, 20 de julho de 2018
Tomada de posse dos órgãos sociais da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo
Ontem ao início da tarde em FERREIRA DO ALENTEJO novos órgãos sociais da Entidade Regional de Turismo tomaram posse
Os novos órgãos sociais da Turismo do Alentejo / Ribatejo - liderados por António Ceia da Silva, após a eleição do passado dia 12 - tomaram hoje, dia 19 de junho, posse numa cerimónia realizada no Núcleo Museológico da Adega do Zé Lelito, em Ferreira do Alentejo,um local fantástico com a presença do Presidente da Câmara Municipal e da Assembleia Geral da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo,Luís Pita Ameixa e o Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça e membro da Assembleia Geral, Mário Pereira
No decorrer do ato, o Presidente reeleito destacou que a elaboração de um Plano Estratégico para o Turismo para o universo temporal 2020 / 2027 é uma das principais prioridades para o segundo mandato que vai cumprir, após a reestruturação de 2013, à frente dos destinos Alentejo e Ribatejo.
Defensor acérrimo da planificação para se atingir a eficácia promocional e a alavancagem do setor, Ceia da Silva assume ainda como prioridades a defesa e o trabalho em prol de uma viragem das regiões no que respeita às infraestruturas, como por exemplo as acessibilidades, tais como as ligações ferroviárias e o dinamização e rentabilização do aeroporto de Beja.
Em linha de continuidade com o trabalho que tem sido desenvolvido nos últimos anos - com foco na requalificação, na oferta de excelência e na defesa do que é identitário - os órgãos agora empossados vão continuar a apostar na estruturação do produto e na certificação de toda a cadeia de valor do setor. Recorde-se que o Alentejo é um caso de boas práticas internacional no domínio da Certificação, sendo o 1º destino a ser reconhecido pelo trabalho conjunto realizado com as PME do setor do alojamento, através da utilização de um referencial apoiado pela Organização Mundial de Turismo e UNESCO.
A formação - em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, Institutos Politécnicos, Universidade de Évora e Escolas Profissionais -, assim como a internacionalização dos destinos - em articulação com a Agência Regional de Promoção Turística - fazem também parte das fortes apostas dos membros dos novos órgãos sociais da ERT.
«De J.C.»
segunda-feira, 16 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
ARTIGO DE OPINIÃO: Sim, eu sou a favor
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| Por: Rodolfo Colhe |
Numa sociedade tão pluralista e
que oscila entre rural e o citadino, o retrógrado e o progressista, democratas
e os menos democratas torna-se difícil encontrar um tema que seja consensual e
isso salvo algumas exceções (racismo, xenofobia e questões legais que não vale
a pena aprofundar) é bastante positivo e é sinal de que vivemos em democracia.
No entanto há determinadas temáticas que são tão pouco consensuais que uma
grande parte da população e principalmente da classe política evita falar (o
que não é correto pois não deveria existir dúvida quanto à opinião dos
políticos no ativo sobre as diferentes temáticas), sendo exemplo disso as
touradas que o parlamento discutiu na última sexta-feira.
Antes de dar a minha opinião
sobre o tema prefiro opinar sobre a forma de difusão da opinião dos que estão
de um lado da barricada e dos que estão do outro. Ninguém tem o direito de
criticar alguém por ser vegan, homossexual ou negro, como ninguém tem o direito
de ofender ninguém porque é contra ou a favor da tourada, e isso acontece, e em
grande escala.
Compreendendo eu a opinião de
quem é contra, assumo com a maior das facilidades que sou pró-tourada e gosto
muito de touradas e que poucas vejo ao vivo com muita pena minha. Em casa dos
meus pais onde o conceito de democracia sempre me foi ensinado, assistir a uma
tourada era um programa de família, em jeito de brincadeira posso dizer que dos
poucos que mantinha todos acordados.
Para mim é impossível como
ribatejano de gema ser contra a tourada, está-me no sangue não o posso
explicar, e quando tenho de argumentar a minha opção tento faze-lo da forma
mais correta possível com base em conhecimentos científicos mínimos e muita
crença de que é correto e não com ofensas às opções de vida de quem é contra, mas
também não uso chavões e comparações que são de todo deploráveis como os anti-tourada
tem usado, tais como a “tortura como
forma de divertimento” ou anedóticas comparações com a caça de leões ou de
Girafas Negras para referir os exemplos da semana. Tal tipo de argumentos ao
estilo da usada por exemplo contra a legalização da eutanásia é de todo
demonstrativo da total necessidade de recurso ao populismo que se vive neste
momento.
Que a tourada nunca termine.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
sábado, 7 de julho de 2018
VEREADORA SÓNIA SANFONA DÁ UM “PUXÃO DE ORELHAS” AO PRESIDENTE DA CÂMARA
Supertmatik 2018
Os alunos, do 5º ao 9º ano do Agrupamento de Escolas José Relvas participaram no Campeonato de Cálculo Mental Supertmatik.
Esta atividade tem como objetivos: fomentar o interesse pela aprendizagem; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de competências e conhecimentos; reforçar a componente lúdica no processo de ensino-aprendizagem; promover o convívio entre alunos e professores.
Após várias eliminatórias, participaram na fase online - fase internacional do campeonato - os alunos que constam na tabela que a seguir se apresenta.
Para todos eles, os nossos parabéns!
sexta-feira, 6 de julho de 2018
ALPIARÇA - A ORIGEM DO TOPÓNIMO
Para alguns autores, nomeadamente José Pedro Machado, o topónimo Alpiarça está ligado à palavra portuguesa peaça, procedido do artigo arábico Al. Peaça provém de Peia, ou seja, embaraço, impedimento. Este nome terá surgido pela quantidade de algas que se juntavam a jusante do rio Alpiarça.
Para Baptista de Lima, o nome da vila também tem origem em peaça, para este autor sendo este termo "correia que prende o boi à canga", antecedido do vocábulo Al.
Na opinião de Batalha Gouveia, o topónimo Alpiarça está ligado a um culto pagão antiquíssimo, este tinha por base a adoração à lua. Para Batalha Gouveia no topónimo Alpiarça estão aglutinados os termos orientais "abala" e "arta" que significam "espírito santo" e "divina - mater".
Arta foi adoptada como teónimo, antropomorfizado, numa divindade que concentrava em si os poderes cósmicos - vitais da fecundidade feminina.
A palavra oriental e ibérica arta significa "ordem", no grego ordem é designado por takis e para designar boa, utilizava-se o prefixo "eu", forma-se então o composto eutakis (boa ordem). Esta expressão entrou no latim com a designação de estaquios. O santo padroeiro de Alpiarça é o Santo Eustáquio.
Na opinião de Batalha Gouveia, o topónimo Alpiarça está ligado a um culto pagão antiquíssimo, este tinha por base a adoração à lua. Para Batalha Gouveia no topónimo Alpiarça estão aglutinados os termos orientais "abala" e "arta" que significam "espírito santo" e "divina - mater".
Arta foi adoptada como teónimo, antropomorfizado, numa divindade que concentrava em si os poderes cósmicos - vitais da fecundidade feminina.
A palavra oriental e ibérica arta significa "ordem", no grego ordem é designado por takis e para designar boa, utilizava-se o prefixo "eu", forma-se então o composto eutakis (boa ordem). Esta expressão entrou no latim com a designação de estaquios. O santo padroeiro de Alpiarça é o Santo Eustáquio.
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TOPÓNIMOS DAS RUAS DE ALPIARÇA
A tabela abaixo apresentada, contém todas as Ruas (Avenidas, Largos, Travessas... ) do Concelho de Alpiarça.
Em primeiro lugar aparece o nome actual, que tal como o nome indica, é o nome atribuído actualmente a Rua, em segundo lugar, o primeiro nome que essa mesma rua teve, em terceiro lugar a data em que o nome actual foi dado, data essa que consta nas actas camarárias e por último a localização da Rua no Concelho.
Está disponível em CD-ROM, um trabalho bastante completo sobre os Topónimos das Ruas do Concelho de Alpiarça, elaborado pela Comissão de Toponímia (1995). A tabela abaixo apresentada foi retirada desse mesmo trabalho, estando desatualiada.
Para consultar o nome das ruas e a sua respectiva localização. neste site, consulte os "Serviços on-line" -> "Plantas de Localização"
1º Nome
|
Data
|
Lugar do Concelho
| |
| 1º de Dezembro (Avenida) | 1º de Dezembro (Rua) | 1977 | Alpiarça |
| 1º de Maio (Largo) | Alpiarça | ||
| 1º de Maio (Rua) | Frade de Baixo - Gouxaria | ||
| 1º de Maio (Rua) | 1975 | Frade de Cima | |
| 1º de Maio (Rua) | Frade de Baixo | ||
| 1º de Maio (Rua) | Casalinho | ||
| 11 de Março (Rua) | 1975 | Casalinho | |
| 13 de Março 1975 (Rua) | 1975 | Frade de Baixo - Gouxaria | |
| 2 de Abril (Rua) | Casal (Travessa do) | 1926 | Alpiarça |
| 2ª Républica (Rua da) | Bairro do Camöes (Rua do) | 1975 | Casalinho |
| 25 de Abril (Rua) | Principal (Rua) | 1975 | Casalinho |
| 25 de Abril (Rua) | Frade de Baixo | ||
| 25 de Abril (Rua) | 1975 | Frade de Cima | |
| 25 de Abril (Rua) | Frade de Baixo - Gouxaria | ||
| 5 de Outubro (Rua) | 1926 | Alpiarça | |
| 7 Cantos (Travessa dos) | Ramos (Travessa do) - popular | 1926 | Alpiarça |
| 9 de Fevereiro 1984 (Rua) | Frade de Baixo - Gouxaria | ||
| Afonso de Albuquerque (Rua) | Vidais (Ribeira de) | 1926 | Alpiarça |
| Aires (Travessa das) | Aires (Rua das) | 1960 | Alpiarça |
| Alagoa (Rua da) | Frade de Baixo | ||
| Alberto Borges (Rua) | Alpiarça | ||
| Alcobias (Canto das) | 1928 | Alpiarça | |
| Alexandre Braga (Rua) | Sommer (Travessa do) | 1926 | Alpiarça |
| Alfredo Lima (Rua) | Junta (Rua da) | Alpiarça | |
| Alfredo Lima (Rua) | Frade de Cima | ||
| Alves Gomes (Rua) | Banda (Rua da) | Alpiarça | |
| Ana Pereira Piscalho (Rua) | 1960 | Alpiarça | |
| António da Silva Barroso (Rua) | Vai Um (Rua do) | 1926 | Alpiarça |
| António da Silva Patrício (Rua) | António Patricio (Rua) | 1954 | Alpiarça |
| António Granjo (Rua) | Parreiras (Rua das) | 1926 | Alpiarça |
| Artur Gonçalves (Rua) | Frade de Baixo | ||
| Bairro Novo (Rua do) | Frade de Cima | ||
| Bairro Novo (Rua do) | Cádima (Rua do) | 1975 | Casalinho |
| Bernardino Machado (Rua) | Sommer (Rua) | 1964 | Alpiarça |
| Bernardo Santareno (Rua) | Alpiarça | ||
| Bocage (Rua do) | Amoreira (Rua da) | 1926 | Alpiarça |
| Bombeiros e da Música (Rua dos) | Alpiarça | ||
| Canto do Celeiro | 1928 | Alpiarça | |
| Carlos Relvas (Avenida) | Arneiros (Rua nova dos) | 1926 | Alpiarça |
| Carvalhitas (Rua das) | Frade de Baixo | ||
| Carvalho Araujo (Rua) | Poço do Carvalhal (Rua do) | Alpiarça | |
| Casa do Povo (Avenida) | Alpiarça | ||
| Castelão de Almeida (Rua) | Frade de Cima | ||
| Catarina Eufémia (Rua) | 1975 | Casalinho | |
| Comandante Fontoura da Costa (Rua) | Bairro Alto (Rua do) | 1954 | Alpiarça |
| Combatentes da Grande Guerra (Largo dos) | Alpiarça | ||
| Conselheiro Figueiredo Leal (Rua) | Figueiredo Leal (Rua) | 1960 | Alpiarça |
| Dr. Alberto A. Dias Pereira (Rua) | Alpiarça | ||
| Dr. Alfredo H. Duarte Lagoa (Largo) | Mesericórdia (Largo da) - popular | Alpiarça | |
| Dr. Hermínio Duarte Paciência (Rua) | Alpiarça | ||
| Dr. Joaquim Pratas (Rua) | 1982 | Alpiarça | |
| Dr. José António Simões (Rua) | Vale do Rato (Estrada do) | 1926 | Alpiarça |
| Dr. Queiróz Vaz Guedes (Rua) | Queiróz Vaz Guedes (Rua) | 1926 | Alpiarça |
| Dr. Raul José das Neves (Rua) | Bairro Lagoa | 1967 | Alpiarça |
| Duarte Governo (Rua) | Silveira Almendro (Rua) | Alpiarça | |
| Eng. Alvaro da Silva Simões (Rua) | Alpiarça | ||
| Eucaliptal (Rua do) | Alpiarça | ||
| Ezequiel Correia (Rua) | Frade de Baixo | ||
| Feira (Rua da) | Alpiarça | ||
| Fernão de Magalhães (Rua) | Casal Monteiro (Travessa do) | 1926 | Alpiarça |
| Ferreiros (Travessa dos) | Bernardo Joaquimd'Assunçäo (Rua) | Alpiarça | |
| Francisco da Costa | Pinheiro (Rua do) | 1926 | Alpiarça |
| Francisco do Sacramento Pratas (Rua) | Boavista (Rua da) | 1926 | Alpiarça |
| Gaiato (Rua do) | Frade de Baixo | ||
| General Humberto Delgado (Largo) | 1976 | Casalinho | |
| General Humberto Delgado (Rua) | Alpiarça | ||
| General Humberto Delgado (Rua) | 1975 | Frade de Cima | |
| Guerra Junqueiro (Rua) | Praça Velha (Rua da) | 1926 | Alpiarça |
| Ineia (Rua do) | 1926 | Alpiarça | |
| Jacinto dos Mártires Falcão (Rua) | Charnecão (Estrada do) | 1926 | Alpiarça |
| Jardim Dom Dion | Alpiarça | ||
| Jardim Público | Alpiarça | ||
| João Afonso (Rua) | Farnela (Travessa da) | 1926 | Alpiarça |
| João de Sousa Falcão (Rua) | Sousa Falcao (Rua de) | Alpiarça | |
| João Durão (Rua) | 1926 | Alpiarça | |
| João Maria da Costa (Rua) | Farnela (Travessa da) | 1926 | Alpiarça |
| João Nunes Feliciano (Rua) | Parreiras (Travessa das) | 1926 | Alpiarça |
| Joaquim Magalhães (Rua) | Fusca (Rua da) | 1926 | Alpiarça |
| Joaquim Monteiro Raposo (Rua) | Nova (Rua) | 1926 | Alpiarça |
| Joaquim Nunes Ferreira (Rua) | Carlos da Maia (Rua) | 1928 | Alpiarça |
| José da Costa Malhou (Rua) | Alpiarça | ||
| José do Val (Rua) | Frade de Baixo | ||
| José Relvas (Rua) | 5 de Outubro (Rua) e Passos Manuel (Rua) | 1928 | Alpiarça |
| Liberdade (Rua da) | Frade de Baixo | ||
| Liberdade (Rua da) | 1975 | Casalinho | |
| Liberdade (Rua da) | 1975 | Frade de Cima | |
| Luís de Camões (Rua) | Frade de Cima | ||
| Luís de Camões (Rua) | Bernardino Ribeiro (Rua) | 1928 | Alpiarça |
| Lusiadas (Rua dos) | 1926 | Alpiarça | |
| Maestro Lopes Graça (Rua) | 1995 | Alpiarça | |
| Maestro Vergílio FortunatoWenceslau (Rua) | 1988 | Alpiarça | |
| Manuel Arriaga (Rua) | Sabugueiro (Rua do) | 1926 | Alpiarça |
| Manuel Duarte (Rua) | Alpiarça | ||
| Manuel Nunes Ferreira (Rua) | Luís de Camões (Rua) | Alpiarça | |
| Manuel Paciência Gaspar (Rua) | Vale da Lama (Rua do) | 1960 | Alpiarça |
| Maria Albertina Agostinho Sabino (Rua) | Hospital (Rua do) | 1975 | Alpiarça |
| Maria Luísa Falcão (Rua) | Carvalhal (Estrada do) | 1926 | Alpiarça |
| Maria Rocha Coutinho (Rua) | Lusiadas (Rua dos) | Alpiarça | |
| Maria Xavier (Avenida) | Arneiros (Rua Nova dos... à Rua Direita) | 1926 | Alpiarça |
| Matadouro (Rua do) | 1926 | Alpiarça | |
| Matos (Rua) | 1976 | Casalinho | |
| Moinho de Vento (Beco do) | Hospital (Travessa do) | 1960 | Alpiarça |
| Moinhos (Travessa dos) | 1928 | Alpiarça | |
| Mora (Rua de) | 1988 | Frade de Cima | |
| Nascente (Rua do) | 1928 | Alpiarça | |
| Norton de Matos (Rua) | Frade de Cima | ||
| Oscar Monteiro Torres (Rua) | Sabugueiro (Rua do) | 1926 | Alpiarça |
| Pataia (Rua da) | Frade de Baixo | ||
| Pataia (Rua da) | Frade de Baixo - Gouxaria | ||
| Patracola (Rua da) | Alpiarça | ||
| Patracola (Travessa da) | Alpiarça | ||
| Patrício (Rua do) | Alpiarça | ||
| Pedro Almendro (Rua) | Vidais (Ribeira de) | 1926 | Alpiarça |
| Pedro Alvares Cabral (Rua) | Gatinheira (Rua da) | 1926 | Alpiarça |
| Pedro Soares (Rua) | Casalinho | ||
| Pinhal da Torre (Rua do) | Pescadores (Bairro dos) | 1990 | Alpiarça |
| Pinheiro (Rua do) | 1925 | Casalinho | |
| Poço (Rua do) | Poço (Travessa do) | 0 | Alpiarça |
| Principal (Rua) | Frade de Baixo | ||
| Renato Pinhão (Rua) | Alpiarça | ||
| Ricardo Durão (Rua) | Ricardo Fernando Barroso Durão (Rua) | 1960 | Alpiarça |
| Sacadura Cabral (Rua) | Gomes Freire (Rua) | Alpiarça | |
| Salgueiro Maia (Largo) | 1995 | Alpiarça | |
| São Martinho (Rua) | Frade de Cima | ||
| Silvestre Bernardo Lima (Rua) | Pinhal (Rua do) | 1926 | Alpiarça |
| Sobreiros (Rua dos) | 1975 | Frade de Cima | |
| Sommer (Rua) | 1967 | Alpiarça | |
| Teófilo Braga (Rua) | Labora (Travessa do) | 1926 | Alpiarça |
| Val Peixe (Estrada do) | Frade de Baixo | ||
| Valdaque (Rua do) | Aque (Vale de) | Alpiarça | |
| Vale das Oliveiras (Rua) | Frade de Baixo | ||
| Vasco da Gama (Largo) | Velha (Praça), (Largo da Praça) | 1926 | Alpiarça |
| Vila Pouca (Beco da) | 1960 | Alpiarça | |
| Visconde Barroso (Rua) | Carvalhal (Estrada Velha do) | 1926 | Alpiarça |
Por: Nuno Prates
* Licenciado em História, Variante de Arqueologia
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