sexta-feira, 10 de agosto de 2018

“JUDITE HOSPEDARIA” JÁ A FUNCIONAR


Judite Gregório é uma empresária ligada à animação turística  que decidiu abrir em  Alpiarça uma Hospedaria, a “Juditehome Hospedaria”
É uma unidade de turismo localizada na Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes.
Situada numa zona privilegiada a hospedaria conta com cinco quartos todos com  um toque de modernidade na sua decoração e equipados de forma a proporcionar aos seus hóspedes o conforto, a higiene e o prazer de um ambiente acolhedor e familiar para que os clientes possam sentir-se como estando na sua própria casa, que até, ao saírem dos seus quartos, tem à sua disposição cestinhos com fruta fresca
Todos os quartos  tem TV e Internet e brevemente um restaurante com cozinha própria.

DEIXE-SE ENVOLVER PELOS QUARTOS TEMÁTICOS!



Em conversa com a empresária ficamos a saber que paralelemente à hospedaria Judite Gregório tem ainda uma empresa de Animação Turística a ATJUDITETOUR – Animação Turística”.
Judite decidiu recomeçar a vida de uma forma única, a proporcionar a outras pessoas experiências ligadas às suas próprias paixões, os cavalos, os vinhos e a gastronomia tradicional, a aventura na natureza , o convívio, e a partilha de tradições.
Apaixonada pela região onde vive, o Ribatejo, rica do ponto de vista paisagístico, cultural e tradicional, Judite decidiu dar a conhecer o que a região e o país têm de melhor para oferecer, de uma forma relaxante e cuidada, num ambiente acolhedor e familiar.
A animação cultural tem programas de  “momentos únicos”, “programas extras” e “programas especiais” que ocasionalmente abrangem eventos tradicionais da Região ou de Portugal, tais como; Feira Nacional do Cavalo Lusitano (Golegã), Leilão dos Poldros de Alter Real (Alter do Chão), Feira Nacional de Agricultura (Santarém), época de vindimas entre outros.
«Por: António Centeio»

Onde de calor queimou muitos hectares de vinha no Ribatejo

regiaocalorprejuizosvinhas
Um pouco por todo o Ribatejo, as vinhas foram das culturas mais afetadas pela onda de calor extremo que se fez sentir nos primeiros dias de agosto.
As altas temperaturas a rondar os 45º queimaram vinhedos inteiros, deixando cepas e cachos em maturação apenas com passas de uvas.
“O calor queimou cerca de 70% de uma vinha nossa, onde estimamos que existam cerca de 15 hectares afetados ou completamente destruídos pelas altas temperaturas”, disse à Rede Regional Paulo Cunha, da Pinhal da Torres Vinhos, uma empresa de Alpiarça que se dedica à produção de vinhos de qualidade, a maioria para exportação.
Os prejuízos não são ainda quantificáveis, mas serão “bastante elevados”, assegura este produtor.
“Para já, temos um problema a nível da quantidade, pois perdemos parte das uvas. A nível da qualidade, acreditamos que seria um bom ano, mas ainda é cedo para afirmarmos isso com certeza”, explica Paulo Cunha.
Os cachos desta vinha de 30 hectares, batizada de “Águas Vivas”, foram ainda mais afetados por se tratar de uma vinha nova, onde as cepas têm menos parras.
“As uvas não estavam tão protegidas e queimaram-se mais. Em vinhas mais velhas, os prejuízos são menores”, acrescenta o produtor de Alpiarça.
Por se tratar de um fenómeno ocorrido há poucos dias, e em pleno período de férias de Verão, as organizações do sector ainda estão a apurar números e a compilar dados, mas é esperada uma quebra na produção.
Estima-se que, só a nível do Ribatejo, existam centenas de produtores com muitos hectares de vinha totalmente perdidos.
«RR»

BOMBEIROS DE ALPIARÇA NO INCÊNDIO DE MONCHIQUE



«Fotos de Sara Fábio Dias»

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

CÂMARA CEDEU O AUTOCARRO PARA TRANSPORTAR OS EFECTIVOS DOS CORPOS DE BOMBEIROS DO DISTRITO






Alpiarça a colaborar no esforço nacional de combate ao grande incêndio que lavra há já vários dias na serra algarvia, integrando o dispositivo distrital e disponibilizando o autocarro do Município para transporte de bombeiros para Monchique. 
Correspondendo à solicitação do Comandante Distrital de Santarém (CODIS), a Câmara Municipal de Alpiarça cedeu o autocarro para transportar os efectivos dos corpos de bombeiros do distrito que seguem neste momento para o Algarve e para trazer depois os que serão rendidos.
Boa viagem. Bom trabalho. Um agradecimento também ao motorista, pela disponibilidade prontamente demonstrada para esta tarefa.
«De Mário Pereira»

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Requalificação Global da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas


A preparar a requalificação global da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas. 
Hoje de manhã uma reunião em Lisboa, na DGEstE, com o Delegado Regional, Dr Francisco Neves, de forma a definir os procedimentos necessários à execução dos projectos técnicos de arquitectura e de especialidades para que a Câmara possa avançar com a candidatura ao financiamento a 85% do POR Alentejo para a realização da obra o mais brevemente possível. 
Após o esforço de ver "mapeada" a Escola, e na sequência da recente adenda ao Pacto de Coesão estabelecido pela CIMLT com o POR Alentejo para a contratualização de fundos comunitários, está já destinada uma verba que rondará os 2 milhões de euros para o investimento na recuperação de todo o edificado e espaços exteriores da EB2,3/Secundária de Alpiarça.
«De Mário Pereira»

BOMBEIROS DE ALPIARÇA PRESENTES NOS MAIORES INCÊNDIOS DO PAÍS






«Em Silves/Algarve»

ARTIGO DE OPINIÃO: Defesa da região

Por:
RODOLFO COLHE






Num país tão pequeno em tamanho como o nosso, é mais que natural que muitas e muitas pessoas terem uma “costela” de alentejanos e outra de transmontanos sem que nunca tenham lá vivido de facto, no entanto, existem pessoas como eu que não tenho essas ditas “costelas” ou pelo menos não as considero ter. Sou Alpiarçolho e Ribatejano apenas (o que já é muito).
Sou também forçado a admitir que há em mim um carinho muito grande por Castelo Branco e pelas suas gentes que tão bem me receberam durante três anos da minha vida e que guardo como três dos melhores que já vivi. Se tivesse uma “costela” certamente seria albicastrense. Quando durante esta semana li muitas notícias sobre o Boom Festival e as detenções que ocorreram devido ao tráfico de droga fiquei preocupado pois sei a importância do festival na zona. Para princípio de conversa como é óbvio em nada coloco em causa a acção das autoridades que fizeram o que deve ser feito, nem vou comentar sequer a forma como a comunicação social trata o evento não tendo por exemplo dado destaque à participação de Hoffmann-Axthelm, co-fundador da Campanha Internacional para a Abolição de Armas Nucleares (International Campaign to Abolish Nuclear Weapons - ICAN) que já mereceu uma das maiores distinções do mundo, o Prémio Nobel da Paz, em 2017 mas vou sim falar da defesa do evento e da zona que vi ser feita por jovens da zona nas redes sociais.
Durante a semana li vários posts e comentários em defesa do festival Boom e por parte de muitas pessoas que como eu nunca foram ao festival e provavelmente nunca irão e que em nada se identificam com ele, mas que sabem o quanto é importante para a zona, sem nunca fugirem ao facto que o festival é alternativo e que sim circulam drogas dentro do festival. Não sendo eu um festivaleiro, já fui a alguns festivais e a alguns concertos onde infelizmente o consumo de drogas é um facto concreto e estamos a falar dos mais conceituados como NOS Alive ou o Rock in Rio e os concertos no Altice Arena.
Para mim o mais importante a reter desta situação e o simples facto de que devemos defender a nossa zona e as nossas origens, devemos assumir que somos do centro que não somos naturais das grandes cidades do país e que isso nos envaidece.
Muitas vezes renegamos aquilo que se passa na nossa zona porque até nem é do nosso total agrado ou simplesmente por simples questões geracionais já não nos identificamos e não nos lembramos da importância que tem para a vida das pessoas. Nós ribatejanos nem sempre temos sido, salvo raras excepções, tão bons como devíamos a defender o que é nosso, e nós alpiarcenses ou alpiarçolhos como preferirem raramente, nos últimos tempos temos feito algo em grupo para proteger o que temos de melhor, que consigamos seguir os bons exemplos daqui para a frente. 



domingo, 5 de agosto de 2018

ALERTA VERMELHO – NECESSIDADE DO USO DE ÁGUA DA REDE PÚBLICA PARA COMBATE A INCÊNDIO

ALERTA VERMELHO – NECESSIDADE DO USO DE ÁGUA DA REDE PÚBLICA PARA COMBATE A INCÊNDIO

COMUNICADO DA ÁGUAS DO RIBATEJO

Na sequência do Aviso Vermelho emitido pelo IPMA para o distrito de Santarém, e considerando a situação de ocorrências ao nível de incêndios, a Águas do Ribatejo solicita à população que restrinja o uso da água da rede pública de abastecimento ao essencial, ou seja, evite regar, lavar pátios, passeios, ruas, etc com a água tratada para consumo humano.
Assim, a Águas do Ribatejo, terá uma maior disponibilidade nas suas reservas de abastecimento para dar resposta às solicitações do combate a incêndios sem colocar em causa o abastecimento público de água em zonas onde as populações são tendencialmente idosas e mais sujeitas a problemas de saúde em ondas de calor.
A Águas do Ribatejo agradece desde já a colaboração de todos.

sábado, 4 de agosto de 2018

BOMBEIROS DE ALPIARÇA NO SEU MELHOR





 "Uma vitima diferente mas igual a tantas outras às quais  damos o melhor de nós"
(texto de Fábio Dias)

segunda-feira, 30 de julho de 2018

GNR Ribatejo: Aviso Laranja



Entre as 23h59 do dia 1 de agosto, às 06h00 do dia 2 de agosto, o Distrito de Santarém estará com aviso laranja, por persistência de valores elevados da temperatura máxima.
(informação será atualizada caso se justifique).

Dia 2 (mín. - máx.):
Abrantes: 22º - 44º;
Alpiarça: 20º - 44º;
Coruche: 20º - 45º;
Rio Maior: 22º - 42º;
Santarém: 20º - 44º

O Índice Ultravioleta será de nível 10 (escala de 1 a 11+), por isso, a GNR aconselha:

- evite exposição ao sol;
- utilize protetor solar com proteção elevada;
- evite bebidas açucaradas e alcoólicas;
- beba água regularmente;
- utilize óculos de sol com proteção UV;
- tenha atenção às crianças e idosos;
- utilize roupas claras, leves e largas;

Fonte: IPMA

ARTIGO DE OPINIÃO: Títulos

Por:
RODOLFO COLHE
Presidente da Juventude Socialista
de
Alpiarça


Títulos

Já não é a primeira vez que me sinto um pouco atordoado e até fora de contexto com alguns títulos e com as opiniões que vou lendo na comunicação social de alguns atores políticos e em baixo deixarei apenas alguns pequenos exemplos.
Alguns dias atrás uma notícia no jornal Expresso online tinha um título que é no mínimo discutível tanto do ponto de vista deontológico como da promoção da democracia que na minha óptica os meios de comunicação deveriam aplicar, e trata-se da seguinte pérola “PSD abstém-se e salva a face do Governo nas alterações à legislação laboral”, mas afinal vivemos num país democrático onde os deputados votam consoante a temática ou simplesmente temos um grupo de caciques sentados na mesma sala? Mas o PS deve votar contra tudo o que vem do PSD, CDS, PCP ou BE e o PSD e CDS devem votar contra tudo o que seja proposto pelo PS e partidos a sua esquerda? A expressão “salva a face do Governo” é no mínimo maliciosa e de carga extremamente negra. A pluralidade de opinião é a base da democracia e como tal da ação dos nossos deputados, sentir-me-ia bastante preocupado caso um dia essa pluralidade termine. Devemos aceitar como dado adquirido que as maiorias absolutas serão cada vez mais difíceis de atingir e mesmo que aconteça determinadas alterações devem ter o apoio ou pelo menos o “consentimento” das outras forças, na minha visão da política gosto sempre de ver o PS a entender-se com os partidos à sua esquerda, mas tenho noção que os partidos à esquerda do PS nem sempre estão dispostos a ser realistas e que há necessidade de entendimentos com o PSD nem que seja pelo facto de ser historicamente a par do PS o partido com eleitorado suficiente para ser a força mais votada. Portanto parece-me que os senhores editores dos jornais não deveriam recorrer a títulos do género do acima partilhado com o intuito de criar dúvidas e opiniões erradas, já basta o facto de escolherem 90% dos articulistas com a mesma inclinação política, já basta o facto de só transmitirem parcialmente a informação que vai contra aquilo que diariamente difundem. Uma boa e isenta comunicação social são de uma importância vital para o funcionamento de um país, uma má e tendenciosa comunicação social são uma barreira a um bom funcionamento da democracia.
Um pouco ao jeito de dar uma no cravo e outra na ferradura, apercebi-me de uma declaração bastante curiosa do deputado do PSD Leitão Amaro que passo a citar afirmou que “Costa e Centeno mandam, Jerónimo e Catarina calam”, esta afirmação não é curiosa por vir de Amaro Leitão pois deste senhor deputado espera-se tudo e um par de botas, é sim curiosa porque já todos lemos que o PS era refém do PCP e do BE, às tantas talvez todos os partidos sejam afinal reféns da Democracia.
 As minhas últimas são apesar de já terem passado alguns dias palavras para o falecido Dr. João Semedo, começando por deixar os sentimentos à família e amigos. Diz a gíria popular que no fim de mortos todos são bons, mas este não é de todo o caso, da direita à esquerda todos os partidos com mais ou menos força destacaram as diferentes qualidades do homem e do político sendo que todos coincidiram no facto de ter sido mais que um democrata, um lutador pela democracia, independentemente de se concordar ou não que seja um exemplo para o futuro. 

sexta-feira, 27 de julho de 2018

MEGAFOGOS VÃO FAZER PARTE DO QUOTIDIANO




Os incêndios estão mais perigosos e vão manter-se assim, culpa do clima e da falta de ordenamento. Especialistas apelam a maior intervenção da UE.

Corpos carbonizados, carros ardidos, populações em fuga e relatos de incêndios gigantescos e com uma progressão e propagação superiores ao habitual. As descrições dos fogos que, por estes dias, estão a varrer a região da Ática, na Grécia, são em quase tudo semelhantes às da tragédia de Pedrógão, em junho do ano passado, e às dos grandes incêndios de outubro.

Os especialistas garantem que a repetição destes fenómenos extremos não é uma coincidência e avisam que os megaincêndios vão ser uma constante no sul da Europa. A culpa, explicam, é das alterações climáticas, do mau ordenamento dos territórios e das características da floresta mediterrânica. Neste contexto, a prevenção e o combate aos incêndios já não são uma tarefa isolada de cada Estado. Os especialistas com quem o i conversou defendem que são necessárias respostas à escala global e que terão de partir da União Europeia.

Na Grécia, como em Portugal ou em Espanha, os fogos florestais não são novidade. Mas, com as recentes mudanças no clima, o sul da Europa debate-se com novos desafios. “Existe um padrão que era expetável: os incêndios são cada vez mais extremos, rápidos e complicados de gerir”, aponta Francisco Rego, professor no Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa e que integrou a Comissão Técnica Independente nomeada pelo parlamento para estudar os incêndios do ano passado. Domingos Xavier Viegas, da Universidade de Coimbra e que também estudou o fenómeno de Pedrógão Grande, concorda e avisa: “Os grandes incêndios vão ser mais frequentes e já estamos a ter evidências nesse sentido.”

E há várias razões que explicam o agravamento dos fogos. Duarte Caldeira, presidente do Centro de Estudos e Intervenção em Proteção Civil e antigo presidente da Liga de Bombeiros, aponta algumas. A começar pelas alterações climáticas. “Assistimos, no sul da Europa, a perfis meteorológicos gravosos e potenciadores de incêndios”, descreve. Ao clima mais severo junta-se a “inexistência de políticas de ordenamento do território”, que não é um problema exclusivo de Portugal. Também na Grécia – e as imagens dos incêndios dos últimos dias comprovam- -no – existem “espaços florestais invadidos por espaços urbanos” e vice-versa. A proximidade entre vegetação não controlada e habitações gera um cocktail explosivo. “Quando ocorrem ventos fortes conjugados com temperaturas elevadas, os incêndios florestais rapidamente invadem o espaço urbano”, sublinha Duarte Caldeira. Além disso, a orografia dos países do sul, com declives acentuados e zonas montanhosas, também desajuda. Quer no combate, quer nos trabalhos de prevenção.

É por isso que Francisco Rego defende que, a médio prazo, é preciso mudar a forma como é feita a gestão e o planeamento dos territórios. “E a verdade é que não tem havido esse foco. Trabalhou-se muito no combate, mas descurou-se a oportunidade de tornar a floresta mais sólida, mais organizada e até mais sustentável”, defende. Domingos Xavier Viegas chama a atenção para outra dimensão: a da falta de cultura de proteção civil entre as populações. Na Grécia, como em Portugal, muitas das vítimas morreram a tentar fugir à fúria dos fogos. “O que demonstra que os países têm de se preparar, mas também têm de saber preparar as suas comunidades para que sejam mais resilientes e adotem medidas de autoproteção adequadas.”

No que diz respeito ao combate, e com os incêndios a adquirirem proporções gigantescas, também há caminhos por desbravar. Ainda que os países do sul da Europa tenham, nos últimos anos, investido em muitos meios (a Grécia já chegou a ser o país com maior número de meios aéreos), a severidade e a imprevisibilidade do comportamento dos fogos não dão margem de manobra aos bombeiros. Por isso, e além de maior prevenção, os especialistas com quem o i conversou defendem que é preciso uma política de entreajuda entre os países da União Europeia. “Hoje reconhecemos, na Europa, que a proteção civil é uma área que tem de ter prioridade equivalente ou mesmo superior à da defesa”, acredita Duarte Caldeira. E se, até aqui, cada Estado tem procurado munir-se de meios, a partir de agora, a estratégia terá de ser global e conjunta. “Está na hora de a União Europeia e os países da Europa do sul terem em consideração esta problemática e trabalharem em políticas efetivas de adaptação às alterações climáticas”, acrescenta o antigo presidente da Liga de Bombeiros.

É certo que a entreajuda já existe. Ontem, por exemplo, vários países enviaram meios para a Grécia. E Portugal, segundo anunciou o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, também vai contribuir, fazendo chegar elementos da Força Especial de Bombeiros. Mas Xavier Viegas avisa que a cooperação tem de ser alargada a outras frentes. “Tem de se trabalhar em conjunto, mas a montante, no capítulo da prevenção e do estudo científico dos fenómenos”, defende. E Francisco Rego acrescenta: “É necessário criar uma intervenção musculada e organizada entre os Estados, com os agentes a disporem do mesmo tipo de formação, a partilharem a mesma linguagem e o mesmo conhecimento para que a cooperação seja homogénea e verdadeiramente integrada.”
«i»

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Vem aí o calor. Temperaturas vão ultrapassar os 40 ºC


Se tinha férias marcadas para o início do mês de agosto e estava preocupado com o mau tempo, relaxe: as temperaturas vão subir a partir de quinta-feira, dia 2.
A previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera  (IPMA) diz que esta drástica subida de temperatura vai ser causada por uma massa de ar quente proveniente do interior da Península Ibérica.
No que aos números diz respeito, Évora atingirá os números mais elevados do país (41 graus), seguida de Beja (40 graus) e Castelo Branco (39 graus).
Nas cidades de Lisboa e do Porto, as temperaturas não vão subir tanto, chegando aos 33 ºC e 30 ºC, respetivamente. Todo o país terá temperaturas acima dos 30 graus.
«I»

Miguel Arraiolos no Mundial de Triatlo em Edmonton Canadá


O atleta Alpiarcense Miguel Arraiolos, compete próxima sexta-feira, dia 27 na etapa de Edmonton, Canadá, do Campeonato do Mundo de Triatlo, prova pontuável para o apuramento olímpico Tokio2020.
Atualmente no 76º lugar do ranking mundial, Miguel Arraiolos irá tentar angariar pontos que lhe permitam subir no ranking mundial e ir consolidando o seu lugar no apuramento olímpico que termina em Maio de 2020.
No passado fim de semana, o atleta classificou-se em 7º lugar no Campeonato da Europa de Triatlo na distância Sprint, em Tartu, Estónia, subindo 30 lugares no ranking mundial.
Também graças ao 2º lugar na Taça Americana em Havana, Cuba e ao 9º na Taça da Europa em Melilla, Espanha, em que participou este ano, Miguel Arraiolos tem subido gradualmente no ranking, estando atualmente a cerca de 20 posições para integração na grelha de qualificação olímpica. 

segunda-feira, 23 de julho de 2018

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Tomada de posse dos órgãos sociais da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo



Ontem ao início da tarde em FERREIRA DO ALENTEJO novos órgãos sociais da Entidade Regional de Turismo tomaram posse
Os novos órgãos sociais da Turismo do Alentejo / Ribatejo - liderados por António Ceia da Silva, após a eleição do passado dia 12 - tomaram hoje, dia 19 de junho, posse numa cerimónia realizada no Núcleo Museológico da Adega do Zé Lelito, em Ferreira do Alentejo,um local fantástico com a presença do Presidente da Câmara Municipal e da Assembleia Geral da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo,Luís Pita Ameixa e o Presidente  da Câmara Municipal de Alpiarça e membro da Assembleia Geral, Mário Pereira
No decorrer do ato, o Presidente reeleito destacou que a elaboração de um Plano Estratégico para o Turismo para o universo temporal 2020 / 2027 é uma das principais prioridades para o segundo mandato que vai cumprir, após a reestruturação de 2013, à frente dos destinos Alentejo e Ribatejo.
Defensor acérrimo da planificação para se atingir a eficácia promocional e a alavancagem do setor, Ceia da Silva assume ainda como prioridades a defesa e o trabalho em prol de uma viragem das regiões no que respeita às infraestruturas, como por exemplo as acessibilidades, tais como as ligações ferroviárias e o dinamização e rentabilização do aeroporto de Beja.
Em linha de continuidade com o trabalho que tem sido desenvolvido nos últimos anos - com foco na requalificação, na oferta de excelência e na defesa do que é identitário - os órgãos agora empossados vão continuar a apostar na estruturação do produto e na certificação de toda a cadeia de valor do setor. Recorde-se que o Alentejo é um caso de boas práticas internacional no domínio da Certificação, sendo o 1º destino a ser reconhecido pelo trabalho conjunto realizado com as PME do setor do alojamento, através da utilização de um referencial apoiado pela Organização Mundial de Turismo e UNESCO.
A formação - em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, Institutos Politécnicos, Universidade de Évora e Escolas Profissionais -, assim como a internacionalização dos destinos - em articulação com a Agência Regional de Promoção Turística - fazem também parte das fortes apostas dos membros dos novos órgãos sociais da ERT.
«De J.C.»

domingo, 15 de julho de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Sim, eu sou a favor

Por:
Rodolfo Colhe



Numa sociedade tão pluralista e que oscila entre rural e o citadino, o retrógrado e o progressista, democratas e os menos democratas torna-se difícil encontrar um tema que seja consensual e isso salvo algumas exceções (racismo, xenofobia e questões legais que não vale a pena aprofundar) é bastante positivo e é sinal de que vivemos em democracia. No entanto há determinadas temáticas que são tão pouco consensuais que uma grande parte da população e principalmente da classe política evita falar (o que não é correto pois não deveria existir dúvida quanto à opinião dos políticos no ativo sobre as diferentes temáticas), sendo exemplo disso as touradas que o parlamento discutiu na última sexta-feira.

Antes de dar a minha opinião sobre o tema prefiro opinar sobre a forma de difusão da opinião dos que estão de um lado da barricada e dos que estão do outro. Ninguém tem o direito de criticar alguém por ser vegan, homossexual ou negro, como ninguém tem o direito de ofender ninguém porque é contra ou a favor da tourada, e isso acontece, e em grande escala.

Compreendendo eu a opinião de quem é contra, assumo com a maior das facilidades que sou pró-tourada e gosto muito de touradas e que poucas vejo ao vivo com muita pena minha. Em casa dos meus pais onde o conceito de democracia sempre me foi ensinado, assistir a uma tourada era um programa de família, em jeito de brincadeira posso dizer que dos poucos que mantinha todos acordados.

Para mim é impossível como ribatejano de gema ser contra a tourada, está-me no sangue não o posso explicar, e quando tenho de argumentar a minha opção tento faze-lo da forma mais correta possível com base em conhecimentos científicos mínimos e muita crença de que é correto e não com ofensas às opções de vida de quem é contra, mas também não uso chavões e comparações que são de todo deploráveis como os anti-tourada tem usado, tais como a “tortura como forma de divertimento” ou anedóticas comparações com a caça de leões ou de Girafas Negras para referir os exemplos da semana. Tal tipo de argumentos ao estilo da usada por exemplo contra a legalização da eutanásia é de todo demonstrativo da total necessidade de recurso ao populismo que se vive neste momento.

Que a tourada nunca termine.

sábado, 7 de julho de 2018

VEREADORA SÓNIA SANFONA DÁ UM “PUXÃO DE ORELHAS” AO PRESIDENTE DA CÂMARA

SÓNIA SANFONA
Vereadora do PS na Câmara Municipal de Alpiarça


Todos sabemos que Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, não gosta de ser criticado publicamente e muito menos que coloquem em causa o seu método de trabalho.

É O PRESIDENTE DA AUTARQUIA E PRONTO.

Nada de críticas porque em democracia era o que faltava sermos criticados e muito menos criticarem o que está mal.

“Dizer ao mundo”, isto é divulgar a "noticia"  para o mundo,  nem pensar.

Ninguém é perfeito, logo, Mário Pereira também não o é mas como comunista e apregoador da democracia deve saber, tem obrigação de saber, que quem ocupa lugares públicos está sujeito a ser criticado.

O que o presidente da Câmara tem dificuldade em destrinçar é a diferença entre “crítica” e “dizer mal”.

Para o autarca as duas coisas tem que caber no mesmo saco e quem o critica nas redes sociais não é seu amigo e muito menos do partido a que pertence.

Noutras palavras: NÃO ESTÁS COMIGO E NÃO DIZES BEM LOGO ÉS MEU INIMIGO.

Como professor de História que é o Edil sabe muito bem que ao longo da história esta teoria tem sido o “CERNE DA QUESTÃO”.

Só que a diferença era que alguns ditadores prendiam quem estava contra eles ou os criticavas.

A Vereadora Sónia Sanfona soube usar do tacto diplomático para em sede própria dar uma boa lição ao presidente e como quem não quer a coisa dar-lhe um forte “puxão de orelhas” ensinando-o que quem é figura publica está sujeito a estas coisas,o ser criticado.

Não bastasse, repreendeu-o dizendo-lhe que quem nas redes sociais  o critica ou critica o que está mal em Alpiarça “AMA TANTO ALPIARÇA” como “AMAM AQUELES QUE DIZEM BEM DE TUDO” mesmo sabendo todos nós do que por Alpiarça está mal, nomeadamente no que toca a: higiene, à recolha de lixo e às ruas cheias de ervas  que nem merece  conversa.

Em “modo de:” ainda avivou-lhe a memória que a “FIGURA PÚBLICA” deve aceitar as críticas dos outros por mais duras que possam ser coisa que o presidente da Câmara tem alguma dificuldade em aceitar ou compreender que a proibição da liberdade de expressão apenas existiu no tempo do Salazar.

Para dizer bem de tudo já basta o “Avante”.

"Seja mais democrata" foi o que a Vereadora Sónia Sanfona lhe disse com todas as palavras.

Nós é que duvidamos que alguma vez Mário Pereira consiga ser liberal ou saiba aceitar as ideias dos outros mesmo quando  contrárias às suas.

Noutras palavras:

Senhor presidente o tempo do “QUERO, POSSO E MANDO” já acabou vai para muito tempo.

Sónia Sanfona esteve bem para quem se julga “dono do burgo

Supertmatik 2018


Os  alunos, do 5º ao 9º ano do Agrupamento de Escolas José Relvas participaram no Campeonato de Cálculo Mental Supertmatik. 

Esta atividade tem como objetivos: fomentar o interesse pela aprendizagem; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de competências e conhecimentos; reforçar a componente lúdica no processo de ensino-aprendizagem; promover o convívio entre alunos e  professores. 
Após várias eliminatórias, participaram na fase online - fase internacional do campeonato - os alunos que constam na tabela que a seguir se apresenta.

 Para todos eles, os nossos parabéns!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

ALPIARÇA - A ORIGEM DO TOPÓNIMO




Para alguns autores, nomeadamente José Pedro Machado, o topónimo Alpiarça está ligado à palavra portuguesa peaça, procedido do artigo arábico Al. Peaça provém de Peia, ou seja, embaraço, impedimento. Este nome terá surgido pela quantidade de algas que se juntavam a jusante do rio Alpiarça.
Para Baptista de Lima, o nome da vila também tem origem em peaça, para este autor sendo este termo "correia que prende o boi à canga", antecedido do vocábulo Al.

Na opinião de Batalha Gouveia, o topónimo Alpiarça está ligado a um culto pagão antiquíssimo, este tinha por base a adoração à lua. Para Batalha Gouveia no topónimo Alpiarça estão aglutinados os termos orientais "abala" e "arta" que significam "espírito santo" e "divina - mater".

Arta foi adoptada como teónimoantropomorfizado, numa divindade que concentrava em si os poderes cósmicos - vitais da fecundidade feminina.

A palavra oriental e ibérica arta significa "ordem", no grego ordem é designado por takis e para designar boa, utilizava-se o prefixo "eu", forma-se então o composto eutakis (boa ordem). Esta expressão entrou no latim com a designação de estaquios. O santo padroeiro de Alpiarça é o Santo Eustáquio.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .



TOPÓNIMOS DAS RUAS DE ALPIARÇA


A tabela abaixo apresentada, contém todas as Ruas (Avenidas, Largos, Travessas... ) do Concelho de Alpiarça.
Em primeiro lugar aparece o nome actual, que tal como o nome indica, é o nome atribuído actualmente a Rua, em segundo lugar, o primeiro nome que essa mesma rua teve, em terceiro lugar a data em que o nome actual foi dado, data essa que consta nas actas camarárias e por último a localização da Rua no Concelho.

Está disponível em CD-ROM, um trabalho bastante completo sobre os Topónimos das Ruas do Concelho de Alpiarça, elaborado pela Comissão de Toponímia (1995). A tabela abaixo apresentada foi retirada desse mesmo trabalho, estando desatualiada.

Para consultar o nome das ruas e a sua respectiva localização. neste site, consulte os "Serviços on-line" -> "Plantas de Localização"
1º Nome
Data
Lugar do Concelho
1º de Dezembro (Avenida)1º de Dezembro (Rua)1977Alpiarça
1º de Maio (Largo)Alpiarça
1º de Maio (Rua)Frade de Baixo - Gouxaria
1º de Maio (Rua)1975Frade de Cima
1º de Maio (Rua)Frade de Baixo
1º de Maio (Rua)Casalinho
11 de Março (Rua)1975Casalinho
13 de Março 1975 (Rua)1975Frade de Baixo - Gouxaria
2 de Abril (Rua)Casal (Travessa do)1926Alpiarça
2ª Républica (Rua da)Bairro do Camöes (Rua do)1975Casalinho
25 de Abril (Rua)Principal (Rua)1975Casalinho
25 de Abril (Rua)Frade de Baixo
25 de Abril (Rua)1975Frade de Cima
25 de Abril (Rua)Frade de Baixo - Gouxaria
5 de Outubro (Rua)1926Alpiarça
7 Cantos (Travessa dos)Ramos (Travessa do) - popular1926Alpiarça
9 de Fevereiro 1984 (Rua)Frade de Baixo - Gouxaria
Afonso de Albuquerque (Rua)Vidais (Ribeira de)1926Alpiarça
Aires (Travessa das)Aires (Rua das)1960Alpiarça
Alagoa (Rua da)Frade de Baixo
Alberto Borges (Rua)Alpiarça
Alcobias (Canto das)1928Alpiarça
Alexandre Braga (Rua)Sommer (Travessa do)1926Alpiarça
Alfredo Lima (Rua)Junta (Rua da)Alpiarça
Alfredo Lima (Rua)Frade de Cima
Alves Gomes (Rua)Banda (Rua da)Alpiarça
Ana Pereira Piscalho (Rua)1960Alpiarça
António da Silva Barroso (Rua)Vai Um (Rua do)1926Alpiarça
António da Silva Patrício (Rua)António Patricio (Rua)1954Alpiarça
António Granjo (Rua)Parreiras (Rua das)1926Alpiarça
Artur Gonçalves (Rua)Frade de Baixo
Bairro Novo (Rua do)Frade de Cima
Bairro Novo (Rua do)Cádima (Rua do)1975Casalinho
Bernardino Machado (Rua)Sommer (Rua)1964Alpiarça
Bernardo Santareno (Rua)Alpiarça
Bocage (Rua do)Amoreira (Rua da)1926Alpiarça
Bombeiros e da Música (Rua dos)Alpiarça
Canto do Celeiro1928Alpiarça
Carlos Relvas (Avenida)Arneiros (Rua nova dos)1926Alpiarça
Carvalhitas (Rua das)Frade de Baixo
Carvalho Araujo (Rua)Poço do Carvalhal (Rua do)Alpiarça
Casa do Povo (Avenida)Alpiarça
Castelão de Almeida (Rua)Frade de Cima
Catarina Eufémia (Rua)1975Casalinho
Comandante Fontoura da Costa (Rua)Bairro Alto (Rua do)1954Alpiarça
Combatentes da Grande Guerra (Largo dos)Alpiarça
Conselheiro Figueiredo Leal (Rua)Figueiredo Leal (Rua)1960Alpiarça
Dr. Alberto A. Dias Pereira (Rua)Alpiarça
Dr. Alfredo H. Duarte Lagoa (Largo)Mesericórdia (Largo da) - popularAlpiarça
Dr. Hermínio Duarte Paciência (Rua)Alpiarça
Dr. Joaquim Pratas (Rua)1982Alpiarça
Dr. José António Simões (Rua)Vale do Rato (Estrada do)1926Alpiarça
DrQueiróz Vaz Guedes (Rua)Queiróz Vaz Guedes (Rua)1926Alpiarça
Dr. Raul José das Neves (Rua)Bairro Lagoa1967Alpiarça
Duarte Governo (Rua)Silveira Almendro (Rua)Alpiarça
EngAlvaro da Silva Simões (Rua)Alpiarça
Eucaliptal (Rua do)Alpiarça
Ezequiel Correia (Rua)Frade de Baixo
Feira (Rua da)Alpiarça
Fernão de Magalhães (Rua)Casal Monteiro (Travessa do)1926Alpiarça
Ferreiros (Travessa dos)Bernardo Joaquimd'Assunçäo (Rua)Alpiarça
Francisco da CostaPinheiro (Rua do)1926Alpiarça
Francisco do Sacramento Pratas (Rua)Boavista (Rua da)1926Alpiarça
Gaiato (Rua do)Frade de Baixo
General Humberto Delgado (Largo)1976Casalinho
General Humberto Delgado (Rua)Alpiarça
General Humberto Delgado (Rua)1975Frade de Cima
Guerra Junqueiro (Rua)Praça Velha (Rua da)1926Alpiarça
Ineia (Rua do)1926Alpiarça
Jacinto dos Mártires Falcão (Rua)Charnecão (Estrada do)1926Alpiarça
Jardim Dom DionAlpiarça
Jardim PúblicoAlpiarça
João Afonso (Rua)Farnela (Travessa da)1926Alpiarça
João de Sousa Falcão (Rua)Sousa Falcao (Rua de)Alpiarça
João Durão (Rua)1926Alpiarça
João Maria da Costa (Rua)Farnela (Travessa da)1926Alpiarça
João Nunes Feliciano (Rua)Parreiras (Travessa das)1926Alpiarça
Joaquim Magalhães (Rua)Fusca (Rua da)1926Alpiarça
Joaquim Monteiro Raposo (Rua)Nova (Rua)1926Alpiarça
Joaquim Nunes Ferreira (Rua)Carlos da Maia (Rua)1928Alpiarça
José da Costa Malhou (Rua)Alpiarça
José do Val (Rua)Frade de Baixo
José Relvas (Rua)5 de Outubro (Rua) e Passos Manuel (Rua)1928Alpiarça
Liberdade (Rua da)Frade de Baixo
Liberdade (Rua da)1975Casalinho
Liberdade (Rua da)1975Frade de Cima
Luís de Camões (Rua)Frade de Cima
Luís de Camões (Rua)Bernardino Ribeiro (Rua)1928Alpiarça
Lusiadas (Rua dos)1926Alpiarça
Maestro Lopes Graça (Rua)1995Alpiarça
Maestro Vergílio FortunatoWenceslau (Rua)1988Alpiarça
Manuel Arriaga (Rua)Sabugueiro (Rua do)1926Alpiarça
Manuel Duarte (Rua)Alpiarça
Manuel Nunes Ferreira (Rua)Luís de Camões (Rua)Alpiarça
Manuel Paciência Gaspar (Rua)Vale da Lama (Rua do)1960Alpiarça
Maria Albertina Agostinho Sabino (Rua)Hospital (Rua do)1975Alpiarça
Maria Luísa Falcão (Rua)Carvalhal (Estrada do)1926Alpiarça
Maria Rocha Coutinho (Rua)Lusiadas (Rua dos)Alpiarça
Maria Xavier (Avenida)Arneiros (Rua Nova dos... à Rua Direita)1926Alpiarça
Matadouro (Rua do)1926Alpiarça
Matos (Rua)1976Casalinho
Moinho de Vento (Beco do)Hospital (Travessa do)1960Alpiarça
Moinhos (Travessa dos)1928Alpiarça
Mora (Rua de)1988Frade de Cima
Nascente (Rua do)1928Alpiarça
Norton de Matos (Rua)Frade de Cima
Oscar Monteiro Torres (Rua)Sabugueiro (Rua do)1926Alpiarça
Pataia (Rua da)Frade de Baixo
Pataia (Rua da)Frade de Baixo - Gouxaria
Patracola (Rua da)Alpiarça
Patracola (Travessa da)Alpiarça
Patrício (Rua do)Alpiarça
Pedro Almendro (Rua)Vidais (Ribeira de)1926Alpiarça
Pedro Alvares Cabral (Rua)Gatinheira (Rua da)1926Alpiarça
Pedro Soares (Rua)Casalinho
Pinhal da Torre (Rua do)Pescadores (Bairro dos)1990Alpiarça
Pinheiro (Rua do)1925Casalinho
Poço (Rua do)Poço (Travessa do)0Alpiarça
Principal (Rua)Frade de Baixo
Renato Pinhão (Rua)Alpiarça
Ricardo Durão (Rua)Ricardo Fernando Barroso Durão (Rua)1960Alpiarça
Sacadura Cabral (Rua)Gomes Freire (Rua)Alpiarça
Salgueiro Maia (Largo)1995Alpiarça
São Martinho (Rua)Frade de Cima
Silvestre Bernardo Lima (Rua)Pinhal (Rua do)1926Alpiarça
Sobreiros (Rua dos)1975Frade de Cima
Sommer (Rua)1967Alpiarça
Teófilo Braga (Rua)Labora (Travessa do)1926Alpiarça
Val Peixe (Estrada do)Frade de Baixo
Valdaque (Rua do)Aque (Vale de)Alpiarça
Vale das Oliveiras (Rua)Frade de Baixo
Vasco da Gama (Largo)Velha (Praça), (Largo da Praça)1926Alpiarça
Vila Pouca (Beco da)1960Alpiarça
Visconde Barroso (Rua)Carvalhal (Estrada Velha do)1926Alpiarça
Por: Nuno Prates
* Licenciado em História, Variante de Arqueologia