terça-feira, 26 de junho de 2018

"Sábados a Contar" - Junho com Bru Junça



Para o último “Sábados a Contar” desta época, antes de seguirmos para férias, convidamos a  Bru Junça a voltar a Alpiarça, desta feita para nos oferecer toda sua bondade e arte de bem contar. 
 
Não faltem a este “Sábados a Contar” muito, muito especial na companhia da Bru!
 
Para os pais e para os filhos. 
 
Dia 30 de junho, pelas 16h30!


 Bru Junça é uma contadora de histórias natural de Évora que, entre linhas, agulhas, tecidos e palavras, cria um mundo imaginário baseado em contos, lengalengas ou canções da tradição oral. Iniciou a sua atividade como educadora de infância, sempre gostou de contos, de os contar, de os cantar e de os acompanhar à guitarra. Começou a sonhar as histórias em pano e nasceu a Conto por ponto, uma marca registada de livros de pano que “fiam histórias, bordam lengalengas e cerzem cantilenas da tradição oral, ilustrados de uma forma simples, brincando com texturas, cores e padrões de tecidos.”

quinta-feira, 21 de junho de 2018

UMA NOVA “RESIDENCIAL TURÍSTICA” VAI ABRIR EM ALPIARÇA




O antigo “Restaurante Europa” situado na Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes em Alpiarça vai abrir brevemente como “Residencial Turística” e com nova gerência.

Propriedade de uma empresária da área de turismo da região a residencial vai servir apenas para grupos de turistas que visitem a nossa região.

Todo o serviço de restauração  como  os cinco quartos que existem no edifício serão destinados apenas aos clientes que virão por intermédio da empresária que gere uma empresa de turismo  em Santarém.

MILITARES - Esses ignorados pela classe política

Enviado pelo nosso colaborador M.C.

Conta-nos o Jornal PÚBLICO, ainda a propósito do "rescaldo" dos fogos de 2017:

"Os homens que cumpriram a sua missão e foram ignorados.

Os militares do Regimento de Apoio Militar de Emergência apoiaram o combate aos incêndios diariamente durante quase seis meses.

Estiveram em dezenas de teatros de operações e envolveram milhares de homens e mulheres. Não tiveram uma palavra de apreço do poder político.

Até as comissões independentes de investigação se esqueceram que existiam."

Sendo militares, neste país, é normal que assim seja. Não temos motivos para nos admirar! Os políticos actuais, são os discípulos naturais daqueles que tomaram conta dos destinos de Portugal após a revolução dos cravos. Os mesmos que ignoraram milhares e milhares de jovens militares dos vários ramos das forças armadas que serviram o Estado português nas guerras de África e de outras paragens, na sua grande maioria em condições extremas de perigo e sofrimento. E se serviram, mal ou bem, a isso foram incentivados/obrigados por quem na altura era responsável pela Nação. E essa herança, essa responsabilidade, deveria ter sido assumida por quem na altura tomou nas suas mãos o Poder político da Nação Portuguesa Libertada. Preferiram, de forma insensível e cobarde, ignorar a situação, como se não houvesse jovens estropiados, sem braços, sem pernas, com problemas de saúde graves e, interiormente, de maneira invisível, o malfadado stress pós-traumático de guerra. Mesmo aqueles que aparentemente eram pessoas normais, na realidade não o eram, Os especialistas do foro médico e psiquiátrico assim o dizem. Muitos deles, abandonados, sem apoio de qualquer espécie, acabaram por enfileirar no pelotão dos sem-abrigo. Hoje, fala-se muito e ainda bem, de rastreios e avaliações disto e daquilo, no plano da prevenção e da saúde pública. Infelizmente, não temos conhecimento de alguma vez se ter feito uma avaliação séria, objectiva, ou mesmo um simples despiste, aos milhares de militares que estiveram nos vários cenários de guerra ao serviço de Portugal. Até nisso, fomos diferentes de outros países que estão atentos a quem os serve com abnegação, arriscando a própria vida sempre que a pátria os chama. Por cá, fomos e vamos sendo ignorados, sem contar para as estatísticas que nos ajudam a compreender melhor as coisas. Contamos apenas para o voto e pouco mais. Foi assim no passado. É assim no presente. No futuro, veremos.

domingo, 17 de junho de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Boas e más notícias

Por: Rodolfo Colhe

Boas e más notícias

A vida é feita de boas e de más notícias, de boas e de más experiências, e claro da forma como potenciamos isso. Para o nosso país a semana trouxe algumas boas notícias culminando com a grande demonstração de carácter e de qualidade da nossa selecção de futebol com o nosso capitão a chamar a isso os destinos do jogo e a exaltar uma nação, mas não é sobre futebol que vou escrever. A semana trouxe-nos a informação de que a Google vai investir novamente em Portugal criando mil vagas para uma unidade de formação e desenvolvimento do sistema Android. Mais uma vez somos os escolhidos e desta vez sem a possibilidade de a oposição lançar a informação de que será só um Call center. Tal como o nosso Primeiro-ministro tem afirmado, Portugal precisa de empresas tecnológica e de pessoas que venham viver e trabalhar para o nosso país, empresas como a Google servem os dois fins, e da melhor maneira. Se a informação tecnológica for desenvolvida no nosso país porque não poderemos vir a desenvolver a restante tecnologia? Porque não poderemos vir a receber todas as grandes empresas em Portugal? A nossa economia agradecia bem como o nosso sistema de ensino, empresas deste “estatuto” potenciam a médio/longo prazo mudanças no paradigma empresarial e até social. Quase sempre que António Costa representa oficialmente o nosso país temos boas notícias, isto demonstra não só conhecimento do caminho a seguir como mostra também muito trabalho e preparação demonstrando que os gabinetes estão cheios de pessoas com muito valor, e neste campo destaco não no gabinete do Primeiro-ministro mas sim na Segurança Social e do Trabalho a promoção do meu amigo Tiago Preguiça a Chefe de Gabinete. A carreira do Tiago Preguiça leva-nos a acreditar na meritocracia e que os bons chegam lá e isso são óptimas notícias.

Boas notícias em Alpiarça já são raras e isso entristece-me e não me querendo alongar muito mais, é de uma total falta de bom senso, de noção de serviço público e até de respeito uma obra inaugurada há pouco mais de 2 meses como é o caso do jardim municipal estar no estado em que hoje o encontrei. Comecei logo por encontrar as casas de banho fechadas, podendo dar de barato que tenha acontecido alguma situação improvável que levasse a tal, papel amontoado no lavatório e no chão devido a falta de civismo mas também de zelo do espaço (certamente em Lisboa não se aceita exclusivamente a falta de civismo para justificar as ruas sujas após iniciativas que juntam milhares de pessoas, porquê aceitar em Alpiarça no dia a dia?), e como prova da falta de zelo temos ervas e paus caídos das árvores por todo o lado. É inaceitável que após tanto ruído desnecessário com o jardim que agora o deixem desta forma. 

PARQUE INFANTIL DO JARDIM MUNICIPAL DE ALPIARÇA: UM LOCAL ONDE A QUALQUER MOMENTO PODE ACONTECER UMA TRAGÉDIA

De: Armindo Batata


A QUEM INTERESSAR

No parque infantil existente no jardim municipal (remodelado) está enterrada, ao cutelo, uma barra de aço com a espessura de 6 mm (v.fotografias)
Aquela barra de aço circunda (ou faz parte) da superfície de impacto, como definida no D.L. nº 203/2015.

Por ser uma zona de transição entre dois pisos diferentes, é uma zona propícia a que as crianças tropecem e caiam. 
O embate da cabeça de uma criança naquela barra de aço montada ao cutelo, provocará lesões com consequências, eventualmente, trágicas.

A Câmara Municipal de Alpiarça, na sua qualidade de Entidade fiscalizadora dos Parques Infantis do Concelho, que não sejam de sua gestão (Art 35º do D.L. nº 203/2015 ) será certamente a Entidade mais bem posicionada para avaliar os eventuais perigos descritos. Uma acção imediata da C.M. de Alpiarça, ou denegação do perigo descrito, tornará desnecessário o pedido de intervenção de outras Entidades exteriores ao Concelho, para velarem pela segurança das nossas crianças.

ARTIGO DE OPINIÃO: OS ÚLTIMOS PRESIDENTES DA CÂMARA DE ALPIARÇA TEM SIDO UMA LÁSTIMA EM TERMOS DE INICIATIVAS E DESENVOLVIMENTO

Por: V. Vidigal
Fiquei hoje a saber que no projecto inicial da Barragem dos Patudos existe um plano para o aproveitamento desportivo da barragem que, para além da pesca, pode ainda praticar-se  as seguintes modalidades desportivas de: remo, canoagem, vela e windsurf.

Como alpiarcense que sou sinto uma enorme tristeza em saber que nenhum dos últimos presidentes levou por diante o que consta no projecto original da barragem dos patudos que poderia contribuir imenso para o desenvolvimento do concelho.

Salvo os mandatos de Armindo Pinhão e do PS/Alpiarça a minha terra tem sido uma lástima em termos de iniciativas e desenvolvimento.

Depois não querem que digam que Alpiarça é uma terra vermelha ou um marasmo.

Com um filão por explorar continuamos a ser um dos concelhos da região mais pobres e atrasados e os alpiarcenses continuam adormecidos que permitem barbaridade como estas.

Agora começo a compreender porque a população alpiarcense está a diminuir drasticamente e a juventude a querer viver noutros concelhos.
«Fonte: https://www.facebook.com/antonyocenteio/»

sábado, 16 de junho de 2018

A BARRAGEM DOS PATUDOS NO SEU MELHOR

UMA VERGONHA: Primeiro o futebol, depois as crianças

De: Joana Serrano


Inédito.

Ontem, em Alpiarça na festa de final de ano escolar. 


Era este o aspecto da audiência.

Porquê?


Festa interrompida para se ver o jogo da selecção num ecrã gigante.


Resultado: meninos e pais foram embora e não voltaram.


Primeiro o futebol, depois as crianças.


Uma vergonha.


 Mais uma.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Já se sabe onde vão encerrar 24 agências da CGD



O banco liderado por Paulo Macedo vai fechar 70 agências até ao final deste ano. 

Destas, já se conhecem 24. 

Sobre as restantes, a CGD mantém o silêncio.

Depois de ter fechado 64 balcões no ano passado, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai encerrar mais 70 este ano. E já se conhece a localização de 24 agências que terão de fechar portas até ao fim deste mês. Em relação aos restantes balcões, o banco liderado por Paulo Macedo não se pronuncia, dizendo apenas que estes fechos vão acontecer sobretudo na área da Grande Lisboa e Grande Porto.


Não há uma lista completa dos balcões da CGD a encerrar. Os nomes vão sendo conhecidos pelos protestos das populações contra o fecho das agências — os clientes vão tomando conhecimento através das agências que receberam uma carta da administração do banco público — e pelas críticas das autarquias por não receberem qualquer tipo de informação oficial por parte da equipa liderada por Paulo Macedo.

Os moradores de Alhandra, no concelho de Vila Franca de Xira, foram os primeiros a protestar para “denunciar e impedir” o encerramento. Logo de seguida, foi a vez de Pedras Salgadas, do concelho de Vila Pouca de Aguiar, e depois Louriçal, em Pombal. Mas também Darque, em Viana do Castelo.


Os protestos também chegaram a Viseu. Aqui, vai encerrar o balcão da Rua Formosa, o que é “menos problemático para as populações”, revelou o presidente da Câmara de Viseu ao ECO. O problema será o fecho da agência de Abraveses, que “não só serve dez mil habitantes da freguesia, como permite, na proximidade, servir uma população global de mais de 21 mil habitantes das freguesias vizinhas e do norte do concelho de Viseu”, afirmou Almeida Henriques.

Já em Loures, a autarquia protesta contra o fecho do balcão do Prior Velho, tendo enviado uma carta a Paulo Macedo a explicar que este encerramento “vai privar os seus habitantes, o comércio local e empresas de outros setores de atividade no acesso a serviços bancários”.


Estão também a ser enviadas perguntas ao Governo, pedindo esclarecimentos ao ministro das Finanças sobre o fecho, nomeadamente, dos balcões de Nogueira do Cravo e Samora Correia.

O número de balcões a fechar este ano fica dentro do intervalo que já tinha sido avançado por Paulo Macedo em entrevista ao ECO24. “Será entre 70 e 80, em 2018”, disse então o gestor. Recorde-se que, no ano passado, em resultado do plano de reestruturação aprovado por Bruxelas no âmbito da injeção de 5.000 milhões de euros no banco, a CGD fechou 64 balcões.

De acordo com o banco estatal, “as agências a encerrar foram objeto de análise e, além da sua atividade e resultado económico, foram tidas em consideração questões como as acessibilidades a outras agências da CGD e a mobilidade da população, resultando deste facto que a maioria das agências a encerrar se situe nos maiores centros urbanos do país, com destaque para a Grande Lisboa e o Grande Porto”, refere ainda a CGD. “O banco está, pois, a promover a crescente interação com os clientes à distância.”

Conheça os 24 dos 70 balcões que vão fechar este ano:

  1. Alhandra, Vila Franca de Xira
  2. Pedras Salgadas, Vila Pouca de Aguiar
  3. Louriçal, Alenquer
  4. Darque, Viana do Castelo
  5. Rua Formosa, Viseu
  6. Abraveses, Viseu
  7. Alves Roçadas, Vila Real
  8. Prior Velho, Loures
  9. Grijó, Vila Nova de Gaia
  10. Arcozelo, Vila Nova de Gaia
  11. Avenida Estados Unidos da América, Lisboa
  12. Carregado, Alenquer
  13. Avanca, Estarreja
  14. Colos, Odemira
  15. São Vicente da Beira, Castelo Branco
  16. Arcozelo, Barcelos
  17. Rio Meão, Santa Maria da Feira
  18. Desterro, Lamego
  19. Instituto Superior Técnico, Lisboa
  20. ISCTE, Lisboa
  21. Universidade de Aveiro
  22. Rua Saraiva Carvalho (Campo de Ourique), Lisboa
  23. Nogueira do Cravo, Oliveira do Hospital
  24. Samora Correia, Benavente.
  25. «ECO«

quinta-feira, 14 de junho de 2018

GENTE QUE QUER QUE OS ALPIARCENSES SEJAM UMA “CAMBADA DE CÌNICOS”


Após a publicação e denúncia por parte de uma leitora no “Jornal Alpiarcense” esta imundície foi logo retirada no dia seguinte pelos serviços camarários. Foi preciso publicarmos para que assim acontecesse. Mesmo assim há gente que quer que escondamos estas situações  e aquilo que todos podem ver e sabem  existir nas ruas de Alpiarça.




Há e anda por ai um certo tipo de gente que se sente incomodada com as fotografias enviadas por leitores e leitoras e  que o Jornal Alpiarcense publica (JA – https://www.facebook.com/antonyocenteio/)  denunciando a sujidade que há nas ruas de Alpiarça e a quantidade de outras ruas que estão cheias de ervas.

Querem que deixemos de publicar tais fotografias para fazer ver ao “mundo” que nesta “aldeia vermelha” é tudo um “mar de rosas” e que esta Alpiarça é uma terra tranquila e a limpa.

NÃO É VERDADE.

ALPIARÇA É, NESTE MOMENTO, UMA TERRA SUJA E MAL CUIDADA

E no “Jornal Alpiarcense” não há, nem pode haver cinismo fingindo que está tudo bem quando na verdade não está.

Os leitores e leitoras que nos enviam fotografias da porcaria que por ai abunda não são cínicos por quererem que o JA divulgue a imundice que por ai paira.

Os leitores e leitoras que enviam as fotografias denunciando a sujidade das nossas ruas são pessoas sérias que querem o bem de Alpiarça ao contrário daqueles que querem fingir que por estas bandas está tudo bem.

A prova é que quando o JA publica fotografias localizando a porcaria no dia seguinte vai logo um “batalhão de gente” limpar o que foi denunciado.

É prova de que os leitores e leitoras têm razão quando tiram fotografias à sujidade do burgo e nos enviam para publicar tendo sempre o cuidado de identificar onde é o local da fotografia como foi o que aconteceu na Rua José Relvas.

Se esta gente que nos pressiona para esconder a verdade e que nos critica por dizermos a verdade está a pensar que lhe fazemos a vontade desenganem-se porque não somos cínicos e muitos menos fechamos a porta a quem connosco colabora.

Os alpiarcenses são pagantes pela limpeza mal feita e tem todo o direito de criticar a acusar quem não cumpre a razão das taxas e impostos que nos cobra.

E estes pagantes merecem respeito como respeito merece o “Jornal Alpiarcense” pelo que faz gratuitamente por Alpiarça divulgando tudo o que acontece.

Não omitimos o que está mal. 

Fazemos questão de gritar bem alto que Alpiarça neste momento em termos de limpeza e recolha de lixo deixa muito a desejar.

Se quem nos governa entende o contrário então estamos em linhas opostas porque não existimos para agradar à Rua Silvestre Bernardo Lima mas sim aos alpiarcenses e muito menos recebemos valores monetários de quem quer que seja.

A DEMOCRACIA QUE O PCP APREGOA É APENAS PARA ELE E PARA OS SEUS ELEITOS.

Nós entendemos que a democracia é para todos.

E se os comunistas que nos governam não querem que publicamos a sujidade que por aí existe e que digamos ao mundo que em termos de limpeza Alpiarça deixa muito a desejar então apenas tem uma solução:

Que limpem as ruas de Alpiarça todos os dias porque todos os dias temos que pagar as taxas e impostos;

Se é mentira o que publicamos que o desmintam com argumentos e fotografias como nós fazemos.

Se querem que fingimos que está tudo uma maravilha, desenganem-se porque, ao contrário dos políticos do burgo, apenas queremos o bem de Alpiarça e não fingir que a terra alpiarcense é uma terra limpa.

Andarem a publicar nas redes sociais que estamos a prejudicar Alpiarça pelas imagens da sujidade é  pura mentira porque quem não a manda limpar são os eleitos e são os actuais eleitos que tem contribuído para a sujidade que por ai existe.

Não contem connosco para fazer a vossa vontade porque não fazemos parte do cinismo que nos querem impor.

E não contem connosco para dar continuidade aos vossos seguidores e muito menos preparar caminho àqueles que já procuram um lugar ao Sol nas próximas eleições autárquicas.

E porque não usamos o cinismo e a falsidade, aqui publicamos mais uma prova de que as ruas de Alpiarça continuam a estar sujas.

ESTE PASSEIO NÃO É LIMPO VAI PARA MESES.




Estas fotos foram tiradas poucos minutos antes de publicarmos esta noticia

 De tão sujo estar nem a chuva das últimas semanas o conseguiu limpar.

Querem que vamos tirar fotos às ruas para provar que Alpiarça é uma terra suja?

Teríamos muito prazer em fazê-lo mas não o fazemos.

Para terminar:

O Jornal Alpiarcense e o Noticias de Alpiarça já fez mais pela divulgação no mundo de Alpiarça que os actuais eleitos.

E fazemos a divulgação a custas do administrador e dos dois meios de comunicação com que gratuitamente trabalha para a projecção de Alpiarça e nunca mas nunca o erário público contribuiu com um cêntimo para as horas que damos à projecção de ALPIARÇA, A TERRA MAIS BONITA DO MUNDO.

Nós com a colaboração dos nossos leitores e leitoras andamos nas ruas de Alpiarça para sabermos como vai Alpiarça.

Não estamos nos gabinetes para dizermos que em Alpiarça está tudo um miminho.

Ficamos por aqui porque quem rege a terra mais linda do mundo não merece mais do que isto.

Continuaremos a desmascará-los e mostrar ao mundo que a nossa terra está suja.

Só paramos quando vermos as ruas limpas.

Alpiarça não é do PCP/CDU mas sim dos alpiarcenses.


Não dependemos do prédio da esquina mas continuamos a ser gente de esquerda.

«O Administrador»

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Jovem condenado a 7 anos de prisão e a pagar 210 mil euros a homem que deixou às portas da morte



Foto: JOSÉ ESCADA DIAS ESTEVE 28 DIAS EM COMO E FICOU COM LESÕES PERMANENTES
O jovem de 25 anos acusado de agredir brutalmente um homem, de 47 anos, junto à entrada do Bar da Música, no edifício do quartel dos Bombeiros Municipais de Alpiarça, foi condenado a 7 anos de prisão e a pagar 210 mil euros de indemnização ao ofendido.
A decisão foi proferida no dia 7 de Junho de 2018, no Juízo Central Criminal de Santarém, tendo o acórdão julgado procedente a acusação deduzida pelo Ministério Publico no DIAP de Santarém, e condenado o arguido pela prática de um crime de ofensa à integridade física grave qualificada sobre José Escada Dias, de 48 anos, que esteve 28 dias em coma e ficou com danos cognitivos permanentes, vivendo hoje completamente dependente da família.
Os factos ocorreram há quase três anos, no dia 1 de Agosto de 2015, entre as 20h00 e as 22h41 à entrada do Bar da Música, no edifício do quartel dos Bombeiros Municipais de Alpiarça.
Segundo a Procuradoria da Comarca de Santarém, "nessa ocasião, o arguido, a pretexto de uma desinteligência com o assistente acerca de danos causados por este no veículo do primeiro, desferiu murros na sua face, levando-o a cair ao solo e pontapeando-o na zona da cabeça, pelo menos duas vezes, quando o assistente já se encontrava por terra".
A decisão considera ainda que as lesões cerebrais sofridas pelo assistente, "como consequência direta e necessária da conduta do arguido, foram pericialmente consideradas aptas a causar-lhe a morte, que só não ocorreu porque foi socorrido em tempo útil, e a afetar-lhe gravemente as suas faculdades cognitivas e emocionais".
O tribunal coletivo deu como provado que o arguido agiu por motivo gratuito, evidenciando os factos que praticou um profundo desprezo pelos valores da integridade física e da vida alheia.
O arguido foi também condenado a pagar à vítima a quantia de duzentos e dez mil euros, a título de danos patrimoniais futuros e de danos não patrimoniais.
Foi igualmente condenado no pagamento de cerca de 26 mil euros ao Centro Hospitalar de Lisboa Central EPE, valor correspondente às despesas com os tratamentos médicos e hospitalares prestados ao assistente.
O acórdão ainda não transitou em julgado.

«RR»

SÓNIA SANFONA: a Ex-Governadora Civil na calha para a administração do Hospital de Santarém


A ex-Governadora Civil de Santarém, Sónia Sanfona, de Alpiarça, poderá ser a próxima presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital de Santarém, atualmente liderado por José Josué.
A informação foi avançada à Rede Regional por várias fontes, que garantiram que a nomeação está apenas a aguardar parecer positivo da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP), que se deverá pronunciar nos próximos dias.
Sónia Sanfona, que foi deputada na Assembleia da República entre 2005 e 2009 e que em 2017 foi candidata do PS à Câmara de Alpiarça, é presidente executiva da associação Promoção da Segurança dos Ativos Técnicos (PSAT), responsável pelo projeto "Campo Seguro", que junta EDP, REN, REFER, EPAL, PT e EDP Renováveis com o objetivo de combater, em parceria com as forças de segurança, o furto de cobre e outros metais usados nas infraestruturas e equipamentos dessas empresas.
A Rede Regional contactou Sónia Sanfona e José Josué mas até ao momento não obteve qualquer resposta.
«RR»

Reunião da Câmara de Alpiarça de 8-6-2018