quarta-feira, 23 de maio de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: Primeira de algumas opiniões sobre a Alpiagra 2018

Por:
Rodolfo Colhe


Primeira de algumas opiniões sobre a Alpiagra 2018

Há um ponto em comum naquilo que escrevo, seja neste espaço seja em outros do mesmo género ou até nas redes sociais, são a minha opinião pessoal e não a opinião da JS ou muito menos do PS e digo isto porque neste caso a minha opinião pode divergir da opinião da maioria dos membros do meu partido.
Assumo sem nenhum tipo de pudor que a redução em si do número de dias da Alpiagra não me choca absolutamente nada. O modelo actual era óbvio que não estava a resultar e que era difícil recuperar dinâmicas antigas mantendo 10 dias de actividade apelativa e de qualidade e em muitos dos dias o número de visitantes já era baixo, os comerciantes já tinham prejuízo, a restauração funcionava pouco e mal, e o espaço jovem na minha opinião é deficitário.
Se olharmos para várias feiras do nosso distrito, elas não ultrapassam os 5 dias, FICOR 2018, 24 a 27 de maio em Coruche, Feira do Vinho e do Chocolate de 27 de abril a 1 de maio no Cartaxo, Festas em Honra do Mártir S. Sebastião de 2 a 6 de Fevereiro nos Amiais de Cima. Se retirarmos certames de outro campeonato como a Feira Nacional da Agricultura, sobra praticamente a Ascensão na Chamusca com mais de 5 dias, as restantes têm dinâmicas muito próprias e difíceis de mudar.
Na minha sincera opinião se a redução dos dias da Alpiagra significar aumento da qualidade, eu sou favorável, se servir apenas para diminuir a despesa e retirar preocupações ao executivo, sou contra. Com esta redução de dias, as noites de quinta-feira, sexta-feira, e de sábado terão de ser de enorme qualidade, colocando de parte a hipótese de uma delas ser ocupada com o tradicional festival de folclore, contra o qual nada tenho contra mas que no entanto só interessa a uma parte da população (de idade mais avançada) mas que pode por exemplo ocupar a tarde de domingo. Daquilo que foi até agora (sem avaliar preços, condições de acesso, etc.) há coisas que me parecem à partida bastante bem, nomeadamente o “Pavilhão do Vinho, Fumeiro e Petiscos”, um espaço que certamente irei analisar e usufruir na esperança de que sirva de dínamo para uma área que mais uma vez digo é completamente colocada de parte pelo município. Mas não sejamos tapados, a redução dos dias mesmo que o investimento seja o mesmo não resolve por si só os problemas que em 9 anos não se resolveram, entre os quais está o espaço jovem e animação nocturna que, como disse anteriormente, funciona bastante mal, não só porque o espaço em si nunca foi melhorado nem preparado para o efeito mantendo-se num estilo Feio e Frio. Outro dos graves problemas deste espaço prende-se com as opções tomadas ao nível da animação que não é do agrado da maioria dos jovens do concelho. Peço desculpa se estiver a ser injusto neste ponto, mas de facto é essa a mensagem que me chega. Outro dos pontos que me parece que deve ser analisado relativamente ao espaço jovem (e não só) é quem nele deve poder comercializar. Num momento em que a actividade nocturna em Alpiarça está tão em baixo, até porque por vezes temos assistido a excesso de espaços e nem todos situados de forma conveniente ao comércio, outras vezes já assistimos a grupos do mesmo tipo a estarem numa zona e outros noutra e esta indefinição não é boa para ninguém.
O fim da praça das tasquinhas não será nunca consensual no entanto percebo a necessidade de mudança mas com bastantes dúvidas. Logo de início, o horário é um erro pois teriam de ser servidos almoços todos os dias mas se o único erro for esse nada de grave vêm ao mundo. Uma certeza tenho, o espaço das tasquinhas como estava a ser “gerida” não teriam certamente futuro, por outro lado parece-me que a opção não foi a melhor por colocar este espaço demasiado escondido, mas há que ter em conta o facto de estar no interior leva a que o factor clima saia da equação.
E falando do clima, tenho a certeza que a primeira decisão importante a tomar relativamente ao futuro de Alpiarça é exactamente a data que hoje em dia parece-me já não ser a mais correcta. Há que lembrar que a realização da Alpiagra em Setembro se devia ao fim dos meloais e portanto ao período em que o poder de compra era maior.
Neste momento resta aguardar para percebermos como vai ser a Alpiagra 2018, e as conclusões devem ficar para ao fim, apesar de aquando da saída da programação ficaremos já com algumas ideias sobre as intenções e sobre o que aí virá.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

“EL GALEGO” EM ALPIARÇA




Foi adjudicado à  empresa “El Galego” a concessão do Bar/Cafetaria do Jardim Municipal de Alpiarça.

Prevê-se que no Verão o  bar já esteja a funcionar no novo espaço de lazer do jardim.

Saliente-se que a “El Galego” tem vários estabelecimentos de restauração a funcionar na cidade de Santarém.

CONCURSO PARA A CONSTRUÇÃO DE NOVO POSTO DA GNR EM ALPIARÇA PARA FINS DESTE ANO


Na sequência do contrato assinado entre o MAI e a Câmara de Alpiarça (CONSTRUÇÃO DE UM NOVO QUARTEL DA GNR EM ALPIARÇA) que prevê a cedência de um terreno municipal para a construção do novo Posto Territorial da GNR vai permitir a elaboração do respetivo projeto de execução que está previsto a conclusão nos fins deste Verão.

Concluido o projecto o concurso para a construção de novo posto da GNR em Alpiarça vai ser aberto para até fins deste ano.

“NOTA-SE DEZMAZELO” disse o vereador António Moreira

Vereador António Moreira (PS)


Ora desmazelo pela coisa pública  é coisa que não falta em Alpiarça.

O Vereador do PS António Moreira começou por questionar o executivo da CDU se o Jardim Municipal tem “terra de terra” ou se na terra do espaço publico também foi colocado “terra de obras, caliço” e outros afins.

Ficou-se na dúvida porque de certezas nada havia mas houve a certeza que uma pequena laje rectangular com a medida aproximada de 20x15 centímetros encontra-se partida no Jardim Municipal que viria a dar “pano para mangas” na discussão da reunião camarária para se concluir que na verdade a “laje está partida” e que a Câmara já tomou medidas para contactar a empresa construtora para que esta reponha o que está partido.

Na troca de palavras, dos esclarecimentos e demais apontamentos ficamos com a sensação que o jogo de “farpas” nas reuniões de Câmara entre o Vereador António Moreira e Carlos Jorge da CDU não é jogado da melhor forma, isto é: existe algum conflito entre os dois eleitos.

Para que ficasse registado em acta: António Moreira reafirmou pela terceira ou quarta que “nota-se desmazelo” e ponto final.

SE ISTO NÃO É DESMAZELO, ENTÃO O QUE SERÁ?



(Esta sujidade já vai para dois meses que aqui se encontra)

Em termos de feição  uma leitora entrou em contacto com o 'Noticias de Alpiarça'  para nos  entregar  a foto,  acima publicada e  nos questionar "sobre o que fazer à sujidade que se encontra na rua principal de Alpiarça a Rua José Relvas".

Respondemos-lhes que é tudo uma questão de DESMAZELO por parte da Câmara como desmazelo é a sujidade que existe nas ruas de Alpiarça.

Só que este DESMAZELO não é culpa de nenhuma empresa mas sim da Câmara.

"Sábados a Contar"




Mamã!
 .
Certo dia, o Senhor Coelho encontrou nos   bosques um objeto macio e às manchinhas.Como  era perfeito - como tudo o que gostava -, levou-o para a sua toca limpa, arrumada  e muito organizada. Mas o objeto não era bem aquilo que ele pensava…
 .
E, de repente, CRRAC! Lá de dentro saiu um patinho pegajoso! O Senhor Coelho não queria algo sujo e pegajoso na sua toca maravilhosa, mas o patinho tinha outras ideias…
 .
Mais uma história maravilhosa para os nossos Sábados a Contar, não faltem!
 .
Para os pais e para os filhos, dia 26 de maio, pelas 16h30

SABIA QUE ALPIARÇA JÁ NÃO É O QUE ERA?


     


Os políticos pela “calada do tempo” conseguiram tirar-nos a nossa verdadeira identidade e até conseguiram repartir as nossas origens aos bocados.
Continuamos a pertencer ao distrito de Santarém para fazer parte do Alentejo e estarmos englobados na sub-região da Lezíria do Tejo.
Até conseguiram fazer que a população alpiarcense se resuma a cerca de 6 000 habitantes.
Deixamos de ter qualquer significado politico-administrativo.
Somos apenas  uma parte do Alentejo.
Até o nosso orgulho perdemos.
Tudo em nome do Dinheiro.

População
Número de habitantes 
1864
1878
1890
1900
1911
1920
1930
1940
1950
1960
1970
1981
1991
2001
2011
3 171
3 961
4 926
5 775
6 384
6 713
7 550
7 256
7 618
7 856
7 490
8 120
7 711
8 024
7 702

domingo, 20 de maio de 2018

II EDIÇÃO DA ROTA DAS SOPAS DE ALPIARÇA



Na segunda edição da Rota das Sopas de Alpiarça, a decorrer na Praça do Município, numa organização da ARPICA -- uma excelente jornada de promoção da rica gastronomia e doçaria da nossa terra, com animação e convívio.
«De: Mário Pereira»

sábado, 19 de maio de 2018

A CÂMARA NÃO CONSEGUE ACABAR COM A “BAGUNÇA” QUE EXISTE NA BARRAGEM


A Câmara está a alargar o trilho da margem direita da Barragem para que os veículos dos pescadores possam circular com melhores condições.
Um bom trabalho que deve ser de agrado dos pescadores.
Pena é a Câmara não conseguir acabar com a “bagunça” e falta de respeito que existe nos dias em que ali se realizam concursos de pesca.

Os pescadores estacionam as viaturas onde bem lhes apetece como se a barragem fosse pertença deles.
Não bastasse, cortam o caminho com o “poiso” das canas de pesca a quem passeia ou circula de bicicleta como fossem donos de todo o espaço que circunda a barragem.
Não há respeito para com ninguém e por ninguém.
E a Câmara não consegue por “tino” e regras aos pescadores.
É a lei do mais forte que impera na zona de lazer.
A barragem deixou de ser de todos para ser de alguns.
Falta “pulso” a este executivo para acabar com esta bagunça nos dias de pesca.
Desenvolver e apoiar o lazer nesta zona é tempo perdido.
Triste sina a de Alpiarça.
«H.V.»

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Alpiarça, José Relvas e a Casa-Museu dos Patudos na Assembleia da República



Alpiarça, José Relvas e a Casa-Museu dos Patudos na Assembleia da República, em Lisboa, hoje à tarde.
No fecho das comemorações do Dia dos Centros Históricos da APMCH, com a presença do Presidente da Assembleia da República, e após a atribuição das distinções da Associação a Victor Mendes (Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima), a Alexandra Gesta e a Júlio Elói, Alpiarça esteve em destaque com a apresentação da Fotobiografia de José Relvas pelo seu autor, José Raimundo Noras.
«De: Mário Pereira»

quinta-feira, 17 de maio de 2018

CANIL DE ALPIARÇA



"NOTÍCIAS DE ALPIARÇA" visitou hoje, de surpresa,  o Canil Municipal de Alpiarça

Situado no antigo Matadouro Municipal o canil encontra-se junto de uma “babilónia” de utensílios camarários onde até está  uma antiga “carreta funerária”.

No entanto o fim da nossa visita não era ver a “arrecadação de velharias” da Câmara mas sim o Canil.

Recebidos que fomos pelo Veterinário Municipal Silvestre Luz este permitiu-nos que visse-mos o interior  do canil.

Nada a apontar.

Canil asseado e desinfectado. Alimentação em quantidade e limpeza feita periodicamente por um funcionário da autarquia.

Na conversa que tivemos com o Veterinário ficamos a saber que o único problema que existe localmente a nível de canídeos é o excesso periódico mas que tem-se solucionado com a colaboração do Canil da Golegã.

Podemos estar descansados que os cães estão bem tratados e bem cuidados.



terça-feira, 15 de maio de 2018

CONSTRUÇÃO DE UM NOVO QUARTEL DA GNR EM ALPIARÇA





Mais um passo decisivo para a construção de um novo Quartel da GNR em Alpiarça. 
Assinei hoje em nome do Município de Alpiarça o Protocolo de Colaboração com vista à celebração de acordo administrativo para a elaboração do projecto técnico e construção de um novo Quartel da GNR em terreno a ceder pela Câmara Municipal junto ao pavilhão da Escola EB2,3/Secundária, no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, com a presença da Secretária de Estado, do Comandante-Geral da GNR e do Secretário-geral do MAI.
«De: Mário Pereira.»

Bombeiro de Alpiarça participa em ultra trail para ajudar animais


Um bombeiro municipal de Alpiarça que vai participar no “Oh Meu Deus”, o ultra trail da Serra da Estrela, está a lançar uma campanha solidária para ajudar os animais à guarda do canil municipal da vila.
Uma vez que se prepara para percorrer 200 quilómetros, a distância mais longa na dura prova da Serra da Estrela, Luís Silva propõe-se a angariar um quilo de ração para animais por cada quilómetro percorrido.
“Duas pernas por quatro patas” é o nome que o atleta deu a este desafio, em que o seu objetivo é concluir a prova dentro dos tempos exigidos e recolher a quantidade de comida a que se propôs.
O “Oh Meu Deus” realiza-se no próximo dia 8 de junho, com partida e chegada junto à Câmara Municipal de Seia.
Quem quiser apoiar esta causa, pode entrar em contato com Luís Silva através das redes sociais.
«RR»

segunda-feira, 14 de maio de 2018

“O Tejo à Mesa”

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente do Juventude Socialista
de
Alpiarça


“O Tejo à Mesa”

Participar activamente em Juventudes ou partidos políticos dá-nos uma oportunidade que não devemos desperdiçar de defender aquilo que é nosso e aquilo que achamos importante defender para que o nosso concelho e a nossa região prosperem. No entanto e não obstante da boa vontade e do bom conhecimento do território e das suas condições e características específicas, por vezes há coisas que ficam para trás e ficam exactamente para trás por via de alguma falta de conhecimentos para essa defesa.

Um grupo de militantes da JS na qual me incluo, chegou há algum tempo à conclusão que a generalidade dos nossos jovens não tinha condições para defender os vinhos do Tejo. Em primeiro lugar, porque não conheciam bem o produto e depois porque eles próprios se deixavam levar pelo estigma de que o nosso vinho não tem qualidade para competir com outras regiões do país, o que é totalmente mentira e os prémios em concursos internacionais onde a prova é cega demonstram-no na perfeição. Mais do que isso não tenho dúvidas em afirmar que os vinhos do Tejo possuem uma das melhores relações qualidade/preço no nosso país.

Foi neste sentido que em 2017 se realizou em Alpiarça a 1ºedição de “O Tejo à Mesa” que contou com o Presidente da Associação de Municípios Portugueses do Vinho AMPV, Dr. Pedro Magalhães Ribeiro, com o Eng.º Sérgio Oliveira, também da AMPV e com o Presidente da Câmara de Provadores dos Vinhos do Tejo, Eng.º. Pedro Gil, que após uma animada discussão sobre vários temas relacionados com o mundo dos vinhos e dos vinhos do Tejo em particular nos acompanhou durante a prova de 3 vinhos brancos e de 3 vinhos tintos oriundos dos concelhos organizados neste caso Alpiarça, Almeirim e Cartaxo.

Em 2018, e visto que o tema continua a ser pertinente, iremos realizar a 2º edição de “O Tejo à Mesa” desta vez no Cartaxo mas novamente com vinhos dos três concelhos organizadores, e que certamente será um sucesso.

A vida política e cívica não se resume aos temas que são manchetes de jornal e as discussões quase que filosóficas são também estas pequenas grandes coisas e as pequenas mudanças que ao longo do tempo possamos ir fazendo na opinião das pessoas que fazem valer a pena.

Com isto deixo o convite aos que lerem este meu artigo a marcarem presença no próximo dia 19, na 2º edição de “O Tejo à Mesa”, mais informação para breve.

Espero que a CMA de Alpiarça aproveite o mote e numa fase em que certamente se está a preparar a Feira da Alpiagra que apresente também actividades relacionadas com o vinho e com os vinhos do Tejo. Que seja feito algo pelo vinho, um produto tão nosso e esquecido pelo nosso executivo.


sexta-feira, 11 de maio de 2018

"Projecto Tejo"



Na apresentação e debate sobre o "Projecto Tejo" (empreendimento de fins múltiplos do Tejo e Oeste) realizada na tarde de ontem no auditório da Escola Superior Agrária, em Santarém. 
Este Projecto, lançado há poucos meses em Alpiarça pela Quinta da Lagoalva, aponta para um significativo e necessário investimento na recuperação do Tejo e o seu aproveitamento a diversos níveis, merece a melhor atenção e o maior interesse.
«MP»

quarta-feira, 9 de maio de 2018

As CARRAÇAS são os parasitas que transmitem mais doenças a seguir ao mosquito


O ciclo de vida das carraças divide-se por 4 fases de desenvolvimento:

1ª – Ovos
2ª – Larva
3ª – Ninfa
4ª – Carraça adulta

Um facto curioso sobre o ciclo de vida de algumas carraças – sobretudo das presentes em Portugal e na Europa – é que para cada fase de desenvolvimento elas picam um hospedeiro diferente. Cada vez que ficam cheias de sangue, caem ao chão e evoluem para a fase seguinte, onde vão picar um novo hospedeiro.



De Que Forma Infestam Os Animais e Humanos


Existe o mito de que as carraças voam.
Esta é uma ideia errada que algumas pessoas têm deste parasita. Elas não voam, mas isso não as impede de nada. Têm um sensor que lhes permite detectar a presença de animais e as levam até eles. Outra forma de infestarem um animal é esperarem num local de passagem – como as ervas – e agarrarem-se ao pêlo deles quando passam.

Noticias relacionada:

PULGAS E CARRAÇAS NAS RUAS DE ALPIARÇA

DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO BAR E ESPLANADA DO JARDIM MUNICIPAL DE ALPIARÇA



ABERTO PROCEDIMENTO DE HASTA PÚBLICA, PARA DIREITO DE EXPLORAÇÃO DO BAR E ESPLANADA DO JARDIM MUNICIPAL DE ALPIARÇA

CLIQUE NO LINK ABAIXO E OBTENHA O EDITAL E A RESTANTE DOCUMENTAÇÃO:

terça-feira, 8 de maio de 2018

ALPIARÇA DISTINGUIDA COM 2 PRÉMIOS DO TURISMO DO ALENTEJO E RIBATEJO 2017


A CASA DOS PATUDOS - MUSEU DE ALPIARÇA recebeu o Prémio "MELHOR PROJECTO PÚBLICO 2017 -- Ribatejo".
A QUINTA DA LAGOALVA recebeu o Prémio "MELHOR ENOTURISMO 2017 -- Ribatejo.
A cerimónia desta edição - a oitava - dos Prémios anuais da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo decorreu em Montargil, concelho de Ponte de Sor, no passado Domingo, 6 de Maio.
A CASA DOS PATUDOS repete o prémio já anteriormente ganho em 2015 (esse entregue em Sines), reafirmando-se assim o reconhecimento da sua importância regional e nacional conferido pelos agentes do sector, premiando também todo o esforço feito pelo Município de Alpiarça, quer no que respeita ao investimento financeiro quer no funcionamento e na promoção da Casa-Museu.

CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA APROVA ATRIBUIÇÃO DOS SUBSÍDIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO CONCELHIO PARA 2018 MANTENDO TRAJECTÓRIA DE AUMENTO DOS VALORES DO APOIO CONCEDIDO


A Câmara Municipal aprovou a atribuição dos subsídios para o ano de 2018 às associações culturais e desportivas do concelho de Alpiarça.
O montante global atribuído com base na apreciação dos planos de actividades apresentados é de 59.109, 00 €. Este valor representa mais 1,6 % relativamente ao ano de 2017 e um aumento de 33% relativamente à média dos anos 2005 a 2009.
Para além destas verbas, as associações e colectividades contam anualmente com o apoio logístico à sua actividade e realizações, que tem também uma relevante tradução financeira.
A prática da Câmara Municipal de Alpiarça nos últimos 8 anos aponta para um crescimento coerente e sustentado do apoio às entidades do movimento associativo, parceiras fundamentais no importante processo de dinamização cultural e desportiva da comunidade alpiarcense.

Exposição - 'Património Somos Nós'




Decorre até ao final do mês de maio, a exposição "Património Somos Nós", com trabalhos em tela realizados pelas crianças e idosos do concelho.
O desafio foi lançado às escolas e instituições, de forma a assinalar o Ano Europeu do Património Cultural.
Visitem as telas no Clube Desportivo "Os Águias". 
CulturAgora!

domingo, 6 de maio de 2018

PULGAS E CARRAÇAS NAS RUAS DE ALPIARÇA


O facto de os passeios estarem com ervas não é só uma questão de paisagem desmazelada, é uma questão de saúde pública também dado que estamos em época alta de pulgas e carraças.

 Estes bichos parasitas escondem-se nas ervas e as pessoas passando pelos passeios ficam vulneráveis a este tipo de parasitas.

As raízes das ervas acabam também por levantar as pedras das calçadas e futuramente causar quedas ao tropeçarem nelas.

Está proibido o uso de insecticidas para a eliminação destas ervas método utilizado anteriormente, mas pode ser utilizado o método de pistolas de pressão de água quente para a remoção das mesmas e mais técnicas de desinfecção dos passeios.

Isto se for importante a saúde da população Alpiarcense para este executivo.

sábado, 5 de maio de 2018

JÁ NÃO HÁ VERGONHA E RESPEITO EM ALPIARÇA



JÁ NÃO HÁ EM ALPIARÇA VERGONHA E RESPEITO PELOS OUTROS?

“Vindo agora da Avenida 1º de Dezembro, eis o que vi:

Será que a Câmara Municipal de Alpiarça ainda não viu quais as regras e as multas a aplicar?
Vergonha e respeito pelos outros é coisa que não é regra por Alpiarça.
Será que o dono desta propriedade já foi notificado para pagar o IMI ?
Será que o vizinho é que está a levar com as consequências?
E a EDP, visto que os fios passam por cima desta MATA em pleno centro da vila?
Aqui fica a lei para informação da CMA .
Texto e fotos de: António Manuel Paulo Domingos

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Ascensão'18 . 05MAI . Programa


Há Festa na Chamusca durante os dias 05 a 13 de maio. A Feira da Ascensão é um certame que tem vindo a ganhar expressão, ano após ano, não só como montra do que se produz no Concelho, mas também, do ponto de vista da festividade, da animação. Virgul, Ricardo Reis, Tatanka, David Antunes, João Pedro Pais, a Banda S.F.I.R.C. Victória, Luísa Sobral, Carolina Deslandes e Ana Laíns são cabeças de cartaz do Palco Ascensão.
 
A Festa faz-se também, além do palco principal nomeadamente, no Palco da Juventude, no Palco do Páteo Ascensão e ainda no Palco Nylons & Popelinas, onde atuarão respetivamente, bandas de Pop/Rock e Dj’s, ranchos e grupos folclóricos, outros grupos de dança e, várias animações de rua. Um cartaz feito à medida do tamanho da Feira, este ano, com canais próprios dedicados à Festa nomeadamente, microsite, e páginas nas redes sociais de FacebookInstagram e Youtube.
 

terça-feira, 1 de maio de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: 25 de Abril sempre

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista
de
Alpiarça



25 de Abril sempre

Graduar a importância seja do que for é um processo cujo resultado nunca será consensual e que com toda a certeza criará crispação junto dos outros, o que na minha óptica é perfeitamente normal. Outro exercício completamente diferente é avaliar dentro de um conjunto de coisas que nos dizem mais, mesmo que as características sejam distintas.

Em relação às datas festivas do nosso país, não retirando valor às comemorações como o Natal por exemplo, que muito me dizem ou a Páscoa que para parte da minha família é de todo relevante, para mim o 25 de Abril é a minha data preferida.

Neste dia comemora-se tudo o que prezo e tudo aquilo que não quero perder, se hoje escrevo livremente criticando e sendo criticado, foi o 25 de abril que o permitiu, e se passamos os dias a ser atingidos por verborreia maldosa, mas livre foi porque bravos homens e mulheres, vivendo na clandestinidade, fizeram uso das suas convicções e coragem para demonstrar ao povo português aquilo que poderia ter, e dos homens sedentos por serem livres que arriscaram as suas vidas naquele belo dia de 74. Nunca nos devemos arrepender daquilo que atingimos nem nos devemos esquecer que temos todos de colaborar para a manter.

O 25 de abril é um dia que deve condignamente ser comemorado hoje e daqui por 100 anos, pois quando deixarmos de comemorar a liberdade comemoraremos o quê? Nada, digo eu. Como poderíamos comemorar seja o que for sem liberdade para abordar o tema?

Como é meu hábito sempre que a minha vida pessoal permite, acompanho a Assembleia Municipal comemorativa do 25 de Abril, e este ano mais uma vez estive presente com o mesmo gosto do costume. Pessoalmente, não achei que o espaço fosse o indicado pois a acústica não ajudava nada, mas foi essa a opção e não vejo nenhum mal nisso, no entanto não é de bom tom que a Assembleia Municipal comemorativa do 25 de Abril se inicie com cerca de 1h de atraso. Nem é nada valorizador encontrarem-se apenas cerca de 50 pessoas na sala aquando do início da AM, sendo verdade que o número, possivelmente, mais do que duplicou aquando do início da actuação da banda responsável pela animação pós AM. Quero crer que não é a data que deixou de interessar aos Alpiarcenses, parece-me mais óbvio pensar que não estamos a conseguir chegar até eles, afinal nem a maioria dos eleitos para os diferentes órgãos municipais se encontravam presentes. De uma vez por todas se deve perceber onde é interrompida a cadeia de comunicação com as pessoas porque é obvio que a mensagem não chega e que o desinteresse é cada vez maior e não me digam que é apenas reflexo dos tempos que eu não acredito. Há que avaliar se este é o melhor modelo para a comemoração, possivelmente, faz hoje mais sentido um evento mais festivo e menos formal ou porventura mais baseado em iniciativas de âmbito cultural. Como está com toda a certeza não está bem. Não fica bem analisar exaustivamente as intervenções feitas na AM uma vez que no geral não tiveram índole político, com principal excepção da intervenção do Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça que mais uma vez sentiu a necessidade de abordar a transferência de competências numa tentativa de começar já a desculpar-se por futuros erros que possa vir a cometer, mas se não concorda com a Descentralização de Competências, o Professor Mário Pereira deve fazer-se ouvir nos locais próprios e não em todas as intervenções públicas que faz em comemorações que tanto dizem a todos os Alpiarcenses.

VIVA O 25 DE ABRIL, VIVA A LIBERDADE.

domingo, 29 de abril de 2018

NOVO LOGÓTIPO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE JOSE RELVAS


O  Agrupamento de Escolas de José Relvas  tem um novo logótipo. Este novo logótipo foi desenhado pelo Dr. Pedro Rosa que foi docente na escola sede do  Agrupamento
O Logótipo tem o seguinte significado:
Símbolo- Pináculo da Casa Museu dos Patudos (legado de José Relvas- o Patrono do nosso Agrupamento);
Folhas- simbolizam a Escola;
Círculos- Simbolizam as Crianças/Alunos;
Cor: Verde- É a cor do concelho de Alpiarça
«De: Isabel Silva»