quarta-feira, 2 de setembro de 2020

VALE DE CAVALOS, uma terra cobiçada por barões, rainhas, políticos e novos ricaços.

Por: Manuel Dacosta


VALE DE CAVALOS, uma terra cobiçada por barões, rainhas, políticos e novos ricaços.
Desligou-se jurídica e politicamente de Alpiarça há precisamente 94 anos!

... A 2 de Setembro de 1926, Vale de Cavalos, resolveu deixar o concelho de Alpiarça, optando pela Chamusca. Terá sido uma boa opção política, jurisdicional e económica na altura? A sua população, 94 (!) anos depois, continua a achar que sim.
O executivo do município da Chamusca, sobretudo depois de Abril de 1974, tem tido a grande preocupação de olhar pelos interesses da freguesia de Vale de Cavalos e do seu Povo. A mesma preocupação que tem com todas as outras freguesias do concelho, naturalmente. Perguntar-se-á então, quais os benefícios reais e diferenciados para a população de Vale de Cavalos, pertencendo ao concelho da Chamusca e não ao concelho de Alpiarça?
Bom, apesar de serem municípios diferentes, estão em Portugal e regem-se pelo regime jurídico das autarquias locais. Significa que, sendo nós portugueses e vizinhos podemos ter custos de vida diferentes, dependendo daquilo que é aprovado ou não por cada município.
Vamos aos factos:

- IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), ano de 2020, no município da Chamusca 0,3% (Alpiarça: 0,4%)
- Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) escalão único, de 0 a 40m3/30 dias. 0,1000€ x m3 de água gasta. (Alpiarça: 2º escalão - 4 a 15m3/30 dias x 0,1072. - 3º escalão - 16 a 25m3/30 dias x 0,1548€! Isto é, basta gastar mais 1m3 de água no mês, para ter um agravamento automático de 50% dos Resíduos Sólidos deste mesmo mês!
- No município da Chamusca, a água é contada todos os meses. (No município de Alpiarça, a água é contada de 4 em 4 meses na maioria das zonas, causando confusões e transtornos aos consumidores, até aos acertos finais, agravados pela diferenciação no preço dos respectivos escalões, como podemos constatar). Problema que não se coloca no município da Chamusca devido à metodologia usada.
- Quanto aos lixos do município da Chamusca, os problemas são mínimos. Com lavagem de contentores e autocolantes visíveis onde consta a data de lavagem dos mesmos; pedais para evitar contacto com as mãos nas tampas e contentores sempre fechados. (Em Alpiarça, é o que todos podemos ver).
- O município da Chamusca, em colaboração com a ECOLEZÍRIA tem em prática desde 2019 o uso de contentores individuais, em muitas zonas piloto, com a separação de resíduos. (Em Alpiarça, temos apenas a promessa que foi feita há muitos meses atrás). As diferenças são evidentes.

"Vamos tendo esperança e rezar por dias melhores" - como diz o nosso amigo António.
Com a devida vénia, transcrevemos aqui alguns excertos alusivos a esta efeméride, respigados da página da
JUNTA DE FREGUESIA DE VALE DE CAVALOS:

"Aprendendo no passado a construir no presente, visando avistar um melhor futuro..."

"...Terra de assalariados rurais, Vale de Cavalos tem uma antiga e rica tradição de luta contra a exploração e por melhores condições de vida, quer nos tempos da 1.ª República quer durante os longos anos do Estado Novo.

Situada mais perto de Alpiarça do que da Chamusca e tendo muitas relações e muitas características em comum com a vila vizinha, foi uma terra disputada entre os dois concelhos, nos anos vinte. Ao pequeno município de Alpiarça, criado a seguir à implantação da República, por influência de José Relvas, convinha a anexação da extensa e rica Freguesia de Vale de Cavalos. Conseguiu-o durante sete anos, de 1919 a 1926, mas a vontade manifestada pela população de pertencer ao concelho da Chamusca acabou por prevalecer, e a Freguesia viria a ser reintegrada a 2 de Setembro de 1926. Sendo nesta data publicado no Diário da República o Decreto-lei nº 12.257 de 2/9/1926 da Direcção Geral da Administração Pública (Ministério do Interior), designando que se voltasse a integrar Vale de Cavalos no concelho da Chamusca. Este regresso foi motivo de grande regozijo, e de tal modo se considerou importante este evento, que a data da reintegração a 2 de Setembro, passou a ser durante alguns anos feriado municipal.
A Freguesia, que até há poucos anos era a mais extensa do concelho, adquiriu a configuração actual em 1985, quando foi criada e destacada dela a Freguesia da Parreira. Mesmo assim, continua a ser uma das maiores do concelho, com os seus 11.900 hectares.
É esta a terra onde vivem e trabalham cerca de 1.300 Valcavalenses, entre a charneca e campina, com o Tejo nos olhos e o Ribatejo no coração, aprendendo no passado a construir no presente, visando avistar um melhor futuro..."

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Um Verão muito especial este ano


CAF/OTL DE VERÃO 2020 EM ALPIARÇA
Um Verão muito especial este ano
Num momento marcado pela contingência e por preocupações extraordinárias de segurança, obrigando a um conjunto de restrições à utilização dos espaços, à afetação de pessoal, à definição das atividades ou quanto ao número de crianças a frequentar, ultrapassando todos os naturais receios, a CAF/OTL tem superado pela positiva todas as expetativas.
O magnífico espaço da Reserva do Cavalo Sorraia tem sido este Verão o palco privilegiado das atividades e divertimento das crianças, com um grande enfoque no contato com a natureza e com os animais.Umas férias que não irão esquecer.
«CMA»

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

PRODUTOS MADE ‘IN ALPIARÇA’




Fui à charcutaria de um supermercado de Alpiarça.
A meu lado estava uma senhora a comprar enchido para um “Cozido à Portuguesa”.
Fez questão de pedir à funcionária que lhe vendesse “Enchido de Alpiarça”.
Esta respondeu-lhe que “não é de Alpiarça mas sim de Almeirim.
Em Alpiarça já não há que faça enchido em quantidade e qualidade  como este…”
Quem fazia a compra lamentou para acrescentar que  “ainda sou do tempo em que os vinte e quatro talhos do nosso mercado vendiam toda a qualidade de carne e enchidos para os restaurantes de Almeirim.
Hoje é o contrario!...
Qualquer dia não temos nada.
Até o enchido vem de Almeirim”
Fiquei então a saber que   o bom enchido que se fazia pelas nossas  bandas não passa de uma recordação.
Lembro-me,  como fosse hoje, o movimento de alguns talhos do mercado quando  os donos dos  restaurantes vinham comprar carne e enchido a Alpiarça que serviria para a tão conhecida “Sopa de Pedra”.
Lembro-me também da confusão que havia nalguns talhos, nomeadamente no “talho do Renatão”.
Tudo muda.
Tudo acaba.
Até nós um dia acabamos!

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Lançamento do livro "Amor não tem século" de Cristiana Teodoro



"O amor é algo intemporal e impossível de definir, começa na família e alastra para os nossos amigos e até o amor da nossa vida. Mas o que é o amor? Será que a definição muda durante o tempo e as nossas experiências? Provavelmente..."

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

NOVA VIATURA DE RECOLHA DE LIXO ALPIARÇA + LIMPA


A Câmara Municipal de Alpiarça adquiriu uma viatura para a recolha dos resíduos sólidos urbanos na área do concelho, num investimento que ultrapassou os 30.000 €.
Este é um importante investimento na melhoria de um aspecto fundamental na qualidade de vida da população do concelho.

«CMA»

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Quem disse que Alpiarça não tem potencial para se desenvolver e fixar gente nova?

Por: Manuel Dacosta

Quem disse que Alpiarça não tem potencial para se desenvolver e fixar gente nova? Tomara muitos concelhos do distrito terem os recursos naturais que o município de Alpiarça tem! Muitos ainda por explorar. Muitos outros por melhorar. Há é que entregar a gerência do negócio a quem o conhece.

AFINAL...É POSSÍVEL.


"...De nada me serviria estar olhando para outro lado
E para aquilo que não vejo.
Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos.
Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer".

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
(Heterónimo de Fernando Pessoa)

Que lago misterioso é este que os próprios edis de Alpiarça desconhecem?"

- Em Julho de 2019 publicámos esta foto, questionando se alguém sabia onde se situava este lago abandonado, impenetrável, coberto de silvas e salgueiros.


 Um ano depois (Julho de 2020) estava assim. Alguém (Autarquia) pôs mãos à obra e, com uma limpeza a preceito, eliminando o silvado e outras pragas daninhas, colocou-o desta forma onde nadam patos e galinholas, enquanto os cavalos de raça Sorraia que por ali apascentam, matam a sede em hora de calmaria. 

Por: Manuel Dacosta



domingo, 9 de agosto de 2020

Empreendedorismo precisa-se!

 Praia Fluvial do Patacão, um oásis no Ribatejo em estado natural.
Gente que vem de Alpiarça e de outros concelhos em busca de tranquilidade, espaço e ar puro.
 
 Tejo no lugar do Patacão - Alpiarça. Um areal extenso a explorar. Salgueirais com sombras frescas para merendar.
Rio Tejo - a jusante do areal do Patacão, com Santarém ao fundo.

PRAIA FLUVIAL DO PATACÃO...
Empreendedorismo precisa-se!
- Depois de muitas promessas políticas, ao longo de vários anos, vindas dos partidos mais representativos de Alpiarça, que não passaram disso mesmo: meras intenções, para quando um projecto delineado com pés e cabeça, para o Patacão?
«Por: Manuel Dacosta»

quinta-feira, 30 de julho de 2020

ALPIARÇA: "COM UM GRANDE PESO DOS PRODUTOS HORTÍCOLAS"



Sessão online faz o Retrato das Exportações da Região de Santarém

A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém apresentou esta quarta-feira, 29 de julho, através de videoconferência, o “Retrato das Exportações da Região de Santarém – O que exportamos, para onde exportamos e de onde exportamos”.O estudo apresentado nesta sessão online foi elaborado pela NERSANT com base nos dados do INE – Instituto Nacional de Estatística sobre as exportações das empresas das NUT III da Lezíria do Tejo e do Médio Tejo, respeitantes aos anos de 2017, 2018, 2019 e primeiro trimestre de 2020.Neste estudo verifica-se que as empresas da Região de Santarém têm mostrado nos últimos anos um desempenho extremamente positivo no que diz respeito à evolução das exportações, acompanhando, de certa forma, o registo a nível nacional.

A Região atingiu em 2019 um total de 1.940.744.310€ de exportações, um crescimento de 6,82% face a 2017.
Os concelhos da Região têm demonstrado dinâmicas distintas no que diz respeito à evolução das exportações.
Benavente assumiu-se em 2019 como o concelho mais exportador, atingindo os 322 milhões de euros e ultrapassando Abrantes que tinha sido o concelho mais exportador em 2017 e 2018 e agora passa para 2.º lugar.
Em termos de crescimento relativo, os concelhos que registaram maior crescimento foram Entroncamento (73%, de 10 para 18 milhões), Ourém (31%, de 72 para 94 milhões) e Golegã (28%, de 4 para quase 6 milhões). Já no polo oposto temos Sardoal, Salvaterra de Magos e Tomar, com decréscimos entre os 55% e os 22%.
Se fizermos a análise em termos de evolução absoluta em lugar de evolução relativa, constatamos que os maiores crescimentos absolutos se registaram em Santarém, Ourém e Torres Novas. As maiores reduções verificam-se em Constância, Tomar e Salvaterra de Magos.
Os produtos mais exportados pela Região são, em primeiro lugar, os veículos automóveis para transporte de mercadorias com mais de 5 toneladas, com mais de 118 milhões de euros registados em 2019, seguidos pelos tomates preparados ou conservados (84 milhões), pelos serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha, de plástico (58 milhões), pelas pastas químicas de madeira, para dissolução (58 milhões) e pelos travões e servo--freios (55 milhões).
De realçar que as empresas da Região exportaram, em 2019, 2.664 tipos diferentes de produtos. No entanto, é possível constatar de forma clara a especialização produtiva existente em alguns deles:
  • Abrantes com uma predominância dos produtos associados à indústria automóvel;
  • Alcanena, onde todos os 10 produtos mais exportados são ligados à indústria do couro; 
  • Almeirim com uma clara ligação ao setor primário com as plantas e o vinho a serem os produtos mais exportados;
  • Alpiarça com um grande peso dos produtos hortícolas;
  • Azambuja regista alguma dispersão entre setores diversos;
  • Benavente liderado pela indústria do tomate, a qual apresenta também um peso importante no Cartaxo, sendo apenas suplantada pelo vinho;
  • Chamusca com o milho e Constância com a pasta de madeira;
  • Coruche liderada pelo arroz e Ferreira do Zêzere pelos alimentos para cães e gatos;
  • Entroncamento com predominância da indústria cerâmica / ladrilhos e do vinagre;
  • Golegã com as exportações ligadas quase em exclusividades aos molhos, vinagres, ketchup e mostarda;
  • Mação lideradas pelas azeitonas;
  • Ourém os principais produtos de exportação encontram-se em torno dos calcários e da indústria da madeira/paletes;
  • Rio Maior predominam os produtos de padaria e pastelaria e as areias siliciosas, enquanto em Salvaterra de Magos a liderança se reparte entre os preparados para a alimentação animal e o arroz;
  • As exportações em Santarém são lideradas pelas cervejas de malte e pelos colchões;
  • No Sardoal, o vinho foi o único produto exportado em 2019;
  • Em Tomar e na Sertã predomina a indústria da madeira, nomeadamente os móveis de madeira e a madeira de pinho, respetivamente;
  • A indústria do papel ocupa, naturalmente, um papel de destaque no concelho de Torres Novas, em particular o papel higiénico e os lenços;
  • Em Vila Nova da Barquinha o produto mais exportado são as bobinas e os tubos de papel ou cartão.
Quanto aos mercados de destino das nossas exportações, verifica-se que em 2019 as empresas da Região exportaram para 155 mercados diferentes, sendo que em 2017 tínhamos atingido os 159 mercados.
Este é um claro indicador da resiliência dos empresários da Região na busca de novos mercados e na diversificação das exportações, chegando a locais tão exóticos como as Ilhas Caimão, Maldivas, Bermudas, Chade, Myanmar, Belize, Uganda, Djibuti e muitos outros.
Destaca-se Santarém, cujas empresas aí sedeadas exportam para 124 países diferentes, logo seguida de Ourém e Torres Novas com 98.
Analisando os valores exportados para cada um destes mercados, constatamos que houve 66 mercados em 2019 para onde foram exportados valore superiores a 1 milhão de euros. No entanto, existe um mercado que concentra 25% do total das exportações da Região: a nossa vizinha Espanha.
Nesta mesma linha, um outro dado menos positivo prende-se com a concentração de mais de 50% das exportações nos 4 principais mercados de destino.
Sem dúvida que o trabalho de procura de novos mercados e de diversificação do destino das nossas exportações tem que ser ainda mais reforçado. No estudo são apresentados os 50 principais mercados de destino das exportações da Região e os 5 principais em cada concelho.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA REALIZADA NO DIA 23 DE JULHO DE 2020 NO AUDITÓRIO DOS PAÇOS DO CONCELHO


Estiveram presentes: Mário Pereira, Presidente da Câmara Municipal; Carlos Pereira, João Arraiolos, Sónia Sanfona e Alzira Agostinho (em substituição), Vereadores.
ORDEM DE TRABALHOS
Ponto 01 – Apreciação e aprovação da abertura do procedimento do concurso público para a “Requalificação da Escola EB 2,3/S de José Relvas – Alpiarça”, bem como aprovação das respetivas peças do procedimento, designação do Júri, delegação de esclarecimentos no Júri e nomeação do gestor do contrato.
. Aprovado por unanimidade

Ponto 02 – Apreciação e aprovação da abertura do procedimento do concurso público para o “Parque Ecológico dos Patudos”, bem como aprovação das respetivas peças do procedimento, designação do Júri, delegação de esclarecimentos no Júri e nomeação do gestor do contrato.
. Aprovado por unanimidade

Ponto 03 – Aprovação do Plano de Investimentos para o Ano de 2020.
Município de Alpiarça
. Aprovado por maioria (CDU) com a abstenção e declaração de voto das vereadoras do PS.
Remeter à Assembleia Municipal

Ponto 04 – Modificação Orçamental – Revisão Nº 3.
Município de Alpiarça
. Aprovado por maioria (CDU) com a abstenção das vereadoras do PS.
Remeter à Assembleia Municipal.
«CMA»

“TAÇA DE PORTUGAL DE SENHORAS, ESPERANÇAS, JUNIORES E JUVENIS - ÁGUA DOCE" EM ALPIARÇA









A Barragem dos Patudos recebeu este fim de semana 150 pescadores de vários concelhos do país que participaram na “Taça de Portugal de Senhoras, Esperanças, Juniores e Juvenins – Água Doce”.
Um evento que “mexeu” coma Vila porquanto as centenas de pessoas que Alpiarça recebeu durante todo o fim de semana usaram a restauração local, dormiram nos alojamentos locais e a vila teve um colorido diferente.
 Venha mais iniciativas do género.




«Texto e fotos de G.P.»

domingo, 26 de julho de 2020

O PCP/ALPIARÇA ESTÁ CONVICTO QUE A OPOSIÇÃO NÃO TEM GENTE CAPAZ PARA LHE FAZER FRENTE




Hoje em conversa com uma “alta esfera” do PCP afirmou-me o mesmo que em "Alpiarça  a CDU vai ganhar nas próximas eleições" .
Disse-o com convicção.
“Afinal estamos a trabalhar para isto”.
Para que não restassem dúvidas acrescentou-me que a “oposição (PS e PSD porquanto o BE parece que  tem um acordo secreto para não concorrer localmente) nunca ganhará as eleições pela simples razão de que são sempre os mesmos a concorrer”.
Respondi-lhe: se assim for então esta terra está condenada ao marasmo e à falta de capacidade para uma forte mudança, e como tal, não passará Alpiarça, de uma sucursal do PCP.
Riu-se.
 Para finalizar:
"Pode não gostar do PCP  mas será a CDU que vai ganhar as próximas eleições".
Já agora e questionando-me:
“Indique-me nomes de fortes candidatos da oposição, daqueles que possamos recear  que será um forte candidato?”
Tive que me calar pela simples razão de que não vejo ninguém com tais condições.
A “alta esfera” da Rua Silvestre Bernardo sorriu com a minha atrapalhação.
"A maioria dos alpiarcenses não quer mudanças, está satisfeita com o que tem" afirmou-me o dito.
Será verdade?
Despedimo-nos com o aviso:
“Estará Alpiarça condenada a ter que gramar vitaliciamente com a CDU
ou será a oposição constituída por gente incapaz ou governada por uma cambada de bananas?"
Quando regressava a casa e, nem de propósito, alguém conversou comigo sobre a "desgraça em que Alpiarça se encontra"  - entenda-se o não passarmos desta situação e termos que conviver  com esta gente que julga que tudo está bem e em progresso quando na verdade todos vemos e sabemos  que não é verdade- disse-me em forma de recado que:
"Enquanto a CDU tiver quem ainda sonha um dia ser vereador e que não desiste do que pretende e já vai para décadas e o PS tiver um vereador que  teima em não  desistir de um dia ser presidente da Câmara mesmo que já tenha corrido tudo que é 'partido ou coligação' não passamos disto e a CDU continuará a se  'dona' disto tudo...".
Fiquei a pensar neste recado.
Tem alguma verdade!

sábado, 25 de julho de 2020

BARRAGEM DOS PATUDOS, DE CANCELAS ABERTAS E BLOCOS RETIRADOS, PARA LIVRE TRÂNSITO!



Por: Manuel Dacosta

- A Barragem dos Patudos recebeu hoje, sábado dia 25 de Julho de 2020 e, receberá amanhã 26 de Julho, pescadores vindos de várias partes do país para participar na Taça de Portugal de Senhoras, Esperanças, Juniores e Juvenis - Água Doce.
A organização foi da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva.
Disse-nos um dos dirigentes associativos a participar no evento que, a água está com um nível muito baixo e a ficar com uma tonalidade verde turvo que começa a preocupar. Esta é uma prova feita só para "rodar" o pessoal mais novo e as senhoras que têm estado parados devido à pandemia. Para competição a nível Nacional, nem pensar - disse.

VENCEDORES DO CONCURSOS DE MELÃO E MELANCIA DE ALPIARÇA





Entrega de Troféus aos vencedores do Concurso de Melão e Melancia de Alpiarça 2020. A Entrega decorreu esta manhã no Mercado de Frutas do Parque do Carril em Alpiarça, e contou a participação dos nossos Autarcas.

Este Ano estiveram em concurso 32 Melões Brancos, 21 melancias Sugar Baby e 18 melancias Crimson Sweet, avaliadas pelos Júris convidados, Dr. Carlos Franco da CNJ; Eng.ª Helena Mira da Escola Superior Agrária de Santarém; Eng.º Luís Filipe Sousa da DRAP - Lisboa e Vale do Tejo; Presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça, Fernanda Maria Cardigo.
Foi atribuída a classificação final e atribuídos troféus aos três primeiros classificados das três qualidades de fruta a concurso:
MELÃO BRANCO
1.º Classificado: EUSÉBIO BRANHA
2.º Classificado: SÉRGIO RAMA
3.º Classificado: JORGE CÉU

MELANCIA CRIMSON SWEET (RISCADA)
1.º Classificado: DAVID CALADO
2.º Classificado: RAFAELA LOPES
3.º Classificado: JORGE CÉU

MELANCIA SUGAR BABY (PRETA)
1.º Classificado: JOÃO COUTINHO
2.º Classificado: FLORBELA ARRAIOLOS
3.º Classificado: EUSÉBIO BRANHA

Parabéns aos nossos produtores que estiveram a concurso, que de acordo com a avaliação do Júri, consideraram que este ano foi apresentada fruta de grande qualidade no geral.
«CMA»

quinta-feira, 23 de julho de 2020

REPUGNANTE ATITUDE DE CERTOS POLÍTICOS




Últimamente alguns  municípios estão a investir em Crematórios.
Alguns já estão em funcionamento.
Alguns Concelhos bem próximos de Alpiarça já tem os seus Crematórios a funcionar o que permite aos familiares  não ter  que deslocar os corpos de quem faleceu para outros concelhos.
Agora alguns presidentes de Câmara, como o de um concelho bem próximo, fazer “bandeira” de que não falta “clientela” no Crematório local penso que tal atitude é repugnante e até uma certa falta de respeito para quem morreu.
Quando estes políticos vem apregoar para a comunicação social que o “Cremátório está praticamente a funcionar todos os dias" julgo  não ser  melhor forma de fazer politica.
Chego à conclusão que para a actual classe politica, que continua em cada vez mas em descrédito, já vale tudo para obter votos onde nem os mortos escapam.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

CONCURSO DO MELÃO E DA MELANCIA DE ALPIARÇA 2020



Decorreu esta manhã, dia 17 de julho de 2020, pelas 9h30, o "Concurso de melão e melancia de Alpiarça 2020" na Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.

Esteve em concurso 32 melões, 21 melancias sugarbaby e 18 melancias crimson sweet. Neste momento, estão a ser apurados os resultados finais.
Os vencedores serão divulgados no próximo domingo, 19 de julho de 2020.
«CMA»


quarta-feira, 15 de julho de 2020

SABIA QUE O PATRIMÓNIO DO LEGADO ‘MANUEL NUNES FERREIRA’ PODE PASSAR PARA O HOSPITAL DE SANTARÉM?




A acontecer foi porque o executivo da CDU não entregou as receitas do legado à Fundação José Relvas.

Transcrevemos a ‘Informação à População de Alpiarça’ da Fundação José Relvas:

“A situação de pandemia que paralisou o mundo, e alterou profundamente a vida das pessoas, é uma realidade terrível que obriga a que todas as energias e vontades sejam canalizadas para vencer uma batalha que ninguém desejaria.

Esta realidade obriga a um esforço financeiro enorme, dirigido à protecção de utentes e funcionários, só possível com uma gestão de recursos que, garantindo os meios necessários, não comprometa o futuro.

Ninguém pode hoje, com verdade, negar a atuação da Fundação José Relvas como um verdadeiro motor de desenvolvimento social a nível local, regional e nacional, atuação que tem vindo a alargar nas mais diversas áreas que constituem o seu objeto e fim.

É, pois, nesta linha de orientação que a sua atual administração entende ser crucial continuar a ter como objetivo principal o bem-estar das populações. Ao lado do desenvolvimento sustentado nas suas diversas competências e no estrito cumprimento das normas e fins que regulam a respetiva atividade.

Nesse seguimento, a Fundação conta com o valor dos subsídios decorrentes de acordos com a Segurança Social e das suas receitas próprias, devendo estas assumir uma importância especial por se tratarem de receitas previstas no testamento dos vários beneméritos.

Não será, por isso,  demais lembrar que a Fundação José Relvas é beneficiária dos rendimentos gerados por diversos legados administrados pela Câmara Municipal de Alpiarça (José Mascarenhas Relvas, Manuel Nunes Ferreira, Joaquim Nunes Ferreira, Álvaro da Silva Simões e Ana Pereira Piscalho).

Neste contexto, importa informar que nos últimos anos o legado que  gerou um valor mais significativo de receitas foi o legado de Manuel Nunes Ferreira, que conta com os seguintes ativos:

·        Imóvel urbano sito na Avenida de Berna, n.º 44-B (Avenidas Novas), em Lisboa, constituído por prédio urbano composto por 10 apartamentos e 2 lojas;
·        Imóvel urbano sito na Rua Tomás da Anunciação n.º 84 e 84-C (Campo de Ourique), em Lisboa, composto por 14 apartamentos e 2 lojas;
·        Imóvel urbano sito na Avenida Comandante Luís António da Silva, n.º 32, na Amadora, composto por 10 apartamentos e 1 loja;

Do testamento do referido benemérito podemos ler e retirar, como sua vontade, o seguinte:

“Deixo os meus bens à Câmara Municipal de Alpiarça para o Asilo dos Velhos da mesma vila (Instituição José Relvas) não podendo este legado ter outra aplicação; caso contrário  passará este legado para o Hospital de Santarém”.

Ora, o Conselho de Administração da Fundação que iniciou funções em 24 de Novembro de 2015 endereçou em 7 de Dezembro de 2015 e 7 de Janeiro de 2016, comunicações escritas ao Exmº. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça solicitando informação detalhada sobre a forma de exploração do património constante dos legados de José Mascarenhas Relvas e de Manel Nunes Ferreira.

Com alguma surpresa a Câmara Municipal de Alpiarça não respondeu e não deu qualquer sinal de colaboração com a Fundação.

Nesta sequência, cumprindo uma deliberação já tomada em Assembleia Geral de Contribuintes, de abril de 2015, o Conselho de Administração da Fundação José Relvas, em 28/0172016, decidiu desencadear os meios judiciais próprios na defesa dos interesses da Fundação.

Só por esta via judicial o Município de Alpiarça, através do seu executivo, foi forçado a entregar informação escrita relativa à gestão dos legados, omitindo, no entanto informação relativa a receitas próprias da Fundação José Relvas que, com referência a 2018, ascendem a 365.830,73, sem contabilizar os juros.

Surpreende-nos esta posição que tem como efeito a criação de dificuldades na gestão e desenvolvimento das actividades da Fundação, com inerente prejuízo para a população abrangida.

Assim, as dificuldades criadas pelo Município de Alpiarça apenas com muito esforço têm vindo a ser colmatadas, nomeadamente através das fontes de financiamento de natureza comunitária, que possibilitaram desenvolver as obras e a aquisição dos equipamentos ligados ao centro de dia, creche e lar de idosos, bem como na melhoria das suas condições de utilização.

Mas a verdade é que estes financiamentos exigem uma  componente nacional a suprir por receitas próprias   ou pelo recurso a empréstimos bancários, opção desnecessária se o Município de Alpiarça cumprisse os deveres de entrega das receitas a que está obrigado e que tem vindo a reter de forma indevida.

O actual Conselho de Administração continuará a envidar os seus melhores esforços no sentido de contribuir para que o trabalho desenvolvido pela  Fundação José Relvas garanta a necessária qualidade nos serviços prestados a todos os utentes.

Estamos certos que - mais cedo ou mais tarde - o Município de Alpiarça se sensibilizará para uma causa que também é sua."






ORGÃOS SOCIAIS DA FUNDAÇÃO JOSE RELVAS



Os Órgãos Sociais para o triénio 2020-2022 passaram a ter a seguinte composição:

Mesa da Assembleia Geral de Contribuintes:

Presidente: Fernando António Batista Pereira
Vogal: Jorge Veiga Freitas
Vogal: Teresa Isabel Claudino de Freitas

Conselho de Administração:

Joaquim Luís Rosa do Céu
Secretário: Manuel Custódio de Oliveira
Tesoureiro: Jorge Manuel Ferreira da Costa
Suplente: Valdemar Cinturão Ferreira
Suplente Fernando Jacinto de Jesus Ferreira
Suplente: Carlos Alberto das Neves Cotrim

Conselho Fiscal:

Paulo Jorge Saraiva Lopes
Vereador da CMA (Pedro Arraiolos)
Presidente da JFA (Fernanda Amorim Cardigo)

Exposição de Aguarelas - Margens, de Carlos Cerveira


Dia 18 de Julho - 18h30 - 
Inauguração da Exposição de Pintura - Aguarelas Margens, da autoria de Carlos Cerveira.
Galeria de Exposições - Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.
De 18 de Julho a 30 de Agosto de 2020.
Aceite o Convite.