sexta-feira, 26 de julho de 2019

LIMPEZA E REABILITAÇÃO DA VALA DE ALPIARÇA NA ÁREA DO CONCELHO - INVESTIMENTO DE 215 MIL EUROS COMPARTICIPADO A 85% PELO FPRH


Na sequência de uma CANDIDATURA apresentada pela Câmara Municipal de Alpiarça (CMA) ao Fundo de Proteção dos Recursos Hídricos (FPRH) já APROVADA , os respetivos trabalhos de limpeza e reabilitação do Canal de Alpiarça - Vala de Alpiarça irão ter início muito brevemente, logo que estejam concluídos todos os procedimentos necessários.
O valor total da intervenção é de 215 mil Euros, comparticipado a 85% pelo FPRH e em 15% pela CMA. Prevê a remoção das plantas infestantes no plano de água, bem como a limpeza e consolidação das margens em todo o curso da Vala na área do concelho de Alpiarça.
Assim, tendo em conta a expetativa de arranque próximo dos trabalhos objeto de elegibilidade para comparticipação a 85% pelo FPRH, a limpeza das plantas infestantes (erva-pinheirinha) no troço junto ao Parque do Carril e à Ponte de Alpiarça que nos últimos anos tem sido feita pelis serviços da CMA no período que antecede o Festival do Melão não se efetuará ainda, neste momento, na que é uma opção consciente de NÃO DUPLICAÇÃO DE CUSTOS FINANCEIROS ESCASSOS E DE MEIOS HUMANOS E LOGÍSTICOS.
O investimento previsto na recuperação da Vala de Alpiarça permitirá melhorar significativamente a QUALIDADE AMBIENTAL deste importante curso de água que atravessa o nosso território e BENEFICIAR a sua utilização enquanto recurso disponível para a ATIVIDADE AGRÍCOLA e de LAZER com consequências positivas no desenvolvimento local e regional.
«Câmara Municipal de Alpiarça»

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Alpiarça instala pontos de acesso gratuitos à internet


No âmbito do programa de Redes WIFI em centros históricos e de interesse turístico do Turismo de Portugal.

O Município de Alpiarça está a instalar um conjunto de pontos de acesso wifi, assim como um Mupi interativo equipado com tecnologia touchscreen (situado no Jardim Municipal junto ao Posto de Turismo), onde os visitantes ou os habitantes locais poderão aceder à Internet e a conteúdos informativos de forma gratuita. Trata-se de uma rede wifi "aberta" que poderá ser acedida a partir de qualquer dispositivo móvel ou equipamento informático.
«pegadaclick.com»

quarta-feira, 24 de julho de 2019

ALPIARÇA, UMA VILA COSMOPOLITA

Por: Manuel Dacosta

Nesta última década, Alpiarça tem recebido gente das mais variadas raças e credos. Não temos nada contra e, seja bem-vindo quem vier por bem! Apesar de nem todos partilharem da mesma opinião. Dizem que é a democracia a funcionar. Primeiro, vieram chineses, russos e ucranianos, em seguida romenos, húngaros e búlgaros, depois nepaleses dos altos do Himalaia, paquistaneses e indianos. No passado Domingo à tardinha, pela avenida da Casa do Povo, junto à Unidade de Saúde Familiar e Agrupamento de Escolas José Relvas, passeava alguém bem aperaltado com traje árabe a rigor, perante a admiração dos alpiarcenses que com ele cruzavam. Cá para nós, ver um árabe em Alpiarça, seria a última coisa que nos passaria pelo cabeça há vinte anos atrás, quando convivíamos directamente com eles nas suas terras de origem. Os ventos da história estão realmente a mudar. Se mudam para melhor ou pior, só os deuses o podem saber. Será que há petróleo em Alpiarça e nós ainda não demos por isso? É a questão.

terça-feira, 23 de julho de 2019

OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO E ADAPTAÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL DE ALPIARÇA



As obras da empreitada de Requalificação e Adaptação do Mercado Municipal de Alpiarça decorrem com normalidade na área interior do edifício, neste momento.
O Mercado continua a funcionar durante o período de realização das obras com a utilização das lojas laterais por todos os vendedores habituais. As lojas estão abertas ao público no período habitual.
A CMA agradece antecipadamente a compreensão da população pelos inevitáveis incómodos provocados pela realização de todos os trabalhos desta obra, certa de que, após a sua conclusão, o Mercado ficará dotado de melhores condições para todos os seus utilizadores, em benefício da economia local.
«CMA»

As tomadas inteligentes da EDP e a eficiência dos CTT

Por; Manuel Dacosta




- Há alguns dias, reparei que a EDP estava a oferecer de forma gratuita e com portes incluídos, tomadas inteligentes que poderão (segundo eles) fazer-nos poupar algumas dezenas de euros anuais. Depois de alguma reflexão, resolvi encomendar 2 destas milagrosas tomadas, já que tenho 2 pontos de entrega de energia (2 contadores) e a oferta contemplar 1 unidade por contador. Como bom português pagante, pensei logo naquela máxima popular que diz: "Quando a esmola é grande, o pobre desconfia". Na verdade, e ao contrário das tomadas que são apregoadas por aí como poupando mais de 40% de energia, o que é absolutamente falso, estas tomadas da EDP, depois dos devidos procedimentos que constam do pequeno manual, têm o mérito de desligar o consumo de energia nos aparelhos que normalmente são deixados em standby. E, como sabemos, qualquer aparelho em standby consome energia. A menos que se trate de carregadores de telemóvel ou outras fontes de baixo consumo quando em carga máxima. Mas, não há bela sem senão! Estas tomadas da EDP têm um consumo de energia mesmo em standby de cerca de 0,25W. (É certo que tendo em conta os muitos aparelhos que antes se deixavam em standby até vamos poupar alguns Watts). Então qual será a melhor solução para não gastar energia? A melhor solução é, sem dúvida, usar 1 bloco de tomadas com interruptor e desligar o bloco e logo todos os aparelhos, quando não necessite deles. Se não quer esperar pela reactivação da Box, essa terá de ficar mesmo em standby noutra tomada de corrente permanente. Ou então, ligada ao ponto de entrada principal da tomada (master) para que permaneça em standby como equipamento principal até ser de novo requisitado (ON).

Agora, a eficiência dos CTT:

Logo pela manhã, toca a campainha e constato que era o carteiro a entregar uma encomenda registada com a tal "tomada inteligente". Assinei e perguntei ao senhor carteiro se não haveria uma outra encomenda, já que tinha pedido 2 blocos e estava a chegar apenas 1. O senhor carteiro confirmou ter para entrega apenas aquela encomenda nesta morada. Cerca de 1 hora depois, toca de novo a campainha e deparo-me com outro carteiro com outra encomenda para assinar. Era a encomenda que faltava. Intrigado com a situação perguntei: Mas há cerca de 1 hora um seu colega entregou-me 1 encomenda igual a esta. Não poderiam ter sido entregues na mesma altura por uma só pessoa? Então, simpaticamente o senhor carteiro explicou-me: " Sabe é que esse meu colega pertence a Riachos e eu pertenço a Santarém..." E esta hein! Depois queixam-se que têm prejuízo no negócio! Assim, nem é preciso ser especialista em economia e finanças para ver isso.

Oficina de Fanzines


Esta Oficina de Fanzines irá ser dedicada aos jovens e adultos que queiram experimentar esta expressão artística muito peculiar.
Decorrerá no espaço da nossa fanzineteca.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

PESCA DESPORTIVA - Água Doce


PESCA DESPORTIVA - Água Doce
Campeonato Nacional de Juvenis, Juniores e Esperanças 
27 e 28 de Julho de 2019 (Sábado e Domingo)
Na Albufeira dos Patudos


Sábado 27 Julho
11H00 - Concentração na sede do Clube Desportivo "Os Águias" de Alpiarça.
14H00 - Início da prova
18H00 - Fim da prova
Domingo 28 Julho
7H30 - Concentração na sede do Clube Desportivo "Os Águias" de Alpiarça.
10H30 - Início da prova
14H30 - Fim da prova
Organização da Federação Portuguesa de Pesca Desportiva
com o apoio do Clube Desportivo "Os Águias de Alpiarça" e da Câmara Municipal de Alpiarça.

domingo, 21 de julho de 2019

ARTIGO DE OPINIÃO: Não esquecemos

Por:
Rodolfo Colhe


No passado dia 5 aproveitando uns dias em família visitei o Museu Nacional Resistência e Liberdade – Fortaleza de Peniche, e aconselho todos a fazê-lo. Certo será que a minha visita foi privilegiada por ter sido acompanhado por alguém que visitou o pai naquela prisão, neste caso o meu pai.
Foi muito agradável ler no memorial dos presos políticos o nome do meu avô Manuel Mendes Colhe, mas também de outros alpiarcenses como o Carlos Pinhão Correia e o António Malaquias Abalada, António Curvacho Centeio provavelmente outros nomes passaram-me ao lado e peço desculpa por falar neste assunto sem os referir. Confesso e falo com este grau de pessoalidade porque este artigo é mais do que pessoal. Senti uma série de sensações que não esperava sentir, com uma intensidade tal que o politicamente correto foi á vida naqueles momentos que lá passei, dificilmente consigo transmitir em palavras o que pensei, não tenho um décimo da habilidade na escrita de muitos dos que passaram na naquela prisão como Álvaro Cunhal (engraçado que ou por ser tantas vezes tocado ou por mestria do artista o nome Alvaro Cunhal destaca-se pela coloração no memorial) entre outro, mas há dois momentos que partilho, o primeiro uma declaração do José Pedro Soares disponível em vídeo, ele que estava preso aquando do 25 de abril, onde ele diz “saber que houve um levantamento militar, feito por JOVENS militares em que o povo foi logo atrás”, outro dos momentos foi a leitura do decálogo do Estado Novo nomeadamente o seu ponto 6 "Não há Estado Forte onde o Poder Executivo o não é. O Parlamentarismo subordinava o Governo à tirania da assembleia política, através da ditadura irresponsável e tumultuaria dos partidos. O ESTADO NOVO garante a existência do Estado Forte, pela segurança, independência e continuidade da chefia do Estado e do Governo”.
Partindo destes dois momentos e tendo recuperado em parte o politicamente correto perdido naquele dia vou tentar pelo menos explanar o que me veio à cabeça.

Certamente em primeira instância percebi o quanto são pequenos os que hoje usam indiscriminadamente e sem nenhum pudor o termo “liberdade de expressão” retirando-lho o peso que tem em nome de uma qualquer parvoíce, ordinarice e ou atitude racista ou fascista, temos liberdade de expressão, mas temos de respeitar os valores de quem trabalhou por ela. Depois, e, sem nenhuma simpatia ou boa educações lembrei-me dos que tanto desprezam o Estado e as suas estruturas bem como os partidos e os políticos, esses que talvez preferissem acabar com a “ditadura irresponsável e tumultuaria dos partidos”, estou a ser muito duro? Estou! Estou a ser injusto? Sinceramente penso que não. Há muito para mudar, mas só o há porque temos Estado e representantes com quem podemos concordar e discordar, mas também porque ainda é o voto quem mais ordena e porque somos livres PORRA.
Olhar para uma parte tão importante da nossa história coletiva naquela fortaleza deu-me força, fez-me acreditar na força dos portugueses no geral e nos alpiarcenses em específico, e voltando atrás as palavras do José Pedro Soares, os jovens agiram e o “povo foi logo atrás”. Ser jovem deve engrandecer-nos e nunca nos diminuir.
Mesmo não estando ainda concluídas as suas obras, ninguém deve perder a oportunidade de visitar este pedaço de história.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

10º Festival do Melão de Alpiarça 2019




ANIMAÇÃO INFANTIL
10º Festival do Melão de Alpiarça 2019

Vem divertir-te no nosso Festival!
Programação
26 a 28 JULHO
Diversão Infantil com Animada Eventos

28 JULHO
11h30
Hora do Conto
A Biblioteca vai ao Festival 
do Melão
Local: Parque do Carril

15h00
Tarde Infantil
Espetáculo “O Tio Tobias”
Realizado pela Animada Eventos 
Local: Parque do Carril

16h00
Desafio em Família
“Melão e melancia no prato”
Inscrições prévias no Município de Alpiarça
Local: Parque do Carril

terça-feira, 16 de julho de 2019

Este é o preço a pagar pelas novas tecnologias de ponta

Por: Manuel Dacosta

- Ruas, postes, paredes, telhados (mesmo sobre as telhas sem qualquer autorização dos donos), tudo serve para pendurar milhares de metros de cabo e toneladas de cobre para manter o sistema da Internet a debitar e, onde o "até" pode justificar tudo! Agora mais aligeirado com a fibra óptica. Uma verdadeira bagunça inestética onde ninguém se entende, digna dos países terceiro-mundistas. A guerra entre operadores não para. Os "direitos de passagem" que revertem para os municípios, também não. Alguém terá de pagar! O cliente é constantemente bombardeado com "ofertas irresistíveis" que nunca vai utilizar. "As nossas velocidades de Upload e Download são supersónicas" e ainda lhe damos acesso a maravilhas - diz um operador. Outros contra-argumentam: "As nossas velocidades agora com a fibra óptica, são mais rápidas do que um raio!" E o meu vizinho que já os experimentou a todos, vocifera: "do que um raio? Só se for...o raio que os parta, a todos!..."

segunda-feira, 15 de julho de 2019

A INGRATIDÃO DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS




No passado sábado fui  ver o “SORRAIA SUMMER FEST 2019”.
Encontrei por lá dois amigos que não os via há muito tempo: 
Um há mais de quarenta anos. 
Foi trabalhar  para a cidade grande o por lá ficou a viver. 
Outro que vive pelas minhas bandas mas por várias razões encontramo-nos pouco. 
Com este último estive algum tempo a falar. 
Falamos quase de tudo para eu ficar a saber  que se  “desfiliou” do PCP após o “25 de Abril”, do qual foi militante durante muitos anos porque “não estava de acordo com o que o partido fez durante o PREC” mas continua a ter o “vermelho no seu sangue”
Homem conhecedor e bem informado dos bastidores do partido que renegou mas que acompanha à distância contou-me “coisas do arco da velha” que eu desconhecia por completo. 
Disse-me que o ”Francisco Galiza” quando “chegou a Alpiarça, após o 25 de Abril vinha sem nada. Apenas trazia a roupa que vestia. Nem dinheiro tinha” 
Não bastasse o “Partido Comunista Português, partido de que o Galiza era militante” considerou-o como ‘inactivo’ para poder  "continuar a exercer o que que fosse no partido” e muito menos o ajudou no quer que fosse para iniciar uma nova vida 
Noutras palavras  “Galiza” foi posto na “prateleira” pelo próprio partido do qual foi militante durante dezenas de anos. 
Valeu ao “Chico” a ajuda e amizade dos velhos camaradas e amigos  que nunca o abandonaram. 
No entanto, tal como o meu amigo, vermelho é o seu pensamento e defensor da ideologia a que tanto que se dedicou mas cujo partido o considerou “incapaz”
Deu-me que pensar esta história porque na verdade a ingratidão faz parte da política. 
O “Chico” é um homem a quem estimo muito  e pelo qual tenho grande consideração, quer por ser um Grande Homem quer por ser um Homem Simples. 
Vai, talvez, para trinta anos, quando   fiz uma curta entrevista ao "Chico Galiza" .
Em “Off” puxou pela memória e contou-me coisas do partido,  do que fez, do que passou e do que sofreu. 
Fiquei a admirá-lo. 
Dos seus “arquivos da memória” não  contou o que  disse o meu amigo mas disse-me que fazia parte do “braço armado” do Partido Comunista Português e que levou  longos anos da clandestinidade  a “saltar de terra em terra” com várias identificações falsas. 

domingo, 14 de julho de 2019

terça-feira, 9 de julho de 2019

Chamusca | Congresso Internacional de Tauromaquia reúne investigadores e aficionados



Por: José Gaio 

O Congresso Internacional de Tauromaquia “Homens e Toiros, Cultura e Desenvolvimento”, a realizar de 11 a 13 de julho, na Chamusca, integra-se no programa de comemoração dos 100 Anos da Praça de Toiros, e vai juntar investigadores e aficionados num evento que pretende ser “um marco para o mundo taurino”.
O Congresso é organizado em conjunto pelo Município da Chamusca, ISCTE-IUL, CIES-IUL, Instituto Politécnico de Santarém, Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal (ATTP) e pela Santa Casa da Misericórdia da Chamusca.
O ponto central do Congresso, que vai juntar investigadores e outros agentes da festa brava de Portugal e do estrangeiro, vai ser a relação entre os homens e os toiros, sobretudo na sociedade ibérica (Portugal e Espanha), no Sul de França e na América Latina. Vão ser abordadas as dimensões sociais, culturais, ecológicas, económicas, políticas e morais da relação Homem-Toiro e vão ser ainda abordadas as diversas problemáticas com que se defrontam as sociedades modernas, nomeadamente a das relações entre a cultura e a natureza, a vida e a morte, a democracia cultural e a liberdade.
Os trabalhos realizam-se no Cineteatro da Chamusca e há uma atividade de campo na Herdade de Talasnas. Em simultâneo decorrem ainda duas exposições: uma de fotografia – “Joaquim Bastinhas pela objetiva de Emílio de Jesus” – na Galeria Municipal dos Paços do Concelho; e outra de painéis com a história da relação entre os homens e os toiros – “O Toiro e o Homem – Relação Sagrada”, no hall do Cineteatro da Chamusca.
Paralelamente aos debates realiza-se ainda uma mostra de agentes do setor (tertúlias, toureiros, ganaderos, aficionados) e vão ser distinguidas figuras da festa brava.
As conclusões deste congresso vão servir de base para a implementação do projeto “Tauromaquia, Património Cultural de Portugal” que, em 2017, obteve financiamento através do Orçamento Participativo de Portugal.
Em nota de imprensa, a autarquia da Chamusca, refere que “o Congresso é o espaço para dar visibilidade ao já vasto trabalho científico que investigadores e especialistas de todo o mundo estão a fazer em torno da relação entre homens e toiros”.
Por outro lado, “promove o debate sobre a cultura tauromáquica, os desafios com que se confronta a tauromaquia no contexto atual e ainda os caminhos que se abrem para o seu desenvolvimento e para o contributo que pode dar para o desenvolvimento das comunidades que com ela se identificam”.

Programa

11 de julho

Cine-Teatro da Misericórdia

09:00 Receção aos participantes

09:30 Abertura dos trabalhos

Presidente da República (a confirmar); Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Supe­rior (a confirmar); Ministério da Cultura (a confirmar); Câmara Municipal da Chamus­ca; ISCTE-lnstituto Universitário de Lisboa; Instituto Politécnico de Santarém; Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal.

09:45 Mesa Redonda “Bem-estar animal” | Luísa Mendes Jorge (FMV-Ulisboa); lida Gomes Rosa (FMV-Ulisboa); Joaquim Grave (Médico Veterinário/Ganadeiro)

MODERADOR: Vasco Lucas (Médico Veterinário/ APCTL)

10:45 Intervalo


Sessões temáticas

11:00 Direitos Animais ou Deveres dos Cidadãos?

Bernardo Salgueiro Patinhas (Advogado em prática individual em Lisboa e Évora)

11:15 Homens e Toiros, Mulheres e Vacas, Crianças e Bezerros/ as e a relação entre cultura e direitos dos animais num Ribatejo à procura da sua identidade | Ana da Silva (Professora Adjunta da ESE – IPSantarém)

11:30 A Raça Bovina Brava dos Açores | Pedro Correia (Doutorando em Ciências Agrárias, Universidade dos Açores)

11:45 Conservação de recursos Genéticos Animais em Portugal | Nuno Carolino (INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária)

12:00 A luta e a fuga – notas sobre o com­portamento dos bovinos | António Gomes (ESAS -IPSantarém)

12:15 Toiro, biodiversidade e conservação da natureza – contributos para a Sustentabilidade Nuno Ferreira Aktos (Biólogo, Matos, Fonseca & Associados; IPS – ESAS)

12:30 Ganadaria brava – um sistema de produção sustentável, de adaptação à alteração climática | Cláudia Marques-dos­Santos Cordovil (ISA-UL)

MODERADOR: João Emílio Alves (IPPortalegre)

12:45 Debate

13:00 Almoço

14:30 Conferência “Cultura e desenvolvimento” – Elísio Summavielle (CCB)

15:30 Intervalo

15:45 Sessão Plenária “As Autarquias, o Estado e a Festa dos Toiros” | Ricardo Gonçalves (Presidente da Câmara Municipal de Santarém), Francisco Oliveira (Presidente da Câmara Municipal de Coruche), Paulo Quei­mado (Presidente da Câmara Municipal da Chamusca), Frédéric Pastor (Adjoint à la Tauromachie, aux Rapatriés et aux Festivités, Mairie de Nimes), Alcaide de Sevilla (a confirmar), Ministério da Cultura (a confirmar), Inspeção-Geral das Atividades Culturais (a confirmar)

MODERADOR: Nuno Castelão (Provedor da Santa Casa da Misericórdia da Chamusca) 17:00 Mesa Redonda “A Tauromaquia e a Política” | Patrícia Fonseca (CDS-PP); Hugo Costa (PS); PSD (a confirmar); BE (a confirmar); PCP (a confirmar).

MODERADOR: Hélder Milheiro (Pró Toiro)

18:00 Encerramento dos trabalhos

18:15 Inauguração das exposições com degustação de vinhos “Quinta da Lagoalva”

12 de julho

Cine-Teatro da Misericórdia

09:30 Mesa Redonda “Unidad de valores y diversidad de formas de la cultura tauromáquica” | Jean-Baptiste Maudet (Universidad de PAU et des Pays de l’Adour, Laboratoire Passages UMR 5319 CNRS); Mónica Pérez Alaejos (Profesora Contratada Doctora | Facultad de Ciencias Sociales – Universidad de Salamanca); Emilia Riesco Vazquez (Profesora Titular de Universidad | Directora dei Departamento de Sociología y Comunicación – Universidad de Salamanca)

MODERADOR: Luís Capucha (CIES-IUL, ISCTE-IUL)

Sessões temáticas

10:30 A Antropologia e a Festa | Pedro Prista (Departamento de Antropologia ISCTE­-IUL/CRIA-IUL)

10:45 Representação de toiros e cavalos na coleção de arte da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça | Nuno Prates (Conservador da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça/CM Alpiarça)

11:00 Análisis económico, relevancia e implantación de los festejos populares | Jesús lbófiez Martínez (Universitat de Valencia)

11:15 Para uma sociologia da tourada (ou como acabar de vez com a sabedoria convencional sobre a tauromaquia) | Fernando Ampudia de Haro (CIES-IUL/UEuropeia)

Moderador: Ludgero Mendes (Presidente do Grupo Académico de Danças Ribatejanas)

11:30 Debate

11:45 Intervalo

12:00 Conferência “La Fiesta, los jóvenes y el futuro” 1 David Guillén (Doctor en Psicología. Profesor-tutor UNED)

12:30 Conferência “A Cultura Tauromáquica num universo cultural globalizado: riscos e desafios” | Luís Capucha (CIES-IUL, ISCTE-IUL)

13:00 Sessão de Encerramento

Reitora do ISCTE-IUL, Presidente do IPSantarém, Presidente da Câmara Municipal da Chamusca; Embaixadora de Espanha (a confirmar)

13:30 Almoço 

15:30 Visita à Praça de Toiros da Chamusca por Paula Ribeiro (CM Chamusca) | Praça de Toiros da Chamusca

17:00 Visita à Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça por Nuno Prates com prova de vinhos “Quinta dos Patudos” 1 Casa dos Patu­dos – Museu de Alpiarça (Alpiarça)

19:30 Jantar Taurino

13 julho

Herdade das Talasnas

10:00 Visita à Ganadaria Manuel Veiga com almoço campero

15:00 Demonstrações de toureio a cavalo, toureio a pé e pegas

Vaca para aficionados práticos

Exposições

Homens e Toiros: da pré-história às figuras dos nossos tempos | Cineteatro da Misericórdia

Joaquim Bastinhas pela objetiva de Emílio de Jesus | Galeria Municipal da Chamusca

domingo, 7 de julho de 2019

Onde estão os espaços verdes de Alpiarça?


Por:
Manuel Dacosta

Durante muitos anos, habituámo-nos a ver os espaços públicos da vila de Alpiarça, relvados, ajardinados, verdes, aparados, regados e diariamente cuidados com esmero, por funcionários da Câmara Municipal e Junta de Freguesia. Muitas vezes com rasgados elogios e manifesta admiração por parte de quem nos visitava ou simplesmente passava. Era um bonito postal ilustrado que Alpiarça tinha para mostrar, até com uma certa vaidade merecida. Tudo isto, aconteceu enquanto a Câmara Municipal de Alpiarça tomou conta das águas. A partir do momento que as águas foram entregues à empresa intermunicipal "Águas do Ribatejo" e que esta começou a colocar contadores em tudo o que era canto, para que o município pague a água que consome, como é evidente, o verde virou palha e o postal ilustrado ficou pobre e esbatido, como demonstram as fotos aqui anexas, com o respectivo contador ainda meio engendrado. Pergunta-se: a que se deve esta situação?

sábado, 6 de julho de 2019

PARA BREVE A ABERTURA DA NOVA” TASCA DOS SABORES”










A gerência da nova “Tasca dos Sabores” está a ultimar todos os preparativos para conseguir abrir o estabelecimento até final do corrente mês.
Situada na Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes (antiga “Tasca da Teresinha”) a “Tasca dos Sabores” promete oferecer aos clientes "boas refeições e vários serviços", destacando-se a "Comida para Fora" para quando o "cliente chegar a casa estoirado depois de um dia intenso e não sabe o que cozinhar para o jantar nada como levar o prato do dia da Tasca dos Sabores" como disse ao "Notícias de Alpiarça" Jorge Ramiro, um dos gerentes da Tasca.
Esteja atento ao dia da abertura.
«Fotos ilustrativas»

sexta-feira, 5 de julho de 2019

SORRAIA SUMMER FEST 2019



13 de Julho (Sábado)


1ª Festa de Verão na Reserva do Cavalo Sorraia em Alpiarça, com realização de provas hípicas, garraiada, atuações de Sevilhanas, Petíscos, Animação Infantil, Actividades  Radicais, Artesanato, Doçaria Regional, Petíscos e DJ Party.

terça-feira, 2 de julho de 2019

BOMBEIROS MUNICIPAIS DE ALPIARÇA COM 2 EQUIPAS NO DISPOSITIVO ESPECIAL DE COMBATE A INCÊNDIOS RURAIS (DECIR 2019)



A partir deste dia 1 de Julho e até 30 de Setembro os Bombeiros Municipais de Alpiarça passarão a disponibilizar 2 equipas de ECIN compostas por 5 elementos cada uma, num total de 10 efetivos em permanência e de prontidão para acorrer a qualquer ocorrência no âmbito dos incêndios rurais, seja no território do concelho, seja na área de concelhos vizinhos.
Esta realidade constitui um significativo esforço do Corpo de Bombeiros - dos seus efectivos e do Comando - e do Município de Alpiarça de colaboração e participação ativa neste dispositivo nacional.
Esta manhã o Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, Mário Fernando Pereira, e o vice-Presidente Carlos Jorge Pereira, visitaram o Quartel dos Bombeiros Municipais de Alpiarça assinalando o início da fase de nível 4 do Dispositivo Especial de Combate à Incêndios Rurais (DECIR 2019).
«CMA»

ALDEIA AVIEIRA DO PATACÃO, NO CONCELHO DE ALPIARÇA, EM AGONIA PROFUNDA



Por:
Manuel Dacosta

Depois de décadas a ser usada e abusada por políticos de vários partidos, nas suas promessas eleitorais, a Aldeia Avieira do Patacão, vê a sua recuperação cada vez mais longínqua à medida que os anos passam e vai sendo engolida por silvas, figueiras e toda a sorte de vegetação. E... esteve tão perto de recuperar a sua dignidade. Tanto trabalho voluntário e dinheiro que ali foi gasto, para que tudo ficasse limpo e asseado! Os jornais, as revistas (como a VISÃO) e canais televisivos de âmbito regional e nacional vieram cá, levando o nome desta terra bem longe. Falaram da iniciativa levada a cabo por um grupo voluntarioso de gente de Alpiarça e não só, coordenada pela AIDIA (ASSOCIAÇÃO INDEPENDENTE PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE ALPIARÇA) com a colaboração da Câmara Municipal de Alpiarça, onde ainda esteve presente a trabalhar no terreno como os demais do grupo, colocando à disposição ferramentas e a sua própria furgoneta, o amigo e saudoso Mário Peixinho: limpar e recuperar a Aldeia Avieira do Patacão, era a palavra de ordem! Afinal e como se vê, tanto trabalho desperdiçado, tantos fins de semana de dedicação, para nada. Que os políticos tenham respeito, quanto mais não seja, pela memória deste património condenado, que faz parte da história de Alpiarça. Se, independentemente das razões, não têm condições para cumprir, então não façam promessas! "Aquilo que não tem remédio, remediado está". Haja dignidade.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

ARTIGO DE OPINIÃO: Não querer acreditar

Por:
Rodolfo Colhe




Não querer acreditar

Muitas vezes somos confrontados com notícias que causam alguma agitação e estupefação, mas na realidade somos só cegos que não querem ver.
Na passada quarta-feira o jornal Público, trazia uma chamada de capa significativamente grande com o título “filhos de pais com mais estudos dominam os melhores cursos”, uma notícia baseada num estudo do Edulog, da Fundação Belmiro de Azevedo (aproveito para informar que têm alguns trabalhos interessantes disponíveis) que através de dois tipos de dados, as qualificações dos pais e mães dos estudantes e os apoios sociais que recebem do Estado.
Houve algum choque, eu diria que um pouco cínico em relação á divulgação destes dados. Há cerca de um ano atrás a RTP noticiava que “são precisas cinco gerações para uma família sair da pobreza” com base em um relatório da OCDE. É consideravelmente óbvio que o elevador social está avariado, está lento e não parado, é certo que hoje quem tem menos vive com maior dignidade, mas falta ainda um longo caminho.
As razões para estes resultados, e ainda não li o estudo na íntegra, são algo fáceis de ver e bastante difíceis de resolver, em primeiro lugar o ambiente familiar é certamente importante, e não, não é igual ter uma família sem horários de trabalho regulares onde a família quase nunca se consegue reunir na totalidade e se passa o tempo que se consegue estando juntos a falar sobre como chegar ao final do mês ou uma família com horário fixo em que em casa se fala sobre o mundo, livros, férias etc.. Numa geração marcada por stress e ansiedade numa sociedade que é e se quer globalizada podemos negar estas evidências?
Um fator que o estudo aponta e que sinceramente me causa alguma aflição é o acesso a explicações, a forma como o sistema educativo ainda em prática (espero que as alterações hoje em prática ajudem a resolver o problema) torna quase impossível um aluno atingir notas de excelência sem ter de recorrer a mais do que explicação extra escola. Se o preço médio hoje para uma explicação anda por volta dos 75 € mês o valor despendido anualmente para duas disciplinas ascende fazendo contas por baixo aos 1500 €, dois ordenados mínimos e meio. A maioria dos portugueses pode suportar isto? É obvio que não. A solução para isto poderá passar por uma intensificação das aulas complementares ou de reforço retirando-as dos horários de aula, talvez seja uma boa reivindicação para a classe dos professores em vez dos 9 anos, 4 meses e 2 dias.
Outra dúvida que me fica é a capacidade de uma família de classe média ou média-baixa em suportar financeiramente um aluno a tirar uma licenciatura em que há livros indispensáveis que custam 300€ e que têm taxas de conclusão de 7 anos. Na verdade as dúvidas são poucas, há quem consiga passando por dificuldades enormes.
Hoje e em grande parte por ação do atual governo tem sido dados grandes passos com vista a possibilitar o acesso de todos ao ensino superior, hoje não são só as elites que o conseguem fazer no entanto aquela máxima própria dos filmes de animação “podes ser aquilo que quiseres ser”, não é verdadeira e ainda vai demorar a ser.
Pessoalmente, sou um sortudo cresci numa família que falava sobre como chegar ao final do mês mas também de desporto, política e atualidade, onde se discutia e discute a forma de cada um ver as coisas, frequentei uma explicação de matemática mesmo com as dificuldades que isso criava aos meus país. Tirei uma licenciatura com direito a bolsa de estudo e hoje posso tirar o meu mestrado sem tentar sequer recorrer a esse tipo de apoio.
A consciencialização sobre este tipo de problemas sociais é importantíssima para criar uma sociedade civil capaz e preparada, certamente dedicar tempo a temáticas como esta é mais aborrecido do que ler e partilhar páginas de fake news mas certamente será mais engrandecedor.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

UM GRITO NO SILÊNCIO...


Por: Manuel Dacosta

A fonte Maria de Lourdes, ali bem perto da velha cerâmica do Casalinho - Alpiarça, junto à estrada que dá acesso ao Vale da Lama e Frade de Cima, que durante mais de 70 anos (!) deu de beber a quem passava, remonta a 1922 tendo sido restaurada pela autarquia, em 1994. Na altura da recuperação e por mais alguns anos, foi visível um cano de água fresca a correr, apreciada por quem passava. Em março de 2010, altura em que obtivemos esta foto, ainda com as inscrições intactas, feitas durante a recuperação, estava seca. Em 23 de maio de 2019, constatámos que não só a água tinha desaparecido como também as referências daquele património que matou a sede a tantos trabalhadores, caçadores e transeuntes que por ali passaram ao longo de muitas e muitas décadas. Lamentável a forma como cuidamos do nosso património e, apesar das mudanças climatéricas conhecidas, dos nossos recursos hídricos. Muitas vezes, não só de forma desleixada como de forma abusiva e criminosa. OS LENÇÓIS FREÁTICOS SÃO ESGOTÁVEIS! O recado tem uma direcção, fica dado e sabemos bem a quem se destina. Que pensem nas consequências e tenham um pouco de vergonha e respeito por todos aqueles que daqui a 50 ou 60 anos procuram esta terra para viver.

PRAIA DO PATACÃO: UM LOCAL ABANDONADO



terça-feira, 25 de junho de 2019

ARTIGO DE OPINIÃO: Clima

Por:
Rodolfo Colhe



Clima
Se há temática que está hoje na ordem do dia é o ambiente e a crise climática, e isso é bom mas não resolve tudo.
Existem vários problemas graves associados que não me sinto de todo preparado para abordar visto que carecem de conhecimentos técnicos, mas há várias questões que são hoje do senso comum e que têm de ser alteradas.
A questão da reciclagem é de todo uma das mais relevantes, e nesse ponto há que chegar à conclusão, os programas até hoje aplicados não foram suficientemente eficazes. Eu próprio que cresci a ouvir falar da reciclagem, só nos últimos tempos me dediquei concretamente a separar o lixo. Os programas escolares devem ser mais incisivos, hoje já é tarde para esperar que seja a próxima geração a dedicar-se fortemente a esta prática, tem de ser já. No entanto porque ainda a maioria dos portugueses não separa o lixo? Pessoalmente, acho que para além das questões associadas a consciencialização e à necessidade de tornar esta prática em um dever cívico (votar também o é) há que rever a recolha destes resíduos, ou o processo se torna prático ou então será de todo difícil atingir as metas pretendidas. Qual é a percentagem de portugueses que se desvia do seu trajeto para deixar o seu lixo separado? Ou que se desloca mais que 200 metros do contentor onde deposita os seus resíduos indiferenciados para colocar os seus resíduos separados? A resolução deste problema da recolha acredito que aumentará substancialmente a quantidade de pessoas que separa os seus resíduos.
Para não ter que falar sobre mobilidade que é tema suficientemente abrangente para dar origem a vários artigos de opinião, vou falar um pouco sobre a necessidade de substituir os plásticos. Alguns artigos que já li levam-me a duvidar se estamos a “combater os plásticos certos”, falamos muito em sacos de plástico, mas pouco dos plásticos dos detergentes por exemplo ou de outros associados à indústria alimentar. Neste campo há muito a fazer apesar dos bons exemplos, como a Câmara Municipal de Lisboa que proibiu a venda de bebidas em copos de plástico descartáveis, tendo dado no entanto tempo aos empresários para se adaptarem. Bom exemplo também é o do grupo Mercadona que oferece várias opções de sacos mais concretamente saco de papel, o saco de plástico reciclado em 50-70% e o saco de ráfia. Nesta questão dos plásticos na minha opinião a questão financeira é fulcral e é aqui que há que trabalhar e possivelmente legislar a nível fiscal. Se olharmos para um produto de uso diário como uma escova de dentes vemos que a diferença de preços entre a escova convencional em plástico e a opção “ecológica” em bambu é de duas vezes o valor da primeira para além de que a primeira está em qualquer supermercado ou farmácia e a outra opção não, já não falando de questões de qualidade e durabilidade que desconheço. Os produtos em plástico são mais baratos e por isso são a primeira opção para o público comum, há que encontrar forma de combater esta tendência. Coerência acima de tudo, quem vive com o dinheiro contado todos os meses vai abdicar na alimentação ou nos pequenos “luxos” que pode ter para não usar produtos de plástico? A resposta é óbvia.
Os bons exemplos não farão tudo mas farão uma parte importante. Os órgãos de administração direta e indireta do Estado bem como as autarquias devem cada vez mais ser verdes e abdicar das más práticas, no entanto o populismo não se pode apoderar desta batalha e os decisores políticos nunca devem cair em exageros
Ainda podemos mudar, mas por pouco tempo.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

VAI REABRIR COM NOVA GERÊNCIA A “TASCA DA TERESINHA”




Depois de algum tempo encerrado vai voltar a abrir a "Tasca da Teresinha" Na Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes.


Com obras de melhoramento no espaço interior da “Tasca da Teresinha” que irão decorrer e da aquisição de  novo mobiliário prevê-se que a reabertura se concretize para finais de Julho.
Os clientes vão ter à sua disposição uma ampla carta de refeições continuando o serviço de  café-snack-bar a oferecer a qualidade que pretende impôr para fidelizar  os seus clientes.