domingo, 10 de setembro de 2017

A GRANDE ENTREVISTA DE MÁRIO PEREIRA, CANDIDATO DA CDU A PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA

Mário Pereira



Mário Pereira é o candidato pela CDU a Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça cujas eleições irão realizar-se no próximo dia 1 de Outubro.

Se vier a ganhar as eleições será o seu último mandato porque a lei não permite mais do que três mandatos seguidos.

Mário Pereira não precisa de apresentações. Para além de ser o actual presidente da autarquia continua a ser uma figura bem conhecida dos alpiarcenses.

Conhecido de tal forma que os alpiarcenses têm lhe dado o voto de confiança nas  eleições autárquicas.

Algumas vezes tem sido acusado pelos adversários políticos como o causador do marasmo em que se encontra Alpiarça mas a maioria dos alpiarcenses não está de acordo com esta acusação, tanto que, tem votado no actual presidente e a CDU ganho as eleições sempre com a maioria necessária para “reinar” à vontade.

Agradar a “gregos e a troianos” é difícil.

Mário Pereira pretende acabar o seu “último mandato” como acabam os grandes vencedores, ou seja: sair pela “porta grande” como costuma sair quem não desiste daquilo em que sempre acreditou.

Mário Pereira acredita que tem mais quatro anos pela sua frente para dar e fazer o melhor por Alpiarça.

Só depois iniciará o  “descanso do guerreiro” a que tem direito.

Mas irá descansará mesmo?

Vamos é ler a longa entrevista que concedeu ao “Noticias de Alpiarça” 



 Noticias de Alpiarça (NA)  - Quase oito anos à frente da autarquia de Alpiarça. Está satisfeito com o trabalho realizado?
Mário Pereira (MP)  -  Estou, em grande medida, satisfeito. Estou satisfeito porque, por um lado, conseguimos fazer muito trabalho e realizações num contexto muito difícil, quer quanto à crise económica e de empobrecimento do País quer quanto quer quanto ao estado profundamente desequilibrado em que o anterior executivo do PS deixou as finanças do Município. A CDU na Câmara conseguiu manter um rumo de recuperação financeira, baixando o endividamento em quase 5 milhões de euros e, ao mesmo tempo, prestar um serviço em condições aos munícipes alpiarcenses, dinamizando a cultura e o desporto, os tempos livres, e realizando obras importantes que foram totalmente pagas pela Câmara, sem poder recorrer ao endividamento, como as 2 fases da Casa-Museu dos Patudos, com a construção do novo Auditório, o novo Centro Escolar, a nova Praça do Município, acabar e pagar a totalidade das obras da Praça Velha, alcatroar diversas ruas da vila, Frade de Cima e de Vale Peixe, no Frade de Baixo, recuperar o espaço de lazer junto às Piscinas, o Parque do Carril, realizar Alpiagras e Festivais do Melão que muito projectam a nossa actividade económica, entre outras realizações.
Por outro lado, um autarca nunca está totalmente satisfeito porque há sempre muito trabalho a fazer pelo bem-estar da sua população e porque também cometi erros e não consegui resolver todos os problemas a que me tinha proposto.

NA - O que o motivou a ser candidato?
MP -Em primeiro lugar o facto de considerar que posso continuar a contribuir, com a minha experiência, com a minha maneira de ser e de me relacionar com as outras pessoas e instituições, e enquanto autarca, para a tal resolução de problemas de que falava e para traçar linhas e trabalho prático no sentido do desenvolvimento do concelho de Alpiarça, cumprindo um rumo anteriormente definido e que vem sendo seguido, marcado por um intervenção séria, afinando-o e adaptando-o às novas circunstâncias com que o Poder Local irá deparar-se nos próximos anos.
Outra das razões é exactamente o facto de continuar a sentir a confiança dos alpiarcenses no meu trabalho e no trabalho da equipa da CDU em Alpiarça, saber que continuo a merecer a simpatia da nossa população, reforçando uma ligação que é já muito forte.

NA - Que balanço faz deste mandato que está a terminar?
MP - Como referi atrás, e qualquer autarca atesta esse facto, talvez o mandato mais difícil para os eleitos nos municípios e freguesias deste País desde que se instituiu o Poder Local Democrático, daí que, pelo trabalho que, ainda assim, conseguimos desenvolver tenha de o considerar positivo e rampa de lançamento para novas oportunidades para Alpiarça em termos de futuro, já que o principal trabalho de recuperação das finanças municipais esteja praticamente feito e o Município caminhe para a sustentabilidade em 2018, tal como previsto no plano de saneamento aplicado a partir de 2011.

NA - Que obra mais emblemática lhe deu prazer realizar ou terminar?
MP - Podia falar-lhe desta obra de recuperação financeira e de procura de sustentabilidade, ou do relacionamento com o movimento associativo e as diversas entidades, ou das operações e intervenções em edifícios e espaços, ou ainda da construção e valorização de novos equipamentos colectivos que o executivo da CDU teve oportunidade de concretizar nos últimos anos. Mas a obra que mais prazer me dá, não concluir porque está sempre em construção, mas sim continuar é a relação aberta e fraterna que mantenho com a população de Alpiarça.

NA - Para quem disse no início do mandato que a Câmara estava muito endividada mas com o volume de obras levadas a efeito, algumas ainda a decorrer, que custaram muito dinheiro, como é que as finanças da Câmara suportaram e suportam tanta obra?
MP - Tivemos que definir um plano de saneamento financeiro que tem vindo a ser cumprido e, claro, cortar e muito na despesa que não era essencial às políticas de desenvolvimento do futuro do concelho, cortando também, como todas as autarquias em Portugal e o próprio Estado, em investimentos que não eram fundamentais.
Neste momento já temos o novo quadro comunitário Portugal 2020 em funcionamento e vimos algumas candidaturas aprovadas, como é o caso da Ampliação e Requalificação do Jardim Municipal e da Requalificação do Mercado Municipal por exemplo, que vão ser comparticipadas a 85%. Em resultado da recuperação das finanças, pudemos ainda ter alguma folga para alcatroar várias ruas do concelho e intervir em espaços públicos, bem como nos balneários do estádio municipal.

NA - Quais são as principais dificuldades que se debate o concelho de Alpiarça?
MP - Como qualquer concelho da nossa dimensão, e mesmo de outros, existem sempre problemas consideráveis a constranger a vida das pessoas, nunca está tudo resolvido. Para além do endividamento excessivo que limita muito a intervenção do executivo municipal, e as respostas que podemos dar aos problemas, julgo que será fundamental dar passos importantes na captação de investimento e na criação de emprego no concelho. Ao contrário do que demagogicamente alguns dizem, Alpiarça está acima da média da região e do país no que respeita ao emprego; no entanto, é preciso continuar a desenvolver a zona industrial e as suas acessibilidades.

NA - Acusam-no de não conseguir fazer nada e de ser o principal responsável pelo marasmo em que Alpiarça se encontra. Está de acordo?
MP - Alpiarça não se encontra em nenhum marasmo. Isso gostariam alguns dos demagogos do costume. Tem havido investimentos de vários milhões de euros nos últimos anos em Alpiarça no tecido produtivo, quer por parte das empresas de maior dimensão, como a Monliz, que duplicou a sua produção e vai continuar a sua expansão nos próximos anos, ou como a Texsa, idem, ou como diversas empresas ligadas à produção agrícola, estufas, vinhos, etc, quer por parte da pequena indústria e comércio. Alpiarça vive uma situação muito idêntica à de todos os outros concelhos do país, marcada pelas suas próprias características em termos produtivos e pelo seu território; Alpiarça foi também, e era impossível que assim não fosse, atingida pela crise económica que atingiu todo o país, mas julgo que os impactos negativos foram menores que em muitos outros concelhos, que sofreram mais falências e desemprego que o nosso. E, claro, embora as autarquias locais tenham um papel importante no desenvolvimento económico local, ele não é determinante, esse desenvolvimento é sobretudo resultado de dinâmicas muito mais profundas e gerais. Este executivo CDU trabalha com todos os agentes económicos do concelho e procura sempre apoiá-los, na medida das suas possibilidades.
Agora os demagogos do costume e os que só aparecem de 4 em 4 anos gostam dessas tiradas balofas, sobretudo para enganar as pessoas. Muitos dos que se candidatam às eleições autárquicas em Alpiarça pelo PS e pelo PSD/CDS são especialistas nessa conversa do marasmo e de outras tretas dessas para levar a esquecer que são os partidos que apoiam e em que votam e até dos quais alguns deles são dirigentes que, quando no governo do país, empobrecem a democracia, governam contra os trabalhadores e as pequenas e médias empresas e são os responsáveis pelas crises cíclicas e sistemáticas e, isso sim, é que conduz ao marasmo e à regressão económica e social. Eles é que são sinónimo de marasmo e de constantes ataques à dignidade dos trabalhadores e do povo português. Mas acho muito bem que continuem com esse tipo de discurso porque os alpiarcenses sabem muito bem o que valem, o que fizeram e o que não saberão fazer na gestão de uma autarquia. Também estou certo que muitas dessas pessoas que ora estão no PS, ora estão no PSD, ora estão no CDS e MPT, ora são independentes, ora ainda regressam aos partidos antigos são muito empreendedores mas é de boca, como se costuma dizer. Aliás, isso vê-se muito bem nesta campanha em que só conseguem ter uma intervenção destrutiva, destrutiva até da própria imagem do concelho, e não têm uma ideia, uma única, para o progresso social do concelho.

NA - Espera a vinda de investimentos no futuro?
MP -O executivo CDU tem feito os contactos com eventuais investidores, com empresas, com as agências nacionais na área do investimento de forma a captar investimento para o concelho e continuará a fazê-lo num próximo mandato se for essa a vontade dos eleitores com esperamos. As empresas de maior dimensão já sediadas em Alpiarça e instaladas na zona industrial têm comunicado projectos próprios de expansão produtiva que levará a vultuosos investimentos no concelho e tudo faremos para que se concretizem a bem da criação de riqueza e de postos de trabalho.

NA - O que pensa que a autarquia pode fazer para atrair investimentos? 
MP - Com a recuperação das finanças municipais serão criadas melhores condições para o necessário investimento na ampliação da zona industrial e disponibilizar lotes apetecíveis ao investimento privado e criador de postos de trabalho. Continuaremos a trabalhar com as entidades intervenientes nesta área para captar esses investimento e procuraremos manter uma política fiscal municipal que seja atractiva.

NA - Que ideia tem de Alpiarça?
MP - Alpiarça é a minha terra, a terra dos meus pais e avós, e é a terra dos meus filhos. Ao contrário dos que só gostam da terra de 4 em 4 anos e passam o tempo a denegrir a sua imagem, eu gosto de Alpiarça sempre. A ideia que tenho desta terra é a de gente lutadora, de gente trabalhadora e empenhada, de gente que muito se bateu pela dignidade enquanto povo, procurando construir uma sociedade mais justa e desenvolvida e, por isso, melhor para se viver. É a prossecução dessa ideia que guia a minha acção enquanto autarca eleito pelo PCP e pela CDU, ou seja, a força política que historicamente mais se identifica com esta valiosa herança, com esta ideia de Alpiarça.

NA- Vê-se um dia a ocupar um cargo mais alto na administração pública ou no Governo ou ser Deputado?
MP - Compreendo a sua pergunta, mas neste momento vejo-me como Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça e a procurar intervir, com a minha equipa autárquica, no sentido de criar as melhores condições colectivas de vida aos meus conterrâneos e de garantir a sustentabilidade futura e o desenvolvimento do concelho.

NA -A Câmara tem também apostado no apoio e incentivo à prática desportiva e à cultura. Estes incentivos são uma marca do seu mandato?
MP - Sim, também são. Nunca como com a CDU se apoiou tanto financeira e logisticamente os clubes e associações do concelho. E este facto é ainda mais relevante e diferenciador porque decorre num período em que muitas autarquias reduziram ou cortaram quase na totalidade os montantes de apoio ao movimento associativo nos respectivos concelhos. Esta nossa opção foi acertada, com bons resultados e será para continuar.

NA - Acredita que este é o seu tempo?
MP - Sim, acredito que este continua a ser o meu tempo como Presidente da Câmara de Alpiarça e de gestão da CDU. De resto, nós acreditamos que é sempre o tempo daqueles que defendem a emancipação completa dos seres humanos e a criação de uma sociedade mais justa e progressista para todos.

NA- Preocupa-se com os seus adversários políticos candidatos a presidente da Câmara?
MP - Claro que me preocupo. Pessoalmente desejo-lhes as maiores felicidades na vida. Conheço-os há muitos anos e mantemos um relacionamento cordial e gostaria que assim continuasse. Do ponto de vista político, estou certo que, com a natural divergência de posições, enfrentaremos com elevação esta luta eleitoral, para lá da natural firmeza com que cada um de nós defenderá os seus pontos de vista na discussão que envolve umas eleições tão exigentes e desgastantes como são as autárquicas.

 NA – Quer deixar alguma mensagem aos alpiarcenses?
MP - A minha mensagem é simples: pela forma como enfrentámos as enormes dificuldades da gestão das autarquias de Alpiarça nos últimos anos é de todo justo que os alpiarcenses reforcem a confiança em mim como Presidente da Câmara e nos restantes candidatos da CDU e o demonstrem nas eleições do próximo dia 1 de Outubro. Realizámos uma tarefa histórica de recuperação financeira do Município, que caminha para a sustentabilidade, o que irá proporcionar melhores condições para a intervenção municipal, para o investimento no futuro do nosso concelho. Pelas dificuldades encontradas, umas resultantes da acção do anterior executivo PS, outras pelos cortes impostos às autarquias pelo poder central ou pela crise económica, propostas e ideias nossas houve que não puderam ser concretizadas e problemas concretos da população que não puderam ser resolvidos. Pela nossa acção, já neste momento e sobretudo a partir de 2018 o Município de Alpiarça tem uma situação que permitirá concretizar propostas e ideias para o desenvolvimento futuro. Não seria justo que os que endividaram e estão na origem dos maiores constrangimentos na acção municipal fossem premiados pelo voto. Por isso, repito a ideia: é justo que a CDU cumpra o rumo de recuperação traçado e veja renovada a confiança dos alpiarcenses.

«Por: António Centeio/Noticias de Alpiarça»

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

IX BBQ VW 2017 Alpiarça




Depois de 4 anos de interregno, o BBQ voltou! A OLDSCHOOL GARAGE em parceria com HUGO PEÇAS, GARAGEM VW, OS AMIGOS DOS CAROCHAS DE CASCAIS, OS MOMENTOS VW e VW T3 PORTUGAL juntam-se para organizar mais um Barbeque dedicado aos VW´s.

Este evento, já de alguma dimensão, tem como objectivo juntar os fãs do mundo automóvel em especial os clássicos da Volkswagen.

Este ano, deixamos o concelho de Óbidos e rumamos ao Ribatejo! Alguns já conhecem o espaço, mas para quem não conhece, abaixo enviamos as informações necessárias!

Gostaríamos então de vos convidar para estarem presentes nos dias 9 e 10 de Setembro no Parque de Campismo Trilhos do Sol na Barragem dos Patudos em Alpiarça. 
O Parque de Campismo de situa-se perto da Barragem dos Patudos, muito próximo da vila. É um parque com muitas sombras, alguns grelhadores disponíveis e balneários. Aqui poderá desfrutar de agradáveis momentos de descanso em contacto com a natureza e realizar diversos percursos pedestres e de bicicleta. Dispõem ainda de piscina exterior para crianças e adultos, parque infantil, matraquilhos, tiro ao arco, mini-golf e campo de volley. 
Os locais mais interessantes para visitar são: a Barragem de Alpiarça, o Museu dos Patudos, a Reserva Natural do Cavalo do Sorraia e a Aldeia Piscatória.
Nesse fim de-semana acontece a ALPIAGRA – Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça (entrada livre), com concertos, animação, artesanato e doçaria. Terão na sexta-feira 08/09 Quinta do Bill e no Domingo 10/09 o Diogo Piçarra.

PROGRAMA: 

Proposta para quem chega na sexta-feira
Sexta-feira dia 08/09
20.00 Jantar livre na feira ALPIAGRA 
22:30 Concerto ALPIAGRA - QUINTA DO BILL 

Sábado dia 09/09
09:00 Abertura do Parque de Campismo Trilhos do Sol. O check-in dos participantes será na recepção do Parque de Campismo.
13:00 Almoço Barbeque com Porco no Espeto
20:00 Jantar livre 

Domingo dia 10/09
09:30 Alvorada
10:00 Paintball (pré-inscrição necessária, preços abaixo)
10:00 Visita à Casa dos Patudos, Museu de Alpiarça e prova de vinhos (pré-inscrição necessária, preços abaixo)
13:00 Almoço livre
14:00 Entrega de prémios

Prémios a atribuir aos participantes:
VW mais distante
Carro mais antigo
Carrinha mais antiga
Carro com mais votos dos participantes
Carrinha com mais votos dos participantes

INSCRIÇÕES:
Basta clicar no link abaixo e preencher os dados pedidos 

Adultos: 3,00€/ dia
Crianças 05-10 anos: 2,00€/ dia
Crianças 0-04 anos: gratuito
Veículo: 3,00€/ dia
Electricidade: 3,50€/ dia (opcional)
Porco no especto: 5,00€ pax, gratuito para crianças até 10 anos (inclui carne, pão e salada)
Paintball: Grupos até 20 pessoas: 12,5€/pessoa
Grupos > 20 pessoas: 10€/pessoa
Preço inclui 150 bolas/pessoa
Recargas 500 bolas: 10€
Visita ao Museu-Casa dos Patudos + Visita e Prova de vinhos:
10,50€/pessoa
Oferta de caixa com 3 vinhos (branco+tinto+abafado)

Equipamentos para alugar localmente:
Caravanas: 20€/noite (sem roupas de cama incluídas).
Dispõem de: 3 caravanas para 4 pax / 2 caravanas para 3 pax / 1 caravana para 2 pax 
Conjunto roupa de cama de casal: 10€
Conjunto roupa de cama individual: 5€
Tenda 8 pax: 18€/noite
Tenda 6 pax: 15€/noite
Cama campanha: 3,00€/noite

Obs.: No que respeita a almoço e jantar livre é da responsabilidade de cada participante trazer a sua alimentação/bebida.

LOCALIZAÇÃO:
Parque de Campismo Trilhos do Sol

GNR de Alpiarça apreende artigos contrafeitos na Alpiagra



A GNR de Alpiarça identificou um vendedor ambulante e apreendeu uma grande quantidade de artigos contrafeitos dentro do recinto da Alpiagra, a feira agrícola e comercial de Alpiarça, que está a decorrer na vila até ao próximo domingo.
Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, o homem, oriundo de um país do leste asiático, era proprietário de várias bancas presentes na feira, mas não estava legalizado para exercer a atividade de vendedor ambulante, tendo já sido constituído arguido.
Os militares apreenderam vários artigos falsificados suspeitos de imitar marcas conceituadas, casos de relógios, chapéus, brinquedos, toalhas de praia e isqueiros, entre outros, com um valor de mercado superior a 2 mil euros.
Como alguns dos brinquedos em exposição ao público estavam também em incumprimento da legislação referente aos avisos das contraindicação para crianças menores de três anos, rotulagem, tradução para a língua portuguesa e marcação fraudulenta, a GNR de Alpiarça remeteu as participações para a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
«RR»

ISTO É O PSD/ALPIARÇA EM TODO O SEU ESPLENDOR ABUSIVO


A MENTIRA OU O OPORTUNISMO


Pela utilização sem a minha concordância desta foto na lista MUDA, obviamente, só podia ser esta a minha reacção de repulsa pela utilização abusiva da minha imagem numa outra lista... embora democraticamente e sem qualquer esforço ou falso espírito de cidadania, SEMPRE tenha mantido relações com pessoas de todos os quadrantes ideológicos pelo que não seria agora que deixaria de o ser..



A VERDADE



Para que não restem dúvidas, esta é a lista onde aceitei colaborar e tentar implementar algumas ideias que desejaria ver realizadas em Alpiarça e que não tive oportunidade de as ter feito antes por razões que não interessa aqui publicitar...

EM FASE DE CONCLUSÃO OS TRABALHOS DE RECUPERAÇÃO DA AV. MARIA XAVIER.

«Fotos de M.P.»

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Visita às actividades da CAF/AAAF de Alpiarça













Visita às actividades da CAF/AAAF de Alpiarça e às intervenções de preparação do início do próximo ano lectivo no pré-escolar e no primeiro ciclo, nas EB1/JI de Alpiarça e do Frade de Baixo, com a remodelação da cantina, colocação de novos equipamentos, computadores, pinturas e substituição das areias do recreio.
Também nesta área de intervenção autárquica, o empenhamento e a polivalência dos trabalhadores do Município e da Freguesia têm sido fundamentais.
«Texto e fotos de Mário Pereira»

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ALPIARÇA

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ALPIARÇA

EDITAL Nº 10/2017 

Fernando Rodrigues Louro, Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça, torna público de acordo com as disposições legais aplicáveis que, no próximo dia 15 de Setembro, 6ª feira, pelas 20h30m, no Auditório da Câmara Municipal de Alpiarça, terá lugar uma Sessão Ordinária, deste Órgão Deliberativo.

 Para geral conhecimento se publica este edital e outros de igual teor que vão ser afixados nos lugares públicos do costume.

Alpiarça, aos seis dias do mês de Setembro do ano de dois mil e dezassete

O Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça 

 Fernando Rodrigues Louro

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Hoje estou triste

Por: Filomena Frazão


Hoje estou triste
triste, porque não estou contigo.
Triste não pelo sol, porque ele hoje brilhou.
Triste porque hoje ainda não ouvi os passarinhos.
Triste, triste porque a água está secando nos rios.
Triste, triste porque a tristeza é muito triste.
Triste porque a tristeza me invadiu a mente.
Triste porque a saudade tomou conta de mim.
Triste porque a malvadez cada vez é maior.
Tristeza....

PRESIDENTE DA CÂMARA VISITA ESTÁDIO MUNICIPAL PARA CUMPRIMENTAR OS TRABALHADORES



Uma passagem pelo Estádio Municipal para cumprimentar os trabalhadores que, ao serviço do Município e da sua população, dão o melhor de si para manter os espaços e equipamentos públicos limpos e aptos a utilizar por toda a comunidade. 

Felizmente que, ao longo de décadas, o Poder Local democrático saído do 25 de Abril conseguiu disponibilizar muitos desses novos espaços e equipamentos colectivos, criando melhores condições à vida em comum.
Por outro lado, infelizmente, as lógicas centralistas dominantes e os constantes ataques ao Poder Local e à sua autonomia, também ao nível da gestão financeira e de pessoal, tem vindo a criar grandes dificuldades às autarquias na sua manutenção, que temos vindo a procurar ultrapassar.
«De: Mário Pereira»

ALPIAGRA 2017 - A PEGA DA NOITE


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

TUDO VAI ACABANDO EM ALPIARÇA: DEZ ATLETAS ALPIARCENSES A TREINAR EM CONCELHOS VIZINHOS POR NÃO HAVER CONDIÇÕES EM ALPIARÇA



Início da Pré Época de Futebol em Alpiarça

Não admira que, pelo menos 10 atletas nos escalões de sub 9 e sub 10 tenham ido treinar para concelhos vizinhos.
E tudo tem um fim nesta terra.
Obrigada por nos receberem tão bem...

O melão ‘Manuel António’ revisitado em livro na Alpiagra




No próximo dia 6 de Setembro, pelas 21H00, na ALPIAGRA – Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça, vai ser apresentada ao público a 2ª edição do livro “Manuel António – A arte de criar um melão”, autoria de Ricardo Hipólito.
Passados que foram seis anos após o lançamento da 1ª edição no Festival do Melão na vila de Alpiarça, a qual rapidamente esgotou, surge agora uma nova versão corrigida e aumentada.
O autor, com base numa entrevista efectuada em 2004 ao seareiro alpiarcense Manuel António Fernandes (entretanto falecido), ‘inventor’ de uma variedade de melão que durante mais de década e meia foi rainha nos campos do Ribatejo, cultivada pelos seus conterrâneos, dá a conhecer (ou recorda) aos leitores como, por volta de 1955, no concelho de Salvaterra de Magos, aquela surgiu, envolta em peripécias e o seu posterior êxito.
Para além do relato desses momentos de selecção das sementes para a criação de uma variedade (completado com entrevistas a outros agricultores), na pequena publicação que volta a ficar disponível, são dadas a conhecer opiniões de diversos meloeiros sobre Manuel António e, particularmente, perante a iminente extinção da variedade já no decurso da primeira década deste novo Milénio, os desenvolvimentos ocorridos para a contrariar, ao que não foi alheio a edição de “Manuel António – A arte de criar um melão” em 2011.
Desde então a variedade “Manuel António” passou novamente a estar inscrita no Catálogo Nacional de Variedades de Espécies Agrícolas e Hortícolas (de onde tinha sido retirada em 2007), técnicos agrícolas e as autarquias alpiarcenses passaram a interessar-se pela sua salvação e, sem dúvida o dado mais relevante, passou novamente a ser cultivado para comercialização, é certo que ainda em áreas reduzidas.
Com a edição de “Manuel António – A arte de criar um melão”, integrado no projecto editorial “Cadernos Culturais” da AIDIA (Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça), pretendeu-se despertar consciências para a mais-valia, não só para os consumidores e produtores como também para a agricultura ribatejana, que é o implemento da diversidade na produção agrícola. E é disso que se trata como o retorno do melão “Manuel António”.
Com aquela edição foi dado um modesto, mas importante, contributo para a consciencialização das vantagens da salvaguarda da diversidade das espécies agrícolas. Com esta nova edição faz-se uma revisitação a todo o processo.    

Troféu Yamaha 2017/Jornada de Encerramento em Alpiarça

«Fotos tiradas por: Miguel Centeio»

domingo, 3 de setembro de 2017

Falta menos de um mês

Por: Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista
de
Alpiarça



Oficialmente, estamos a menos de um mês das eleições autárquicas e estamos a menos de um mês de o Portugal real deixar de ser falado pela comunicação social de âmbito nacional. Pergunto-me se nos 3 anos e meio após as eleições, algumas localidades terão direito a um décimo das notícias que tiveram nos 6 meses antes das eleições. Isto não é nem negativismos, nem uma caça às bruxas aos meios de comunicação, apesar de que bruxas, bruxos e poderes obscuros não faltam em muitos meios de comunicação, e poderia referir-me a alguns cujas práticas são no mínimo de magia negra, mas não vale a pena porque qualquer um sabe desde que seja observador. Mas isto não é uma caça às bruxas, é o constatar de um facto, nunca somos confrontados com as boas práticas levadas a cabo por muitos concelhos do nosso país e aqui despolitizando existem bons autarcas fora do PS, até porque à direita são muitos os autarcas desalinhados com o poder central dos seus partidos e principalmente com as atuais lideranças. Seria de todo interessante que eu, munícipe de Alpiarça, recebesse através da comunicação social informação sobre concelhos da mesma dimensão em outras regiões do país para que existisse termo de comparação. Claro que, localidades como Alpiarça só são notícia por casos de justiça, desastres ambientais, visita de governantes (algo que voltou a não acontecer durante a inauguração da Alpiagra, com todo o respeito ao Dr. Ceia da Silva, não se percebe esta insistência em não ter um governante na Alpiagra) ou, lá está, durante as eleições autárquicas. Nestas eleições em concreto, Alpiarça não foi até agora notícia para além das apresentações das candidaturas, a falta de notícias nos média nacionais é bom pois é sinónimo de que não existiram problemas com as listas e ainda bem que não existiram problemas legais com as listas. Por outro lado,caso o nível da discussão fosse muito elevado, provavelmente, existiria notícia. A verdade é que falta um mês e ainda por cima esse mês é setembro, o mês do regresso às aulas, as famílias preocupadas em comprar livros, material escolar e roupas, os estudantes maiores de idade preocupados com a sua entrada no ensino superior, e posteriores cargas de trabalhos como a procura de casa e por aí fora. Os restantes já colocados ou ainda a completar o secundário estão preocupados em pôr a conversa em dia e conhecer os professores. É também verdade que toda esta agitação ligada à educação permite tanto a quem está no poder como a quem procura lá chegar apresentar propostas para melhorar a educação em Alpiarça, caso as tenham claro. Se retirarmos esta primeira semana que é, claramente, favorável à CDU pois caso a Alpiagra corra bem ou mal, os cabeças de lista terão sempre a possibilidade de fazer campanha próximos das pessoas, e atenção que fora exageros e favorecimentos nada de anormal há nisto, foi assim quando o PS ganhou, foi assim quando perdeu, o que me preocupa é o tempo real de campanha e se será possível fazer o que ainda não foi feito. Ainda assim imagino que setembro seja um mês quente onde alguns trunfos serão jogados, provavelmente, se existir alguma sondagem interna poderemos até assistir a loucas corridas contra o tempo. Esperemos que o que aí vem traga mais para Alpiarça.

Abertura da ALPIAGRA 2017




Abertura da ALPIAGRA 2017 -- 35a Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça, na tarde de ontem, com a presença do Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Dr. António Ceia da Silva.
Autarcas, convidados, a Banda da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1° de Dezembro, o Albandeio e o Rancho Folclórico da Casa do Povo participaram também nesta cerimónia inaugural da Alpiagra. 
Durante 9 dias, a Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça será local de encontro e convívio, de exposição da actividade económica do concelho e da região, de provas desportivas, de cultura e gastronomia. 
Estão todos convidados a vir até Alpiarça.
«Texto e fotos de Mário Pereira/Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça»

sábado, 2 de setembro de 2017

ALPIAGRA ESTÁ DE VOLTA PARA UMA SEMANA INTEIRA DE FESTA E NEGÓCIOS


Com cerca de 140 expositores, a 35.ª Alpiagra – Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça apresenta este ano uma mão cheia de novidades. O presidente da Câmara Mário Pereira afirma que “a grande festa deste concelho regressa para mais uma grande edição, com várias novidades, nomeadamente no que diz respeito ao layout do espaço, quer no exterior, quer no interior dos pavilhões que beneficiaram de várias remodelações para acolher novas atividades”.
Mário Pereira adianta que “estas alterações decorrem da vontade de continuar a inovar, modernizar e melhorar o espaço, quer para expositores, quer para quem nos visita. Assim, para além do pavilhão dedicado ao salão automóvel, que regressou em 2016 ao certame, este ano a Alpiagra vai dedicar um pavilhão ao vinho, um dos produtos de excelência de Alpiarça, e que vai contar com a participação de várias casas agrícolas da região e dos melhores vinhos do nosso Ribatejo”.
No pavilhão do vinho e da agricultura será possível ao visitante fazer provas, assim como adquirir os produtos, uma vez que passou a existir um espaço para efeito, dinamizado pelo Município em colaboração com as adegas e casas agrícolas. Este pavilhão será também uma mostra dos melhores produtos locais, além dos vinhos, haverá produtos agrícolas de excelente qualidade.
Também haverá espaços de petiscos, que se enquadram neste espaço de venda e exposição de vinhos, enchidos e queijos. “A doçaria faz parte da história deste concelho e nela continuamos a apostar e a valorizar como produto de grande potencial turístico, na vertente da gastronomia, concretizámos um espaço dedicado a estas iguarias, promovendo e valorizando assim estes produtos, mostrando a quem nos visita a riqueza da nossa doçaria”, adianta o autarca.
Ainda como forma de valorização dos produtos locais, o presidente da Câmara destaca o espaço de showcooking, dinamizado pelo Intermarché de Alpiarça, e que no sábado dia 2 de setembro pelas 21h00, irá acolher a cara conhecida da Tia Cátia, que todos os dias podemos ver no canal 24 kitchen, e que irá usar na base das suas receitas os produtos de Alpiarça, mostrando as melhores formas de os aproveitar e valorizar na cozinha.
“Com o foco na valorização e divulgação dos nossos produtos turísticos, com um reforço no polo de atração principal do concelho que a Casa Museu dos Patudos, vamos ter neste certame uma animação permanente que levará aos visitantes um pouco da história deste concelho e assim aguçar a vontade de regressar e descobrir este concelho”.
Para além destas alterações, este ano haverá ainda um novo pavilhão aberto ao público onde se concentrarão as diversas atividades económicas do concelho e da região, que ut6ilizam este certame para promoverem os seus negócios, procurando novos clientes. A exposição agrícola estará em destaque neste certame, ocupando um espaço central, juntamente com as estufas de um dos grandes produtores de flores do concelho, a AdoraFlor.
Quanto ao programa de animação, o presidente Mário pereira sublinha que persistiu a preocupação em construir um programa para todos, com uma oferta que agrade a crianças, jovens e população mais idosa.
«O Ribatejo»

A todos os nascidos em 1962 em Alpiarça



A todos os nascidos em 1962 em Alpiarça

Estamos a organizar nossa festa dos 55 anos!

E tem de ser mais uma festa rija, afinal temos a felicidade de já andar por cá há 55 anos!!

Será no dia 7 de Outubro, no Salão de Moinho de Vento.

Para mais informações e inscrições consulte o blog: 




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Troféu Yamaha 2017 prepara jornada de encerramento em Alpiarça



Alpiarça está já a postos para, no dia 3 de Setembro, receber a quinta e última jornada do 14º Troféu Yamaha. Disputada na pista apresentada pela primeira vez na temporada de 2017 deste troféu, esta derradeira etapa vai apresentar algumas novidades que vão contribuir para um encerramento com ‘chave de ouro’ de mais uma edição daquele que é o mais antigo troféu de todo-o-terreno realizado em Portugal.
A jornada de Alpiarça será realizada na pista que foi utilizada na segunda prova do Troféu – um terreno cedido pela Valgrupo – mas, para que o traçado apresente algumas diferenças e permita aumentar a competitividade, vão ser realizadas algumas alterações, não só ao nível das pistas, como também à zona de Paddock, que será aumentada, bem como nas zonas de estacionamento para o público.
Apesar de ainda faltar uma competição para o término do troféu já são conhecidos os campeões de algumas categorias.
* Iniciados Motos: 84 Afonso Fonseca
* Fun Bike TTR 125: 755 Pedro Barradas
* Clássicas Enduro: 801 Pedro Flores
* YZ250F: 256 Luís Cação
* Veteranos Moto 4: 467 Rui Sousa
* 700 Moto: 747 Nelson Raposo
* WR450F: 372 Duarte Pedroso

No entanto, a competitividade não vai faltar nesta jornada do Troféu Yamaha onde se espera, uma vez mais, uma grande festa do todo-o-terreno.
O formato desta quinta etapa do Troféu Yamaha será semelhante às anteriores jornadas: os treinos decorrem a partir das 9:30 da manhã e as corridas começam às 13:15. As grelhas de partida serão formadas ao estilo da MotoGP, ou seja, por ordem crescente dos tempos obtidos nos treinos cronometrados. Serão disponibilizadas três pistas para as diferentes classes.
O encerramento de mais uma edição deste Troféu Yamaha será realizado numa grande festa organizada pela marca nipónica, que no dia 9 de Setembro, pelas 18.00h, irá realizar uma festa de entrega de prémios que terá lugar no Pavilhão Multiusos de Rio Maior.
«md»

PRESIDENTE DA CÂMARA REÚNE COM A ADMINISTRAÇÃO DOS CTT/CORREIOS, EM LISBOA



Na manhã de hoje: reunião com a Administração dos CTT/Correios, em Lisboa. 
Para esclarecer legítimas preocupações da população e dos autarcas do concelho, por um lado, e para definir eventualmente uma linha de actuação perante a situação, solicitei esta reunião de hoje, na qual me foi reiterada a garantia dada em Março passado de que não existe qualquer intenção de encerramento da Estação dos Correios de Alpiarça por parte da empresa e que a abertura de uma nova loja/posto de Correios na vila tinha a ver com a estratégia da empresa de diversificar os serviços de atendimento e alargar o horário de funcionamento. 
Na reunião foram abordados ainda outros assuntos referentes ao serviço dos Correios, nomeadamente a nossa preocupação com o tempo de entrega da correspondência.
Como sempre, a Câmara Municipal continuará a acompanhar a situação, procurando salvaguardar e defender os interesses dos utentes e da nossa população.

«Texto e foto de Mário Pereira (em baixo)» 

Mais de 210 mil têm de pagar Adicional ao IMI até ao final de setembro


Mais de 210 mil contribuintes vão ter de pagar até ao final de setembro o novo Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que será cobrado aos particulares que detenham património que valha mais de 600 mil euro
É a primeira vez que o Adicional ao IMI é exigido aos contribuintes, que têm de o pagar de uma vez durante o mês de setembro, tendo por referência as liquidações realizadas pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) em junho.
Segundo números enviados pelo Ministério das Finanças à agência Lusa em agosto, um total de 211.690 contribuintes terá de pagar este novo imposto: 56.412 empresas, 15.873 particulares e 2.004 são heranças indivisas.
Os restantes dizem respeito a um número significativo de matrizes prediais antigas, que dizem respeito a património que está registado, mas cujos dados estão incompletos ou desatualizados, segundo explicaram as Finanças ao DN/Dinheiro Vivo.
O novo Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) incide sobre a soma do Valor Patrimonial Tributário (VPT) dos prédios urbanos situados em território português, ficando excluídos os imóveis afetos a atividades económicas (comerciais, industriais ou para serviços).
No caso dos contribuintes singulares, o Adicional é devido apenas quando os imóveis para habitação têm um valor superior a 600 mil euros: nesse caso e até um milhão de euros é aplicada uma taxa de 0,7% sobre o valor excedente à dedução; quando o VPT é superior a um milhão de euros, a taxa é de 1% sobre o remanescente.
Isto significa que, por exemplo, um contribuinte singular proprietário de imóveis com VPT de 750.000 euros pagará 1.050 euros de adicional de IMI, segundo simulações feitas para a agência Lusa pela consultora Deloitte.
Estas taxas aplicam-se também às heranças indivisas.
Já um contribuinte singular que possua um imóvel (ou conjunto de imóveis) com VPT de 1,2 milhões de euros pagará 4.800 euros de Adicional de IMI.
O Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), que criou o Adicional ao IMI, previa que este novo imposto incidisse sobre a globalidade do VPT dos imóveis de cada proprietário quando este fosse superior a 600 mil euros para solteiros e superior a 1,2 milhões de euros no caso dos casados.
No entanto, para duplicarem o valor da isenção, os contribuintes casados tinham de declarar entre abril e maio a opção pela tributação conjunta, mas so que não o fizeram foram notificados pelo Fisco para pagar o adicional, quando julgavam estar abrangidos pela isenção.
Na altura, o Ministério das Finanças disse que as eventuais reclamações dos contribuintes nesta matéria seriam analisadas pela AT, recordando que o prazo para apresentação da declaração "foi fixado por lei aprovada pela Assembleia da República" e que "a opção pela tributação conjunta efetuada na declaração de IRS apenas pode legalmente relevar para efeitos daquele imposto", o que significa que não tem qualquer efeito em sede de AIMI.
Já as empresas que detêm imóveis para habitação também têm de pagar o adicional ao IMI, sendo que é aplicada uma taxa de 0,4% sobre a totalidade do VPT (sem a dedução de 600 mil euros) ou de 7,5%, caso as empresas tenham sede em paraísos fiscais.
Isto leva a que uma empresa que detenha um imóvel para habitação com VPT de 750 mil euros tenha de pagar 3.000 euros de adicional ao IMI e caso o valor do imóvel valha 1,2 milhões terá de pagar 4.800 euros, segundo as mesmas simulações.
Este adicional ao IMI vem substituir o Imposto de Selo, que aplicava uma taxa de 1% a cada imóvel (e não à totalidade dos imóveis) que valesse mais de um milhão de euros.

O Governo estima que o adicional ao IMI signifique uma receita de 130 milhões de euros este ano, uma verba que será integralmente afeta ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.
«NM»

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

OU A ‘ÁGUAS DO RIBATEJO’ ANDA DE “CANDEIAS ÀS AVESSAS” COM A CÂMARA OU…


A Câmara não se entende com a ‘Águas do Ribatejo’ de maneira alguma quanto ao tapar o buraco na Rua António da Silva Patrício.
Não é por nada mas daqui a pouco caminha-se para os três ano,o tempo que o famoso buraco está por arranjar.