quarta-feira, 30 de agosto de 2017

CANDIDATURA DE REQUALIFICAÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL DE ALPIARÇA




A candidatura do projecto de Requalificação do Edifício do Mercado Municipal de Alpiarça a financiamento do POR Alentejo 2020, no âmbito da regeneração urbana, foi já apresentada pela Câmara Municipal de Alpiarça durante o mês de julho.
Da concretização deste projecto espera-se a possibilidade de recuperar o edifício do Mercado (bem como a requalificação parcial do largo Dr José António Simões), proprcionando melhores condições a vendedores, lojistas e clientes daquele espaço comercial, apoiando o comércio e a actividade económica do concelho, melhorando a imagem urbana da vila.



O Mercado recuperado estará também em condições de garantir uma maior polivalência na utilização do espaço para eventos culturais e para a diversificação das actividades económicas e associativas complementares à sua utilização comercial.
«CMA«

PAULO SARDINHEIRO UM “ESTRANGEIRO” NA SUA PRÓPRIA TERRA


Por: V. Vidigal

Paulo Sardinheiro, candidato do PSD a presidente da Câmara Municipal de Alpiarça ainda não se convenceu que em termos políticos é um autêntico estrangeiro na sua própria terra.

Também não se convenceu de que não tem a mínima hipótese de vencer as eleições em Alpiarça.

Ele sabe, eu sei e todos sabemos que a hipótese do PSD ganhar as eleições em 1 de Outubro é “uma em mil”.

Se é bairrista como diz ser se quer o bem de Alpiarça como diz querer que tenha o bom senso de desistir.


Paulo Sardinheiro

Sabendo  que não vai ganhar sabendo todos nós que vai perder os poucos votos que possivelmente vai obter poderão ser úteis aos outros dois candidatos.

Mantendo a sua candidatura está a dispersar votos e a prejudicar Alpiarça.

Aconselho Paulo Sardinheiro a reflectir profundamente no seu futuro politico e no bem da sua terra.

Continuar com a sua cegueira de querer aquilo que não está ao seu alcance é fazer mal a Alpiarça.


Alpiarça não merece ser maltratada pelos seus filhos

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

ALPIAGRA 2017




A Alpiagra 2017 vai tornando forma, resultado do trabalho do pessoal da Câmara Municipal de Alpiarça.


A partir do próximo Sábado, dia 2 de Setembro, e durante 9 dias, até 10, Alpiarça voltará a estar em festa com a sua 35a Feira Agrícola e Comercia, trazendo novidades e surpresas, até mesmo ao nível da organização dos espaços.
«MP»

ARTIGO DE OPINIÃO: Bons ventos de mudanças e outros que nem por isso

Por:
Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude Socialista de
Alpiarça


Tenho muita vontade que chegue setembro, uma vez que agosto tem sido um mês de muitos acontecimentos negativos, mas eis que uma lufada de ar fresco nos chegou durante esta semana e falo, como deveria ser óbvio, da entrevista da Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Graça Fonseca. E antes de falar da entrevista em si, é interessante recordar a vinda desta senhora a Alpiarça, onde exibiu um grau de proximidade com as pessoas fantástico. Demonstrou estar preocupada com o porquê das coisas e com a parte operacional de tudo e muito menos interesse com o protocolo. Mas falando da entrevista e do ponto que ressaltou à vista de todos, o facto de ter assumido a sua homossexualidade, e começo por dizer que cada vez mais me sinto feliz com este governo que possui pessoas como a camarada Graça Fonseca. Não só achei fantástica a revelação como achei de uma frontalidade fenomenal o facto de ter assumido que a opção era política. De facto, não só com alterações de leis se muda o mundo, é necessário também alterar a mentalidades através dos comportamentos e como sempre a iniciativa deve vir de cima como foi este o caso, e como também, infelizmente, ainda é normal de cima também vêm péssimos exemplos como foi o caso das declarações do vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, Carlos Abreu Amorim, que não só desvalorizou a situação como ainda tentou colocar em causa o trabalho político da Secretária de Estado. É certo que a maioria sabe que pessoas como este indivíduo raramente pensam o que dizem, mas convínhamos que basta fixarmo-nos no Simplex para concluirmos que trabalho e temas para abordar não faltariam à Secretária de Estado. As minhas palavras pouco ou nenhum valor têm, mas da minha parte muitos parabéns, que atos como este ajudem pelo menos a reduzir o número de pessoas que sofre por ter uma opção sexual que não é a da maioria e que essas pessoas deixem de ter de se desviar dos obstáculos que essa opção ainda hoje lhes cria.

Ao contrário da notícia acima abordada, nos últimos dias também se iniciou uma forte discussão sobre os manuais de exercícios da Porto Editora que produz um livro para meninos e outro para meninas. A situação a mim que já trabalhei com esta faixa etária (4 aos 6 anos) causa-me algum incômodo e parece-me que a opção é de todo disparatada, mas a minha opinião sobre editoras e principalmente sobre manuais escolares é no mínimo muito própria e muito controversa, mas voltando ao tema e por muito que alguns não queiram admitir não se justifica determinadas situações presentes naquele livro. Se a opção tivesse sido por dois livros idênticos um azul para meninos, outra rosa para meninas, eu percebia a finalidade comercial apesar de não fazer para mim muito sentido uma vez que estou  a escrever este artigo com uma camisa rosa vestida e  a última grande princesa da animação usava um vestido azul (aos mais desatentos falo da princesa Elsa do filme Frozen, já não é assim tão recente, eu sei). Para mim, e daquilo que li para além da diferença no grau de dificuldades dos exercícios, o mais grave são os estereótipos altamente desatualizados e sexistas onde os meninos estão a mexer em robôs e as meninas a preparar o lanche ou num outro exercício em que para as meninas aparecem alimentos e para os meninos aparecem árvores, baldes e pás. Se aos 4 anos estamos a tentar já delimitar as opções das crianças e a indicar-lhes o caminho que devem seguir, estamos completamente a matar-lhes a progressão e a formata-las, em pleno século XXI ainda formatarmos ao invés de formarmos, é de todo um crime civilizacional. No entanto, é das escolas e de dentro das próprias casas de habitação que se deve travar esses princípios errados, e já agora de preferência não comprando livros destes. Não acho que devamos fazer uma escandaleira com este tema nem com outros similares porque muitas vezes acabamos por descredibilizar a temática e pessoas com vontade de descredibilizar as questões da igualdade de género já são muitas. Não pintemos um cenário ainda mais negro do que ele é, no entanto não deixemos que ele seja pintado demasiado azul.

domingo, 27 de agosto de 2017

SÃO OS NOSSOS HERÓIS

«As fotos são do Paulo Lopes e Sara Fábio Dias»

A corrida ao "petróleo branco" português



É um tesouro escondido debaixo dos nossos pés e está a atrair várias empresas estrangeiras que o querem explorar. É que o mercado do lítio, mineral usado nas baterias dos carros elétricos, agigantou-se. Mas nada é fácil na sua extração. Fomos ver como se faz.

A corrida ao "petróleo branco" português© Lucilia Monteiro A corrida ao "petróleo branco" português.

Nos montes baldios da aldeia de Carvalhais, freguesia de Morgade, concelho de Montalegre, anda uma máquina perfuradora a fazer “buraquinhos” no chão. No mesmo dia em que espreitámos lá para dentro, o governo do novo presidente francês, Emmanuel Macron, fez um anúncio. E que têm os cerca de 30 habitantes de Carvalhais a ver com isso? Tudo.

Diz a França que, daqui a 23 anos, não quer veículos a gasóleo ou a gasolina a circular no país. “Anunciamos o fim da venda de veículos a gasolina e diesel até 2040”, disse o ministro do Ambiente, Nicolas Hulot. “É uma verdadeira revolução, mas as condições estão reunidas”, acrescentou.

E quando falamos de França estamos a falar da Renault, da Peugeot e da Citroën. Um dia antes, a Volvo anunciara que todos os seus modelos terão motores elétricos já a partir de 2019. A marca, que já foi sueca e agora é chinesa, garante que vai vender um milhão de carros elétricos até 2025.

A China, aliás, lidera esta revolução, sendo o país com mais veículos elétricos em circulação (e na construção, detém 40% da quota mundial). Mas até 2020 todos os grandes fabricantes de automóveis prometem novos modelos elétricos, cuja produção poderá ser superior à dos veículos com motores tradicionais.

É uma corrida à escala mundial da qual José Medeiros, 70 anos, parece alheado, enquanto desce do trator para se abrigar da chuva no estábulo das vacas. O tempo está parado nos Carvalhais, no dia do grande temporal que este verão fez cair granizo no distrito de Vila Real, e não se vê vivalma nas ruas.

Só por aparência estas casas de pedra e estes tanques comunitários, bebedouros para os animais, nos levam para um século que já passou. Porque José está bem ciente do século XXI que andam a esgravatar nos baldios. “Dizem que é o futuro e não nos incomoda porque aqui está tudo emigrado, tenho duas filhas e netos no Porto, tudo foge para a cidade”, vai dizendo, enquanto sonha: “Na aldeia somos 20 ou 30, já nem chegamos para um baile. Agora dizem que vão empregar ali 200 pessoas. Se eu fosse mais jovem abria um restaurante para dar de comer a essa gente”.

As petalites barrosãs

Essa gente que anda em Carvalhais atrás do lítio são ainda meia dúzia – quatro geólogos, dois assistentes, mais os operadores da perfuradora, contratada a uma empresa espanhola. Esta fase da prospeção está a cargo da empresa australiana Dakota Minerals, que recentemente mudou o nome para Novo Lítio. Assim, em língua portuguesa, para mostrar a importância que o mineral luso tem na sua atividade, explica o presidente, David Frances, que se mudou com a família para Lisboa.

Também Francis Wedin, o diretor técnico da empresa, se mudou para Portugal, instalando a família em Braga. Encontramos os dois na freguesia de Morgade. Estamos em terras do Barroso e a sua riqueza em lítio não é, porventura, tão famosa quanto a sua abundância em costeletão – esse sim, um pilar da economia local, sem as incertezas das quimeras dos minerais.

Antigamente, havia ali perto as minas do Beça, de onde se extraía estanho. Esta onde estamos é a exploração de Sepeda (outra toponímia para Cepeda, uma das freguesias de Montalegre). É a segunda maior ocorrência de lítio da Europa, vai dizendo David Frances, neste género em que se encontra na natureza, ou seja, hospedado numa rocha a que se chama pegmatito e que se costuma encontrar próximo de granitos.

Os pegmatitos desta região são ricos em minerais como a espodumena e a petalite, sendo o caso de Carvalhais maioritariamente petalite, onde os geólogos podem encontrar concentrações até 4,5% de lítio. E depois de terem feito mais de 100 sondagens de prospeção geológica (vulgo buracos) nos matos cobertos de urze e de carqueja, a Novo Lítio concluiu que ali havia 10,3 milhões de toneladas de rocha, sendo que 1% dessa rocha corresponde a óxido de lítio (Li2O).

E agora? É fazer as contas. A prospeção pode estar a chegar ao fim e só um estudo mais apurado determinará a viabilidade económica da exploração. Porque o lítio português não jorra como o petróleo da Arábia Saudita; é uma riqueza que ali está de difícil alcance e de transformação dispendiosa. Para o que se encontra na América do Sul, basta uma salmoura (em grandes lagos salgados) e pouco mais para que o carbonato de lítio (Li2CO3) fique pronto a ser usado nas baterias de iões de lítio, cuja aplicação vai dos carros elétricos aos telemóveis.

É um mercado gigante dominado pelos fornecedores do Chile, da Argentina e da Bolívia. Mas separar o lítio da petalite é muito mais dispendioso e, com a tecnologia atual, não é fácil competir com os preços da América do Sul.

Reserva de lítio na Argentina, um dos maiores fornecedores deste metal precioso, a par dos vizinhos Chile e Bolívia.


Quanto vale uma pegada

Mas o lítio português tem as suas vantagens. “Está na Europa e os produtores de baterias estão interessados num fornecimento europeu, mesmo que fique um pouco mais caro”, explica David Frances, cuja empresa opera em Portugal e na Suécia.

É que o consumidor europeu compra um carro elétrico consciente das suas vantagens para o ambiente e vai gostar de saber que foi construído com uma pegada ecológica mais sustentável – trazer o lítio da América do Sul tem os seus custos. Além disso, a viabilidade da exploração de lítio na Europa permite reduzir a dependência em relação aos fornecedores sul-americanos.

“É uma corrida; precisamos chegar ao mercado antes dos outros e Portugal, nestas questões, é o seu pior inimigo – nada é feito com rapidez”, queixa-se o presidente da Novo Lítio.

O facto é que esta corrida está cheia de obstáculos. O último foi lançado pelas universidades do Texas e de Seúl, que descobriram uma alternativa muito mais barata para fazer baterias: o sódio. Esse mesmo, que simplesmente se retira da água do mar. “Embora as baterias de iões de sódio possam ser mais baratas do que as de lítio, o sódio consegue menos 20% de densidade energética”, disse Kyenongjae Cho, professor de ciência dos materiais. Apesar disso, os investigadores conseguiram fazer uma bateria usando sódio em vez de lítio e manganês em vez de cobalto e níquel.

O relatório do grupo de trabalho do lítio, encomendado pelo Governo, foi publicado antes desta descoberta e fala em “oportunidades” trazidas pelo crescente interesse no lítio nacional. Só em 2016 deram entrada cerca de três dezenas de pedidos para prospeção e pesquisa, num total de 3,8 milhões de euros de investimento proposto, sendo que o maior interesse se situa nas Covas do Barroso. O relatório recomenda a criação de um cluster que inclua a industrialização (no processamento dos minérios) e a economia circular (na reciclagem de baterias).

Além disso, o relatório não descuida o uso que o lítio português tem tido até agora, antes do aparecimento da febre tecnológica: ele é usado na indústria do vidro e da cerâmica, além da indústria farmacêutica, uma vez que integra a composição de alguns medicamentos, nomeadamente antidepressivos.

Um sonho de juventude

Com as ações suspensas na bolsa australiana enquanto lida com divergências com a Lusorecursos, a empresa portuguesa que detém a propriedade das licenças de prospeção e do pedido de licença de exploração de Sepeda, a Novo Lítio continua a esburacar os montes de Carvalhais, pertencentes à população e geridos pelo conselho diretivo de baldios. Por enquanto não pagam renda, mas vão negociando com os habitantes algumas beneficiações da aldeia, nomeadamente uns desvios de água necessária para as hortas.

Os impactos ambientais da prospeção do lítio ainda não se notam. “O único contaminante usado aqui é o combustível das máquinas”, garante John Morris, 42 anos, geólogo e responsável de operações. Contaminante do ar e não dos solos, reforça. E não, John não é australiano. Filho de portugueses emigrados em Moçambique, foi nascer à África do Sul e aí ganhou o nome: John Morris Vale Pereira. Vive no Porto, mas conhece bem a zona, pois esteve mais de cinco anos a trabalhar com a empresa canadiana Medgold, nas minas de ouro de Boticas. Esses investiram três milhões de euros e chegaram à conclusão que a exploração não era viável. Foram-se embora, como acontece tantas vezes – umas porque o mineral encontrado não compensa os custos de exploração; outras porque a empresa não tem capacidade financeira.

John Morris e Romeu Vieira, também geólogo, mostram-nos o maior buraco que fizeram em Carvalhais: tem 545 metros de profundidade. Desses buracos retiram as carotes (amostras de pedra com 30 centímetros de diâmetro). O que vai para o laboratório é já um pó cinzento, que se armazena em sacos monte abaixo, naquele chão que cintila ao sol do meio-dia. “São filossilicatos, minerais no xisto que refletem a luz”, explicam.

Se os australianos conseguirão vingar ou não em Sepeda, Orlando Alves não sabe. Mas o presidente da Câmara de Montalegre tem uma certeza: “O nosso concelho tem uma grande riqueza em minérios”. E parte logo para a sua infância, quando as minas da Borralha ainda laboravam. Durante a II Guerra Mundial saiu dali muito volfrâmio, tanto para os alemães como para os americanos. “Até 1986, as minas davam emprego a 800 pessoas, que tinham casa, luz e água gratuitas. Já os administradores viviam em chalés alpinos”, continua recordando. Mas todos os dias tocava o sino porque “alguém tinha morrido com o mal da mina”, uma doença pulmonar chamada silicose.

O sonho de Orlando Alves é o repovoamento de Montalegre. “Vejo no lítio uma enorme oportunidade de trazer para aqui gente qualificada e fazer voltar os filhos da terra que se espalharam pelo mundo”, entusiasma-se. Para isso a mina não chega; é preciso “uma unidade de transformação do lítio – cláusula que deve estar no futuro contrato de exploração da jazida”, reclama.

Porque nos anos 60 Montalegre tinha 40 mil habitantes e agora são cerca de 12 mil. “E temos a área da ilha da Madeira, 808 quilómetros quadrados. Mas só há velhos”, vai lamentando, concluindo com um suspiro: “Estamos a trabalhar para o futuro nem sei de quem…”
«MSN»

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

AS ABERRAÇÕES ‘CONSENTIDAS’ EM ALPIARÇA


Por: António Centeio
(*)



Há edifícios ou algo do género que estão totalmente desenquadrados em relação ao espaço em que estão inseridos ou ainda ao ambiente da terra em que se situam.

Obras estas que mais não são do que enormes aberrações mas que temos de as aceitar por via de terem sido mandadas fazer  pelo poder politico, isto é: porque quem foi eleito.

Daqui nada a fazer.

Em Alpiarça existe uma obra que transformou a sua única  ex-libris numa total “escuridão.

Refiro-mo concretamente à requalificação da Casa Museu dos Patudos onde construíram um muro que nos impede de ver a 'nossa' lezíria.

Uma “lezíria” que era os “olhos bonitos” de José Relvas já que nas manhãs quentes de Verão gostava de olhar para lá das extremas daquilo que era seu.

Hoje temos na nossa frente uma árvore de betão ou  um  mamarracho, como já lhe chamaram, que não nos deixa ver nada.

Até a arquitetura levada a efeito para requalificar o espaço do museu não faz sentido nenhum com o projecto de Raúl Lino.

Ainda hoje estou por compreender o que levou o executivo a autorizar esta aberração que não se enquadra de maneira alguma com o espaço em que está localizada.

Ainda bem que José Relvas já não faz parte dos vivos.

Nos últimos tempos tenho andado a acompanhar in loco o desenvolvimento da requalificação do “JARDIM MUNICIPAL DE ALPIARÇA

Algo me diz que o que foi “jardim será tudo menos do  que um jardim para passar a ser mais um “largo” de qualquer coisa porque “praça” já existe a “Praça do Municipio”.

Este “largo” poderá  ser  ou vir a ter tudo mas nada que nos permita  dizer que é um Jardim.

Para ser um jardim é preciso muitas mas muitas flores e flores no espaço que era um espaço lindo é coisa não parecer vir a existir.

Estaremos cá para ver.

Sou defensor de que: quando o poder local pretenda fazer obras que alterem a caracterização da terra que levem a efeito um referendo.

Se quanto à requalificação do antigo “Jardim Municipal” a população fosse consultada talvez não viéssemos a ter um novo “Largo Municipal”.

(*) Foto ilustrativa. Esta casa sui generis situa-se na Chamusca




ORGULHAMO-NOS DOS NOSSOS BOMBEIROS



Enquanto estiver, luto a favor do bem ! !
O dito “dividir para reinar” é histórico. Foi sempre a táctica de imperadores e representa a óbvia intenção de provocar as divergências do inimigo para ocupar o terreno. Os métodos para isso sempre foram os mais torpes possíveis e mexem com as crenças e sentimentos dos outros 
Que lutam diariamente por melhor .......
«O texto e fotos são da Sara Fábio Dias»


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

TEMOS UMA “AUTARQUIA DESATENTA DOS PROBLEMAS”



Uma “autarquia desatenta dos problemas” de Alpiarça assim podemos ler nas redes sociais.
São queixas de munícipes que estão insatisfeitos com a Câmara pelo tempo que demora a resolver pequenas questões que se podem tornar em grandes problemas como foi o caso  da tampa de esgoto que se partiu na Estrada Nacional. 
Vários dias ali se manteve partida e mal sinalizada. 
Pouco interesse se mostrou, por parte das entidades envolvidas, para  a resolução urgente  do arranjo.
Na verdade existem pequenos arranjos em várias ruas do Concelho que precisam de ser solucionados mas que o executivo mostra não estar  preocupado em resolvê-los com a rapidez necessária.
As redes sociais passaram a ser o “sitio certo” para dar a saber o que está mal.
Isto é mau sinal. 
É sinal que algo não funciona bem
Algumas questões tem solução rápida mas outras continuam esquecidas como  aquele  buraco que deve ter  um diâmetro pouco maior que vinte centímetros mas  que já vai para dois anos que espera  para ser arranjado.
Pequenas coisas que se tornam grandes.
Seria um bom serviço prestado à população que se deixasse de saber nas redes sociais  o que vai mal no burgo

DE 2 A 10 DE SETEMBRO TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A ALPIARÇA


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

O "MELHOR DE ALPIARÇA" PARA OS MELHORES


DEVER CUMPRIDO

«Foto de Sara Fábio Dias»

SE ISTO NÃO É DESLEIXO DO EXECUTIVO CAMARÁRIO… ENTÃO NÃO SEI O QUE SERÁ?


MAS HÁ MAIS DESLEIXO:

Na Rua José Relvas, no sentido da Rotunda da Barragem - Alpiarça entre as Bombas da GALP e a Oficina dos Pneus partiu-se uma tampa de esgotos mesmo encostada ao passeio (lado direito).
Um qualquer funcionário a mando de “NÃO SEI DE QUEM” muito zeloso para evitar algum acidente meteu “pargas” de sinais a avisar do perigo.
Sucede que o “NÃO SEI QUEM” não toma as devidas medidas para arranjar ou substituir a tampa que se partiu.
E já vamos com cinco dias de “tampa partida”.
Não é por nada…
Mas esta tampa partida é parecida com aquela que um dia causou um acidente de madrugada próximo do Mercado Municipal onde um carro passou por cima do buraco (não tinha tampa) e despistou-se.
Foi contra a parede da casa do Sr. Casqueiro.
Por causa da falta da tampa e outros mais morreram neste acidente três pessoas.
A população de Alpiarça foi condenada em Tribunal a pagar uma pipa de massa como indeminização aos familiares dos falecidos.
Digo ”POPULAÇÃO DE ALPIARÇA” porque quem na verdade pagou foi a Câmara só que o dinheiro da Câmara é o nosso dinheiro.
RESUMIDANTE:
Estamos todos bem entregues e quem nos governa são “5 estrelas” com estes desleixos”.

NÃO SÃO AS “CAPELAS IMPERFEITAS” DE ALPIARÇA MAS POUCO FALTA...


Porque não tem havido nenhum executivo camarário capaz de acabar o que ficou a meio mas…o que interessa
É QUE O ESPAÇO QUE CIRCUNDA A ZONA DE LAZER FOI LIMPA

terça-feira, 22 de agosto de 2017

CÂMARA CONTINUA A INVESTIR MILHÕES DE EUROS EM BENEFICIO DA POPULAÇÃO



Vários milhões de euros já foram gastos em obras que beneficiam o concelho de Alpiarça  como outras  obras que estão a decorrer e outras que vão ter o seu início brevemente.

“Com a aprovação do Plano de Acção para e Regeneração Urbana (PARU) vieram cerca de 800 mil euros onde o município de Alpiarça viu de imediato  aprovada a candidatura da Ampliação e Revitalização do Jardim Municipal;

Também ao abrigo deste mesmo plano a candidatura da Requalificação Global e Adaptação do Mercado Municipal onde vão ser gastos 450 mil euros;

A iniciar brevemente a construção de novos balneários no Estádio Municipal/Pista de Ciclismo.

A decorrer a candidatura da Requalificação do Edifício da Câmara Velha/GNR e a Requalificação da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas onde vai haver o maior investimento de sempre na melhoria das condições educativas no concelho.

Mas as grandes obras não ficam por aqui: 

Para breve está previsto a Substituição da Rede de Iluminação Pública por Tecnologia LED, no âmbito da Eficiência Energética e a implementação de um Programa de Promoção do Sucesso Educativo.”

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O FOGO NÃO DÁ DESCANSO AOS BOMBEIROS

«A foto é do Filipe Almeirante»

ARTIGO DE OPINIÃO: Racismo e outras formas de estupidez humana

Por: Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude
Socialista de Alpiarça

Racismo e outras formas de estupidez humana
Estando nós em período de férias é normal que nos desliguemos do mundo de tal forma que até as notícias mais relevantes nos passem ao lado. Se alguém se tivesse desligado do mundo durante este mês de agosto provavelmente ficaria em choque quando se voltasse a conectar e se apercebesse do que se tem passado. Ameaças de ataques a ilhas, risco de guerra entre duas potências nucleares presididas por dois lunáticos, se é que se pode dizer que a Coreia é presidida, em seguida manifestações de grupos ligados aos KKK sem que o presidente dos EUA se insurgisse contra isso, já para não falar em manifestações anti turistas vindas de um país que tem uma taxa de desemprego tão elevada como Espanha. Por Portugal também não andamos melhor na rentrée política do PSD, Pedro Passos Coelho no estilo de autodestruição que tem sido habitual em si proferiu um enorme conjunto de impropérios que colocam em causa grande parte dos princípios de vida da sociedade moderna e do projeto europeu e mundial. Ter dúvidas ou discordar de um diploma é um direito e um dever de um partido como o PSD, agora atacar desta forma as pessoas que escolhem Portugal para viver não é mais do que uma aproximação perigosa ao racismo e a valores que em nada dignificam um partido como o PSD.  Já mais que uma vez me referi a Trumpização e  espero, sinceramente, que não estejamos a ver uma Venturização do PSD. E após fazer esta associação entre o comportamento de um candidato autárquico e o comportamento do ainda líder do partido, digo desde já que não acho que se deva tentar cilindrar uma candidatura por declarações ou ações das lideranças nacionais, deveria sim questionar esses mesmos candidatos se têm a mesma linha de pensamento das suas lideranças. As redes sociais esta semana também ferveram com umas anormalidades ditas por um indivíduo que ganha a vida a escrever umas piadas para a malta se rir, tendo uma profissão da mesma família da dos palhaços, e desde já digo que o que os comediantes dizem a mim pessoalmente não me choca nem me motiva ou deixa feliz, simplesmente ou me faz rir ou não me faz rir porque é essa a sua função. Quando estes indivíduos passam determinado nível devem ser apenas ignorados e os likes nas suas páginas retirados, ameaças de morte tanto a pessoa como a família só lhe dão a proteção social que ele não merece. Em Alpiarça sabemos bem que os Papagaios devem ficar a falar sozinhos, o mesmo é válido para palhaços de profissão porque o mediatismo é o seu sustento.