sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Índice de Bem-estar aumentou. Há mais qualidade de vida em Portugal

Portugueses estão mais confortáveis no que toca a educação e ambiente, mas continuam a apresentar reservas face, por exemplo, ao trabalho e remuneração.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta sexta-feira os dados relativos ao Índice de Bem-estar (IBE) da população portuguesa entre 2004 e 2015.
Segundo um comunicado enviado às redações, o IBE evoluiu positivamente entre 2004 e 2011, tendo registado uma inflexão em 2012. Recuperou no ano seguinte e, em 2014, manteve essa recuperação, estimando-se uma continuação de crescimento para 2015, ano em que terá atingido os 118,4.
O IBE observa a evolução do bem-estar da população, recorrendo a dois índices sintéticos que traduzem duas perspetivas de análise: ‘Condições materiais de vida’ e ‘Qualidade de vida’.
Estes dois índices têm evoluído genericamente em sentidos opostos, com o primeiro a evidenciar uma tendência decrescente, e o segundo a apresentar uma tendência crescente.
‘Educação’, ‘Ambiente’ e ‘Participação cívica e governação’ são as componentes do bem-estar com evolução mais favorável no período analisado. Inversamente, os domínios ‘Trabalho e remuneração’ e ‘Vulnerabilidade económica’ são aqueles cuja evolução foi mais desfavorável.
Consulte todos os dados relativos ao Índice de Bem-estar 2004-2015.
«NM»

Quase 40 mil desempregados trabalham nas autarquias em situação precária


O Bloco entregou pergunta no Parlamento dirigida ao Governo para saber o que se passa com o prometido estudo para saber quantos trabalham para o Estado em situação precária.


Os dados são avançados pelo Bloco de Esquerda que garante que é oficial: em 2015, através dos “Contratos Emprego-Inserção” (CEI), foram colocadas pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), 38 mil pessoas nas autarquias, 18 mil em instituições particulares de solidariedade (IPSS) e 12 mil na administração central. A notícia é avançada pela TSF.

O Bloco entregou ontem uma pergunta no Parlamento dirigida ao Governo para saber o que se passa com o prometido estudo para saber quantos trabalham para o Estado em situação precária. O deputado José Soeiro recorda que este estudo estava previsto no último Orçamento do Estado e devia estar feito em 6 meses, ou seja, em Outubro.

No entanto, a meio de Outubro o Parlamento já tinha aprovado uma recomendação ao Governo para que divulgue publicamente o diagnóstico que irá mostrar quantas pessoas trabalham em cada organismo público preenchendo postos de trabalho através dos CEI. Os CEI estão também a ser alvo de estudo por parte de um grupo de trabalho do Governo.

Em entrevista à TSF, o presidente da Associação Nacional de Municípios (ANMP) admite que os números revelados pelo BE são “altamente significativos”. Manuel Machado recorda que quando os CEI foram criados o objetivo foi minorar a subida exponencial do desemprego e manter as pessoas ativas mesmo sem um trabalho formal.

O problema, para Manuel Machado, é que as autarquias ficaram com as admissões de funcionários congeladas o que fez com que ficassem “sem condições para produzir aquilo que é suposto que façam no seu território”.

O presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) também refere que os CEI são verdadeiras “placas giratórias

"MISTÉRIOS" na Casa dos Patudos


Exposição de pintura abstrata "MISTÉRIOS", de Sandra Valença Conde. Patente de 29 de Outubro a 30 de Dezembro de 2016, na Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, de terça-feira a domingo.

É desta, vem aí o frio (e vem para ficar)


As mínimas e máximas vão diminuir significativamente este fim de semana. A boa notícia é que a chuva não vai 'cair a potes'.

   
O outono tardou a fazer-se sentir em grande parte do país, mas as temperaturas típicas de verão têm os dias contados.

Para este fim de semana o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê uma descida progressiva das temperaturas máxima e mínima, que vai manter-se ao longo da próxima semana.

Segundo disse ao Notícias ao Minuto o meteorologista do IPMA Bruno Café, no sábado vai já registar-se uma pequena descida da temperatura mínima e descida das temperaturas máximas entre quatro e seis graus, principalmente no Norte e Centro.

Já no domingo a descida da temperatura máxima será mais pequena, mas descem as mínimas de forma mais acentuada, entre seis a oito graus.

No sábado vão registar-se períodos de chuva, passando gradualmente a regime de aguaceiros, diminuindo de intensidade e frequência a partir do meio da tarde. Há ainda condições favoráveis à ocorrência de trovoada.

O vento será fraco a moderado (10 a 30 km/h) do quadrante sul, passando gradualmente para o quadrante norte e tornando-se moderado a forte (30 a 40 km/h) com rajadas até 60 km/h no litoral oeste. Nas terras altas, o vento será moderado a forte (30 a 45 km/h) do quadrante sul, rodando gradualmente para quadrante norte.

No domingo o céu vai estar geralmente pouco nublado, apresentando períodos de muito nublado nas regiões Norte e Centro a partir da manhã. Prevêem-se aguaceiros a partir do final da tarde, apenas no Minho e Douro Litoral, com possível queda de neve acima dos 1.200 metros.

O vento será em geral fraco (inferior a 20 km/h) de noroeste, temporariamente moderado (20 a 30 km/h) no litoral oeste e moderado a forte (30 a 40 km/h) nas terras altas. No Norte e Centro pode esperar-se geada.
«NM»

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Museu de Alpiarça, no Contexto da Arquitectura de Raul Lino



Hoje, 3 de Novembro de 2016, estive em Lisboa, na Casa-Museu Medeiros e Almeida, a divulgar a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça através do Workshop As Artes Decorativas no Contexto Museológico: Acervo dos Palácios e das Casas-Museu, com a comunicação: A azulejaria da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, no Contexto da Arquitectura de Raul Lino.
A apresentação visou direcionar a atenção para a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, atendendo às características da arquitectura de Raul Lino, canalizaando o estudo para a utilização do azulejo. Diferenciamos a Azulejaria que foi executada com o propósito de ser colocada na casa, da azulejaria que fora adquirida pelo proprietário da casa – José de Mascarenhas Relvas – no desenvolvimento do seu espírito coleccionista.
WorKshop de elevada importância para o estudo das Artes Decorativas no Contexto Museológico das Casas-Museu. 
Bem hajam ao Grupo Informal de Estudos em Historia da Arte G.I.E.H.A.
Continuem.
Obrigado.
«De: Nuno Prates»

Dois detidos por burlas a idosos


Militares do Posto Territorial de Alpiarça detiveram ontem, dia 3 de novembro, dois homens com 40 e 46 anos por suspeita de burlas com máquinas purificadoras de água.

Duas idosas terão denunciado uma abordagem levada a cabo por dois indivíduos, supostamente colaboradores de uma empresa especializada em tratamento de água.

Os suspeitos, através de uma chamada telefónica para as idosas terão indicado que os resultados da água da rede se encontravam com graves problemas de qualidade e que o único método de resolução do problema era a instalação de uma purificadora de água que teria o valor de 3 600 euros.

Numa posterior abordagem física, os burlões faziam um teste à água da rede e para demonstram que era de muito má qualidade utilizavam reagentes para mudar a tonalidade da cor da água, do sabor, provocando assim medo às vítimas, levando-as a adquirir o aparelho que supostamente melhorava a qualidade da água.

Os suspeitos foram detidos em flagrante delito quando se preparavam para oficializar um contrato de aquisição de um aparelho com uma idosa, tendo sido ainda apreendido:

·         Nove frascos de vários reagentes;

·         Oito frascos de 40ml em vidro transparente;

·         Uma mala com um suposto aparelho de tratamento de águas;

·         Documentos com dezenas de contactos de possíveis clientes.

Foi ainda possível apurar que existem vários alertas de fraude emanados no distrito de Santarém, por parte desta empresa e por parte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, da Defesa do Consumidor e da Autoridade para as Condições no Trabalho.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e foram sujeitos a termo de identidade e residência.

Governo quer familiares de funcionários públicos a pagar ADSE

Os familiares dos funcionários públicos vão pagar para beneficiar do subsistema de saúde da função pública, noticia hoje o jornal Público, citando o projeto de decreto-lei que cria o Instituto Público da ADSE.
No diploma, "o Governo alarga o leque de receitas que alimentam o subsistema de saúde da função pública, passando a contar com as contribuições dos familiares dos trabalhadores do Estado e com as prestações de serviços realizadas pela ADSE para outras entidades públicas", afirma o diário.
Os familiares incluem cônjuges, filhos ou pais a cargo do beneficiário, que atualmente tinham acesso à ADSE sem fazer qualquer desconto.
O decreto-lei, que vai ser debatido publicamente nos próximos dias, não estabelece o valor e o universo abrangido pela contribuição, que serão definidos em diploma próprio, acrescenta.
No entanto, o Público sublinha que "não consta da lista de receitas a contribuição das entidades empregadoras, pelo que a ADSE continuará a ser alimentada exclusivamente pelo desconto de 3,5% exigido" aos funcionários e aposentados do Estado.
Em setembro, o ministro da Saúde, Adalberto Campos, anunciou que a ADSE ia passar a ser um instituto público de gestão participada, com participação dos beneficiários, com dupla tutela, dos ministérios da Saúde e das Finanças.
Na comissão parlamentar de Saúde, o ministro acrescentou que o Governo pretende que possa produzir efeitos a partir de janeiro de 2017.
A ADSE será um instituto público de gestão participada, o que permite preparar uma evolução, para uma eventual solução de maior autonomia, para uma associação mutualista de interesse público, acrescentou.
A ADSE passará a ter dupla tutela - da Saúde e das Finanças - e terá a representação de membros dos seus beneficiários. "Ao Estado cumpre garantir uma tutela administrativa", afirmou.
Campos Fernandes sublinhou que a ADSE deve ser autónoma, independente e autossustentada e que não deve haver contribuição do Estado para uma dupla cobertura (a acrescer à que é dada pelo pagamento dos beneficiários).
«Lusa»

Corrida


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Atenção, vem aí uma 'superlua'. Não acontece há quase 70 anos


É já no dia 14 de novembro que a lua vai estar mais próxima da Terra do que o normal.
Se no dia 14 de novembro olhar para o céu, vai reparar que está perante uma verdadeira 'superlua'. Esta será a primeira vez que a lua estará tão próxima do nosso planeta como esteve em 1948. Até 2034, não se espera que volte a ficar novamente a esta distância.
Esta 'superlua' de acordo com o Independent, acontece devido à órbita da lua. Um ponto desta conhecido como o perigeu está localizada a 30 mil milhas mais perto da Terra do que o apogueu, a sua zona mais distante. 
Quando a órbita da lua alinha de maneira correta com o sol e com a lua, causa um efeito chamado de 'perigee-syzygy'. Significa isto que a lua aparece muito maior no céu do que o normal, daí ser chamada de 'superlua'.
Apesar de ser um fenómeno que acontece várias vezes, é raro a mesma ficar tão grande como no próximo dia 14.
Não se esqueça de ficar atento ao céu nessa noite.
«NM»

Dívida engorda 1,1 mil milhões em setembro para novo máximo histórico

O Governo continua a aumentar a 'almofada' financeira graças às emissões de divida e por isso, o valor total devido aos credores volta a ultrapassar os máximos históricos do mês anterior.
O Governo continua a aumentar a 'almofada' financeira graças às emissões de divida e por isso, o valor total devido aos credores volta a ultrapassar os máximos históricos do mês anterior.
Mais um mês, mais um recorde de dívida do Estado em Portugal: Setembro trouxe um aumento de 1,1 mil milhões de euros em relação a agosto, para um novo máximo histórico.
No final de setembro, o Estado português devia 244,4 mil milhões de euros aos credores, um total que ainda assim não deverá representar um recorde em percentagem do PIB graças à subida da produção em 2015 e este ano.
«NM»

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Homenagem aos elementos do Corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça já falecidos


Homenagem aos elementos do Corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça já falecidos, com a deposição de coroas de flores no respectivo talhão do cemitério municipal, na tarde do Dia de Todos-os-Santos.
«De Mário Pereira»

Programa da evocação do 87° aniversário do falecimento de José Relvas


31 de Outubro -- em programa da evocação do 87° aniversário do falecimento de José Relvas, à noite, no novo Auditório da Casa-Museu dos Patudos, o lugar da música mais erudita com o espectáculo do Angelicus Duo: Filipa Lopes (soprano) e Emanuela Nicoli (harpa).
«De: Mário Pereira»

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Evocação dos 87 anos sobre o falecimento de José Relvas



Evocação dos 87 anos sobre o falecimento de José Relvas, com a deposição de coroa de flores junto ao jazigo no cemitério municipal.
A singela mas simbólica homenagem de reconhecimento ao benemérito e ilustre republicano, com a presença dos representantes dos órgãos autárquicos e das instituições ligadas ao legado Relvas.
«Máro Pereira»

I PASSEIO DE CICLOTURISMO CASA DOS PATUDOS - MUSEU DE ALPIARÇA


Com partida e chegada à Casa-Museu dos Patudos, realizou-se no passado dia 30 de Outubro o I Passeio de Cicloturismo Casa dos Patudos, numa organização do Núcleo de Amigos do Cicloturismo de Alpiarça (NACA), com o apoio da Câmara Municipal.

«CMA»

domingo, 30 de outubro de 2016

Manuel Coutinho é o vespista mais antigo do País





Com a bonita idade de 93 anos, o nosso amigo e conterrâneo Manuel Coutinho (Manuel 'Miguel') conduz regularmente a sua moto Vespa nas ruas de Alpiarça e é o vespista mais antigo do País.
Foi em sua homenagem que a secção vespista do CD "Os Águias" organizou mais um Passeio, integrado nas comemorações do 94° aniversário do Clube. Parabéns, por isso -- e por toda a actividade anual --, ao VespÁguias.
Ao camarada e amigo Manuel 'Miguel', os votos de que possa continuar, com saúde, a sua intensa actividade associativa e intervenção cívica e política na vida da nossa terra.
«Texto e fotos de Mário Pereira»

• FAP divulga listagem das Organizações de Produtores Reconhecidas

·  O IFAP – acaba de publicar a lista das Organizações de Produtores Reconhecidas até 24 de Outubro de 2016. A listagem está dividida em seis regiões: DRAP Norte, DRAP Centro, DRAP Lisboa e Vale do Tejo, DRAP Alentejo, DRAP Algarve e DRAP Açores.
·         A lista encontra-se disponível aqui.
·         As Organizações de Produtores (OP), são associações que têm como objectivo assegurar a programação da produção, promover a concentração da oferta e a colocação no mercado, reduzir os custos de produção e a regularização os preços de venda, promover as boas práticas de cultivo, de protecção dos recursos naturais e da biodiversidade, e a rastreabilidade dos produtos.
·         Podem ser reconhecidas como OP, para um determinado produto ou sector, nos termos da legislação aplicável, as pessoas colectivas que revistam as seguintes formas jurídicas:
  • Sociedade comercial por quotas
  • Sociedade comercial anónima, com acções nominativas
  • Sociedade civil sob a forma comercial
  • Cooperativa agrícola
  • Sociedade de Agricultura de Grupo – integração parcial
  • Agrupamento complementar de exploração agrícola
  • Agrupamento complementar de empresa
·         Apoios PDR 2020
·         Relembre-se que a medida n.º 5 do PDR 2020, “Organização da produção”, contempla a promoção da organização das cadeias agro-alimentares, nomeadamente no que diz respeito à transformação e à comercialização de produtos agrícolas.
·         As organizações de produtores permitem aos agricultores enfrentarem, conjuntamente, os desafios colocados pela intensificação da concorrência, fomentando a consolidação dos mercados a jusante, no que respeita à comercialização dos seus produtos, incluindo em mercados locais.
·         O apoio à criação de agrupamentos e organizações de produtores nos setores agrícola e florestal contribui para concretizar os objectivos e as prioridades da Política Agrícola Comum (PAC) e em particular da política de desenvolvimento rural, nomeadamente através do aumento da competitividade dos produtores primários, mediante a sua melhor integração na cadeia agro-alimentar através de sistemas de qualidade, de incremento de valor nos produtos agrícolas, de promoção em mercados locais, e de circuitos de abastecimento curtos.
·         A criação de agrupamentos e organizações de produtores é apoiada no PDR 2020 tendo em conta o papel que estas estruturas podem representar no reforço da organização das respetivas fileiras e melhoria da posição da produção primária.
·         “A ação n.º 5.1, “Criação de agrupamentos e organizações de produtores”, através dos apoios preconizados, fomentará a concentração da oferta ao nível da produção no sector agrícola e florestal nacional, contribuindo, assim, para aumentar a capacidade de gerar valor a montante e contribuindo para melhorar o posicionamento dos agricultores na cadeia alimentar de valor agroalimentar”, refere a Portaria n.º 254-A/2016 de 26 de Setembro, assinada pelo ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos.
·         Com aquela Portaria, o Ministério pretende “alcançar este objectivo através de planos de ação a desenvolver pelas organizações ou agrupamentos de produtores reconhecidos pela Portaria n.º 165/2015, de 4 de junho, que contemplem tipologias de ações como a adaptação da produção às exigências de mercado, a comercialização conjunta, o desenvolvimento de competências empresariais e comerciais, o desenvolvimento de outras actividades como a promoção de competências empresariais e comerciais, a facilitação de processos de inovação incluindo ensaios de campo, a modernização de estruturas produtivas comuns, ou a realização de estudos de mercado, comercialização e marketing”, adianta a mesma legislação.
·         Saliente-se que o sector das frutas e produtos hortícolas, bem como os seus sub-sectores, não são abrangidos por aquela Portaria, uma vez que podem beneficiar de apoios específicos no âmbito dos programas operacionais destinados a organizações de produtores no âmbito do primeiro pilar da PAC.
« «http://agriculturaemar.com»

ARTIGO DE OPINIÃO: "É necessário que tenhamos a capacidade para analisar as notícias na sua essência e mais do que isso analisemos a falta delas"

Por: Rodolfo Colhe 
presidente da Juventude Socialista de Alpiarça
Um dos factores que influencia a nossa opinião, é sem dúvida a comunicação social e em grande parte as redes sociais através das partilhas em massa de notícias, muitas vezes sem grande fundamento ou muitíssimo tendenciosas, especialmente se o assunto for a política nacional. Não devemos ser suficientemente puros para achar que as notícias não são tendenciosas porque realmente o são. Enormes lóbis relacionados com empresas-mãe dos meios de comunicação, relações pessoais e comerciais etc., levam a que aquilo que nos chega muitas vezes, não nos chegue na forma mais pura, parecendo quase que estamos a ver um programa desportivo em que cada comentador/jornalista defende a sua dama com unhas e dentes entrando muitas vezes no radicalismo. É necessário que tenhamos a capacidade para analisar as notícias na sua essência e mais do que isso analisemos a falta delas. É muitas vezes na falta de notícias que percebemos o quão tendenciosos são os meios. No passado dia 21, durante a recepção à Secretária de Estado Adjunta e da Educação Dr.ª Alexandra Leitão, esperei que, como é normal, existissem muitas críticas à colocação de professores. A verdade é que essa crítica nem sequer existiu, o que me levou a pensar que de facto a comunicação social desde o início do ano lectivo nunca falou sobre a falta de professores. Admito que tive vontade de procurar o assessor de comunicação, que por ventura estaria a acompanhar a Secretária de Estado para perceber, caso fosse possível, o porquê de não existirem notícias sobre isso. Penso não estar errado ao pensar que se a falta de professores no início dos anos lectivos é habitual e é notícia, então a não existência de problemas na colocação de professores deve ser noticiada. Não digo que não existam problemas nem que não tenha existido nenhuma notícia mas que não foram na escala habitual não foram. Outro dos temas que geralmente é notícia e que gera uma enorme polémica é sem dúvida o orçamento de estado. Em relação a este tema, este ano pode-se falar numa grande falta de informação relacionada com determinados pontos que são geralmente apontados e usados como forma de análise. E atenção, falo de informação por parte dos meios de comunicação e não do governo. Não sou da área da economia, mas há determinadas coisas que são fáceis de analisar, tais como o aumento da verba disponível para a cultura, um tema que geralmente é usado para criticar, uma vez que verdade seja dita, é uma das primeiras áreas onde se corta quando há essa necessidade. Alguém fez notícia disso? Óbvio que não. Já agora, alguém viu algum canal de televisão ou jornal de tiragem nacional fazer notícia sobre as contradições da oposição, por exemplo, em relação à sobretaxa onde criticam a sua não eliminação quando tinham prometido mantê-la até 2019? Com toda a certeza, a discussão da especialidade do orçamento irá dar com toda a certeza grandes manchetes, uma vez mais inflamadas .

Respeito a classe dos jornalistas, sem nenhuma dúvida disso, mas são muitas vezes os interesses económicos e políticos dos grandes grupos que conduzem os jornalistas a escrever o que escrevem. Em Alpiarça felizmente a informação tem vindo a aumentar, o que é de todo positivo mas muito mais há para escrever e para dizer sendo lamentada a falta de informação em estado puro dada pelo nosso executivo Camarário. 

sábado, 29 de outubro de 2016

REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA REALIZADA NO DIA 28 DE OUTUBRO DE 2016

Vereadores da oposição de Alpiarça querem dar uma medalha de ouro à GNR



 “Vereadores da oposição de Alpiarça querem dar uma medalha de ouro à GNR por ter salvo de uma valente intoxicação alimentar o pescador que se preparava para comer peixes que tinha apanhado nas águas poluída da Barragem dos Patudos.

Os vereadores da oposição na Câmara de Alpiarça, que nunca se cansam de criticar a poluição da Barragem dos Patudos, querem que a autarquia atribua a medalha de ouro aos agentes da GNR que impediram que um pescador que tinha pescado vários peixes naquele local de apanhar uma valente intoxicação alimentar uma vez que o mesmo se preparava para os levar para casa a fim de os comer “Fritinhos com arroz de tomate” como confessou às autoridades. Apesar dos elogios os autarcas lamentam que os agentes tenham falhado ao voltarem a pôr os peixes na água poluída em vez de os levarem para um rio menos poluído. “Não há bela sem senão” referem no comunicado conjunto emitido sobre o assunto. (In ‘O Mirante’)

Tem inicio a Universidade de Outono da Federação do PS Santarém.

«Foto de Joaquim Rafael Gomes»

VAI COMEÇAR A ‘CONFUSÃO’ EM ALPIARÇA

Uma confusão causada pelo movimento das obras que Alpiarça vai ter brevemente



Obras de grande vulto que vão custar milhões de euros ao erário e cujos projectos foram apresentados pelo executivo da CDU.

A decorrer já estão os concursos das obras: ‘Remodelação do Mercado Municipal’; ‘Requalificação do Jardim Municipal’  em execução já se encontra o ‘Açude da Vala de Alpiarça’ e para o próximo Verão começam as obras de remodelação da ‘Escola José Relvas’ .

Obras que vão quebrar, pela positiva, o sossego no centro da Vila já que praticamente os investimentos se situam em vários locais de Alpiarça.

Segundo nos foi informado pelo executivo alguns melhoramentos de embelezamento também estão para surgir brevemente, nomeadamente na Zona Industrial de Alpiarça.





sexta-feira, 28 de outubro de 2016

NUNO PRATES novamente a divulgar a "Casa Museu dos Patudos"


No dia 3 de Novembro de 2016 vou estar em Lisboa, na Casa-Museu Medeiros e Almeida, a divulgar a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça através do Colóquio As Artes Decorativas no Contexto Museológico: Acervo dos Palácios e das Casas-Museu, com a comunicação: A azulejaria da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, no Contexto da Arquitectura de Raul Lino.

A ‘gerigonça alpiarcense’

Por: Virgilio Vidigal
 A gerigonça alpiarcense PS/TPA ainda não questionou o executivo da CDU como é que lhe foi atribuído três milhões de euros para a recuperação da Escola José Relvas, nem sabe como fazê-lo.

É muito dinheiro!

Até já há quem diga que dava para construir uma nova escola e outras há que dizem que por detrás deste jackpot está um “eterno e longo caminho de influências”  porque ninguém compreende como é que uma secretária de Estado atribui tal valor sem papéis e sem um orçamentista por perto.

Olhou para as paredes que estão todas húmidas, olhou para os armários e mesas que estão a cair de podres e até viu que os balneários e chegou à conclusão que os camaradas que tem zelado pela coisa sem dinheiro e lá vai: “será atribuído ao município três milhões de euros” sem quaisquer “99” no fim.

A gerigonça caiu de lado com tanto dinheiro dado de bandeja a uma Câmara comunista onde os gerigonços até a acusam de não estar a ser bem gerida

O suficiente para a gerigonça estar de rastos com este sorteio de milhões de euros.

Não basta o PS e o TPA andarem de costas voltadas quanto mais em vésperas de eleições o dinheiro estar a cair do céu para este executivo comunista.

Milhares para requalificar o Jardim Municipal, milhões para a escola, milhares para embelezar  o Lago Artificial da Vala de Alpiarça, outros milhares para a Requalificação do Mercado Municipalmilhares para animar a malta na próxima Alpiagra e outros milhares para a Feira do Melão,

Como não bastasse, até o executivo está a reduzir drasticamente as dívidas da Câmara, deixadas pelo “PS do antigamente”.

Não há gerigonça nem gerigonços que aguente isto e por mais promessas que possam vir a fazer em 2017 nunca terão argumentos suficientes para contrariar as obras que se avizinham.

Já há quem diga que a “Gerigonça do PS/TPA” vai desistir de apresentar candidaturas paras as próximas “Eleições Autárquicas” porque não aguentam e muito menos compreendem o que está a acontecer em Alpiarça com a vinda de tanto dinheiro e com a aproximação de tantas obras.

Segundo um entendido em gerigonças o “segredo está nos corredores do Terreiro do Paço” e não nas “distritais que não querem nenhuma gerigonça em Alpiarça

Quem diria que o PS iria rejeitar uma coligação com a direita em Alpiarça mas que está a encher os cofres da autarquia.

Os deuses  estão com o burgo!

NUNO PRATES divulga os "caminhos da República e da arte"




Ontem, dia 27 de Outubro de 2016, estive presente em Castelo de Vide, para divulgar a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça através da Conferência: O papel de José Relvas nos caminhos da República e da arte. Perante uma audiência curiosa, foram debatidas várias temáticas da vida de José de Mascarenhas Relvas, o seu percurso político, familiar e as suas grandes paixões: a arte e a sua Casa dos Patudos. Um agradecimento muito especial a Directora do Agrupumento de Escolas, Profª Ana Paula Travassos, Becre, Profª Fernanda Silva Cunha e Departamento de Ciências Sociais e Humanas, Profª Jacinta Sequeira, Teresa Caleira Martins e Prof. Tiago Malato e à incansável e sempre presente Cinda Soares. Obrigado pelo carinho e pela forma tão calorosa como fui recebido.
«De: Nuno Prates»