quinta-feira, 27 de outubro de 2016

"Outubro, mês sénior"


Hoje demos um salto à bonita cidade de Évora -- cujo centro histórico é Património da Humanidade da UNESCO -- para acompanhar o terceiro de sete grupos de reformados, pensionistas e idosos do concelho de Alpiarça que participam neste programa "Outubro, mês sénior" dinamizado pelo Município.
«De Mário Pereira»

UM NOVO AUDITÓRIO NO CENTRO DE ALPIARÇA


Durante alguns anos, era então presidente da Câmara, Armindo Pinhão, muitas chegadas e partidas de etapas da Volta a Portugal em Bicicleta se realizaram no espaço envolvente à Barragem e até no Estádio Municipal de Alpiarça.

Milhares de pessoas assistiam às chegadas e partidas da maior prova velocipédica do pais mas muito poucas faziam gastos no comércio local pela simples razão de que após a chegadas e partidas seguiam viagem para outros locais e nem sequer ficavam a conhecer o centro de Alpiarça.

O actual executivo da CDU continua a manter este espaço de lazer como o “Centro de Desportos de Alpiarça” para levar ali a efeito grandes provas desportivas que trazem milhares de pessoas a Alpiarça mas que fazem os “gastos” em todos  locais menos no centro de Alpiarça mesmo havendo neste muito pouco comércio.

Não bastasse, com projecto inicial do antigo executivo socialista, a CDU aproveitou o seguimento deste e fez obras de remodelação na Casa Museu dos Patudos, onde se salienta uma moderno Auditório.

Auditório este que está a ter grande aproveitamento porquanto no seu interior constantemente se realizam vários eventos, alguns únicos em Portugal.

Os suficientes para o presidente da Câmara pretender que Alpiarça seja conhecida como a “Capital dos Eventos”.

Merece, pela pretensão, os nossos aplausos.

No entanto o “velho problema”, como ao tempo das chegadas e partidas das provas velocipédicas ou depois de terminados os eventos no Auditório os participantes e visitantes vão-se embora sem sequer gastar um cêntimo no comércio local e muito menos ficam a conhecer o centro e o interior da nossa terra, pelo que o “velho problema” continua a existir.

Conclusão: terá sido um bom investimento o que se fez e continuará a justificar-se os gastos anuais de milhares de euros em provas desportivas e nos eventos no Auditório?


Vamos inverter a situação e pensar num novo projecto a levar a efeito em pleno centro de Alpiarça, no Mercado Municipal.

As bancadas do Mercado Municipal deixam de existir e passam para o primeiro andar;

No rés-do-chão ficam apenas a funcionar, depois de renovadas, lojas com apresentação e não como actualmente, onde algumas, até envergonham o espaço onde estão inseridas;

Todo o rés-do-chão sofre obras de alteração para que o espaço seja aproveitado para um grande e moderno auditório.

Todos os eventos serão aqui realizados pela simples razão de que o Auditório se situa em pleno centro de Alpiarça e todos os utilizadores deste espaço poderão conhecer o centro e o interior de Alpiarça como gastar alguns cêntimos o que fará com que o pouco comércio local rejuvenesça e outro apareça.


Claro que esta ideia dificilmente funcionará porquanto os fundos comunitários foram e continuam a ser mal aproveitados e direcionados como as decisões de apostar no local errado continua a ser uma má decisão dos executivos locais.



«Por: António Centeio/Noticias de Alpiarça»



PJ encontrou suspeito das agressões brutais junto aos Bombeiros de Alpiarça



A Polícia Judiciária encontrou o suspeito das agressões brutais a José Dias, à porta do bar da Filarmónica, junto aos bombeiros municipais de Alpiarça. O arguido é um jovem de 21 anos, natural de Alpiarça, de nome André, que vai começar a ser julgado no próximo ano por um crime de ofensas à integridade física grave qualificada, que é punido com prisão de três a 12 anos. O Ministério Público acusa o jovem de ter desferido murros e pontapés na vítima, sem motivo que não o de "gozo pessoal", acrescentando que este bem sabia que poderia colocar em perigo a vida de José Dias e afectar-lhe gravemente as suas faculdades cognitivas e emocionais.
Leia mais em:

Galardão para Alberto Gaspar


Em Tomar, na entrega do Galardão empresas 2015 da Nersant / O Mirante, que também distinguiu o alpiarcense Alberto Gaspar.
«Texto de Màrio Pereira. Foto: O Mirante»

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O imprevisto me fascina

Por: Filomena Frazão


Está fazendo um dia lindo de outono e um sol de primavera. A praia estava cheia de um vento bom, de uma liberdade. E eu estava só. E naqueles momentos não precisava de ninguém. Preciso aprender a não precisar de ninguém. É difícil, porque preciso repartir com alguém o que sinto. O mar estava calmo. Eu também. Mas era difícil, sim era. Mas à espreita, em suspeita, ou sem eu suspeitar.. Como se essa calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer. O imprevisto me fascina.Me fascina também o teu vazio.

Não perca o recomeço de uma nova época dos "Sábados a Contar"!

O Maluquinho da Bola
Aquele rapaz nasceu no meio dum jogo de futebol. A mãe apanhou com uma bola na barriga e ele nasceu ali mesmo, no estádio. Talvez por isso ficasse um maluquinho da bola.
Sábado dia 29, pelas 16.30

...estórias da Chamusca...e de Alpiarça ! ( Com Vale de Cavalos pelo meio )

De; Joaquim José Duarte Garrido
A questão de Vale de Cavalos e o dec.-Lei 5629 de Maio de 1919,  que lhe viria a dar a anexação a Alpiarça, ainda hoje suscita discussão.
Este pequeno opúsculo é rico em esclarecimentos sobre o comportamento das populações sobre a chegada da República.
Se Alpiarça com a sua elevação a Vila em 1914 ficou conhecida por Vila Republicana muito graças à figura Ilustre de José Relvas, militante do partido Republicano, a Chamusca tinha no seu historial as maiores  e melhores comemorações do primeiro aniversário da dita República e a Inauguração do primeiro Centro Republicano do distrito de Santarém em que as figuras carismáticas do Dr. Magalhães Lima e de Feio Tereno, faziam a honra de serem “ visitas da casa “.
Nas eleições seguintes à anexação de Vale de Cavalos, o povo votou  maioritariamente no partido Republicano, na Chamusca, mais votos e maior percentagem que em Alpiarça, e aí sobressaiu a figura do chamusquense o Capitão João Pedro Alves, que defendeu com honra, as novas cores nacionais no forte de Monsanto contras as cores azuis e brancas da monarquia.
É um opúsculo imprescindível, para quem quer saber mais sobre estas duas terras vizinhas

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Nuno Prates nos "caminhos da República e da arte"



No dia 27 de Outubro de 2016 Nuno Prates vai  estar em Castelo de Vide a divulgar a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça através da Conferência: O papel de José Relvas nos caminhos da República e da arte.

Presidente da Câmara no Conselho Geral da Associação Nacional dos Municípios Portugueses


Na reunião do Conselho Geral da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), que discute o parecer da Associação à proposta de lei do orçamento de Estado para 2017, a decorrer em Coimbra.
«De: Mário Pereira»

ALPIARCENSES EM DESTAQUE



Na foto João Miguel Curvacho (primeiro da esquerda) com os Deputados Nuno Serra e Duarte Marques do Grupo Parlamentar do PSD em visita ao "Aqueduto de Pegões" e o "Convento de Cristo", ambos em Tomar.

Supermercados: Continente amplia liderança nos preços baixos

O Continente já é o campeão dos preços baixos em 17 dos 18 distritos nacionais e também nos Açores e na Madeira. Atualizámos perto de 46 mil preços em 476 lojas de todo o País. Poupe mais de 300 euros por ano. 

Depois de ter recuperado, este verão, a liderança no ranking dos supermercados mais baratos, a cadeia de lojas Continente continua a destronar a concorrência e mantém o primeiro lugar na última vaga do nosso estudo. Mas pode continuar a obter resultados personalizados por categoria, para cada distrito e para cada concelho através do nosso comparador de supermercados.

Voltámos a percorrer 476 lojas no território nacional e nas ilhas, comparámos 45 981 preços e encontrámos as maiores poupanças em cada distrito. O Continente e o Continente Modelo alargaram a sua liderança e são agora a cadeia de lojas mais barata em 17 dos 18 distritos nacionais, a que se juntam ainda os arquipélagos da Madeira e dos Açores, embora em S. Miguel partilhe a liderança com a Solmar. Em Lisboa, representa uma poupança de 347 euros anuais face à loja com os preços mais elevados. Em Viseu, permite poupar 351 euros por ano. 

O distrito do Porto é agora o único onde o Jumbo continua a revelar-se imbatível. Só no concelho da Maia proporciona uma poupança anual de 375 euros. No canal internet, o Jumbo assegura igualmente a liderança.



No cabaz combinado, que reúne produtos das marcas mais vendidas e alguns dos mais baratos de cada loja, o Continente mantém a sua vantagem. 

À escala nacional, o Jumbo, vencedor em 2015, ocupa agora a segunda posição. Já o Pingo Doce, do grupo Jerónimo Martins, junta-se ao Intermarché Super na terceira posição deste ranking das cadeias mais baratas. O Minipreço fica em quarto e o Lidl em quinto.

Este estudo é feito com base num cabaz de 92 produtos, das marcas mais vendidas em Portugal, de nove categorias: mercearia, fruta e legumes, carne, peixe, laticínios, bebidas, congelados, higiene pessoal e limpeza da casa.

O estudo apresenta ainda resultados para um segundo cabaz, onde alguns dos produtos foram substituídos por outros das marcas mais baratas disponíveis em cada loja. Ainda assim, o Continente e o Continente Modelo asseguram a liderança também neste ranking.
Além das lojas que visitámos em todo o País, contemplámos neste estudo as lojas online. Visitámos cinco e encontrámos no Jumbo o campeão dos preços baixos. Permite uma poupança anual superior a 300 euros face à loja online mais cara, o Froiz, onde o mesmo cabaz de 92 produtos sai 22% mais caro.

Comprar em supermercados online tem a vantagem de poder comparar preços facilmente, sem sair do lugar. E quando efetua as compras em casa, o consumidor pode também verificar sem demoras se determinado produto está em falta na despensa ou no frigorífico. 

As compras online podem ser feitas em qualquer horário e são entregues ao domicílio na data e hora selecionada pelo cliente.

 «DECO»

ALIANÇA PS/TPA? MAIS UM FAIT DIVER

Opinião: de Miguel Peixoto
Apesar de acreditar que o PCP Alpiarcense fica com suores frios só de pensar que vai ter o antigo presidente de câmara Dr. Joaquim Rosa Céu na campanha eleitoral, e se o homem aparecesse como cabeça de lista para a câmara ou mesmo para a assembleia, isso então começavam a tremer como varas verdes, porque também é público e notório que o PCP Alpiarcense se sente na sua praia quando faz a oposição, mas enquanto “mandante” é preguiçoso a decidir porque tem de reunir as velhas guardas, é medroso porque tem medo de errar, não se consegue libertar dos grandes dogmas marxistas e age quase sempre como se ainda vivesse na clandestinidade, sempre desconfiado, sempre com medo de ser visto, sempre com medo que descubram os seus segredos, não sendo capaz (ao menos) de copiar os excelentes exemplos de outras câmaras CDU, que são exímios gestores da coisa pública.

Mas voltando à vaca fria, sinceramente não acredito que o PS local se vá aliar ao TPA, até porque o TPA ainda pode existir no papel, mas está vazio de conteúdo, a maioria dos seus apoiantes mudou-se de armas e bagagens para o PSD. Além de que, a notícia altamente divulgada na imprensa regional, da insolvência do cabeça de lista do TPA, puxou o vereador demasiado para baixo e uma aliança com uma pessoa que agora tem fama de não ser capaz de gerir a casa dele, quanto mais a casa dos outros, puxaria igualmente para baixo o PS, afogando-o mesmo em águas turvas. Isso é público, é notório, está todos os dias por aí nas conversas das redes sociais.

Por outro lado no PS de Alpiarça não se vivem bons dias. A crise começou nas autárquicas anteriores quando uma facção do PS impôs Pedro Gaspar como cabeça de lista, em desprimor de Regina Ferreira, que era a candidata natural e tida como pessoa competente, embora naturalmente não desse para ganhar as eleições. E o Pedro Gaspar deu para ganhar? Não! Claro que se adivinhava o desastre, e o mesmo foi total.

Entretanto a crise no PS em vez de se esbater, adensou-se e veio para ficar! Agora foi o ex-presidente da concelhia Sr. Luís Sá Pereira que veio para as redes sociais alegar que o PS de Alpiarça não era dinástico, nem podia estar nas mãos de uma família. Depois aparece uma convocação aparentemente irregular de uma assembleia municipal extraordinária, às portas de uma reunião ordinária, entregue (segundo lemos no N.A.) pelo Dr. João Céu, presidente da Concelhia doPS de Apiarça e pelo Sr. Francisco Cunha, vereador do TPA e assinada por (algumas) pessoas da bancada do PS e pela bancada do TPA, motivada pela escusa de um voto de louvor à GNR de Alpiarça? Mas onde é que já se viu isso? Alguém percebe a intervenção do actual presidente da concelhia em toda esta trapalhada? Teria sido aconselhado por alguém? Teria pedido a opinião ao pai?  Nah! Não passem atestados de estupidez ao Dr. Rosa do Céu, até porque também é público que ele e o Sr. Francisco Cunha, não são propriamente os melhores amigos, a não ser que em política valha tudo!

E como creio que, até por razões de saúde, o antigo presidente de câmara não se candidate, não vou divagar ou fazer futurologia sobre a sua possível eleição como vereador, quanto mais como presidente de câmara, além de que isso vai ao arrepio do que foi decidido pelo PS nacional.

Entretanto quanto ao assunto da insolvência do vereador eleito pelo TPA, vamos esperar que a Justiça se pronuncie!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

FRANCISCO CUNHA NÃO FOI CONSIDERADO PELO TRIBUNAL “INSOLVENTE”

COLIGAÇÃO PS/TPA”

UMA REALIDADE


Segundo declarações do Vereador Francisco Cunha ao NA, o tribunal nunca o “considerou insolvente, não está insolvente nem se dislumbra vir a sê-lo”.
Acrescentou-nos -nos ainda que o executivo da CDU “já requereu ao Tribunal o despacho onde irá  constar que  não está insolvente”.
Competirá então ao órgão autárquico divulgar em sede própria, se assim o entender, o conteúdo do despacho.
Podemos adiantar que Francisco Cunha vai ser um forte candidato nas próximas ‘Eleições Autárquicas’ .

Podemos anunciar  em primeira mão que as “distritais” do Partido Socialista e PSD estão a negociar as condições para a “Coligação PS/TPA” ser uma realidade, pelo que, quer os socialistas quer o TPA vão concorrer a  todos os órgão autárquicos como coligação

domingo, 23 de outubro de 2016

REQUALIFICAÇÃO GLOBAL DA ESCOLA EB2,3/SECUNDÁRIA DE JOSÉ RELVAS



Em visita à Escola EB2,3/Secundária de José Relvas, no passado dia 21 de Outubro, a Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Dra Alexandra Leitão, anunciou que muito brevemente o Ministério da Educação e a Câmara Municipal de Alpiarça iriam assinar um protocolo para a requalificação global do edifício.
Este investimento que poderá ascender a cerca de 3 milhões de euros será candidatado a financiamento comunitário até 85%, sendo a componente nacional repartida entre a administração central e a Câmara Municipal. 
Esta legítima e justa aspiração da comunidade educativa alpiarcense tem sido colocada desde há vários anos junto dos últimos governos e tem envolvido os esforços e o empenho do Município, do Agrupamento de Escolas, da Associação de Pais e dos alunos e funcionários.

«CMA»

ROSA DO CÉU: O “GUARDIÃO DO SOCIALISMO ALPIARCENSE”

Joaquim Rosa do Céu

Rosa do Céu, goste-se ou não dele, foi o único presidente da Câmara visionário quanto ao futuro

Soube ver à distância o que Alpiarça precisava e deu aos alpiarcenses o que eles queriam e precisavam.

Politicamente era e é um “animal político”. Um homem com astúcia e inteligência que nasceu para a política e sem esta não consegue viver

Usando de uma estratégia colectiva conseguiu juntar toda a oposição num só bloco e juntos destronaram o poder comunista que teimava em não deixar a presidência da Câmara e que contribuiu para o atraso que o concelho tem hoje.

De uma só assentada juntou à mesma mesa o PSD (que hoje nem sequer existe em Alpiarça) e o CDS, presidido na altura pelo José Sassetti.

Todos em equipa tornaram possível aquilo que na Rua Silvestre Bernardo Lima ninguém acreditava que viesse a acontecer:

o derrube do PCP/CDU na autarquia.

Foi uma limpeza.

Assim se manteve o PS e se a minha memória não me atraiçoa, doze anos no poder autárquico.

Depois ao longo do tempo a Concelhia do PS, sempre sob o mando de Rosa do Céu, foi abandonando e até punindo alguns daqueles que lhes foram úteis para a acabar o PS/Alpiarça sozinho a comandar os destinos de Alpiarça.

Agora ao ler o depoimento de Fernando Louro, presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça (A OPINIÃO DE FERNANDO LOURO E DE MÁRIO PEREIRA SOBRE A DESTITUIÇÃO DO PRESIDENTE DA MESA DAS ASSEMBLEIA MUNICIPAL) estou plenamente de acordo com o seu “ponto de vista” quando afirma que "ficou espantado com a atitude da actual Concelhia de Alpiarça do PS ao aparecer coligado com o TPA para apresentar uma proposta para a destituição de Fernando Louro" uma proposta que até as crianças da escola sabiam que não tinha pernas para andar.”

Infantilidades de quem não percebe nada de política

Diz ainda o presidente que nunca esperaria que o Partido Socialista como grande partido que é, com tradições nacionais e locais, fosse o motor dessa eventual coligação, mas não, estão a ir atrás do Francisco Cunha e do pessoal do TPA”.

Na verdade foi uma enorme “argolada” da concelhia do PS, ir “atrás do Francisco Cunha e do pessoal do TPA” porque até as crianças da escola sabem que este auto-dominado movimento independente é praticamente constituído por ressabiados que vieram do PS para o TPA em busca do oportunismo ou de um lugar ao sol.

A PS/Alpiarça saiu fortemente chamuscado desta ‘amostra de coligação’ e tem que mostrar ao eleitorado alpiarcense que de maneira alguma quer continuar a manter relações com o TPA porquanto o seu “autor e dono e também dirigente” não é politicamente a pessoa certa para estar à frente de um movimento dito de independente e muito menos cívico.

Politicamente o TPA 'passou a perna' ao PS/Alpiarça e os seus dirigentes foram na “cantiga” de Francisco Cunha para ficarem entalados na “armadilha do TPA”.

A Concelhia do PS/Alpiarça tem praticamente um ano para fazer com que os alpiarcenses acreditem no verdadeiro PS e que os seus dirigentes não se vendem de forma alguma a troco de um simples  “cêntimo furado”.

Em último caso que se aconselhem atempadamente com Rosa do Céu, o guardião do socialismo em Alpiarça para tomarem depois as decisões certas e que nunca mais repitam ‘borradas’ como as que fizerem agora e muito menos com auto-intitulados defensores da transparência.

O PS/Alpiarça não vai ganhar as “Autárquicas/2017” mas se tiver ‘tino’ consegue eleger dois vereadores.

«Opinião de V.R.V

ARTIGO DE OPINIÃO: E preciso devolver Alpiarça ao seu lugar natural

Por: Rodolfo Colhe
Presidente da Juventude  Socialista de
Alpiarça

que valorizar aquilo que tem real valor, independentemente de quem são os organizadores ou intervenientes e sem sombra de dúvida é de valorizar o I Encontro “Promoção e Protecção dos Direitos das Crianças/Jovens”. Uma sessão muito agradável, com intervenientes de elevada qualidade e experiência, que a mim pessoalmente me enriqueceram. Apenas há a lamentar o facto de a Senhora Secretária de Estado não ter podido estar presente, e mais uma vez a sociedade civil não ter aderido em grande número, algo que admito que possa ter sido propositado visto o espaço estar bastante composto com professores e técnicos ligados à Segurança Social.
Mas virando a página e voltando a falar daquilo que é a vida em Alpiarça e do muito que há a fazer para devolver Alpiarça ao seu lugar natural. Tal como o enigma de quem nasceu primeiro, a galinha ou o ovo, podemos também questionar-nos se é a Vila que dinamiza o comércio ou se é o comércio que dinamiza a Vila. Não existirá com toda a certeza uma resposta 100% verdadeira, sendo que na minha opinião à resposta seria um pouco das duas opções, ou melhor existe uma relação em que um puxa pelo outro, em que ou crescem os dois ou os dois se mantêm em baixo. E em Alpiarça a situação não é diferente de outros tantos locais mas no nosso caso desce e o comércio vai descendo com a Vila. Sendo o Mercado Municipal um dos bons exemplos disso, caminha a passos largos para se tornar uma superfície amorfa no centro de Alpiarça. É certo que existe no nosso concelho casos de sucesso como são o caso das lojas de ferragem ou de produtos de apoio à agricultura e a pecuária que conseguem manter um volume de vendas que lhes permite subsistir sendo também verdade que uma das lojas de maior venda se encontra fora da zona urbana da Vila o que não contribui da mesma forma para a dinâmica diária de Alpiarça (não se trata de uma crítica mas de uma constatação de facto). Infelizmente, em outros níveis de comércio, há uma enorme dificuldade dos comerciantes em manterem a sua actividade, sendo ainda pior o facto de faltarem muitas lojas para o nível de procura que poderia ser elevado tendo em conta que a nossa população é muito envelhecida e poderia fazer a generalidade das suas compras no nosso concelho. Na minha opinião Alpiarça tem potencial para ter mais lojas do que aquelas que tem neste momento abertas, mas mais importante do que isso seria dar uma dinâmica ao comércio já existente. Sendo um facto que neste momento nenhum dos certames organizados em Alpiarça contribui para a promoção do nosso comércio e existem variadíssimas actividades que poderiam ajudar nessa promoção. Em primeiro lugar, seria benéfico a CMA de Alpiarça contratar os serviços prestados pelos comerciantes da terra quando organiza Almoços/Jantares e outras tantas actividades que necessitam de aquisição de bens. Uma dessas actividades seria sem dúvida a organização e divulgação extensiva de um concurso de montras na época natalícia que permitisse uma divulgação on-line das diferentes lojas e levasse as pessoas a deslocarem-se para ver as montras decoradas para o efeito, em seguida seguir-se-ia a votação on-line de onde sairia um vencedor. Outra das formas de promoção passaria pela organização de actividades que poderiam ser tanto de âmbito desportivo como cultural em que os vencedores receberiam vouchers para gastar no comércio de Alpiarça (existiria claro, uma lista de espaços aderentes ao evento). Seria também benéfico, a criação e divulgação de um guia do comércio local com os comerciantes e as diferentes ofertas que eles têm. Para que não fique em esquecimento, há que relembrar que foi um vereador eleito pelo PS que propôs o nome dos comerciantes que receberam as medalhas de mérito da nossa Vila.



Tal como tantos outros sectores, o comércio de Alpiarça precisa de muito apoio, de muita boa vontade, mas parece que a preguiça é muita e a vontade é de manter as coisas como estão, tornando os habitantes de Alpiarça em habitantes do 3º Mundo.