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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

JARDIM DE ALPIARÇA VAI SER REVOLUCIONADO E AMPLIADO

Por: Vitor Santos

Ainda não percebi qual é o espanto de estar um estaleiro a ser montado no Jardim. Quem quiser comprar em Alpiarça, compra sempre.!

Não são os partidos todos iguais, ainda por maioria de razão quando chegados a épocas eleitorais?
Ou vocês já se esqueceram que quando foi feito o actual parque de estacionamento no Largo dos Águias, que ficou aquela cagada que lá está feita, foi lá colocada uma rede a toda a volta uma data de meses e a câmara e o empreiteiro pouco se importaram se o Clube precisava do estacionamento para que o bar sobrevivesse. Foram meses a facturar pouco mais do que coisa nenhuma e ainda hoje o Clube tem dívidas que resultaram desses e de outros desvarios.
E porquê? Porque era importante fazer um parque subterrâneo que hoje em dia consome carradas de electricidade e que não dá qualquer rendimento (mas também ninguém fala nisso) que custou uma brutalidade de dinheiro, como se não houvesse ali à volta do Centro Cívico uma série de bolsas para estacionamento a começar pelos arredores da Igreja e pela chamada Praça Velha, que mais valia ter carros do que ter aquilo que lá tem, que não é nada. Um prédio mamarracho de 3 andares e um largo betonado.
Este Jardim é sem sombra de dúvidas uma obra de regime em período eleitoral, para aproveitar fundos comunitários à pressa, assim como foram feitas outras obras de regime para aproveitar outros fundos comunitários, também à pressa, sem discussões públicas e sem ouvir ao menos as ideias e opiniões de uns quantos.
Mas por acaso nem acho que o Jardim vá ficar tão mal como o têm por aí pintado, que seja uma praça de betão, comparada com uma qualquer praça Cubana.
Do que me foi dado ver, não vai ficar muito diferente de outros jardins mais modernos e não me venham com conversas de restaurarem um jardim à moda antiga com centenas de metros de sebes, dezenas molduras geométricas em relva, a circundarem outras tantas dezenas de canteiros de flores, porque hoje em dia ninguém tem dinheiro para suportar esse tipo de jardins que requerem jardineiros a tempo inteiro.
A época é outra. Mas hão-de haver árvores, hão-de haver flores, hão-de haver divertimentos para crianças, hão haver zonas arrelvadas para brincarem, hão-de haver zonas de lazer para pais e avós, hão-de haver bancos onde se namorará à antiga, hão-de haver caminhos pedestres, há-de haver um coreto e concertos musicais e hão-de ali passar-se momentos felizes.
<b>Tenho esperança que há-de haver uma Praça neste jardim onde seja um dia colocado o VERDADEIRO MONUMENTO EM BRONZE QUE O SR. JOSÉ RELVAS HÁ TANTO MERECE, A PROCLAMAR A REPÚBLICA DE UM PEDAÇO DE VARANDA ESTILIZADA, DOS PAÇOS DO CONCELHO DE LISBOA, e não uma qualquer espécie de muro de betão com um boneco mal engendrado de cimento a mijar encostado, que um qualquer utópico Estalinista da Serra escolheu na altura.<b>
Tenhamos Fé nos homens, os tempos são outros!


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