quinta-feira, 16 de setembro de 2021

SAIBA O LOCAL ONDE VAI VOTAR

 

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2021

 


 

EDITAIS E OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2021

 


 

:: EDITAIS, DESPACHOS E OUTROS DOCUMENTOS

EDITAL N.º 64/2021 - Exercício do Direito de Voto dos Eleitores em Confinamento Obrigatório e Eleitores Internados em Estruturas Residenciais | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 63/2021 - Voto Antecipado - Motivos Profissionais | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 61/2021 - Designação dos Membro de Mesa da Assembleia de Voto - Freguesia de Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 59/2021 - Locais e horários de funcionamento e Eleitores que Votam na Assembleia de Voto - Freguesia de Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 58/2021 - Mapa definitivo da Assembleia de Voto - Freguesia de Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 56/2021 - Desdobramento da Assembleia de Voto - Freguesia de Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 52/2021 - Listas definitivamente admitidas à Assembleia de Freguesia - Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 51/2021 - Listas definitivamente admitidas à Assembleia Municipal de Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 50/2021 - Listas definitivamente admitidas à Câmara Municipal de Alpiarça | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 49/2021 - Locais para Afixação de Propaganda Eleitoral | Autárquicas 2021

EDITAL N.º 48/2021 - Constituição de Bolsa de Agentes Eleitorais | Autárquicas 2021

Boletim de Inscrição - Bolsa de Agentes Eleitorais

 

* Informação: Informam-se todos os interessados que nos termos do n.º 1 do artigo 94.º da Lei Orgânica n.º 1/2001, de 14 de agosto, encontra-se a decorrer, no Hall da Câmara Municipal de Alpiarça, até ao próximo dia 26 do corrente mês de agosto, a exposição das provas tipográficas dos boletins de voto.

Prova | Boletim de Voto - Eleição da Câmara Municipal

Prova | Boletim de Voto - Eleição da Assembleia Municipal

Prova | Boletim de Voto - Eleição da Assembleia de Freguesia

 

:: MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO

Cartaz Informativo - Prevenção COVID durante o ato de Voto

Cartaz de Anunciador AUTÁRQUICAS 2021

Cartaz de Anunciador de VOTO ANTECIPADO - Eleitor em Confinamento Obrigatório

Cartaz de Anunciador de VOTO ANTECIPADO - Doentes e Internados

Cartaz de Anunciador de VOTO ANTECIPADO - Estudantes

Cartaz de Anunciador de VOTO ANTECIPADO - Residente em Lares ou Similares

Cartaz de Anunciador de VOTO ANTECIPADO - Presos

Cartaz de Anunciador de VOTO ANTECIPADO - Motivos Profissionais

 

:: COMO SABER ONDE PODE EXECER O SEU DIREITO DE VOTO

Consulte o Portal do Recenseamento

Envie um SMS para 3838 com o seguinte texto:
"RE (espaço) número de identificação civil constante no bilhete de identidade ou cartão de cidadão (espaço) data de nascimento – no formato AAAAMMDD".
Exemplo: RE 12345678 19750910

- Contacte a Linha de apoio ao eleitor: 808 206 206

- Contacte a Junta de Freguesia: 243 558 564

 

:: LIGAÇÕES ÚTEIS

Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna

Comissão Nacional de Eleições

Portal do Eleitor

Eleições anteriores - Autárquicas 2017

 

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

ARTIGO DE OPINIÃO: Chega para cá


 

Por:

José Luís Albuquerque

Candidato a Presidente da Câmara Muncipal de Alpiarça, pelo "CHEGA"


Chega para cá


O desenvolvimento de um país e de uma região, passa pela diferenciação positiva, relativamente aos seus pares. Quando se escolhe um país para visitar, viver ou envelhecer, há critérios que pesam na sua escolha relativamente a outros, tais como o clima, a beleza da região, os preços, as taxas e impostos, as pessoas, a segurança, isto é, mede-se a sua qualidade de vida. Da mesma forma, uma região que se quer atrativa, que procure pessoas, investimento e melhoria da qualidade de vida da sua população, deve apostar em políticas eficazes, criativas e diferenciadoras, que lhe permitam competir e ganhar vantagem relativamente a outras regiões.

Estamos em Alpiarça, um pequeno concelho que tem como vizinhos Almeirim e Santarém, dois concelhos de dimensão muito superior, quer em termos de território e número de pessoas, quer de indústria e comércio e que contam com freguesias cujo orçamento e tamanho rivalizam com todo o município de José Relvas. De que forma, pode então Alpiarça competir com estes gigantes, que recebem alunos, pois têm instituições de ensino superior, para onde se transferem trabalhadores, porque tem indústria e comércio desenvolvido, que captam indústrias e serviços que se instalam em parques industriais avançados e onde existe mão de obra mais especializada, que estão mais próximos das vias de comunicação, de autoestradas e de comboio? A resposta está na inovação e no aproveitamento daquilo que Alpiarça tem de ímpar e que os concelhos vizinhos não têm, na sua capacidade diferenciadora, ou seja, na sua oferta cultural, turística, ambiental e histórica. Isto é único em Alpiarça e nenhum município no país o pode repetir.

Alpiarça é a «pérola da Lezíria» que ainda não foi polida. Está em bruto. Os atuais representantes do poder local (e os anteriores), passados tantos anos, não perceberam ainda o potencial e a capacidade geradora de vantagens que este concelho oferece.

Sabendo que este é um concelho que perdeu quase 10% da sua população nos últimos 10 anos, que está mais envelhecida de ano para ano, que perde mais empresas do que aquelas que se criam, que tem atrações, mas não atrai turismo, podíamos dizer que o seu futuro está comprometido. Também a gestão dos recursos materiais e financeiros da autarquia tem sido desastrosa, com o investimento assente numa política de adjudicações diretas, sem concurso público (alguns misteriosos), procedimentos estes pouco transparentes e prejudiciais aos interesses da população de Alpiarça.




Como poderá então Alpiarça responder a esta visão procariota para um concelho e para a sua população?

A resposta está na mudança de paradigma para o concelho, apostando numa política de qualificação do património, atração de população, fixação da juventude e desenvolvimento do turismo. Estas são as chaves para potenciar aquilo que é diferente, que é único e mais valorizado em Alpiarça.

O incentivo à criação de empresas e dinamização do empreendedorismo é fundamental para fixar a juventude, nomeadamente através da criação de espaço destinado a start-ups que, de forma gratuita, possam, durante os primeiros anos de vida, desenvolver a sua atividade. É neste Ninho de Empresas que, em espaço partilhado, a criatividade e o engenho da juventude alpiarcense pode desenvolver os seus projetos e amadurecer a sua atividade. Por outro lado, é fundamental qualificar o espaço industrial para ser atrativo para quem ali se quer instalar. Uma zona industrial pode ter árvores, passeios, iluminação condigna, equipamentos de restauração e ser zona de passagem de uma carreira rodoviária de transporte dos trabalhadores. Não precisa de parecer o cenário de um filme apocalíptico, sem vida, abandonado.

A urbanização de habitação de gama alta deve ser um fator a ponderar para o Concelho, pois atrai população que procura uma qualidade de vida que Alpiarça pode oferecer, seja para habitação permanente ou de férias. Esses munícipes procuram comércio de qualidade, restauração, serviços e até investimento local.

O incentivo à natalidade, que pode ser um fator de decisão quando toca à escolha do local onde se pretende constituir família e viver, é um dever, para evitar esta curva descendente da população, através da atribuição do cheque bebé a famílias residentes no concelho e uma ajuda mensal nos primeiros 24 meses, período em que os gastos com as crianças são avultados e têm forte impacto no orçamento das famílias.

Manter a juventude a estudar no concelho, após o ensino secundário, é possível através de um protocolo com instituição de ensino superior universitário ou politécnico, descentralizando cursos para o município, o que permitiria aumentar a retenção da juventude de Alpiarça e dinamizar comércio e serviços no Concelho.

Mas o mais importante para a valorização e promoção da imagem de Alpiarça passa pelo seu bem mais precioso, a sua riqueza natural e cultural. O património ambiental e uma política sustentável de gestão dos recursos aplicada ao turismo é um dos desafios mais valorizado hoje em dia pelos consumidores e sê-lo-á cada vez mais no futuro. A Casa dos Patudos, o enoturismo, a zona ribeirinha, a floresta, a barragem, são condimentos únicos de uma oferta ímpar na região.

Alpiarça pode ter no Patacão a melhor praia fluvial do ribatejo, que tem potencial de atração de milhares de pessoas anualmente. É preciso investir em equipamentos de apoio, baseados em estruturas palafitas, tal como a aldeia existente (que, devidamente qualificada, é por si só uma atração turística e que merecia ter um pequeno centro de interpretação da cultura avieira) e criar bons acessos e estacionamento.

O complexo dos Patudos, onde se encontra a albufeira com o mesmo nome (um espaço único na região), está desaproveitado. A albufeira é neste momento apenas uma imensa massa de água que nada serve do ponto de vista turístico. Deve ser potenciado todo o complexo e rentabilizado para desportos náuticos; banhos; pesca; circuitos pedonais, a cavalo, de bicicleta. Na zona poderia ainda criar-se um roteiro pelas diversas estações arqueológicas existentes na zona, para fins turísticos, mas também de investigação.

Com um concelho preparado para o turismo, é possível promover a instalação de uma unidade hoteleira na região, facilitando a integração dos operadores turísticos nos projetos municipais e privados da região.

Alpiarça tem tudo isto e muito mais, há investimento privado que aguarda um executivo de confiança, sério, virado para o futuro para aqui criar os seus negócios, criando emprego, desenvolvendo o comércio local e desta forma aumentar o rendimento e orçamento da autarquia.

 

Por tudo isto, é necessária uma visão para o futuro. Temos uma oportunidade única, com recurso aos fundos europeus que estão disponíveis, de alavancar uma revolução de desenvolvimento, que permite olhar para o futuro de Alpiarça com entusiasmo, simultaneamente criando condições para atrair o investimento privado, dando assim oportunidade a que se tire todo o partido possível do património e herança cultural do concelho. Podemos então dizer “Chega para cá, vem ver como evoluiu Alpiarça”.

 

Alpiarça tem tudo isto e muito mais. Alpiarça não pode ficar para trás.





domingo, 29 de agosto de 2021

O QUE ELES QUEREM É UM LUGAR AO SOL




Vamos lá compreenderr esta gente.

Com estes troca-trintas que são piores que o Vento que tanto estão de um lado como do outro prefiro quem é de palavra e não ande a saltitar de um lado para o outro.

Mal por mal que fiquemos com os que estão  porque sabemos quem são e de que lado estão.

Daqueles que não  mudam de sitio só para ter um lugar ao sol.

Estive a ler que o Engenheiro Leonel Piscalho (foto) é apoiante da candidatura de Francisco Cunha (https://www.facebook.com/groups/678021888980472)

Se a minha memória não me engana numas  eleições autárquicas Leonel Piscalho apoiou Sónia Sanfona e até  estava nas listas da candidata.

Agora surge como apoiante do “Todos por Alpiarça” 

Não percebo nem entendo esta gente.

Se fosse certo tipo de  gente que são uns troca tintas e que andam a saltitar de candidatura para candidatura para ver se conseguem um lugar ao Sol ainda os entendia agora Leonel Piscalho andar também a saltitar de candidatura para candidatura ora apoiando Sónia Sanfona ora Francisco Cunha até já acredito que nas proximas eleições venha a apoiar algum candidato do CHEGA.

Confesso que tenho uma certa dificuldade em entender esta “reviravolta” de Leonel Piscalho mas começo a entender porque a CDU não mete uma placa na Barragem dos Patudos com o seu nome e na qualidade de autor do projecto da Barragem.

Precisamos de pessoas com principios e de palavra e não de quem gosta de saltar de um lado para o outro em busca da fama.

A admiração e respeito que tinha pelo Leonel desvaneceu-se como “Todos por Alpiarça” por ter  alguns ressabiados da politica local nas suas listas como é agora o caso de Leonel Piscalho.

Espero que neste dito  "apoio" não haja alguma confusão como houve em devido tempo quando figuras foram convidadas para dar a sua opinião e depois foram utilizados para fins publicitários de um certo candidato.

Alpiarça  merece melhor.

Por: Manuel Costa

O titulo é da responsabilidade do JA

NR: A palavra "troca-tintas" não tem fins depreciativos mas que seja entendida como forma de expressão do autor

sábado, 21 de agosto de 2021

SABIA QUE ALPIARÇA PODERÁ VIR A TER UMA PRAIA NO CASALINHO?


O leitor Manuel Costa fez chegar à nossa redacção um "alerta" curioso.

Pede-nos o mesmo para  alertamos  os nossos leitores para as promessas eleitorais de alguns candidatos a presidente da Câmara Municipal de Alpiarça.

Diz-nos  que há "um candidato que promete uma praia no Casalinho" e meio humoristico recorda-nos que vai para "muitos anos que  um conhecido de todos os alpiarcenses a quem chamavam  de 'Manuel Mata-Cobras' também quis fazer uma praia no páteo do antigo Externato S. Paulo.

Para o efeito ainda chegou a fazer um buraco no dito recreio.

Quando lhe perguntaram o que estava a fazer respondeu que estava a fazer uma praia para  as meninas.

E onde vais buscar a água Manuel, perguntaram-lhe: 

Ao mar da Nazaré com um balde.

Este sonho do criador de uma praia em Alpiarça acabou com a presença da GNR e dos bombeiros que o levaram para algures."

Não confirmamos nem desmentimos o que nos diz o nosso leitor porquanto ainda não vimos em lado algum tal promessa.

Mas a ser verdade fazer uma praia no Casalinho, deve ser  o máximo.

Falta-nos saber onde e como vai ser feita a dita praia.

Deixamo-vos com a ideia do Manuel Costa.

"Todos nós começamos a levar baldes de água da barragem para o Casalinho.

Quando ao dinheiro para fazer esta zona de lazer, não é problema.

O  candidato a presidente da Câmara apresenta uma candidatura aos fundos da CEE e pumba.

Depois...

Vamos todos a banho para o Casalinho."

Seja como for, acreditamos na "missiva" que o nosso leitor Manuel Costa, que se identificou perante este jornal e pela convicção com o que escreveu, acreditamos piamente nele.

Aqui, no jornal, vamos estar atentos e à espera que nos cheguem as tais "promessas eleitorais" mas com saliência para esta,  a da praia, porque a ser verdade fazemos questão de acompanhar as formas de fazer uma praia no Casalinho e já agora, de fazermos uma reportagem para ao mesmo tempo convidarmos os nossos leitores a irem a banhos para o Casalinho.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

BOMBEIROS MUNICIPAIS DE ALPIARÇA







RESGATE ANIMAL EM POÇO
Acionados para Cão de médio porte caido num poço 10 metros, nível da água

Apresentação pública dos candidatos do Movimento Todos Por Alpiarça

 

Francisco Cunha: Candidato a Presidente da Câmara Municipal  de Alpiarça


           
Pedro Duarte_Candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça





                 Armindo Batata_Candidato a Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça






segunda-feira, 9 de agosto de 2021

ALPIARÇA | VALORIZ'ARTE - RESIDÊNCIA ARTÍSTICA DE ESTÁTUAS VIVAS | 24 A 28 DE AGOSTO 2021


No âmbito do projeto Programação em Rede, uma iniciativa da CIMLT - Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, que conta com o apoio da União Europeia ( Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), através do Portugal 2020 e Alentejo 2020, o Município de Alpiarça vai acolher residências artísticas nas mais variadas áreas, desde a arte urbana, dança, estátuas humanas e cinema documental.
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A primeira residência artística será a de Estátuas Vivas - Valoriz'Arte dinamizada pelos Quideia Animações, que decorrerá no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça entre os dias 24 e 28 de Agosto das 10h às 17h.
O Workshop tem como objetivos a construção de fatos e maquilhagem, a criação de personagem e performance e a reflexão sobre ética e postura de trabalho. No último dia da residência artística, os(as) participantes irão apresentar o resultado da sua aprendizagem num evento público, a decorrer no Jardim Municipal de Alpiarça, no qual cada participante será desafiado a representar a personagem que criou.
GRATUITO | A partir dos 15 anos | 10 participantes
Participe e Divirta-se!
«CMA»

domingo, 8 de agosto de 2021

BOMBEIROS MUNICIPAIS DE ALPIARÇA COMBATEM INCÊNDIO -REFORÇO DE MEIOS ACIONADO PELO CDOS





O incêndio que deflagrou em Rio Maior
Zona Industrial .
Industria Reco Verde
Saida de VFCI-03 para área Florestal ao qual se propagou

REACÇÕES AO COMUNICADO DE SÓNIA SANFONA

 



Nos últimos dias muito se tem falado do bloqueio que foi feito a uma conta da candidatura do PS.
Antes demais quero afirmar que repudio este tipo de comportamentos, uma forma grosseira de fazer politiquice.
Tal como repudio este ataque a esta conta do PS também repudio o ataque que foi feito a uma conta da CDU.
Outros apenas têm repulsas seletivas.
Mas muito mais grave, e que eu obviamente repudio, são as insinuações que têm sido feitas, mais ou menos subtis, sem apresentar nenhuma prova.
Acho estes comportamentos cobardes uma vergonha.
Uma grande vergonha.
...
Um franco atirador cá no burgo, o tal que fala mal de tudo, num comportamento vergonhoso, constante, com a complacência de algumas forças políticas que não se distanciam e, pelo contrário, tentam tirar dividendos desses comportamentos inqualificáveis, publicou um post levantando suspeitas sobre duas forças politicas, a CDU que é o seu odio de estimação e contra o seu ex-aliado PSD/TPA.
Já agora porque não incluiu o CHEGA, cujas doutrinas são mais adequadas a estes comportamentos?
E já agora porque não incluiu o PS, numa estratégia de auto-vitimização, de modo a tirar devidendos eleitorais?
Não tenho provas contra ninguém, nem quero insinuar nada, mas se outros levantam suspeitas seletivas, eu levanto suspeitas sobre todos.
Quero deixar claro que me nego a acreditar que alguém responsável seja do Partido A ou do Partido B ou C ou D, fosse capaz de fazer tal coisa.
Por isso pergunto, porque não um qualquer franco atirador, ao serviço unicamente da sua vaidade e loucura.
E há tantos que eu poderia encaixar neste perfil.
...
NÃO SEI MESMO QUEM É O RESPONSÁVEL PELO BLOQUEIO DAS CONTAS,
MAS A VERGONHA DAS INSINUAÇÕES, VELADAS OU EXPLÍCITAS, ESSA SEI A QUEM ATRIBUIR.
TODOS SABEMOS.
De: Fernando Louro/Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça



A posição certa, serena e justa, perante um dos ataques mais injustos e ignóbeis que nos fizeram nos últimos anos.
A liberdade e o respeito pelos outros são dos valores que mais defendo na vida pública ou privada.
Está à vista de todos a lisura com que tenho estado ao longo da minha vida, onde sempre consegui respeitar e ser respeitado por todos nas mais variadas funções, quer a nível profissional nas diversas profissões como administrativo, bancário ou professor; quer no contexto associativo, por comissários, clubes, ciclistas ou dirigentes; quer no contexto desportivo por pais, atletas, treinadores e diretores; quer no contexto politico por presidentes, vereadores, funcionários; quer no contexto informal de convívio com amigos e familiares.
Enquanto cidadão português e defensor dos ideais democráticos, nunca deixarei de repudiar todo e qualquer tipo de ação ou atitude que vá contra a liberdade de cada um.
Não é aceitável que com a denúncia no facebook duma candidatura adversária, facto que repudio totalmente e ao qual sou alheio, se tente tirar partido político desse facto ao atirar em todas a direções de forma abstrata, para daí procurar capitalizar simpatia. Eu próprio já vi a minha conta no Facebook ser bloqueada recentemente e a página CDUAlpiarça não está acessível a publicações desde Maio de 2020 (curiosamente quando publicámos post sob a ausência dos deputados do PS nas sessões da assembleia municipal), o que obrigou a criar a página “Juntos Construímos Alpiarça CDU 2021” e não foi por isso que criámos alguma forma de vitimização ou de acusação indiscriminada.
Quantos mais anos passam, mais nos apercebemos que as redes sociais são um veículo poderosíssimo para veicular notícias falsas, criar polémicas, destilar ódios pessoais, e outras condutas nocivas para a sociedade em que vivemos. É uma espécie de esgoto a céu aberto que contamina a sociedade a todos os níveis e, se não nos precavermos, vamos perdendo os pilares fundamentais de qualquer estado democrático. Foi através do poder das redes sociais que loucos como Bolsonaro e Trump foram eleitos.
Qualquer observação objetiva facilmente conclui que os eleitos da CDU de Alpiarça têm sido os principais alvos e as maiores vítimas de constantes ataques, mentiras e insinuações, muitas vezes levadas a cabo de forma indireta através de franco atiradores.
Integro uma candidatura composta por homens e mulheres que se habituaram a viver em liberdade e democracia para a qual contribuíram muitos alpiarcenses com grande sacrifício, dedicação e de forma desinteressada, apenas com o objetivo que proporcionar uma vida melhor para eles e para ao seus descendentes.
Apesar de vivermos em liberdade e democracia estamos habituados a ser ignorados ou a ter um tratamento discriminatório.
Faço votos para que este período eleitoral decorra com toda a normalidade sem factos estranhos, muitas vezes muito convenientes, que desviem a atenção daquilo que é importante: o debate de ideias, a análise do trabalho desenvolvido ao longo dos anos junto da população e os projetos para o desenvolvimento futuro da nossa terra.
De: Mário Pereira/Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça
Na foto: João Arraiolos/Candidato da CDU a Presidente da Câmara de Alpiarça

Comunicado da Candidata Sónia Sanfona (PS)

Sónia Sanfona


 Amigos e conterrâneos é com profunda tristeza que escrevo estas breves linhas!

Nunca me passou pela cabeça ter que o fazer. Julgava, ingenuamente, que a minha terra era hoje uma terra bem.diferente do que foi há 50 anos atrás, onde as pessoas eram perseguidas pelas suas ideias e opiniões, onde não tinham.liberdade de se expressar, onde viviam.oprimidas e sob o jugo de uma ditadura. Pensava que hoje vivíamos, fruto da luta de muitos, do sacrifício de muitos, em liberdade. Que o respeito democrático entre adversários políticos existia, que a liberdade de pensamento e ação eram.uma realidade. Lamento dizer -vos que me enganei. Afinal há entre nós quem não viva nem queira deixar viver Alpiarça e os Alpiarcenses em liberdade. Hoje um.grupo indeterminado de pessoas denunciou a página da candidatura do Partido Socialista ãs próximas eleições autárquicas, candidatura que protagonizo, o que fez com que esteja desativada. Bem sei o que pretendem com.o gesto rasteiro e anti democrático que tiveram. Bem sei que, escondendo-se no anonimato procuram.passar impunes, cobardemente, a este ato abjeto. Bem sei que pretendem calar-nos e que se sentem.ameaçados com a nossa dinâmica, as nossas ideias e as nossas propostas. Bem sei que não têm a categoria e a competência para debater abertamente o futuro do nosso concelho. Mas quero dizer-vós que não nos calarão. Quero que saibam que não nos afrontam.nem.nos amedrontam, antes pelo contrário, fortalecem a nossa candidatura e nossa determinaçao. Demonstram.a razão das nossa ideias e a força do nosso projeto. E mais, comprovam.inequivocamente que Alpiarça Merece Mais, muito Mais, Merece Mais liberdade, Merece Mais respeito pelos Alpiarcenses, Merece Mais trabalho, mais empenho, mais competência. Precisa e merece uma.mudança, que é urgente, para que não voltemos a cair nas noites escuras de medo e na negação doa direitos fundamentais que temos hoje reconhecidos quer enquanto cidadãos quer enquanto comunidade. Saibam que a minha motivação, a minha determinação estão intocadas e que a força das minhas convicções e do projeto que esta candidatura apresenta aos Alpiarcenses estão ainda mais reforçados! Alpiarça Merece Mais, e eu, nós, todos os candidatos do PS às próximas eleições autárquicas somos a única garantia que Alpiarça voltará a ser uma terra de liberdade, de fraternidade e de futuro!
Viva Alpiarça!
«De Sónia Sanfona»

quinta-feira, 29 de julho de 2021

ANAM reunida com Presidentes das Assembleias Municipais da CCDR Lisboa e Vale do Tejo


«As Assembleias Municipais devem ter voz e vez na matéria relacionada com o PRR

para que efectivamente as políticas decorrentes deste plano cheguem a todos as pessoas em Portugal»

 

A Associação Nacional de Assembleias Municipais realizou em Ourém a sua última iniciativa “ANAM em diálogo 2.R – No caminho das regiões”.

O encontro realizou-se com a participação de vários presidentes e representantes das Assembleias Municipais dos distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém, tendo tido como principal temática de abordagem a “Estratégia de Desenvolvimento Regional 2030 na região de Lisboa”.

 

 

A Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM), realizou uma reunião de trabalho com os presidentes das Assembleias Municipais da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT), que contou com as intervenções de Albino Almeida, presidente da ANAM e Maria Teresa Mourão de Almeida, presidente da CCDR LVT.

 

O presidente da ANAM, Albino Almeida, iniciou os trabalhos agradecendo a presença de todos os presidentes de Assembleia Municipal da Região de Lisboa e Vale do Tejo, assim como a disponibilidade da presidente da CCDR LVT para marcar presença no evento e dar a conhecer, mais profundamente, a próxima estratégia para Área Metropolitana de Lisboa.

 

Tendo como objectivo possibilitar uma verdadeira discussão das políticas regionais, a iniciativa “ANAM em diálogo 2.R – No caminho das regiões” tem-se pautado por uma intervenção concisa e que tem como principais objectivos «divulgar e disseminar políticas públicas, defender a governação multinível e encontrar formas de que quem elegeu escrutine quem foi eleito», conforme sublinha Albino Almeida.

 

Por outro lado, o presidente da ANAM reafirma a importância de um Plano de Recuperação e Resiliência assente numa estratégia coesa e que funcione como um instrumento de mitigação do impacto económico e social da crise que assolou o país, mas que, acima de tudo chegue à população: «Seria imperdoável se falhássemos o desafio de aplicar, correctamente, este enorme instrumento de financiamento do nosso desenvolvimento colectivo e que poderá, e deverá ser, uma alavanca, essencial na nossa recuperação enquanto país empreendedor e que não se resigna às circunstâncias e vicissitudes de uma pandemia inesperada. Perante este quadro, as Assembleias Municipais assumem um papel crucial e devem, por isso, ter voz e vez nesta matéria para que efectivamente as políticas decorrentes deste plano cheguem a todos as pessoas em Portugal.»

                                                                                                                                

A palestra seguiu depois com a intervenção de Maria Teresa Mourão de Almeida, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, cuja intervenção incidiu na “Estratégia de Desenvolvimento Regional 2030 na região de Lisboa”.

 

Iniciando a sua apresentação por destacar a importância do trabalho desenvolvido pela ANAM, a presidente da presidente da CCDR LVT deu continuidade à sua intervenção através de uma exibição bastante esclarecedora sobre a estratégia para AML pensada para a próxima década e de como a mesma deve chegar ao conhecimento da população.

 

«Os próximos anos avizinham-se como oportunidades únicas e grandes desafios que queremos ultrapassar, não esquecendo que vivemos actualmente momentos de grande responsabilidade ao nível da governação, das próprias CCDR, das autarquias e das freguesias e nesse sentido temos obrigação de fazer o nosso melhor e de contribuir para uma eficaz resolução de problemas e que nos obrigam a uma preparação mais substantiva» refere.

 

Tendo em conta uma estratégia bem definida, a presidente da CCDR LVT passou em linha alguns dos pontos essências na estratégia definida para os próximos anos para Lisboa, nomeadamente a organização territorial, o posicionamento da AML no contexto europeu, o impacto da crise pandémica no turismo, o índice da competitividade regional, a definição de novas políticas públicas, os apoios limitativos, os desafios para o futuro, só para destacar algumas temáticas.

 

Em termos de definição estratégica, a presidente da CCDR LVT revelou que «desenvolvemos um

processo inovador para uma estratégica única entre CCDR e AML e para o incremento de uma estratégia territorial que resulte num plano operacional benéfico para todas as partes. A nossa estratégia é singular e estamos perfeitamente alinhados naquilo que é o entendimento e a visão para esta área de Lisboa.»

 

Assim, e tendo em conta a matriz estratégica para a AML a mesma foi desenvolvida tendo em conta os seguintes princípios de atuação conforme destacou Maria Teresa Mourão de Almeida: amplitude estratégica (além 2021-2027), selectividades de opções, integração de políticas e atores e escala de governação (escala metropolitana e intermunicipal). «A nossa visão estratégica tem como base uma região capital, europeia, inserida num quadro de rotas e plataforma internacionais que prioriza a valorização das pessoas e do território na construção de um futuro sustentável, alicerçado na competitividade e na inovação, na coesão social, na gestão eficiente dos recursos e do capital natural, na cultura, no cosmopolitismo, na mobilidade sustentável e no desenvolvimento integrado e policêntrico do território» afirma a interlocutora.

 

Quanto aos temas para as apostas a serem feitas para a década de 20-30, incluem-se, como destacou a presidente da CCDR LVT, valores fundamentais para o desenvolvimento territorial como a resiliência, a coesão, a sustentabilidade e a transição justa.

 

No âmbito da referida estratégia foram igualmente definidos vários domínios alinhados com os desafios europeus e que a convidada fez questão de enumerar: inovação e competitividade; sustentabilidade alimentar e ambiental e mitigação de riscos naturais; coesão social e sustentabilidade demográfica; mobilidade e conectividade sustentável; e desenvolvimento urbano e mudança transformadora. A estes juntam-se ainda os domínios de especialização como a saúde; turismo; industria criativa; mobilidade; economia azul; e agro-alimentar. E como domínios transversais a transição digital e o ensino superior. «Transferimos os domínios da estratégia, agora em vigor, mas acrescentámos também o agro-alimentar, considerando a transformação e a especialização que nos poderá alavancar. Acrescentamos também o Ensino Superior, como forma de consagrar a competitividade e a transição digital transita, agora com outra denominação, mas que se mantém fundamental em todo este processo. Com toda esta estratégia pretendemos, sobretudo, conseguir corresponder e contribuir para a concretização dos desafios europeus.»

 

Como novos temas que os municípios devem adquirir nas suas autarquias, a presidente da CCDR LVT sublinhou três patamares essenciais: corredores ecológicos; sistemas alimentares e economia circular. Não obstante, realçou ainda a inserção de novas áreas que não estavam incluídas anteriormente e que, na opinião de Maria Teresa Mourão de Almeida são cruciais no âmbito desta estratégia, designadamente a habitação e a mobilidade.