A CDU, informa que João Pedro da Costa Arraiolos é o candidato da CDU a Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, às próximas eleições autárquicas. João Pedro Arraiolos, a quem cabe a responsabilidade acrescida de ser o rosto primeiro desta candidatura, tem no seu percurso e intervenção no concelho um factor de credibilidade, rigor e seriedade que por si são razão de confiança. A que se deve somar o que a favor desta candidatura resulta da dimensão colectiva que a CDU corporiza, do valor de trabalho, honestidade e competência que lhe é reconhecida, de um trajecto de décadas de intervenção neste concelho. JOÃO PEDRO COSTA ARRAIOLOS, 50 anos, Licenciado em Informática de Gestão com a profissão de Professor é vereador da Câmara Municipal de Alpiarça desde Novembro de 2011, tendo assumido os pelouros do Desporto, Juventude, Saúde, Ação Social, Serviços Administrativos, Informática, Finanças Municipais, Património Municipal, Recursos Humanos, Serviços Externos e Obras Municipais Foi adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça entre 1996 e 1997. É Presidente da Agroalpiarça, CIPRL (Cooperativa agrícola de produção de vinho) e Presidente do Conselho Regional de Arbitragem da Ass. Ciclismo de Santarém. A CDU é sem dúvida a grande força de esquerda no Poder Local. Força de esquerda pelo seu projecto distintivo. Um projecto com provas dadas, trabalho e obra realizada, norteado por critérios de interesse público. Um projecto assente numa gestão democrática, marcada pela proximidade e participação, pelo respeito pelo funcionamento colegial e legalidade dos seus actos, escrutinável pela prestação de contas que promove e pelo respeito com os compromissos que assume. Um projecto inseparável do que o Poder Local Democrático representa enquanto conquista de Abril e que faz da sua defesa e da sua afirmação parte integrante da sua intervenção. Questão tão mais importante quanto se mantém presente a partir do PS, e com activa cumplicidade de PSD e CDS, orientações para o diminuir. Pode a população de Alpiarça continuar a contar com a CDU, com os seus eleitos e a sua intervenção no sentido da melhoria das suas condições de vida no concelho e no país. Alpiarça,
O novo confinamento deve manter-se em vigor pelo menos até ao final deste mês de fevereiro, de forma a mitigar os contágios e achatar a curva, considerando que um alívio antes dessa altura pode ser «muito arriscado», dizem especialistas ouvidos pelo ‘Expresso’.
A equipa de Carlos Antunes, matemático e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, defende uma estratégia de desconfinamento «gradual e progressivo». «Se desconfinamos demasiado cedo, não descemos. Outros países, como Áustria ou Inglaterra, começaram a aliviar medidas e viram a incidência entrar num planalto», refere citado pelo mesmo jornal.
«Para já, só deverá acontecer depois de passar um limiar seguro, para não corrermos o risco de surgir uma nova vaga. Em meados de fevereiro ainda é arriscado», defende o especialista considerando que que apesar de as infeções estarem agora mais baixas, não significa que a epidemia esteja controlada.
O responsável ressalva que «para manter o controlo do contágio e não sobrecarregar os serviços de saúde, mantendo-os operacionais, o limiar deveria ser abaixo dos 2 mil casos diários, o que permitiria ter entre 800 e 1000 internamentos, dos quais 150 em cuidados intensivos», afirma ao ‘Expresso’.
Carlos Antunes defende ainda uma estratégia combinada de testagem e rastreio de contactos. «Também não podemos reduzir os recursos para rastreio de contactos assim que a incidência começa a baixar. É o sistema de testagem e rastreio que tem de servir como pressão na mola quando as medidas forem aliviadas», explica.
Desta forma os especialistas da FCUL, que trabalham em conjunto com Carlos Antunes, apontam «três indicadores que devem ser conjugados para monitorizar em detalhe a epidemia». Eles são: O Rt (número médio de pessoas que cada infetado contagia); a taxa de positividade (percentagem de resultados positivos nos testes realizados diariamente) e a incidência. «Deve ser criada uma espécie de manómetro, que defina limiares para evitar que a epidemia entre rapidamente num estado de descontrolo», defende.
«Revista de Imprensa»



































