sexta-feira, 8 de abril de 2022
O COMPADRIO
Diz e afirma a leitora no comentário que publicou no JA e, com alguma razão, que a "coisa" na edilidade nem sempre funciona como deve ser porquanto o "superior" manda o funcionário A fazer uma coisa mas este nem sempre faz o que lhe mandaram porque quase todos são primos do A ou sobrinhos do B e daqui fazerem, por norma, o que bem entendem, sem fugirem, em parte ao determinado.
Há uma certa lógica e verdade na afirmação da leitora porque o velho e conhecido slogan " os presidentes vem e vão mas nós ficamos cá (os funcionários)" assenta que nem uma luva neste tema.
Daqui muitas vezes situações como as ervas da Urbanização do Casal dos Gagos e as ruas sujas serem um facto porque os presidentes e vereadores na maioria das vezes não querem andar no terreno para não sujar os sapatos desconhecendo assim que Alpiarça continua a ser uma terra suja.
Andassem na rua para ver com os seus próprios olhos o que por ai há talvez a leitora não tivesse razão.
Mas infelizmente...
Em determinada altura um vereador do Executivo da CDU afirmou em plena reunião de Câmara que no relatório fornecido pelo encarregado (responsável pela limpeza das ruas) que a Rua Manuel Nunes Ferreira tinha sido limpa à poucas horas.
Pois o Vereadora da Oposição (PS) António Moreira afirmou a alto e a bom som que não era verdade.
Finda a reunião foi ao local em questão tirar fotos da sujidade que provava o contrário daquilo que o vereador da CDU afirmava.
Conclusão: O relatório do dito encarregado tinha "falhas técnicas".
Já no tempo dos executivos da CDU os eleitos evitavam sujar os sapatos no terreno.
Saliente-se que o vereador António Moreira fazia parte do executivo com a actual presidente da Câmara, Sónia Sanfona.
"Falhas técnicas" que continuam e existir actualmente por causa dos "compadrios" que a leitora descrimina.
Nós confirmamos o "depoimento" da autora porque andamos ai pelas ruas e ruelas do burgo e vemos coisas que nem as queremos publicar para que não se tornem uma "saga" como é a saga das ervas que por ai crescem enquanto Alpiarça vai decrescendo.
Também pode ler aqui:
https://www.facebook.com/antonyocenteio/
terça-feira, 5 de abril de 2022
CÂMARA PAGA MAIS DE 43 MIL EUROS PARA TER APOIO CONTABILISTICO
43.200,00 € é quanto que a Câmara vai pagar para ter prestação de serviços de Assessoria Económico Financeira e Contabilística .
A empresa adjudicada foi a "Pocalentejo, Apoio Cont. Fiscal Inform e Formação, Lda" cuja sede se situa em Borba/Alentejo
segunda-feira, 4 de abril de 2022
ALPIARÇA ORGULHA-SE DA SUA “SARA”
A Sara é uma
alpiarcense especial.
A Sara
também é uma bombeira especial que adora ser Bombeira.
Quer estar
sempre a aprender para saber mais.
A
“Emergência Médica” está-lhe no sangue.
Quando fala
em bombeiros e emergência médica os seus olhos sorriem de alegria e emoção.
Gostámos de
falar com a Sara Dias.
Afinal a Sara não é uma bombeira qualquer.
Para além da formação que tem faz parte ainda de
uma família de Bombeiros que já vai na terceira geração.
É esta bombeira
que deu continuidade aos homens que constituem a terceira geração dos
“Largas” que fazem parte do Corpo de
Bombeiros Municipais de Alpiarça.
A Sara Dias é
uma
mulher pequena mas grande na simplicidade e humildade.
Tem o maior orgulho do mundo em ser bombeira e Alpiarça da sua SARA.
Fez questão de nos dizer que o que sabe ainda não
lhe chega.
Quer
aprender mais.
Defende a causa: Bombeiros do Distrito de Santarém e de Portugal.
Gostámos de
falar e trocar ideias com a bombeira que deve ser o orgulho de Alpiarça.
Enquanto
conversámos mostrou-nos sempre um sorriso.
Gostamos destas “guerreiras” que estão sempre dispostas a dar
a vida para salvar quem não pode perder a vida.
Os seus pequenos olhos tornaram-se grandes quando, com toda a sua convicção, nos disse que a sua grande paixão é a “Emergência” para nos acrescentar que também é: Licenciada. Pós graduação em Trauma, Emergência e Catástrofe ITLS,Internacional Trauma Life Support TA/Tripulante de Ambulância de Socorro"
segunda-feira, 28 de março de 2022
Alpiarça espera por si!
O Município de Alpiarça assinala o 108º Aniversário do Concelho, com um fim de semana repleto de atividades.
Prisão Preventiva por roubos e furtos em residências
ENTÃO SENHORA PRESIDENTE?
domingo, 27 de março de 2022
24.246,00 EUROS É QUANTO A CÃMARA VAI PAGAR PARA TER ASSISTÊNCIA TÉCNICA
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
Resultados das Eleições Legislativas 2022
Saiba aqui todos os resultados das Eleições Legislativas 2022
https://www.legislativas2022.mai.gov.pt/resultados/globais
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
ALPIARÇA CONDENADA A ANDAR SEMPRE NA "CAUDA DO PELOTÃO"
"Doçaria regional do Ribatejo: vamos provar as Broas de Almeirim
As broas de Almeirim são pequenas, ovais, de cor acastanhada, com um ligeiro brilho e destaca-se meia amêndoa incrustada na parte superior. O sabor é suave, com predominância do mel, canela e erva-doce.
Doçaria regional do Ribatejo: vamos provar as Broas de Almeirim
Um dos locais onde se produzem e se podem comprar as broas de Almeirim é na padaria de Dona Emília também muito conhecida pelas Caralhotas de Almeirim, o pão regional.
Broas de Almeirim
Segundo D. Emília as broas levam “mel, vinho doce, açúcar, canela, erva-doce e um bocadinho de azeite.” Ela produz ainda broas de amêndoa e noz
As broas de Almeirim são barradas com ovo batido e é o que dá brilho à superfície acastanhada. A textura é macia.
"Era a que os antigos comiam. É a que eu vendo mais. O sabor é muito agradável. É uma receita com 80 anos. Foi da minha sogra. Ela deixou esta casa ao filho e também várias receitas que ela aprendeu na Quinta da Lorna. Estas receitas estavam dentro de uma gaveta. Eu nem sabia que estavam lá.”
Dona Emília, que há mais de 40 anos faz pão, acrescenta que pegou nas receitas e “não foi preciso explicar muito para eu as saber fazer. Tenho muita prática. São uma maravilha.” É partir dessas receitas que faz as broas e complementa com um toque pessoal.
“As receitas são minhas. Igual não há. É uma imitação.” Segundo me explicou as broas têm pouco açúcar, de certa forma é substituído pelo mel. O sabor, de facto, não é muito adocicado, mas outros tipos de broas são polvilhadas com açúcar.
As broas fazem parte da doçaria regional do Ribatejo em épocas festivas como Natal e Páscoa e estão sempre presentes numa tenda nos eventos locais.
«Viagens»
Tanto que Alpiarça teve para hoje não ter nada.
Continua a ser uma pequena aldeia
segunda-feira, 3 de janeiro de 2022
Exposição de Pintura na Galeria N118, Alpiarça
A Galeria N118, em Alpiarça, inaugura no dia 15 de janeiro, pelas 16 h, uma nova exposição.
O pintor Paul Mathieu, vais expor até 27 de fevereiro as suas telas. De nacionalidade Belga
nasceu em Bruxelas em 1953.
Radicado em Portugal desde 1979 desenvolveu um trabalho notável no campo das artes
plásticas, tendo um publico fiel e apreciador cada vez mais numeroso.
Vários críticos de arte escreveram sobre as suas obras: Eurico Gonçalves, Margarida Botelho,
Lurdes Ferias, Edgardo Xavier, Rodriguez Vaz e Lina Cruz-Pinto.
Fez mais de 45 exposições individuais, salientando nos últimos anos: 1998-Expo 98,
pavilhão da Bélgica. 1999-Galeria Municipal Artur Bual, Amadora. 2000-Museu da Agua,
Lisboa. 2001-Galerie Artitude, Paris. 2003-Centro Arte São Bento Lisboa. 2008-“30 anos de
pintura” antológica na Mãe de Agua das Amoreiras,Lisboa. 2010-" Percursos da Luz" Galeria
CNAP, Lisboa. 2011-"Contraste Atmosphérique" Galeria Paula Cabral, Lisboa. 2013- “Os
fenómenos atmosféricos na arte abstrata” Galeria Municipal, Sintra. 2014-“Golden Lights”
Centro Cultural da Comporta. 2015-“Ecletismo Romântico” Galeria CNAP, Lisboa.
Prémios:1991- “Obra de Mérito” -1ª Feira Internacional de Arte, Port’Arte 91, Portimão.
1996-Menção Honrosa” - 1ª Bienal Cardoso Lopes, Amadora. 1998-Medalha de Prata na 6ª
Bienal do Rótulo Artístico do Diário de Notícias (Centenário do Champagne Raposeira)
2002-VII Bienal de Artes Plásticas Prémio Vespeira, Montijo, selecionado em pintura.
2004-VIII Bienal de Artes Plásticas Prémio Vespeira, Montijo, selecionado em pintura e
fotografia. 2008-1ª Bienal Internacional de artes Plásticas Prémio Vespeira, Montijo,
selecionado em fotografia. 2009-7º Prémio Amadeu Sousa Cardoso, Amarante, selecionado
em pintura.
Bibliografia:
2008- “Paul Mathieu Artista Plástico Uma Escolha de Vida”
escrito pelo próprio e editado pela EPAL, Museu da Água, Lisboa.
Representações: em 9 museus e ministérios assim com em 17 empresas de renome.
Manufatura de Tapeçarias de Portalegre: -Execução de duas tapeçarias em 2004/2005
A exposição estará patente ao publico das 10,30 ás 18,30 de terça a Domingo.
Com interrupção para almoço das 13,00 ás 15,00.
Sábados Domingos e Feriados sempre em funcionamento.
Galeria N118, Av. José Relvas, 273, m Alpiarça
sábado, 1 de janeiro de 2022
Nova lei das garantias para a compra e venda de bens entra em vigor hoje. Saiba os seus novos direitos
Nova lei das garantias para a compra e venda de bens entra em vigor hoje. Saiba os seus novos direitos
Hoje entra em vigor a nova lei que regula os direitos dos consumidores para a compra e venda de bens. A principal novidade é a extensão da duração da garantia, de dois anos até aqui em vigor, para três anos nestas novas regras. O Decreto-lei Nº84/2021, que foi publicado no Diário da República é a transposição das diretivas da União Europeia (770 e 771 de 2021), que pretendem elevar o nível de proteção dos consumidores, relativo aos contratos de compra e venda celebrados com os profissionais.
As novas regras aplicam-se também aos bens que são vendidos em segunda-mão ou recondicionados, desde que sejam vendidos por entidades profissionais. Apesar dos três anos previstos de garantia, esse período pode ser reduzido no caso de haver acordo mútuo entre as empresas e os seus clientes.
Além do prazo alargado para os bens móveis, no caso de equipamentos eletrónicos, eletrodomésticos e outros, as empresas são também agora obrigadas a garantir as reparações dos equipamentos que vendem durante 10 anos. Ou seja, passam a ser obrigadas a armazenar peças sobressalentes para reparar qualquer equipamento, prevendo-se o prolongamento da vida dos aparelhos.
Existem outras mudanças na lei que deve saber, considerando que estas não têm efeitos retroativos, ou seja, caso tenha comprado algo no Natal, as novas regras não se aplicam. Apenas tudo o que comprar a partir de hoje, dia 1 de janeiro.
Para saber todos os detalhes das novas leis, o SAPO TEK criou uma lista de perguntas e respostas mais frequentes. Pode ainda consultar o dossier com as reações de algumas empresas às novas leis, assim como da parte da DECO Proteste, a publicação da Defesa do Consumidor.
Quando tem início a nova lei das garantias e direitos dos consumidores?
A nova legislação sobre os direitos dos consumidores vai entrar em vigor em toda a União Europeia a partir do próximo dia 1 de janeiro de 2022.
Qual é o novo prazo de garantia para os bens móveis e imóveis?
O prazo de garantia para produtos móveis, tais como eletrodomésticos, computadores e outros bens passam dos atuais dois anos, para três anos. Esta é uma lei que entra em vigor em Portugal, baseada na transposição de uma diretiva europeia. Atualmente, os bens que tiverem defeito ou surgirem avarias têm como prazo de três anos. Para os bens imóveis, tais como casas e apartamentos, o prazo da garantia é de 10 anos, se for relativa a elementos construtivos estruturais; para outras falhas, será de 5 anos.
O que muda na garantia de dois para três anos?
Apesar da lei prever o prazo de garantia de dois para três anos, a contar a partir da entrega do bem, em falta de conformidade (defeito) no terceiro ano, cabe ao consumidor provar que a mesma existia na data de entrega desse bem.
A lei afeta apenas os bens comprados em lojas físicas tradicionais?
Não. A lei abrange tanto os bens adquiridos em lojas físicas como nas plataformas online.
Os bens em segunda-mão também foram abrangidos pela nova lei?
Sim. Os bens em segunda mão, vendidos por profissionais, passam a ter garantia de três anos, exceto se o prazo for reduzido por acordo mútuo, desde que não seja inferior a um ano.
Como são feitas as substituições e reparações aos bens adquiridos?
As substituições e reparações devem ser feitas gratuitamente, num prazo razoável, a contar do momento em que o vendedor tenha sido informado do defeito ou que não tenha inconveniência para os consumidores. O consumidor deve entregar os respetivos bens ao vendedor. As despesas de envio devem ser acatadas pelo vendedor.
Qual é o prazo de reparação ou substituição de um bem devolvido com defeito?
A reparação ou substituição do bem com defeito tem um prazo máximo de 30 dias, exceto em situações referentes com a natureza mais complexa do mesmo ou outra situação que justifique um prazo mais alargado. Em caso de substituição do bem, não pode ser cobrado ao consumidor qualquer custo inerente à normal utilização do bem substituído, seja o transporte, mão-de-obra ou peças.
Existe algum prazo alargado de um bem em garantia que tenha sido reparado?
Sim, os bens reparados dentro da garantia passam a ter um prazo adicional de seis meses em cada reparação.
E qual é o novo prazo para um bem substituído?
O bem entregue que foi substituído faz um “reset” à garantia. Ou seja, esse bem passa a ter três anos a partir da data da respetiva entrega em substituição do artigo defeituoso. O que quer dizer ques se mantém a regra atual, com o respetivo alargamento do tempo da garantia.
Quando um bem não está em conformidade, que opções tem o consumidor?
O consumidor pode pedir a reparação ou a respetiva substituição do bem. Pode optar por pedir redução do preço do bem ou a resolução do contrato previamente feito, “estabelecendo-se as condições e requisitos aplicáveis para cada um destes meios”. O consumidor pode optar pela substituição ou resolução do contrato sem a necessidade de verificação de qualquer condição específica, quando esteja em falta a sua conformidade, detetada nos primeiros 30 dias a contar da entrega do bem.
A nova lei elimina ainda a obrigação do consumidor denunciar o defeito dentro de determinado prazo após o seu conhecimento. Agora pode fazê-lo ao “exercício de direitos de que o consumidor dispõe durante o prazo de garantia dos bens”.
As empresas devem garantir reparações até 10 anos?
Sim. A nova lei obriga as empresas a reservarem stock de peças suplentes durante um prazo de 10 anos, de forma a garantir um melhor serviço de pós-venda. Ou seja, após a entrada da nova lei, terá a garantia de que nos próximos 10 anos uma máquina de lavar ou um computador, por exemplo, tenham reparação por parte das fabricantes, caso seja necessário substituir alguma peça. Esta regra aplica-se exceções a bens perecíveis ou cuja natureza seja incompatível com o prazo determinado.
Comprei um produto em 2021, as novas regras aplicam-se de forma retroativa?
Não. O prolongamento da garantia para três anos será apenas aplicável aos contratos de compra e venda que sejam feitos a partir da entrada em vigor da nova lei, a 1 de janeiro de 2022.
Qual é a entidade que vai fiscalizar o cumprimento das novas leis das garantias?
O novo diploma será fiscalizado pela ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), assim como a instrução das respetivas coimas associadas.
«Tek»
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
URBANIZAÇÃO DOS 46 FOGOS
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
A PRESIDENTE DA CÂMARA DE ALPIARÇA NÃO " IA GANHANDO PARA O SUSTO"
Sónia Sanfona, presidente da autarquia alpiarcense quando ouviu do responsável da CCRLV (Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo) que o município de Alpiarça "está em vias de não poder candidatar-se mais aos Fundos Comunitários" por causa da inoperância dos antigos executivos da CDU que não apresentaram as “devidas alterações ao PDM (Plano Director Municipal) e muito menos apresentou a informação solicitada pela CCRLVT, que foi pedida para mais de um ano” até pensou que o mundo lhe ia desabar em cima naquele preciso momento.
Mas a autarca conseguiu utilizar os seus "bons oficios" e num "acordo de cavalheiros" a CEE vai poder continuar a disponibilizar verbas para que tudo se resolva da melhor maneira e se possa fazer obras no concelho não isentando que Sónia Sanfona ,tenha de "acelerar - e bem o passo" na resolução do imbróglio que lhe deixaram.
Foi por pouco mas a ligeireza e conhecimentos da presidente salvou o concelho da "bancarrota”.
PRESIDENTE DA CÂMARA COM IDEIAS BEM DEFINIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE ALPIARÇA
Sónia Sanfona (foto), presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, deixou bem claro na última reunião camarária as suas ideias e projectos para com o desenvolvimento e crescimento de Alpiarça.
Um dos
seus projectos é as alterações no Complexo Desportivo dos Patudos porque
a autarca reconhece que este espaço de lazer e desportivo está sub-aproveitado
quando o mesmo reúne condições únicas na região.
Quanto a um outro projecto é o
turismo, uma outra faceta que nunca foi bem explorada pelos anteriores
executivos mas que Sónia Sanfona quer desenvolver.
Um outro projecto, que Alpiarça
bem precisa é atrair empresas para desenvolver a Zona Industrial. Em
paralelo o apoio ao comércio local e o aumento populacional.
Para que isto possa acontecer a
presidente pensa a curto prazo reunir com os empresários locais para uma troca
de ideias e em conjunto, a estratégia planeada pela nova presidente
possa dar os resultados desejados a fim do concelho ser beneficiado.
Para o efeito a Câmara vai
solicitar a todos os interessados, e não só, que apresentem ideias e projectos
para que o executivo possa iniciar aquilo que Alpiarça tanto precisa: crescer
e desenvolver.
Mas o ciclo não é exclusivo para
os empresários. Qualquer pessoa pode apresentar projectos ou o que
considere útil para que seja analisado pelo executivo.
A hora e o momento é de
mudança.
Participe!
Exponha por escrito, ou verbal,
tudo o que bem entender.
Contribua para a mudança de
Alpiarça.








