terça-feira, 14 de junho de 2016

Presidente da Câmara de Alpiarça com o Presidente da Câmara / Maire de Champigny-sur-Marne



Com o meu colega e camarada Dominique Adenot (PCF), Presidente da Câmara / Maire de Champigny-sur-Marne, cidade francesa geminada com Alpiarça, na cerimónia de homenagem a Louis Talamoni, antigo Maire de Champigny, que contou com a presença do Presidente da República e do Primeiro-ministro, realizada no passado sábado, no Parc du Plateau.
Dominique Adenot foi distinguido com o grau de Comendador da Ordem do Mérito, entregue pelo Presidente da República e pelo Primeiro-ministro de Portugal, em reconhecimento do Estado português pelo grande trabalho de integração e valorização da comunidade portuguesa que vive nesta cidade da grande área metropolitana de Paris.
Tivemos ainda a oportunidade de conhecer Jean-Louis Bargero, membro do PCF, anterior Maire de Champigny-sur-Marne durante 30 anos marcados também pela ligação de proximidade aos emigrantes portugueses. 
Louis Talamoni, membro da Resistência e do Partido Comunista Francês, foi Maire de Champigny-sur-Marne entre 1950 e 1975, foi o grande responsável por um conjunto de obras (água canalizada, electricidade e iluminação, asfaltamento, jardins e habitação social) que contribuíram decisivamente para a melhoria das condições de vida dos emigrantes -- a maioria eram portugueses -- que viviam num dos maiores bairros-da-lata da Europa. O Presidente da República atribuiu-lhe, a título póstumo, a Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.


«Texto e fotos de Mário Pereira»

Alpiarça na Festa do Vinho Verde de Ponte de Lima


«Fotos de Mário Pereira»

EXPOSIÇÃO SOBRE AS PRAÇAS DE JORNA EM ALPIARÇA NO ÁTRIO DA SEDE DOS ÁGUIAS


O átrio da sede do CD "Os Águias" acolhe a Exposição sobre as Praças de Jorna em Alpiarça, iniciativa integrada na apresentação do novo Caderno Cultural da AIDIA de autoria do Eng. Ricardo Hipólito. 
A abertura da Exposição, no passado dia 4 de Junho, contou com a presença da Prof Dulce Freire, historiadora e investigadora do ICS da Universidade de Lisboa, com vários estudos já realizados sobre os movimentos políticos e sociais em Alpiarça no século XX.




«CMA»

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Um (re)encontro de alpiarcenses em França


Na viagem que fizemos à cidade connosco geminada de Champigny-sur-Marne com uma delegação de eleitos do Município (o Fernando Louro, o Carlos Jorge, o Celestino Brazileiro e eu) e da Freguesia (a Fernanda Cardigo e o Ricardo Hipólito), tivemos o enorme prazer de passarmos pela casa de uma família de Alpiarça há mais de quarenta anos emigrada, aceitando o convite para almoçar. 
O Francisco Concho e a sua filha Luísa receberam-nos com toda a simpatia e camaradagem. 
O camarada Francisco Concho partiu para França em 1969, a 'salto', sozinho (a esposa e a filha sairam mais tarde) para escapar à iminência de mais uma prisão pela PIDE, depois de ter estado já no Aljube e em Peniche, mais de cinco anos nas prisões do regime fascista português, onde foi submetido à tortura e às violências da polícia política. 
Sendo o objectivo principal da viagem participar numa homenagem aos emigrantes portugueses em Champigny e ao antigo Maire do PCF Louis Talamoni, que muito apoiou a sua integração, foi muito importante para nós o contacto com alpiarcenses que muito deram de si para a luta antifascista e para o reforço da comunidade portuguesa em França.


«Texto e fotos de: Mário Pereira»

ALPIARÇA NA FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA

Dia de Alpiarça no stand da CIMLT da Feira Nacional de Agricultura 2016, em Santarém.


domingo, 12 de junho de 2016

Carta por Pontos





SALDO INICIAL


1 de Junho 2016

Todos os automobilistas iniciam a Carta por Pontos com 12 pontos, independentemente das infrações anteriores.

PERDA DE PONTOS

AutohojeÁLCOOL

AutohojeCIRCULAÇÃO

AutohojeDOCUMENTAÇÃO

  • Andar sem seguro

    -2
  • Condução sem carta ou com carta de categoria errada

    -4

AutohojeMANOBRAS

  • Fazer marcha atrás numa lomba

    -2
  • Fazer marcha atrás em curvas, rotundas, cruzamentos ou entroncamentos de visibilidade reduzida

    -2
  • Fazer marcha atrás nas pontes, passagens de nível e túneis

    -2

AutohojePASSAGEIROS

AutohojeSINALIZAÇÃO

AutohojeULTRAPASSAGENS

AutohojeVELOCIDADE






GANHO DE PONTOS


Não Profissional

3 anos sem infrações ganho de 3 pontos

Profissional

2 anos sem infrações ganho de 3 pontos

Máximo de pontos

Número máximo de pontos possíveis de acumular

CONSEQUÊNCIAS


Menos de 5 pontos

Ação de formação
Quando um condutor tiver apenas 5 ou menos pontos, tem de frequentar uma ação de formação de segurança rodoviária a suportar pelo próprio condutor. A falta não justificada à ação de formação de segurança rodoviária tem como efeito a cassação do título de condução do condutor.

Menos de 3 pontos

Prova teórica
Quando tiver apenas 3 ou menos pontos o condutor tem de efetuar uma prova teórica do exame de condução. A falta não justificada à prova teórica do exame de condução, bem como a sua reprovação tem como efeito necessário a cassação do título de condução do condutor.

0 pontos

Cassação da Carta
Quando se der a perda de todos os pontos, a carta de condução é cassada. Só volta a poder tirar a carta dois anos depois.

O QUE É?

O sistema de carta por pontos entra em vigor com um objetivo: que os condutores tenham uma maior perceção das consequências das infrações de trânsito.
À medida que se cometem contraordenações, os condutores vão perdendo pontos. Se ficar com zero pontos, será impedido de conduzir.
A cada infração corresponde um determinado número de pontos "perdidos". Três ou mais anos sem infrações registadas permite GANHAR" Pontos
Fonte para mais detalhes:
  www.cartaporpontos.pt

sábado, 11 de junho de 2016

Despiste mata pai e fere filho

Um homem com cerca de 30 anos morreu esta sexta-feira num despiste de moto-4 em Alpiarça, distrito de Santarém, e o seu filho, com "três ou quatro anos", ficou ferido com gravidade, avançou à Lusa o comandante dos Bombeiros Municipais.

Um homem com cerca de 30 anos morreu esta sexta-feira num despiste de moto-4 em Alpiarça, distrito de Santarém, e o seu filho, com "três ou quatro anos", ficou ferido com gravidade, avançou à Lusa o comandante dos Bombeiros Municipais. O despiste terá levado a moto-4 a bater "contra o muro de uma casa e contra um poste", informou o comandante dos Bombeiros de Alpiarça, Hugo Teodoro. O acidente aconteceu por volta das 19h00, numa rua alcatroada da localidade de Casalinho, no concelho de Alpiarça. De acordo com o comandante dos bombeiros, quando os operacionais chegaram ao local, a vítima "já se encontrava em paragem cardiorrespiratória". Ainda foi tentada a reanimação "durante cerca de meia hora", mas acabou por se "confirmar o óbito ainda no local". A criança, apesar de ser dada como ferido grave, estará "estável e fora de perigo", tendo sido transportada para o Hospital de Santarém, referiu Hugo Teodoro. Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém, no local estiveram os Bombeiros de Alpiarça, GNR e Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), num total de sete viaturas e 14 operacionais. 
«Lusa/CM»

sexta-feira, 10 de junho de 2016

OBJECTIVO DO PS É CONQUISTAR AOS COMUNISTAS OS MUNICÍPIOS DE ALPIARÇA, BENAVENTE E CONSTÂNCIA

O presidente da Federação Distrital de Santarém do PS, António Gameiro (foto) garantiu em declarações ao jornal Expresso, publicadas na edição de 4 de Junho, que não vai haver pactos ou alianças com esses partidos mais à esquerda. E diz mesmo que tem entre os seus objectivos conquistar aos comunistas os municípios de Constância, Alpiarça e Benaventehttp://omirante.pt/politica/2016-06-10-PS-diz-que-nao-ha-geringonca-nas-autarquicas-em-Santarem

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Formação Profissional para Agricultores

Curso de Manobrador de Máquinas Agricolas e Florestais


Decorreu no CCBR em Alpiarca a 1ª Formação Profissional em parceria com a empresa "Planeta Informático,LDA. "Sede no Porto"



terça-feira, 7 de junho de 2016

Camisola de Alfredo Lima entregue à comissão concelhia de Alpiarça do PCP


Cumprindo uma decisão há muito tomada, Maria José, irmã de Alfredo Lima, entregou a camisola interior que o seu irmão usava naquele final de tarde trágico de 4 de Junho de 1950 ao Partido Comunista Português. 
Guardada ao longo de 66 anos, a camisola apresenta dois rasgos dos tiros que atingiram o jovem trabalhador agrícola e lhe provocaram a morte, um na zona da clavícula e, outro, próximo do coração. 
Num momento de emoção, durante a apresentação de "A Praça de Jorna em Alpiarça. ..", de Ricardo Hipólito, junto ao local dos acontecimentos, a camisola foi entregue a Celestino Brazileiro e Fernanda Garnel, representando a comissão concelhia de Alpiarça do PCP.

«Texto e fotos de Mário Pereira

IMI progressivo pode limitar capacidade de autarquias fixarem taxas

 Os fiscalistas contactados pela Lusa consideram que a alteração da tributação do património imobiliário, que deverá passar a ser progressiva, vai limitar a capacidade de as autarquias fixarem as taxas de IMI, alertando que significará um agravamento de impostos.
O Programa de Estabilidade, o Governo indicou que "será introduzido um mecanismo de progressividade na tributação direta do património imobiliário, tendo por referência o património imobiliário global detido".
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais disse à Lusa recentemente que a eventual substituição do imposto de Selo (IS) por uma taxa progressiva do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), avançada pelo Jornal de Negócios em maio, só aconteceria depois de preparado o Orçamento do Estado para 2017, tendo em conta a complexidade do tema.
Atualmente, os proprietários de IMI pagam este imposto por cada imóvel que detenham em função do seu valor patrimonial tributário (VPT) e, no caso dos prédios com VPT superior a um milhão de euros, há também tributação em sede de IS, à taxa de 1%. A alteração que o Governo está a estudar prende-se com a substituição da tributação dos prédios via IS pela introdução de progressividade no IMI, que passará a incidir sobre a globalidade dos prédios.
Rogério Fernandes Ferreira, antigo secretário de Estado do Governo socialista de António Guterres, diz que no regime atual é possível saber "ao certo" os montantes arrecadados por imóvel e, logo, "saber-se-á o montante exato a distribuir por cada município".
Com a introdução de taxas progressivas no IMI, "que dependem unicamente do valor do património imobiliário detido pelo contribuinte", Fernandes Ferreira antecipa que "dificilmente se manterá o atual regime de discricionariedade na escolha das taxas pelos municípios".
Também o fiscalista Vasco Valdez, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do Governo social-democrata de Durão Barroso, entre 2002 e 2004, afirma que se o IMI "deixar de ser um imposto proporcional e passar a ser um imposto progressivo", isso "pode diminuir a faculdade dos municípios para fixarem as respetivas taxas dentro dos intervalos determinados".
Isto porque, defende, havendo um imposto sobre a globalidade do património imobiliário, "não tem muito sentido haver liberdade de fixação das taxas das autarquias, senão o efeito da progressividade do imposto desaparece ou pode diminuir".
Por sua vez, o professor Manuel Faustino considera que a única forma de introduzir progressividade sem prejudicar a autonomia e a receita para as autarquias seria através de uma "componente estadual" do IMI.
"Tal como existe hoje esse IS sobre os imóveis com VPT acima de um milhão de euros, passasse a existir um imposto progressivo sobre a totalidade do património possuído pelo contribuinte que coexistisse com o IMI", afirmou o fiscalista. Mas, nesse caso, alertou, deveria haver uma dedução da parte municipal do imposto, "para evitar dupla tributação".
Manuel Faustino deixa outra dúvida: "Não sei se isto não afronta a própria Constituição, porque a tributação do património não se prevê ela própria progressiva".
Vasco Valdez refere que o IMI já incorpora os elementos da capacidade contributiva e da progressividade, uma vez que a fórmula de cálculo do VPT dos prédios considera, por exemplo, o coeficiente de localização, que faz com que aqueles de maior valor de mercado sejam sujeitos a uma tributação maior.
Para o fiscalista, "reforçar essa componente no IMI já e um bocado duvidoso", mas, se houvesse "um imposto sobre a totalidade do património [e não apenas sobre o património imobiliário], como um imposto complementar ao IRS, isso poder-se-ia compreender", até porque já acontece em alguns países, como Espanha e França, desde que fosse possível deduzir "à cabeça" os encargos que eventualmente existam.
Fernandes Ferreira diz ainda que "a tributação global do património imobiliário com taxas progressivas irá provocar certamente, na esfera dos contribuintes, um novo aumento de impostos", sobretudo para os que tenham mais património, uma vez que se parte do pressuposto - que considera "errado" -- de que quem tem mais património tem mais capacidade de pagar impostos.
Vasco Valdez afirma também que, "embora a tributação imobiliária seja relativamente baixa", há uma "grande diferença em relação a todas as outras", que é o facto de "o património imobiliário em princípio não gerar receitas".
"Temos de ir buscar rendimentos a outras esferas, designadamente ao rendimento do trabalho, para pagar os impostos sobre o património. Se esta tributação não for devidamente acautelada, pode fazer com que haja uma sobre tributação do património com consequências bastante graves", nomeadamente o risco de "as pessoas não terem capacidade para suportar estes acréscimos de tributação".
Também Manuel Faustino considera que o legislador tem de ter atenção a este ponto: "O contribuinte pode ser 'rico', mas pode não ter dinheiro para pagar o imposto. Em última análise, pode ter de vender património para pagar o imposto, se ele não gera o seu próprio rendimento".
Questionado sobre se, em última análise, a introdução da progressividade significará um aumento do imposto para a maioria dos contribuintes, Manuel Faustino respondeu: "Não há milagres".

«Lusa»

OTL DE VERÃO 2016



É necessário no ato da inscrição a declaração da entidade patronal onde conste o horário e o local de trabalho dos adultos assim como do período de férias pertencente ao agregado familiar.
Registo de Entidades Organizadoras de Campos de Férias nº 125
Documentos:

domingo, 5 de junho de 2016

"A Praça da Jorna em Alpiarça"


Lançamento do livro "A Praça da Jorna em Alpiarça" de Ricardo Hipolito, apresentado em Alpiarça. Homenagem a Alfredo Lima assassinado na "Praça dos Homens", a 4 de Junho de 1950.
«Texto e fotos de: Teresa Rosário Lopes Moreira»